insight MVC 27

Outubro e Novembro de 2000

Editorial
Vamos pensar em Treinamento em Janeiro e Fevereiro de 2001? 

Sérgio Hillesheim no Instituto MVC

Lançamento Editorial

Questões Estratégicas Atuais - Marco Aurélio Vianna

Por que muitos treinamentos de vendas falham? - João Baptista Vilhena

Você tem Medo ou Raiva do dinheiro? - Glória Mª Garcia Pereira

Precisam-se de xxxxx - Paga-se bem - Sylvio Zilber

A tortura de um ambiente em crise - Hilda Mª Rodrigues Alevato

Competitividade, Treinamento e Frustração- Sérgio Hillesheim

Programas Best Sellers
Portfolio MVC  2001 
Dando tangibilidade aos consultores do Instituto MVC 
Nota
O Melhor do RH e Treinamento no Exterior em 2000
Coaching, uma nova opção para Janeiro e Fevereiro
Expediente

Publicações Anteriores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Editorial 

O ano de 2000 está se apresentando como o melhor da história do INSTITUTO MVC. Até agosto, nosso faturamento já havia alcançado o de 99.

Nossa previsão para 2000 é de um crescimento mínimo de 50% sobre 99.

Atribuímos tal desempenho à realização do evento de agosto (EDUCAÇÃO CORPORATIVA), uma vitrine das novidades em produtos e serviços do Instituto MVC.

Também o investimento feito em nossa home page, já com 34.000 acessos, 15% deles de outros países (versão em inglês e espanhol), tem se mostrado decisivo.

Nossa metodologia de mensuração de resultados em termos de aprendizado e de resultados para o negócio, tem sido deveras relevante.

A introdução de novos consultores, agregando novas áreas de atuação (Coaching, Gestão de Oportunidades, Marketing, Vendas, Como Lidar com o Dinheiro, etc) ampliou sobremaneira, nossa visibilidade no mercado; por último vale lembrar nossa preocupação quanto à qualidade e rapidez no atendimento às solicitações dos clientes.

Queremos, mais uma vez agradecer aos clientes, parceiros, consultores pela riqueza da convivência e espírito crítico permanente.

Um abraço

Marco Aurélio         Costacurta                 Equipe MVC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Questões Estratégicas Atuais 


Marco Aurélio Ferreira Vianna

Presidente do  Instituto MVC

Neste ano, fui contratado por pelo menos doze importantes empresas para executar trabalhos de consultoria e treinamento nas áreas de estratégia, planejamento, motivação e cultura organizacional. Dentre eles podem ser destacados os seguintes clientes: Fundação Getúlio Vargas, NEC do Brasil, Lojas Renner, Grupo Ipiranga, Unimed(s), BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento e Social, BDMG - Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, SENAC SP, Petrobrás – Superintendência do Meio-Ambiente, Instituto Alumni, Formiline e Braspérola.

Diferentemente do processo de conferências, estes trabalhos permitem-nos ir muito mais a fundo no ambiente das organizações, favorecendo a análise mais adequada dos impactos produzidos pelas mudanças do ambiente externo e as respostas mais efetivas que estas organizações devem formular diante deles. Algumas palestras(**), entretanto, também serviram como subsídio para esta matéria. Seja através de reuniões de breefing, seja como conseqüência de intensos debates posteriores, consegui recolher material importante para construir este entorno do momento empresarial atual.

No presente artigo desenvolverei uma série de reflexões sobre este ambiente estratégico do momento. Em matéria do próximo Insight MVC vou procurar resumir as principais etapas de um plano básico de atividades e estratégias que permitem colocar as empresas em um caminho de desenvolvimento sustentado. Agora, portanto, estamos fazendo uma avaliação do ambiente externo; no próximo artigo vamos indicar as orientações relativas ao ambiente interno. É sempre importante lembrar que minha intenção, com estas reflexões, é apresentar um grande resumo de vivências práticas e reais. É claro que, algumas vezes, sinto-me obrigado a acompanhar este conteúdo com conclusões conceituais que desenvolvemos em nossas pesquisas e reflexões.

Em meu ponto de vista, as cinco grandes questões estratégicas do ambiente externo atual são as seguintes:

  1. a questão da percepção da mudança;

  2. a questão da volatilidade;

  3. a questão ético social;

  4. a questão dos sistemas de mercado

  5. a questão do ambiente humano das organizações.

 

1 – A questão da percepção da mudança

Este primeiro ponto, verificado em quase todas as organizações nas quais temos trabalhado, talvez seja o principal foco dos graves problemas atuais com as quais elas se defrontam. Este ano, tenho perguntado sempre aos ouvintes de minhas palestras (um total de mais de 40 mil pessoas) a respeito do momento em que perceberam de forma consistente a Era de Mudanças que atravessamos. Em verdade, tento obter respostas que me indiquem quando efetivamente estas pessoas sentiram este momento diferente que vivemos. Afinal, quando a ruptura chegou à cabeça das pessoas? Em termos médios, cerca de 15% dos entrevistados indicam a década de 80, 30% a apontam para o ano do Plano Real (1994) e, a maioria, como era de se esperar, escolhe o ano de 1990.

