sugestões para otimização
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A necessidade
de Follow-up a qualquer processo de desenvolvimento
gerencial é algo aceito por executivos de modo geral e de
treinamento em particular.
Seguem algumas
sugestões para o profissional de RH otimizar a realização do
Follow-up:
-
Leia o
artigo anexo e o distribua aos participantes do
seminário e respectivos chefes.
-
Participante deve
elaborar um Plano de Ação (modelo ao final do texto)
e apresentá-lo ao superior até 07 dias após o
seminário.
-
No
último dia do seminário solicitar que o executivo de
maior nível avise a data do Follow-up,
enfatizando o interesse da empresa em avaliar a
relação custo/benefício, em termos de aprendizagem e
de resultados para a organização.
-
No dia
seguinte ao término do seminário, reúna os
superiores dos participantes e defina a
responsabilidade de cada um na discussão do Plano
de Ação elaborado pelo participante seu
subordinado,.
-
Após o
seminário e antes do Follow-up, telefonar
para os participantes indagando sobre dificuldades e
facilidades na aplicação do programa.
-
Controle rigidamente a distribuição e devolução do
trabalho prévio do Follow-up. É altamente
conveniente que o trabalho prévio do Follow-up
seja preenchido, a quatro mãos, pelo participante e
respectiva chefia.
-
Ao
divulgar o Follow-up enfatize que há duas
partes:
-
Geral, com todo o grupo (4h)
-
Específica, consultoria individual (total de 4h)
-
Incentive
o grupo ou indivíduo a preparar questões específicas
para discussão na parte da consultoria.
-
Divulgue
os resultados do Follow-up (quantificado e
qualificado), especialmente para os chefes dos
participantes e diretoria.
-
Use as
informações relativas aos resultados do Follow-up para
elaboração do relatório anual das atividades de
treinamento.
PLANO DE AÇÃO
Prezado
participante,
Todos os programas do
MVC terminam com a apresentação, pelo participante, de
um projeto a ser discutido com o superior, até 07 dias após
o evento (obrigatoriamente).
A responsabilidade de
examinar o projeto e seus resultados cabe ao participante e
respectivo superior, de forma solidária.
Todos os superiores dos
participantes se comprometeram a estudar (não
necessariamente aprovar) o que lhes for apresentado.
Cada participante poderá
elaborar até 02 projetos, desde o mais importante para o
menos importante (ver formulário, a seguir).
Todos os projetos deverão
ser escolhidos e desenvolvidos respeitando-se os seguintes
aspectos/critérios:
-
Decisão
da implantação na esfera de autoridade do participante e
respectivo superior;
-
Relevância para a empresa/ área do participante, a
partir do que foi aprendido durante o evento;
-
Apenas
assuntos importantes e/ ou urgentes;
-
Princípio de Pareto (20% e 80%) – Escolha das
oportunidades que representam 20% das ações e 80% dos
resultados;
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Smart:
- O que
- Como
- Onde
- Quanto
- Quando
- Quem
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PROJETO Nº.
1 |
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OPORTUNIDADE
OU PROBLEMA IDENTIFICADO |
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JUSTIFICATIVA PARA
DESENVOLVIMENTO (Por Que)
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OBJETIVOS (O Que)
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ATIVIDADES (Como) |
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PRAZOS (Quando) |
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RECURSOS HUMANOS / MATERIAIS (Quanto) |
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RESPONSÁVEL (Quem) – EXECUÇÃO |
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PESSOAS A ENVOLVER |
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RESPONSÁVEL APROVAÇÃO |
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INDICADORES PARA MENSURAÇÃO DE RESULTADOS |
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CONSENSO SUPERIOR / PARTICIPANTE (7 Dias Após) |
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RETORNO À MESA DE TRABALHO |
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ASSOCIADO: |
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ÁREA: |
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}
DATA: |
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Itens do processo de retorno, desenvolvidos pelo participante |
Descrição |
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Problema/ oportunidade Identificada |
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Conceitos vistos/ revistos no evento que tratam a
questão |
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Recursos demandados para as ações |
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Indicadores a utilizar |
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Retorno financeiro possível |
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3 |
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Quem
pode aprovar e ser o “sponsor” |
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Dimensão temporal de implementação |
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}
CHEFIA IMEDIATA: |
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}
ÁREA: |
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}
DATA: |
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Itens
do processo de retorno, analisados pela chefia imediata |
Descrição |
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Comentários gerais (concordância, discordâncias e
disponibilidade para execução). |
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M eu
Chefe Deveria Estar Aqui!!!
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Cada vez mais
acreditamos que o treinamento é feito de
exemplos e que a ausência das chefias
representa, não só uma falta de
comprometimento com a mudança, mas também e
principalmente, um obstáculo a ela.
