Edição Nº. 100 - Fevereiro de 2007

       

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  Embaixo da Farda há um Ser Humano!     Vendas e a Mulher de César

Uma grande empresa de engenharia, um dos grandes cases de sucesso destes últimos anos, nos contratou para elaborar um projeto/processo que denominamos Desenvolvimento do Ambiente Humano de sua área operacional. Em outras palavras, nosso grande objetivo é humanizar cerca de cem engenheiros.
Marco Aurélio Ferreira Vianna
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Na Roma antiga era costume dizer que "à mulher de César não basta apenas ser honesta. É preciso que ela pareça honesta". Quem trabalha em vendas volta e meia deve se lembrar dessa frase. Afinal vendedores lidam o tempo todo com as percepções das pessoas.


JB Vilhena
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 Lidando com o Imprevisível    Executivos, Sono e Qualidade de Vida

Precisamos propiciar oportunidades para que as pessoas desenvolvam a empatia, frente às dificuldades do outro; fortaleçam também a capacidade de lidar com as adversidades e, em especial, com os imprevistos. 

Denize Dutra
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Responda com sinceridade às seguintes questões: Você tem dificuldade em manter a concentração durante longas reuniões? Não consegue ler relatórios muito longos? Dificuldade de memorizar informações recentes? Sente forte sonolência diurna? Você se sente cansado com freqüência? Está sempre irritado?

Marney Faria

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}}Dicas

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  Como Gerar mais Negócios para seu Site     As Excelências

Existem vários recursos que podem ser agregados ao seu website e que possibilitam um melhor posicionamento na lista principal do GOOGLE. Aqui estão algumas sugestões para gerar maiores chances de novos negócios.


Eduardo Menezes

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Por amor à polêmica e ao litígio, decidi brindar nossos leitores com algumas reflexões. Abordo aqui alguns dilemas da língua Portuguesa. Leia o artigo e reflita qual é o seu comportamento diante desses dilemas, e como isso afeta sua competência em comunicação.

José Paulo Moreira de Oliveira
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Expediente
  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight:   Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

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EDITORIAL

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MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

Presidente do MVC

 

 

EMBAIXO DA FARDA HÁ UM SER HUMANO

 

 

Terminaremos, em breve, o desenvolvimento de um dos trabalhos mais desafiantes e recompensadores de nossa (longa) vida profissional. Uma grande empresa de engenharia, um dos grandes cases de sucesso destes últimos anos, nos contratou para elaborar um projeto/processo que denominamos Desenvolvimento do Ambiente Humano de sua Área Operacional. Em outras palavras, nosso grande objetivo é humanizar cerca de cem engenheiros.

 

Por motivos éticos (sem entrar em detalhes que possam: identificar nosso cliente) fomos autorizados a fazer algumas reflexões conceituais sobre o trabalho. Antes, e acima de tudo, aí mesclando esta experiência com a de outros clientes, chegamos a uma conclusão às vezes conhecida, mas muito pouco aplicada. Por mais duro que seja o trabalho desenvolvido por um profissional, por trás do seu “papel” existe um Ser Humano que está ansioso pela essência do Humano: amizade, respeito, valorização, confiança mutua, reconhecimento, dignidade, empatia, compreensão, senso de utilidade, participação. Fazendo um trabalho semelhante em um Banco de Investimento sentimos estes mesmos impulsos básicos. Na BOVESPA, também, em atividade similar ficamos emocionados quando no lançamento do programa, o pregão tinha cerca de mil pessoas, público este composto por colaboradores e seus familiares. Quando fizemos a apresentação do projeto, ficamos muito emocionados quando percebemos que, em séculos, na Bolsa de Valores era a primeira vez que no lugar do dinheiro, das ações, das ADR’s, dos derivativos, falava-se de gente, valorizavam-se pessoas. Enfim o Humano se equivalia à Matéria. A emoção somava-se à razão.

 

Levando em conta a Era de Complexidade do momento atual, vemos este tipo de atividade como absolutamente prioritária neste início de Século XXI. Como sempre afirmamos, a empresa deve ser competitiva e muito, mas também, deve ser feliz. Em nosso ponto de vista há uma clara retroalimentação entre competitividade e a felicidade. Elas se “sinergizam” mutuamente.

