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O processo de certificação não é uma novidade no Brasil ou
no mundo. Há centenas de anos as
universidades certificam aqueles
que cumpriram uma série de
etapas e conseguiram terminar um
programa específico. Durante
muito tempo, a posse desse
certificado (ou diploma, tanto
faz) foi reconhecida como o
passaporte para uma vida
profissional estável e sem
sobressaltos. O que não se pode
ignorar é que o mundo mudou.
Ter um título de economista, médico ou engenheiro já não é
mais suficiente para que as
organizações reconheçam que a
pessoa certificada domina as
competências necessárias para
cumprir bem um determinado
objetivo - ou ocupar uma posição
gerencial específica.
É por isso que, modernamente, as organizações estão
definindo, detalhando e
especificando que competências
são importantes para cada cargo.
Depois disso, verificam a
existência ou não dessas
competências "dentro de casa" e
determinam que esforços serão
necessários para atender as
demandas de cada colaborador.
Ao final do trabalho de aquisição dessas competências,
dificilmente os participantes
são submetidos a processos que
investiguem e avaliem se eles:
a)
Gostaram
b)
Aprenderam
c)
Estão preparados para usar o
que aprenderam
d)
Determinem como a
organização pode identificar
e mensurar o ganho obtido
pelas ações de T&D que
empreendeu
e)
Comparem os resultados
obtidos com o que foi gasto
em sua obtenção
O objetivo da metodologia MVC de Certificação é permitir
uma resposta precisa para cada
uma dessas questões.
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