"Você deveria
ter convidado meu chefe para este seminário,
vociferou um participante, em conversa com o
Gerente do Departamento de Treinamento!"
Este é o trecho
inicial do artigo escrito por JAMES C.
ROBINSON, para a edição de março de 84, da
revista TRAINING.
Os anos que
separam a publicação do artigo dos dias de
hoje, de forma alguma afetaram seu caráter
de grande atualidade.
Este artigo
explorará dois aspectos importantes: as
conseqüências da ausência das chefias e o
que pode ser feito para garantir a presença
de ambos, superior e subordinado (simultânea
ou não), nos programas de treinamento.
CONSEQÜÊNCIAS
DA AUSÊNCIA
Como dissemos
anteriormente, não existe melhor programa de
treinamento que aquele iniciado pela própria
chefia, através de seu exemplo. Não basta
dizer, é preciso fazer, e fazer sempre ...
Cada vez mais os subordinados descrêem as
chefias tipo "Faça o que eu digo, mas não
faça o que eu faço". Não há confiança que
resista a este tipo de postura.
Os "problemas
de retorno" são outra conseqüência grave;
ocorrem na volta dos subordinados que,
cheios de gás, procuram aplicar o que viram
e encontram chefias que não compreendem bem
o que se está falando ou propondo
demonstrando indiferença ao aprendizado;
consequentemente
rejeita-se o
proposto e desmotiva-se os subordinados, que
se sentem na imagem do "patinho feito".
Como cada vez
mais o processo de desenvolvimento de
subordinados está nas mãos das respectivas
chefias; ausências dessas chefias em
programas com a presença de subordinados
tenderão as ser interpretadas como
desinteresse por este ou aquele elemento,
relegando-o ao limbo. As atividades de
Coaching e de Mentoring precisam
fazer parte do dia-a-dia de um executivo,
não dá para deixar de alocar tempo à sua
execução.
Programas de
treinamento focam, nas mais das vezes "o que
fazer", restando tratar do "como fazer", que
certamente fica muito complicado sem a
presença da respectiva chefia. A mudança
fica para "depois" do evento, quase nunca
acontece.
A presença da
dupla superior/subordinado será sempre um
esforço ao processo de mudança/resultado,
pois a força da dupla é sempre maior;
faltando um dos elos neste processo,
especialmente do superior, a mudança será
prejudicada em qualidade e produtividade.
FACILITADORES
DA PRESENÇA
A seguir
algumas observações que poderão tornar mais
fácil a presença das chefias nos programas
em que também os subordinados participam.
O ambiente
informal de um programa de treinamento, onde
todos ficam menos defensivos, talvez possa
ser o momento ideal para que o superior dê
"aquele" feedback ao subordinado. É
uma grande oportunidade para uma comunicação
mais autêntica a verdadeira. E por que não,
bidirecional?
Mudanças
rápidas serão conseguidas mais facilmente
quando todos os "personagens" do processo
estiverem vivenciando juntos a mesma
situação; as comunicações são mais
uniformes, os obstáculos são analisados pelo
grupo todo, a motivação de um realimenta a
do outro etc.
Treinamento é
um diferencial competitivo aceito por todos;
o executivo que acredita nisso necessita
investir seu tempo neste "tipo de trabalho;"
mais ainda, mostrar que treinamento também é
trabalho e faz parte do crescimento pessoal
e organizacional.
Na era da
administração participativa, dos times de
qualidade etc, os executivos necessitam
mostrar aos subordinados que também fazem
parte do "grupo" e que o conceito de
trabalho em equipe deve prever uma
participação equilibrada de ambas as partes.
Pesquisas
mostram que em outros países os executivos
usam entre 10 a 30% de seu tempo para
desenvolver seus subordinados; no Brasil,
alguém parece estar devendo a alguém nesta
história.
Toda mudança
tem o chamado fator condicionante (o
superior) e o fator condicionado
(subordinado). Como poderá ocorrer qualquer
mudança se os dois não estiverem juntos,
fazendo força na mesma direção?
Subordinados
tendem a se relacionar melhor com superiores
que "descem de seu pedestal", que não usam o
poder da posição para conseguir resultados,
especialmente quando a natureza desses
resultados exige ações grupais.
CONCLUSÃO
Gostaríamos de
encerrar com uma sugestão que talvez pareça
ingênua ou simplista para a maioria das
pessoas.
Nossa
experiência mostra que poucos superiores
resistem ao convite de um subordinado para
participar de um programa juntos. Você,
subordinado, já tentou isto? Quando o fez,
mostrou realmente convicção? Apresentou
argumentos tangíveis/quantificados?