Entendo como de fundamental importância desenvolver em todos a percepção de que este grande momento tem raízes mais longínquas. Alvin Tofller escreveu o Choque do Futuro em 1970 e, mais do que tudo, a Terceira Onda em 1980. Uma das bases mais importantes da Revolução da Natureza Humana – os movimentos da Nova Era, da Conspiração Aquariana e do Ponto de Mutação tiveram suas idéias de origem forjadas na segunda metade da década de 60. A Revolução Feminista, movimento maior, que provocou grande parte das mudanças sociais de hoje, foi liderada por Betty Friede em 1969 e o documento síntese de antecipação do futuro do Clube de Roma – Os Limites de Crescimento –, coordenado por Aurélio Peccri, foi publicado em 1972. Por isso mesmo, devemos concluir que a crise, a mudança e a incerteza, seja lá o que for, está fazendo cerca de trinta anos.

A "crise balzaquiana" tem que ser colocada dentro dos nossos processos de decisão. Enquanto isto, com honrosas exceções, ainda prevalece nas empresas a mentalidade burocrática do organograma; nas escolas preparam-se alunos para passar de ano e nas universidades os jovens são enganados na sua formação, sendo simplesmente estimulados a desenvolver competências para um mercado de emprego que não existe mais. A revista Fortune comprova essas idéias e indica que organizações americanas implantaram apenas 5% das mudanças conhecidas por suas análises. Lá, ainda faltam 95%; acredito que aqui os números não são diferentes.

 

2 – A questão da volatilidade

É muito importante ressaltar que o caráter da mudança desta época que estamos vivendo é diferente. Em verdade, como colocou Charles Handy, vivemos uma Era de Paradoxos. Da concorrência heterodoxa (o Pão de Açúcar disputa mercado com o Pizza Hut, A Globo com a Internet e o Carrefour com a Shell), à volta de épocas retrógradas, (as Tubainas passam a ser muito maior ameaça para a Coca-Cola e a Pepsi), passando pelo elevador Nasdaq, pela desestatização, pela globalização, pela competitividade, pelo comércio eletrônico e por uma série infindável de outras guerrilhas, conclui-se que o grau de concretude e previsibilidade de hoje é completamente diferente de anos atrás. Vivemos um novo jogo, com novas regras. A quebra de paradigmas é mais séria do que prevíamos, mesmo quando utilizávamos cenários mais heterodoxos. A mudança do jogo das empresas é mais profunda do que simplesmente jogar vôlei com os pés. Não estamos incluindo uma nova regra em um jogo velho. Na realidade, saímos do voleibol para o beisebol ou, pior ainda, para o Badmington. Por isso, Jack Welch afirmou: "nós vamos entrar no comércio eletrônico de qualquer forma e muito rapidamente pois, caso contrário, seremos a qualquer momento surpreendidos por um novo concorrente que tomará 20% de nosso mercado e cujo nome nem conhecíamos há dois anos".

 

3 – A Questão ético – social

Peter Drucker, no alto de sua sabedoria, afirma que daqui a duzentos anos os historiadores não destacarão a Internet nem a globalização como os principais movimentos da agenda da troca do Século XX pelo Século XXI. Em sua visão o grande destaque será a revolução antropológica que vivemos, da qual emana a responsabilidade individual como principal reforma. Estendendo o escopo de seu raciocínio, podemos inferir que neste fluxo de variações, mudará também o papel da empresa. De um mero instrumento gerador de lucro, as organizações passarão a ser um verdadeiro agente de desenvolvimento social, cumprindo não simplesmente os objetivos de um negócio, mas tentando defender uma causa que certamente estará ligada ao conceito da empresa cidadã e da responsabilidade social. Ética, cada vez mais será um fator de diferenciação competitiva.

 

4 – A Questão do sistema de mercado

A revolução infotecnológica não permite apenas a infinitização da memória, da capacidade de cálculo e de integração dos agentes em movimento linear previsível. Muito mais do que isto, ela vai transformar a estratégia de relação de trocas lato senso entre clientes e fornecedores, estabelecendo novas formas de pricing (políticas de preço) que vão causar uma brutal revolução nos sistemas de compra e venda. Em grande visão, o poder de negociação, sempre concentrado nas mãos de fornecedores ao longo do século XX, mudará sua linha central para os clientes que terão cada vez mais influência nas condições finais. Negociações abertas, exposição completa de preços e condições, leilões, sistemas pay per value, yield management e até gratuidade serão incorporados nesses novos processos e substituirão a jurássica tabela de preços do século passado.