 

Mais uma lição desta reflexão. Por que durante tanto tempo a BOVESPA, a empresa de engenharia, o banco de investimento, não priorizaram o Humano? Por um fato muito simples: esta não era a escolha dos seus líderes. É neste ponto que tenho insistido na formação de Líderes, principalmente no desenvolvimento de Líder de Líderes. Líder é o verdadeiro agente de transformação. As empresas de origem tecnológica se humanizaram porque Líderes tomaram esta decisão. Um Líder da Policia Militar do Estado do Espírito Santo colocou seus profissionais (especificamente os policiais) para um curso de Meditação Zen. Anos atrás, afirmei, realizando um trabalho para as Lideranças no Exército Brasileiro: “Não se esqueçam, embaixo de uma farda existe um Ser Humano”.

 

Óbvio, mas tão pouco aplicado.

 

Boa leitura

 


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VENDAS

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JB VILHENA

Vice-presidente do Instituto MVC

e coordenador do MBA em Gestão Comercial da FGV.

 

VENDAS E A MULHER DE CÉSAR

 

 

Na Roma antiga era costume dizer que “à mulher de César não basta apenas ser honesta. É preciso que ela pareça honesta”. Quem trabalha em vendas volta e meia deve se lembrar dessa frase. Afinal vendedores lidam o tempo todo com as percepções das pessoas.

 

Quantas vezes você já trabalhou uma conta durante muitos e muitos meses e, quando finalmente conseguiu o primeiro pedido, ouviu algo parecido com “puxa vida, como você tem sorte”? Muitas vezes é assim que nosso esforço é percebido internamente: como uma questão de sorte.

 

Outra situação comum é o cliente ligar para você dizendo que o produto que lhe foi vendido não funciona. Quando vamos verificar, descobrimos que ele comprou um sonho irrealizável. Todo o tempo que você explicou para que servia o produto, como ele funcionava e em que situações ele não funcionaria foi desperdiçado. O cliente já tinha “percebido” o produto de acordo com suas expectativas.

 

Também é comum o cliente dizer que o produto do concorrente é muito melhor que o nosso. Quando lhe perguntamos por que, ele dá uma resposta evasiva ou acaba por declarar que não sabe exatamente, mas é assim que ele percebe. Olha a tal percepção atrapalhando nossos negócios.

 

Mas o que é percepção e qual a sua diferença da realidade?

 

Percepção é um modelo mental que criamos sobre algumas coisas. As razões para criar esses modelos são muitas. Podem ter a ver com o que ouvimos ou vivemos no passado (mesmo sendo um país pouco racista, quantas observações negativas nós escutamos dos próprios pais sobre negros ou judeus, por exemplo?). Podem ter a ver com imagens que foram plantadas na nossa mente (durante muitos e muitos anos um famoso fabricante de sabão em pó tentou nos convencer que seu produto lavava mais branco, algumas pessoas acreditam nisso até hoje). Podem ser distorções que criamos em função de uma, ou várias, experiências negativas do passado (eu evito viajar em uma determinada companhia aérea, pois tive terríveis experiências com ela no passado).

 

E o que é a realidade? Pode parecer confuso, mas real é o jeito que percebemos o mundo.

 

Eu cresci ouvindo dizer que os judeus são avarentos, na minha forma de ver o mundo eles realmente o são. Eu acredito que um sabão lava mais branco, para mim ele realmente o faz. Eu acho que toda vez que voar em uma determinada companhia aérea vou ter problemas, procurarei até encontrar um. Você pode estar pensando: então tenho que aceitar que as pessoas percebam o mundo da forma que elas quiserem e me render a isso? Sim e não.

 

Você tem de aceitar que as pessoas possam ver o mundo de formas diferentes. Não há como proibi-las disso. Mas é possível mudar o ponto de vista das pessoas sobre as coisas. Como?

 

Compreendendo-as e conquistando sua atenção e confiança. Em primeiro lugar é preciso “descobrir” como as pessoas pensam sobre determinadas coisas. Em seguida, é preciso fazer com que elas prestem atenção no que você tem para lhes dizer sobre o assunto. Por último, é preciso fazer com que elas confiem que a sua opinião merece respeito e que, portanto, vale a pena pensar sobre ela e, quem sabe, mudar o próprio ponto de vista. Conseguir isso é coisa para profissionais de vendas. Não para amadores.

 

Por último, reflita sobre a frase de Pirandello – autor teatral italiano – que dizia “assim é, se lhe parece”.

