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Examinando de perto o Coaching a distância

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Quem, em sã consciência, abriria mão de utilizar recursos da evolução tecnológica, dificultando assim o atingimento de seus objetivos?

Seria o mesmo que continuar andando em carro de boi quando já temos à disposição veículos com velocidade supersônica.

Levando em conta a extensão continental do território brasileiro, cada vez mais enfrentamos o desafio de atender demandas reprimidas, garantindo a viabilidade da equação “qualidade versus custos competitivos”.

Neste sentido, gostaria de compartilhar algo que tenho vivenciado ao longo dos últimos cinco anos.

Trata-se da realização de COACHING A DISTÂNCIA, com base na experiência que venho acumulando desde 2001, através de processos de COACHING PRESENCIAL, com executivos.

A primeira oportunidade surgiu quando recebi a solicitação de uma empresa para atender uma pessoa residente no Rio de Janeiro.

Submeti, então, àquela empresa a seguinte proposta:

  • O coaching seria realizado conciliando o atendimento a partir de minha base em São Paulo utilizando o recurso do SKIPE.
  • Com frequência semanal, os horários seriam definidos previamente, de comum acordo.
  • A primeira sessão teria como foco a realização de um assessment, concluindo o processo com a elaboração de um plano de ação de melhoria.
  • A viabilização desta proposta tinha por objetivo garantir a qualidade no atendimento, com a vantagem de dispensar despesas com viagem, alimentação e hospedagem.

 

Após a primeira experiência bem sucedida, a mesma empresa apresentou mais duas novas demandas, envolvendo pessoas localizadas no Rio de Janeiro e em Recife.

Paralelamente, atendi também o cliente de outra empresa, localizada em Viçosa-MG.

E, completando, tive a oportunidade de realizar também um processo de coaching a distância com um executivo situado em Viena, Áustria.

Reforçando a viabilidade deste tipo de atendimento, relaciono as seguintes experiências utilizando recursos tecnológicos semelhantes:

  • EAD – ensino a distância, equiparado aos cursos presenciais, com reconhecimento pelo MEC,
  • Oitivas de réus, sem necessidade de deslocamentos geográficos.
  • Disponibilização, on line, de espetáculos teatrais e cinematográficos, a partir de plataformas de acesso por senha.
  • Terapia em psicanalise através de atendimento via SKIPE, a partir do Brasil para um paciente nos USA, conforme depoimento do psicanalista Contardo Callligaris, no programa Roda Viva, em fevereiro/17.

 

Certamente, muitas outras iniciativas virão com vistas a democratizar as oportunidades e ampliar o acesso à Inteligência coletiva.

Conclusões:

  • O Brasil já se encontra defasado no seu desenvolvimento em comparação com países de 1º mundo.
  • Se deixarmos de adotar soluções inovadoras que permitam a inclusão de públicos-alvo cada vez maiores, aumentaremos o distanciamento exponencial que nos mantêm na condição de país de 3º mundo.
  • Neste sentido, o uso de tecnologias que favoreçam o alcance de resultados superiores deixou de ser uma opção para ser uma obrigação.

 

Do contrário, o Brasil corre o risco do continuar “deitado eternamente em berço esplêndido” pela subutilização de recursos tecnológicos, distanciando-nos da vocação de sermos um país “gigante pela própria natureza”.  

 

 

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