 

5 – A Questão do ambiente humano

Infelizmente a grande maioria das empresas ainda não percebeu que seu verdadeiro diferencial competitivo é o Ser Humano. Sistemas e processos efetivos de comunicação, integração, sinergia, inteligência competitiva, administração do conhecimento, atração e retenção de talentos, capital intelectual, cultura, clima, remuneração variável, evolução de empregados para associados, entre outros, ainda são relegados a níveis ridiculamente baixos e incompatíveis com a necessidade de formação de um conjunto de fatores críticos de sucesso consistente com o momento atual. Quando em minhas palestras exponho minhas idéias sobre a elaboração de um Balanço da Felicidade do Empregado nas empresas, muita gente esconde o riso em um misto de uma postura de vergonha e espanto. Cada vez mais, comprova-se que cultura e ambiente humano acompanhados de um forte conjunto consolidado de crenças e valores, são indispensáveis para a construção do desenvolvimento sustentado de qualquer organização. Nesta direção, manter a auto-estima em permanente estado de efervescência, principalmente diante dos desafios da mudança, também é atributo-chave a ser consolidado nesses novos tempos.

** Algumas atividades, especificamente, foram muito ricas – Lojas Americanas, Sindicatos das Escolas Privadas de Minas Gerais, Banco Itaú, Instituto Austo, USP e várias Universidades.

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Portfolio MVC 2000 

Novas Palestras

Produtos / Serviços em Consultoria em Treinamento

Educação à Distância / Autodesenvolvimento

Visite nossa Home Page http://www.institutomvc.com.br

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Por que Muitos Treinamentos de Vendas Falham?

João Baptista Vilhena

Diretor do  INSTITUTO MVC

Nas minhas aulas de Gerência de Vendas nos cursos de Pós-Graduação em Marketing da FGV, muitos alunos perguntam porque suas empresas investem milhares de reais em treinamentos de vendas e mesmo assim a performance dos vendedores continua aquém do desejado.

Sempre explico que, em primeiro lugar, é preciso verificar a qualificação dos instrutores, para se assegurar que eles estão verdadeiramente sintonizados com a nova lógica de vendas Afinal, ainda é comum encontrar por aí consultores que ainda acreditam que o processo de vendas se resume a abordagem, apresentação, contorno de objeções, fechamento e ... abandono do cliente.

Como sabemos, vender não pode mais ser considerado uma arte inata, que apenas alguns poucos eleitos dominam. A crença no vendedor nato nos levaria a admitir a possibilidade de que os processos de recrutamento e seleção desses profissionais pudesse ser feita ainda nas maternidades, com os recrutadores dizendo:

"Este já nasceu vendedor. Separe para mim que volto para buscá-lo daqui a 20 anos".

Outra crença absurda é traduzida por uma expressão que ainda ouvimos aqui e acolá:

"Coitadinho de fulano. Não deu para nada na vida e teve que acabar trabalhando em vendas".

Na verdade, as empresas que ainda funcionam baseadas nestes paradigmas não acompanharam o "bonde da história" e pagarão um alto preço por isso – perda de participação de mercado, desgaste junto aos clientes, etc.

Mas a questão que realmente gosto de discutir é porque muitas organizações que são hábeis e competentes na contratação de programas de treinamento também enfrentam decepções na hora em que vão verificar a efetividade do trabalho realizado.

Minha experiência tem demonstrado que, na maioria dos casos, o que a acontece é o seguinte: os seus gerentes boicotam tudo o que foi discutido pelo consultor.

Por que isso acontece?

É muito simples.

Embora muitos gerentes tenham um discurso absolutamente afinado com a nova lógica da área de vendas – que diz que um vendedor tem que ser um consultor para seus clientes, ajudando-os a tomar as melhores decisões – na prática ainda acreditam no velho modelo do vendedor extrator/tirador de pedidos.

Muitas vezes são eles que nos contratam. Durante a definição do trabalho, são enfáticos em dizer que querem que sua equipe se posicione frente ao mercado como competentes solution providers e não como meros burocratas. Insistem em que sejam feitos trabalhos de natureza comportamental, visando diminuir as resistências atitudinais da equipe. Batem no peito e afirmam que são líderes preocupados com o desenvolvimento profissional e pessoal de seus subordinados.

Mas bem lá no fundo, não acreditam no que eles mesmos estão dizendo. Preferem o caminho fácil da "cenoura e do chicote" e acabam por reforçar, no dia-a-dia, as posturas que apregoam estar tentando modificar.

Se você quer fazer um teste rápido sobre o que está acontecendo na sua empresa, verifique se os seus vendedores são remunerados apenas em função do volume de vendas que geram e chequem a opinião de seus gerentes em relação a isso.

Se eles dizem que não querem mais tiradores de pedidos em suas equipes, mas defendem a idéia de que o vendedor tem que ser remunerado basicamente em função dos pedidos tirados, este é um sinal de que antes de treinar seus vendedores você precisará reciclar seus gerentes.