 

Pense nisso e boas vendas!

 

MATERIAL DO POCKET MBA DESENVOLVIMENTO DE GESTORES E PROFISSIONAIS DE VENDAS

 


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CRISE

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DENIZE DUTRA

Consultora Sênior do MVC,

Professora dos MBAs da FGV, Autora de programas E-learning nas áreas de Team Building e Mudança

 

 

LIDANDO COM O IMPREVISÍVEL

  

 

Quando conseguimos tirar dos fatos algum tipo de ensinamento, percebemos que nem sempre damos importância a alguns aspectos, que só a força de uma experiência consegue comprovar. Por isso, decidi compartilhar com os leitores uma pessoal, que me fez refletir sobre a gestão e a indiscutível importância de algumas competências para o sucesso pessoal e dos negócios.

 

Têm sido muito comum nos meses de janeiro na região sudeste e sul do Brasil as fortes chuvas de verão. Acompanhamos pela TV as conseqüências das chuvas, em especial em áreas da periferia dos grandes centros, ou próximas aos rios que cortam muitas das cidades brasileiras. Neste ano, deixei de ser espectadora dos noticiários e fiz parte da cena. As fortes chuvas romperam uma adutora próxima à minha residência e toda a rua, foi invadida pelas águas, sendo que de modo particular o meu prédio, que ficou alagado em toda a área social e de lazer, impedindo o acesso dos moradores, e trazendo outros transtornos, como a falta de energia, telefone, água potável, e etc. Felizmente, estávamos fora de casa quando tudo aconteceu e, temporariamente, ficamos hospedados na casa da minha família, de onde fiquei acompanhando a solução dos problemas. E aí começaram as minhas observações e reflexões:

 

- O sentimento de impotência, gerado pela constatação de que, em alguns casos, não temos a autoridade, autonomia, recursos, para fazermos algo que efetivamente contribua para a solução do problema.

 

- Diante destas situações, muitas vezes, ajuda, quem não atrapalha: ou seja, os curiosos e especuladores, que ficam criando suas “teorias” para explicarem os fatos, teorias essas que, na maioria das vezes, não têm o menor fundamento. É como se as pessoas aproveitassem para fazer uma catarse, falam de suas insatisfações pessoais ou políticas, misturando as diferentes dimensões de análise de um fato.

 

- Ficam evidentes as incompetências de alguns gestores públicos, a falta de capacidade de decisão, seja por insegurança pessoal ou mesmo técnica, ou pelo “medo” da perda de prestígio e status pessoal.

 

- É nítido o quanto o estresse bloqueia o raciocínio das pessoas, fazendo com que não percebam que, muitas vezes, a solução é simples: basta ser um observador ativo e ter iniciativa e não é preciso fazer tantas reuniões; basta agir, fazer o óbvio!!! E o óbvio muitas vezes é o “peão” da obra quem o vê, e não o Senhor Engenheiro.

 

- Também confirmei que, para ser um grande líder, é preciso ter muita humildade, para aceitar que, muitas vezes, a solução está nas mãos do outro e não nas suas!

 

- Nos momentos críticos, observamos que existem muitas pessoas solidárias que colaboram voluntariamente com o próximo, mas paradoxalmente, também descobrimos o quanto existem pessoas oportunistas, que se aproveitam da “tragédia” do outro para “se dar bem”, vendendo materiais e serviços a preços exorbitantes, pois o desespero faz as pessoas aceitarem estas extorsões.

 

- A falta de preparo para lidar com os imprevistos, com situações que, por força da natureza, ou por outras razões não temos o controle, não conseguimos prever, e muito menos, evitar.

 

Sempre inicio o ano com um planejamento estratégico para a minha vida pessoal e profissional e isto direciona os meus dias. Na semana em que estes fatos ocorreram, todo o meu planejamento ficou comprometido e, certamente, isto exigiu flexibilidade e revisão para reorganizar as semanas seguintes. Acredito que, quanto mais pró-ativos e assertivos somos, mais difícil torna-se lidar com o fato de que não temos controle sobre tudo.

