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Título - ÉTICA PARA TREINAMENTO E
DESENVOLVIMENTO
L. A.
Costacurta Junqueira
Ética e Treinamento
Código de Ética em Desenvolvimento
Gerencial
No Brasil empresas que possuem um
código de Ética ainda são a grande minoria: segmentando-se o
assunto para a área de T&D, talvez pudessemos usar apenas os
dedos das duas mãos para enumerar as empresas que possuem um
instrumento como este e pautam sua atuação dentro de padrões
éticos consensados pela Área de Treinamento e Desenvolvimento.
Aqui vão algumas sugestões para que
se possa começar a refletir sobre o assunto:
- Não falar pelo cliente interno, sem
solicitar previamente sua concordância
- Não presumir suas
necessidades/expectativas (do cliente interno), pesquisa,
realmente, quais são elas
- Ao promover programas de T&D
respeitar a legislação pertinente ao assunto, seja ele a maneira
de lidar com subordinados, a Ecologia, as disposições da CVM etc
- Não utilizar a atividade de T&D
como forma de avaliação de desenvolvimento/desempenho, de modo
declarado ou velado
- Manter consistência entre o que foi
prometido (vendido ao cliente interno) e o que foi
"entregue"
- Respeitar os itens relativos à
diversidade, sejam eles de natureza cultural, social, racial etc
- Desenvolver comportamentos geradores
de confiança em relação à clientela, tais como dizer o que
pensa e sente, cumprir o que promete, divulgar informações de
interesse mútuo, conviver com diferenças individuais etc
- Colocar-se contra
solicitações/comportamentos que afrontem a Ética, Moral,
Direitos dos Empregados etc
- Adotar uma postura de ajuda
desinteressada em relação a clientes, sem visar reconhecimento
imediato
- Ao solicitar propostas aos
fornecedores dar sempre a todos (vendedores e perdedores) feedback
sobre os resultados
- Respeitar a legislação de direito
autorais na preparação de materiais para programas de
Treinamento
- Manter confidencialidade em
relação às informações obtidas em sala de aula
- Desenvolver atividades cujos
resultados tragam, equilibradamente, benefícios para a
organização, seus funcionários e clientes
- Não solicitar serviços de
fornecedores senão com a intenção efetiva de utilizá-los;
evitar a compra disfarçada de Know
how
- Dar crédito aos respectivos autores
de todas as idéias, sugestões, materiais etc utilizados na
atividade T&D
- Preocupar-se em desenvolver as
pessoas que trabalham na própria área de T&D
- Na avaliação de fornecedores não
utilizar critérios parciais, tais como só preço, só de
determinada região, apenas ex-fornecedores etc
- Enfim acima de tudo falar a verdade,
com transparência visando as virtudes da justiça, temperança,
honestidade, visando criar um mundo melhor para as próximas
gerações
Agora que tal uma análise de
comportamento da sua organização (Área de T&D) e do seu
próprio face ao itens enumerados? São 18 tópicos, se estivermos bem
em 14 ou mais, as coisas talvez não estejam tão ruins.
Consultor - L
A COSTACURTA JUNQUEIRA / VICE PRESIDENTE DO INSTITUTO MVC – M.
VIANNA COSTACURTA ESTRATÉGIA
E HUMANISMO
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