PS. Matéria retirada do Seminário Vendas Consultivas.

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Nota

Nossa consultora Leila Navarro foi destaque pela Revista Veja (edição de 23/08), como uma das maiores revelações como palestrante do ano 2000

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Vamos Pensar em Treinamento em Janeiro / Fevereiro de 2001?
 

Eventos de Treinamento e Consultoria, realizados em janeiro e fevereiro e contratados até 30 de novembro de 2000, poderão se beneficiar de uma das seguintes alternativas (não cumulativas) que o INSTITUTO MVC está oferecendo:

  • 15% de desconto sobre o valor dos preços praticados em 2000

  • 15% de horas adicionais gratuitas de trabalho (em janeiro e fevereiro), além daquelas já constantes na proposta (limitadas a atividades de outra natureza)

  • Contatos gratuitos para diagnose da atuação da Unidade de Treinamento em 2001 (duas horas de duração) - em janeiro e fevereiro.

Aguardamos seu contato

telefones:

SP (11) 3171-1645 / RIO (21) 518-2321

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Você tem MEDO ou RAIVA do DINHEIRO?


e-moções & consciência

 

Glória Maria Garcia Pereira

Consultora do Instituto MVC

Cada ser humano monta sua estratégia de vida emocional, de ligação com a VIDA bem como suas relações com o DINHEIRO na infância, geralmente antes dos 7 anos de idade. Como esta estratégia é inconsciente, ela passa a funcionar como piloto automático na vida de cada um.

Tenho conhecido muitas pessoas que já leram vários livros e assistiram inúmeras palestras sobre RIQUEZA e não conseguem mudar de fato suas vidas... Tenho como clientes vários economistas e empresários que sabem tudo sobre Economia, mas suas vidas pessoais são um desastre...

O dinheiro não é só racional. Ele funciona no canal das emoções e das crenças, com registros no nosso sistema neurológico. Então, para atualizar-se frente ao mundo de hoje com o dinheiro eletrônico e virtual, torna-se necessário compreender esta energia propulsora sob todos estes canais.

Tratamos de e-moções como energia em movimento. Ou seja, as emoções nos faz sentir diferentes estados de alegria e tristeza, medo e raiva, vontade e apatia, amor e ódio.

O dinheiro é uma energia que move todos os interesses do planeta. E com as novas tecnologias, desmaterializou-se e se desvinculou do tempo-espaço, estando ao mesmo tempo em todos os lugares e em lugar algum. Multiplica-se e se move na velocidade da luz a partir de decisões como um clic.

Vivendo em um mundo de constantes mudanças, interconectado, movido à energia do dinheiro, como é que você se sente diante das seguintes questões:

1o Bloco de questões:

  • Ganho menos do que preciso ou menos do que mereço? 

  • Tenho medo de ficar pobre? 

  • Tenho medo de ficar sem emprego? 

  • E se não ganhar o suficiente para manter meu padrão social? 

  • Se eu ficar rico não vou para o céu? 

  • Se eu ficar rico serei infeliz? 

  • Não quero ficar rico porque dinheiro não traz felicidade? 

  • Dinheiro não me interessa? 

  • Não trabalho por dinheiro? 

  • Não sou escravo do dinheiro? 

  • Estou insatisfeito no trabalho, mas para onde vou? 

  • Economizo tudo que posso? 

  • Invisto tudo em poupança, renda fixa ou imóveis? 

  • Sou rico mas não posso demonstrar riqueza, tenho medo ? 

  • Tenho medo que meus filhos não saibam usar o dinheiro que tenho?

2o Bloco de questões:

  • Os ricos deveriam dar seu dinheiro para os pobres? 

  • Os ricos são corruptos? 

  • Gasto tudo que ganho? 

  • Gasto mais do que ganho? 

  • Não posso ter cartão de crédito porque sou desequilibrado? 

  • Vivo para pagar dívidas? 

  • Sonho em ser milionário? 

  • Trabalho mais de 10 horas por dia e não posso parar? 

  • Já tentei novos negócios? 

  • Quando insatisfeito, mudo tudo? 

  • Já ganhei muito dinheiro, perdi tudo, ganhei e perdi? 

  • Ganho dinheiro de várias fontes como trabalho, rendas, aplicações?

  • Faço investimentos de risco como ações ou fundos de ações? 

  • Sei multiplicar dinheiro? 

  • Já sou rico e muito feliz? 

  • Lido muito bem com dinheiro? 

  • Sei ensinar meus parceiros, sócios, filhos a lidar com dinheiro?

Estas questões são vitais e as respostas a elas indicam como estão suas e-moções, ou seja, sua relação com a VIDA presente e determinam o seu futuro.