 

O quanto de energia você gasta numa situação como esta depende totalmente do seu quociente de adversidade, ou seja, o quanto de controle emocional, você possui para enfrentar os problemas. Certamente, isto depende do como você percebe estas situações em termos de responsabilidade, duração, extensão. Se não delimitarmos bem o problema, tendemos a torná-lo muito maior do que realmente é, e entrarmos num processo de vitimização. E, neste sentido, a grande sacada é entender que mesmo não sendo os culpados pelo fato ter ocorrido, somos os responsáveis pela solução daquilo que atinge a nossa vida. Por exemplo, além do que as instituições devem fazer para resolver o problema, o que eu posso fazer para resolver o impacto disto na minha vida.

 

O leitor deve estar se perguntando: O que isto tem a ver comigo?

 

Penso que, como gestores de pessoas, nós temos de considerar em nossas ações de desenvolvimento, educação e capacitação mais algumas competências, que talvez não estejam sendo tão valorizadas quanto a comunicação, a liderança, o trabalho em equipe e a capacidade de planejamento.

 

Precisamos propiciar oportunidades para que as pessoas desenvolvam a empatia, frente às dificuldades do outro, fortaleçam a capacidade de lidar com as adversidades, em especial, com os imprevistos. Pois assim, como na vida pessoal, estamos sujeitos a situações que fogem ao nosso controle também nas organizações.

 

A forma como os profissionais são preparados para lidar com tais situações, pode fazer toda a diferença nos resultados para os negócios ou para a sociedade. Não são somente os profissionais da defesa civil, bombeiros, militares, policiais e médicos que precisam ter o controle emocional muito desenvolvido. Todos nós, profissionais de qualquer área, simples cidadãos precisamos nos preparar para lidar de forma mais eficaz com as “forças” que não controlamos. Em relação a isto, temos um grande desafio: ao mesmo tempo em que precisamos contribuir para “dar poder” as pessoas para enfrentarem a força do imprevisto (em especial da natureza!), temos de ensinar os homens a aceitarem humildemente o fato de que, apesar do poder de sua inteligência, existem situações que não podemos controlar!

 

As chuvas são apenas um exemplo, o fato é que, cada vez mais, a humanidade está sujeita a muitas adversidades, algumas provocadas pelo próprio homem. Cabe-nos então refletir, sobre que tipo de contribuição podemos dar para tornar a nossa sociedade mais apta a enfrentar tais situações com êxito, porque isto, diz respeito a que tipo de herança queremos deixar para as gerações futuras.

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA PREVENÇÃO E GESTÃO DE CRISES.

 

 

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SONO

 
 

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MARNEY FARIA

Especialista em Doenças do Sono

 

 

EXECUTIVOS,SONO E QUALIDADE DE VIDA

 

 

Responda com sinceridade às seguintes questões: Você tem dificuldade em manter a concentração durante longas reuniões? Não consegue ler relatórios muito longos? Dificuldade de memorizar informações recentes? Sente forte sonolência diurna? Você se sente cansado com freqüência? Constante irritabilidade?

 

Se sua resposta foi sim para algumas das questões acima, cuidado! Você pode estar sofrendo de um problema que atinge 5% da população mundial e afeta diretamente sua capacidade de tomada de decisões, memória, humor e, enfim, sua vida profissional e familiar.

 

Estamos falando da Apnéia Obstrutiva do Sono (AOS). A AOS é caracterizada por repetidas pausas na respiração durante o sono devido à obstrução e/ou colapso da via respiratória superior (garganta), causada pelo relaxamento da musculatura durante o sono, normalmente acompanhada da redução da saturação de oxigênio no sangue e seguida por um despertar para respiração.

 

Mas como a AOS pode afetar meu processo decisório? É simples: pessoas que têm baixa qualidade de sono não produzem as substâncias necessárias ao nosso organismo para sentirmos a sensação de descanso ou armazenarmos de forma adequada das informações recebidas durante o dia. O importante no sono não é a quantidade de horas que dormimos, mas a sua qualidade. O freqüente “despertar” causado pela AOS leva a um sono de baixa qualidade.

 

E como sei se tenho AOS? A melhor pessoa para responder a essa pergunta é aquela que dorme ao seu lado. Essa pessoa pode identificar facilmente os sintomas da AOS e, somados às suas próprias observações, avaliar se você provavelmente apresenta um quadro de AOS.

 

As características da pessoa com AOS são: obesidade, idade moderada (acima de 40 anos), pescoço curto e grosso ou vias aéreas comprimidas.

