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Título - CALL
CENTER E O DESAFIO DE SER INTELIGENTE EMOCIONALMENTE!
Numa destas idas e vindas - Rio - São Paulo - estava conservando com uma profissional que supervisiona um CALL CENTER de uma importante empresa. Ela falava de suas atuais dificuldades e desafios. Seu depoimento reconhecia que as atuais tecnologias disponíveis no mercado criaram inúmeras facilidades para um excelente atendimento a clientes, mas que, no entanto, percebia como era difícil convencer os gestores de que o sucesso deste negócio não dependia apenas de implantar e treinar as pessoas para utilizar adequadamente tais tecnologias e para um atendimento telefônico adequado. Tudo dependia, principalmente, da necessidade de "treinar" - "educar" pessoas, no sentido de desenvolver competências essenciais a este tipo de trabalho. Em seu relato de situações típicas do dia-a-dia de um call-center, identificamos que o sucesso ou o fracasso destas situações dependia do "maior" ou "menor" coeficiente de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL das pessoas envolvidas. Como ainda fica difícil "treinar" os clientes para se comportarem de forma mais adequada, temos mesmo é de preparar as pessoas para lidarem melhor com qualquer tipo de cliente e em quaisquer circunstâncias , buscando desenvolver as competências emocionais imprescindíveis a esta atividade, a saber:
Estes principais atributos da INTELIGÊNCIA EMOCIONAL acima citados estão relacionados a uma série de outras habilidades e características que se fazem necessárias, das quais já tratamos em outros artigos, como, por exemplo , a ASSERTIVIDADE. De modo geral, os profissionais que trabalham em CALL CENTER – são pessoas muito jovens, sem muita experiência de vida e profissional, e geralmente com baixo índice de maturidade. Esperar que estas pessoas, que estão iniciando sua vida profissional, estejam devidamente preparadas para enfrentarem certas situações, é utopia, ainda que, em alguns casos, os processos seletivos indiquem bom prognóstico de determinadas pessoas nestas funções. É preciso prepará-las e acompanhá-las, criando espaços permanentes de discussão das experiências, de desabafo, de troca, de análise do que deu certo, e do que gerou insucesso. Enfim, é preciso criar, nas empresas que prestam estes serviços, uma verdadeira organização de aprendizagem, onde estas pessoas possam estar constantemente aprendendo com as experiências de todos e possam estar desenvolvendo as suas competências emocionais. Algumas ações de treinamento e desenvolvimento podem contribuir para aumentar a eficácia deste s serviços, que hoje por serem estratégicos, devem agregar grande valor aos resultados do negócio.
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