Se a maioria das suas respostas afirmativas encontram-se no primeiro bloco, sua estratégia de vida está apoiada no MEDO. Uma emoção que existe para proteger, que sem ela o indivíduo não sobrevive. Mas preso nesta emoção o indivíduo não deslancha, não consegue sair do velho padrão, não vai para a frente. Está olhando para trás, com bloqueios . Conheço vários empresários muito ricos que fizeram sucesso, de medo de continuarem pobres.. Não interessa a quantidade de bens e dinheiro que eles possuem. Para si mesmos continuam pobres e se sentem, de fato, pobres, porque não se permitem usufruir, porque o MEDO continua instalado, de forma inconsciente, dirigindo a pessoa. Conseqüência: ESCASSEZ !

Pergunta: E se eu quiser enfrentar o meu MEDO?

  • Resposta: Ah! Começamos a entrar no nível da consciência! É um processo que conecta: compreensão mental, sensação físico-emocional e re-programação neurológica (por isso chamada de clic ou insight) . Chega-se ao ponto do bloqueio e libera-se. Então a energia passa a fluir. Resultados: da escassez à ABUNDÂNCIA, estado interior de felicidade e liberdade com fluidez.

Se a maioria das suas respostas afirmativas estão no segundo bloco, sua estratégia de vida está apoiada na RAIVA. A mais forte emoção de sobrevivência, que existe para ação imediata de correr ou atacar. Porém, sem consciência, esta e-moção é que dirige o indivíduo, e por isso, age fazendo grandes acertos e/ou grandes erros. Normalmente são indivíduos de iniciativa, e muitos alternam acertos e erros, sem ter parâmetros. São característicos os empreendedores que já iniciaram negócios e "quebraram" várias vezes, ou ganham muito e perdem (quase) tudo alternadamente.

Pergunta: Dá para só GANHAR e não PERDER?

  • Resposta: Sim, dá para nunca mais perder ou quebrar! Entrando no nível da consciência e percebendo o seu processo em que as e-moções é que têm as rédeas... E com um "clic" interno pode-se alterar o processo. Resultado: ciclos de ABUNDÂNCIA em todos os níveis. Este é o verdadeiro ciclo da RIQUEZA!

É muito interessante quando fico refletindo sobre pessoas muito próximas a mim e vejo os resultados em suas vidas pessoais: com uma infância semelhante, cinco garotos que por dificuldades financeiras de suas respectivas famílias foram levados para um lar-escola onde permaneceram dos 2, 3 anos até os 13, 14 anos, recebendo cuidados, alimentação adequada e educação.

Três deles, irmãos entre si, sentiram muito MEDO e se bloquearam nesta emoção, ficaram na carência do afeto familiar. Não desenvolveram iniciativa nem auto-estima. Como adultos, são pessoas normais, porém, não se sentem felizes consigo mesmos, nem com a família, nem profissionalmente. O MEDO é uma energia que congela, dificulta a iniciativa.

Os dois outros garotos ficaram com muita RAIVA de ficar lá e, inconscientemente, utilizaram esta energia para mudar suas próprias vidas, sendo hoje empresários de grande sucesso na área de moda. Sentem-se pessoas ativas, realizadas, ricas, usufruem da vida e da cultura, felizes consigo mesmas.

Cerca de 80% dos brasileiros não lidam bem com o dinheiro, independentemente da quantidade de riqueza que possuem. Aproximadamente 20% lidam muito bem, porém intuitivamente. Não sabem ensinar esta sabedoria...

Passamos por uma longa história de acumulação de riqueza, de acordo com o lastro ouro. Hoje, o ouro é uma commodity como outra qualquer e a riqueza não é medida em bens físicos e materiais como era antes.

O trabalho sozinho não gera riqueza, pode gerar sobrevivência. Mas o ser humano deve ir muito além da sobrevivência (que é física), para auto-desenvolver-se emocional, mental e espiritualmente.

Trabalhar e-moções e consciência é atuar no centro neurológico das estratégias montadas inconscientemente, para alterá-las.

Aprender a lidar com a ENERGIA do DINHEIRO, multiplicar riqueza, negociar seu próprio talento pessoal, saber cobrar e ter lucro, reservar uma parte dos ganhos para os sonhos, re-aprender a arriscar com as facilidades de hoje, usufruir da vida com alegria e prazer, deve fazer parte da EDUCAÇÃO .

Um LÍDER de verdade sabe lidar com suas próprias e-moções e as dos outros; é um sábio sobre riqueza. Quero dizer, sabe multiplicar e sabe ensinar todos à sua volta a também multiplicarem a riqueza pessoal, familiar e da organização à qual pertencem. A diferença entre o sucesso e o fracasso pessoal, profissional e financeiro é como você lida com as emoções. Se dinheiro é energia, não dá para enganar !

 

PS. Material retirado dos Workshops Dinheiro: Aprendendo a Conviver com Ele e Emoções & Dinheiro como Instrumentos de Negociação

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Dando Tangibilidade aos Consultores do Instituto MVC

Como decorrência de nosso evento "Educação Corporativa e a Prática da Inovação 2000", já possuímos uma fita de vídeo/demonstração de cada um dos consultores do INSTITUTO MVC.