Que tal tentar
mais uma vez?
O leitor poderá
perguntar, e o título do artigo? Não seria o
caso de se fazer com que a unidade de
treinamento fosse a responsável por
solicitar às chefias que dessem o exemplo,
através de sua presença? Acreditamos
piamente que não, pelo menos em primeira
instância.
Querem um
exemplo? Imaginem um programa de treinamento
de um Diretor e respectiva Secretária; quem
deveria fazer o convite ao Diretor?
É isso ai
leitor!!! |
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E Depois do Seminário?
O assunto tratado neste artigo é de especial interesse para todos aqueles que estão insatisfeitos com resultados que Treinamento Gerencial vem alcançando. O descontentamento é absolutamente legítimo e procedente, ainda mais que pesquisas comprovam que 90% dos Seminários Gerenciais realizados pelas Empresa - através de consultoria ou não - carecem de uma aferição de resultados custo/benefício que recomende a continuidade deste trabalho. Em outras palavras o produto final não é verificável e operacional, sendo que a maioria dos executivos sequer lembra o nome do instrutor, 90 dias após o Seminário.
De quem é a responsabilidade?
-
Da Gerência de Treinamento que decidiu mal o produto e/ ou instrutor?
-
Do Consultor que não dirigiu seu trabalho orientado para objetivos verificáveis e viáveis?
-
Do participante que valorizou muito mais as "férias" curtas num hotel 5 estrelas?
-
Do Diretor de Recursos Humanos que não questionou ou exigiu, explicitamente, resultados concretos do Treinamento?
-
Da Chefia do participante, que por qualquer razão não solicitou que o participante apresentasse sua opinião sobre o treinamento?
Neste momento, não nos parece inteligente procurar culpados, pois, na verdade todos são cúmplices e responsáveis, por ação ou omissão. O fato é que, caso perdure esta situação, notadamente nos dias de hoje, todos estarão fatalmente contribuindo para empurrar os Programas de Desenvolvimento Gerencial para o conhecido "buraco negro", da difícil saída.
Nossa tese é que alguma AÇÃO precisa ser tomada. Todos os Programas Gerenciais, sem exceção, devem e podem ter uma relação custo/benefício positiva e quantificável. Para tanto, é lógico que muitas decisões devem ser tomadas antes e durante o evento, mas aqui vamos tratar de algumas ações indispensáveis para "DEPOIS" dos Seminários, onde cada um dos protagonistas tenha compromissos a cumprir.
O objetivo deste artigo é passar um "dever de casa", estimulando um cuidadoso exame de consciência por parte de cada um dos responsáveis, sem a pretensão de esgotar outras contribuições para garantir a continuidade do processo de treinamento gerencial. Evidentemente, nem todas as sugestões são aplicáveis a todas organizações ou pessoas envolvidas. Caberá a cada protagonista escolher o que mais se adapta à sua realidade.
Gerência de Treinamento
CONTRATAR uma ou duas atividades de
follow-up em datas previamente marcadas, com o grupo de gerentes
Com isso, fica assegurado o processo educacional de treinamento, pois as responsabilidades da Gerência não se encerram ao final do Seminário. Pelo contrário, é nesse instante que se inicia o maior e o mais nobre desafio para os profissionais de treinamento: análise e exame dos resultados obtidos e avaliação do retorno do investimento feito pela Empresa. Os objetivos destas atividades seriam os de analisar, comprovar, corrigir e verificar o que deu certo e o que não deu certo, tendo como referencial a realidade do dia-a-dia de cada um dos participantes.
-
MANTER
contatos formais, até 30 dias após o encerramento do
Seminário, com cada um dos participantes, por telefone
ou pessoalmente, visando identificar as oportunidades de
aplicação do seminário.
-
TRATAR os
participantes como "clientes" de seus serviços,
melhorando a qualidade e pertinência daquilo que foi
apresentado, tendo em vista a percepção dos usuários.
-
OFERECER
assessoria técnica, verbalmente ou por escrito, para
auxiliar na remoção de eventuais dificuldades existentes
para aplicação dos conceitos e técnicas discutidos
durante o Seminário.
-
EXIGIR dos
Consultores o desenvolvimento de produtos que sejam
passíveis de verificação ao final de cada Seminário. Não
aceitar, em hipótese alguma, propostas evasivas e
genéricas, onde não é possível avaliar os resultados.
Sugerimos que o Gerente de Treinamento faça duas
perguntas ao consultor: a) o que você espera ter
contribuído ao final do Seminário? b) Como você
recomenda comparar, o que foi prometido, com o que foi
alcançado?