Para tanto foi decisiva a parceria com o SEBRAE-SP, na pessoa do Dr. EDSON FERMANN.

Essas fitas também estarão disponíveis em todo o Brasil, nas unidades do SEBRAE.

Os empréstimos poderão ser solicitados, no INSTITUTO MVC, pelos telefones RIO 21 518-2321 e SP 11 3171-1645 (exclusivamente para pessoas jurídicas e por 3 dias).

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Precisam-se de xxxxxxxx – Paga-se Bem

Sylvio Zilber

Consultor do Instituto MVC

Estamos precisando de profissionais que tenham o domínio de (e a intimidade com) seus instrumentos de trabalho; que tenham a inteligência para decidir o que fazer na hora da ação, com a capacidade de tomar uma ou mais decisões em pouquíssimo tempo. Estes profissionais deverão ter desenvolvido uma "inteligência especial", que incorpora a atenção a tudo o que acontece ao seu redor ao mesmo tempo; ter também a criatividade para descobrir novos caminhos no seu campo de trabalho, no meio de seus concorrentes e também entre seus parceiros; a capacidade de se comunicar claramente com seus colegas, mostrando-lhes os melhores caminhos para alcançar os objetivos de sua equipe e, principalmente, a competência para escolher os melhores recursos para atingir as metas a serem alcançadas.

ESTES PROFISSIONAIS PRECISAM :

  • Estar quase sempre no lugar certo na hora certa (mesmo que possam parecer desinteressados na maior parte do tempo)

  • Estar sempre insatisfeitos com seus resultados, por mais que os outros os elogiem (achar sempre que podem fazer mais)

  • Conhecer as habilidades de seus colegas e otimizá-las

  • Ter foco no cliente (como se diz no futebol, jogar para a galera)

  • Reclamar por mais trabalho, onde quer que ele aconteça (até na Austrália)

  • Precisam somente dizer : "Fui chamado para fazer este trabalho com talento e competência e é isto que eu sei e quero fazer" (sem falsa modéstia)

ESTES PROFISSIONAIS NÃO PRECISAM :

  • Bajular seus chefes (podendo até criticá-los por decisões que eles considerem equivocadas ou mesmo burras).

  • Ter medo de serem demitidos. (Eles sabem que outras portas lhes serão abertas)

  • Declarar amor incondicional por sua Empresa nem entusiasmo pelo trabalho (eles são adeptos do ócio criativo)

  • Participar de muitas reuniões preparatórias, onde se diz quase sempre a mesma coisa (Eles professam a máxima filosófica : "Treino é treino, jogo é jogo"- Gerson)

  • Não precisam ser infalíveis pois seu trabalho exige que corram riscos e errem bastante. ("Infalível é uma qualidade que não existe")

O que se espera é que eles tenham Talento Profissional, que é a combinação de conhecimento técnico, de habilidade e competência, de inteligência (criatividade e capacidade de escolha) e de controle emocional (outro tipo de inteligência).

Este artigo (e as reflexões decorrentes) foi inspirado na coluna de Soninha (Caderno de Esportes da Folha de São Paulo), de 07 de setembro de 2000, em que ela comenta o desempenho de Romário no jogo do Brasil contra a Bolivia.

Será que podemos definir este perfil como sendo de um profissional criativo?

Uma criatividade semelhante a esta (chamada por Soninha de INTELIGÊNCIA ESPECIAL) é possível de se desenvolver. Mas é necessário assumir TAMBÉM aquilo que NÃO É PRECISO FAZER. Você quer arriscar ?

XXXXXXXX = ROMÁRIOS

PS. Material retirado do seminário Criatividade e Inovação Aplicadas à Solução de Problemas

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O Melhor do RH e Treinamento no Exterior em 2000

O PORTAL OBVIO e o INSTITUTO MVC realizaram o G7, uma síntese das melhores conferencias em RH e Treinamento no mundo.

Para acessar essas informações, basta entrar no site www.e-obvio.com.br, ícone G7 - download; a senha é G72000

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A Tortura de um Ambiente em Crise 

Hilda Mª Rodrigues Alevato

Consultora do Instituto MVC

Lá no escritório, todo dia é a mesma coisa: olhares sombrios, desanimados, indiferentes. Sem saber bem como agir, monta-se outra reunião para discutir a situação. Mais uma vez, em meio a algumas queixas e muitas expressões desinteressadas, constata-se a impotência geral diante dos entraves. Reclamam-se as faltas e os atrasos contumazes, alguém cochila num canto, outros parecem debochar das propostas. Um dos presentes reafirma sua convicção de que basta que cada um faça sua parte e a reunião se encerra como começou. "Aqui ninguém quer nada...", imaginam alguns.

No fundo, as pessoas não chegam a perceber que está pior agora: mais uma reunião improdutiva, mais uma vez as mazelas são a pauta...Reforçados como uma muralha que se expande, os problemas parecem cada vez mais enraizados e enredados na própria dinâmica do cotidiano. Aos poucos, vão compondo a imagem da empresa, identificando- a e a cada um de seus empregados, tornando-se naturais e irreversíveis: "Aqui é assim mesmo...", conformam-se as pessoas.

Aliás, nem os próprios chefes parecem muito animados com nada. Não acreditam nem nas próprias iniciativas, fazem porque têm que fazer, sempre esperam as reações negativas, antes mesmo que elas venham. E elas acabam vindo...."Aqui não tem jeito, não...", pensam os empregados.

Ambientes de trabalho podem afetar a saúde mental!

Em algumas empresas que conhecemos, este quadro é a própria tradução do ambiente de trabalho. As pessoas vão se acostumando a ele, vivendo-o a cada dia, sem acreditar que possa ser diferente. Nada se faz efetivamente, além de reclamar e tentar encontrar algum culpado.

Em outras, tal situação desencadeia algumas ações corretivas. Montam-se encontros e cursos visando a sensibilização dos indivíduos, num grande esforço inspirado nas mais recentes novidades na área administrativa.

No entanto, na maioria delas, o efeito de iniciativas assim é nulo. Os departamentos médicos vão registrando o adoecimento de um número cada vez maior de pessoas, consomem-se tranqüilizantes e outras drogas, o absenteísmo atinge os mais altos índices. No barzinho do fim de expediente, o álcool é a base dos encontros. Aqui e ali as queixas de distúrbios de sono e stress se repetem, mas como os dados são tratados isoladamente, o quebra-cabeças não fecha e as soluções são individualizadas. É a crise, supõem alguns.

As pesquisas que desenvolvemos na Universidade Federal Fluminense, porém, mostram que o problema é bem mais sério do que se pensa. Estranhando a coincidência de tantas pessoas atingidas pelos mesmos sofrimentos nos mesmos lugares, há cerca de dez anos temos acompanhado grupos humanos e identificamos a "Síndrome Loco-Neurótica", ou simplesmente, SLN.

A SLN não é uma doença. É um fator de risco sócio-ambiental, capaz de atingir a saúde mental das pessoas obrigadas a conviver com situações assim. A SLN aparece como um conjunto de sintomas tipicamente neuróticos, manifestados em quase todos os sujeitos de determinado grupo, mas restritos ao espaço físico e social da ação coletiva.

É uma situação grave, de risco, e suas conseqüências – que estão sendo comprovados pelas pesquisas no campo da medicina do trabalho em diversos países do mundo ocidental – são bastante sérias: depressões, consumo elevado de drogas e álcool, envelhecimento precoce e até suicídios.

Ë possível evitar a SLN?

Recentemente o governo federal incluiu na legislação previdenciária o reconhecimento das patologias mentais (depressão, alcoolismo, stress, etc), no conjunto das doenças do trabalho. Porém, como sabemos, mais do que garantir o atendimento ao adoentado, precisamos investir na saúde, na qualidade de vida.

São muitas as condições que favorecem o desenvolvimento da SLN. Aprender a reconhecê-las, compreender um pouco mais da dinâmica da ação coletiva, entender como nós, os humanos, organizamos nossas atitudes e comportamentos, são formas de criar condições que previnam que a situação chegue a seu ponto crítico e atinja a saúde mental dos envolvidos.

Normas e equipamentos de segurança capazes de prevenir as ameaças de natureza física, química e biológica já estão incorporados ao universo do trabalho. Os fatores de risco sócio-ambientais, porém, ainda são relativamente pouco conhecidos, exigindo um esforço maior de todos na direção de seu entendimento.

É possível evitar que o cotidiano no ambiente de trabalho se transforme numa grande tortura, lenta e renitente. Mas a desatenção para com as primeiras pistas da deterioração sócio-ambiental torna mais complexas as ações corretivas posteriores. As iniciativas nesta direção, portanto, devem ser assumidas como prioritárias, evitando assim o comprometimento do desempenho coletivo e da saúde mental de cada um.

PS. Material retirado dos programas de Consultoria e Treinamento "Criando Saúde para o Aprendizado"

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Coaching uma Nova Opção para Janeiro e Fevereiro


As férias em janeiro e fevereiro algumas vezes dificultam a formação de grupos para atividades de treinamento. Por que não optar pela abordagem individualizada (Coaching)? Algumas idéias:

  • Pessoas que, pela posição na empresa, necessitam de maior privacidade no treinamento

  • Assuntos que interessam a apenas 2/3 pessoas

  • Público cuja atividade só permite que seja treinado em meses de "baixa"

  • Assunto que envolvem conteúdo sigiloso

Consulte o INSTITUTO MVC sobre alternativas e custos especiais para janeiro e fevereiro:

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Sérgio Hillesheim no Instituto MVC
 

Palestrante nacional e internacional, presidente no período de 1992 a 1996 da WFPMA (Federação Mundial das Associações de Administração de Pessoal) e Diretor Corporativo de RH, Comunicação Social e Relações com a Imprensa do Grupo Ipiranga até recentemente, Sérgio vem se juntar ao INSTITUTO MVC na Qualidade de Consultor em Coaching para Presidentes e Diretores.