-
ELABORAR instrumentos de avaliação dos programas baseado no "tripé" - participantes - consultor - chefia dos participantes, onde se valorizem questões finalísticas, de resultados concretos e vinculados diretamente aos objetivos propostos pelo Seminário. Por exemplo, pense em incluir nos seus questionários de avaliação algumas desta perguntas.
-
O que será possível colocar em práticas nos próximos 15 dias? Dê exemplos reais.
-
Até que data você se compromete a reunir seus subordinados para apresentar e discutir o conteúdo do Seminário?
-
Quais devem ser as providências da Gerência de Treinamento para auxiliá-lo na operacionalização dos conceitos examinados durante o Seminário?
-
Qual será a data limite para que seja apresentado ao Supervisor os resultados alcançados pelo treinamento?
-
COMPARECER
ao início e fim de cada Programa, reforçando que treinamento é uma atividade semelhante a todas as outras da empresa, tendo a obrigação de apresentar resultados quantificáveis.
-
INCLUIR nos relatórios para exame dos Diretores dados referentes às mudanças proporcionadas pelas atividades de treinamento (situação antes x situação depois de treinamento), ao invés do registro de número de horas treinadas, número de treinandos, total de despesas com consultores, hotéis e transportes. Este últimos, não possibilitam aferir nenhum resultado.
Consultor
-
ALOCAR pelo menos, 90 minutos do final de cada Seminário gerencial, para que os participantes possam individualmente ou em grupo, assumirem compromissos de colocarem em prática algumas das recomendações examinadas durante o evento.
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ELABORAR instrumentos de avaliação de todas as atividades que coordena, principalmente para os "follow-up", envolvendo além dos participantes, seus subordinados e chefes.
-
MANTER contatos com a Gerência de Treinamento para acompanhar e recomendar ações que garantam a avaliação dos trabalhos realizados.
-
DESENVOLVER junto à Gerência de Treinamento e Participantes um senso de realismo e verdade, através da adoção de comportamentos de franqueza absoluta, lealdade à organização que está trabalhando, criando uma atmosfera de credibilidade e respeito, ficando próximo das pessoas e dos problemas discutidos. Assumir riscos em defesa de suas convicções pessoais, dos princípios que representa e dos valores que acredita serem indispensáveis para êxito do processo de treinamento gerencial.
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REALIZAR o seu trabalho orientado para a consecução de objetivos quantificáveis.
Participantes
-
ADOTAR comportamentos de questionamento diante de tudo que foi discutido e apresentado no Seminário, através de argumentos sólidos e consistentes a respeito da validade, ou não, do investimento feito pela Empresa.
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PRIORIZAR para os próximos 20 dias após o retorno do Seminário, a implantação das principais idéias discutidas no Seminário.
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RESPONDER autenticamente todas as questões apresentadas, principalmente dos questionários de avaliação de resultados das atividades.
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ENVOLVER
os subordinados na implantação das sugestões apresentadas.
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MANTER um contato formal com seu superior hierárquico até 5 dias após o Seminário, apresentando uma síntese do Seminário e solicitando apoio para implantação recomendações.
Chefia do Participante
-
ANALISAR com o
participante objetivos previstos x realizados,
possibilidades de aplicação imediata e pessoas a
envolver no processo de mudança.
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ENVOLVER-SE na
avaliação dos resultados alcançados pelo Treinamento,
através de discussões com a Gerência Treinamento e
Participante.
Diretor de Recursos Humanos
-
QUESTIONAR os
Diretores das demais áreas para que estejam presentes
aos encerramentos dos programas , incentivando a que
cada um deixe claro que tipo de retorno espera da
participação de seus subordinados.
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EXIGIR da
Gerência de Treinamento critérios da avaliação de
resultados que demonstrem mudanças verificadas em
decorrência do Treinamento.
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DEFENDER, na
Diretoria da Empresa, o conceito de que Treinamento é um
processo permanente, intencional e planejado, mostrando
fatos que comprovem a validade do investimento feito.
Finalizando, queremos enfatizar o que, em nossa opinião é essencial: que cada uma dos responsáveis possua, de forma espontânea e genuína, "senso de propriedade" pelo treinamento, que se traduz por:
- Espírito de iniciativa e realização;
- Vontade e garra para fazer as coisas acontecerem;
- Responsabilidade total e final na administração das pessoas que dirige;
- Opinião própria, autonomia e independência;
- Metas ambiciosas de quantidade, qualidade, tempo e custo;
- Crença e convicção em processos educacionais.
Contamos com a colaboração do leitor para completar as lacunas que certamente deixamos.
Vamos nos lembrar sempre que treinamento também é trabalho.
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