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Programas Best Sellers 

PROGRAMAS DE TREINAMENTOS MAIS SOLICITADOS AO INSTITUTO MVC em 2000

 

  1. MOTIVAÇÃO

  2. NEGOCIAÇÃO E VENDAS (WORKSHOP)

  3. COACHING

  4. EXECUTIVO SÉCULO XXI (EDUCAÇÃO PERMANENTE EM LIDERANÇA)

  5. PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E GESTÃO DO TEMPO

  6. COMUNICAÇÃO PARA RESULTADOS

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Lançamento Editorial
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Leila Rockert e Silvia Kochen

LANÇAMENTO – SÃO PAULO

30 DE OUTUBRO às 19:30 Hrs

SHOPPING VILLA- LOBOS – LIVRARIA CULTURA

"Este livro é um guia para quem está em vias de trabalhar ou estudar em outro país. Utilizando casos e depoimentos de brasileiros que viveram no exterior, as autoras previnem e ensinam aos "marinheiros de primeira viagem" a se prepararem para tudo o que vão ter de enfrentar. Leila Rockert de Magalhães e Silvia Kochen têm grande experiência no assunto, pois vivenciaram com suas famílias todas as situações conseqüentes das mudanças. Além disso, Leila atua no apoio profissional àqueles que desejam tirar o melhor proveito dessa incrível oportunidade de vida e carreira que é morar, por algum tempo, no exterior."

                                          José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli Associados Ltda. - Consultoria de Outplacement

"A experiência se alia à sensibilidade de Leila e de Silvia neste livro, que nos oferece um painel de situações com as quais todos aqueles que migram ou deixam temporariamente suas terras se identificam. A sua leitura me reportou com emoção à minha condição de imigrante e à consciência de ser uma brasileira que nasceu no Peru."

                                                 Rosa Elvira Alba de Bernhoeft, consultora em Desenvolvimento de Capital Humano

"Estar longe de casa nos torna, de certa maneira indefesos; o desconhecido é assustador e imprevisível. O livro de Leila e Silvia busca diminuir o gap entre a distância de casa e o convívio com culturas diferentes. É um verdadeiro manual para expatriados e negociadores internacionais."

                                                                  Luiz Augusto Costacurta Junqueira, Vice-Presidente do INSTITUTO MVC

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Competitividade, Treinamento e Frustração

Sergio Hillesheim

Consultor do Instituto MVC

Talvez a definição de competitividade mais aceita pelas organizações atualmente seja idêntica à de uma Olimpíada: chegar em primeiro. Pois chegar em primeiro significa vencer, ganhar o ouro.

Os profissionais de Recursos Humanos e os especialistas em T&D se esmeram na concepção e montagem de estratégias e programas que objetivam agregar conhecimentos, ensinar novas técnicas, mudar comportamentos. E os treinandos, em sua maioria, saem frustrados. Frustrados pela sensação de perda de tempo aqueles que possuíam boa parte das competências ensinadas; frustrados pela baixa assimilação aqueles cujo preparo estava aquém da média. No final das contas perdeu-se tempo com uns e com outros. E o tempo da empresa. E competitividade.

Você já pensou que estas diferenças de nível de conhecimento podem ser melhor gerenciadas em estratégias de treinamento?

Você já pensou que o perfil bem definido, mais homogêneo, de um grupo de treinandos poderia agilizar os resultados do treinamento e os da empresa?

Você gostaria de poder utilizar uma metodologia que lhe permitisse tal avanço?

Vamos conversar sobre isso?

Temos uma metodologia própria para abordar o assunto

Telefone: (11) 3141-9487

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Expediente

Insight MVC Nº27

Insight MVC é uma publicação do Instituto MVC - M. Vianna Costacurta – Estratégia e Humanismo

Editor:

L. A. Costacurta Junqueira

Diretoria:

Marco Aurélio Ferreira Vianna Presidente

L. A. Costacurta Junqueira Vice-Presidente

Sérgio Duarte Velasco Vice-Presidente

Coordenação Editorial:

Maria Teresa Ramos de Souza

Angélica Stein

Coordenação Visual e Gráfica:

Flávia Kahale

Permitida a reprodução citando o autor, nome completo do Instituto MVC, data e endereço da publicação.

Assinatura gratuita para pessoas jurídicas ou pessoas físicas que possuam relacionamento com o Instituto MVC. Faça sua solicitação pelos e-mails: lacostacurta@terra.com.br ou mcvmt@uninet.com.br

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