 

Alguns dos sintomas da AOS são: ronco alto, engasgo noturno, sudorese, sono agitado, fadiga diurna, concentração prejudicada, perda de memória, irritabilidade, diminuição da libido, depressão e sonolência diurna.

 

As conseqüências do não tratamento da AOS podem ser extremamente prejudiciais a sua saúde e qualidade de vida como: Distúrbios cardíacos, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), acidentes em local de trabalho, acidente de trânsito (54% dos acidentes de trânsito ocorrem devido à sonolência) e contínuo decréscimo da qualidade de vida.

 

Se você suspeita que tenha AOS a melhor coisa a fazer é consultar um médico especialista em distúrbios do sono. Ele vai recomendar um exame para diagnosticar a AOS.

 

Para terminar seguem  algumas sugestões que podem melhorar de imediato a qualidade do seu sono. Pratique a chamada “Higiene do Sono”:

  • Tenha um padrão de sono fixo, durma sempre no mesmo horário;

  • Emagreça, a obesidade está ligada diretamente a AOS;

  • Evite bebidas alcoólicas próximas ao horário de dormir;

  • Evite cafeína, próximo ao horário de dormir;

  • Verifique se algum medicamento que você toma tem como efeito colateral a sonolência;

  • Faça atividade física com freqüência;

  • Jante no mínimo 3 horas antes do horário de dormir.

Siga essas dicas para ter uma boa noite de sono, melhorar a sua qualidade de vida e ser um executivo diferenciado.

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA MELHORIA DA PERFORMANCE GERENCIAL.

 

 

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DICAS

 

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EDUARDO MENEZES JUNIOR

Consultor de Negócios para Internet da Sísmica - Agência Web

 

 

COMO GERAR MAIS NEGÓCIOS PARA SEU SITE

ATRAVÉS DAS FERRAMENTAS DE BUSCA

 

 

Dentre as diversas ferramentas de busca a mais popular é sem dúvida, o GOOGLE.

 

Algumas fontes descrevem que esta ferramenta detém algo em torno de 70% de toda transação de busca realizada na internet.

 

Desta forma, uma das ações mais importantes para trazer tráfego e por conseqüência gerar negócios através da internet é ter o seu endereço ou anúncio vinculado a esta ferramenta.

 

Há duas formas de a sua empresa aparecer no GOOGLE: do lado esquerdo ou lista principal, que ocorre por mérito, ou seja, quando já existe um tráfego em seu site e por conta disto sua empresa é classificada para ser vinculada na lista principal.

 

Do lado direito da tela de apresentação, onde estão os chamados “Links Patrocinados”.

 

Entre no GOOGLE e faça um teste: entre com a palavra chave “site empresa” (sem as aspas).

 

Aparecerão alguns anúncios, dentre eles o da Sísmica (“Website para Empresas”).

 

Os “Links Patrocinados” nada mais são que anúncios que você paga para serem vinculados na lista do lado direito, ideais  para empresas que estão começando ou que desejam aumentar as suas chances de negócios na Internet.

 

O funcionamento do anúncio nos “Links Patrocinados” é bem simples.

De maneira resumida, você cria o anúncio e atribui a ele uma lista de palavras-chaves, tentando usar palavras que seriam usadas pelos usuários para chegar até seu anúncio.

 

O valor da palavra chave depende de um leilão feito internamente pelo GOOGLE. Se houver muitos concorrentes, o valor da palavra chave e ,por conseqüência, do clique será alto, caso contrário o valor será o mínimo que hoje é de R$ 0,02 centavos por clique.

 

Você só passa a pagar quando um usuário efetivamente clicar no seu anúncio. Se seu anúncio for publicado como conseqüência de uma pesquisa, mas não for clicado, você não pagará nada ao GOOGLE.

 

Outra vantagem é que você pode definir quanto deseja gastar por dia. Vamos supor que você deseje gastar R$ 3,00 por dia. Isto significa que ao longo do mês você gastará algo em torno de R$ 90,00 (30 dias X R$ 3,00).

 

Se por exemplo, o custo médio das palavras chaves ficar em R$ 0,20, com o valor diário de R$ 3,00, você terá a chance de ter 15 novas oportunidades de negócio por dia.

Separe um tempo explorando o GOOGLE e verificando algumas palavras chaves. Veja quem está lá. Identifique os seus concorrentes. Veja o que eles estão fazendo.

 

Use palavras chaves focadas no seu negócio ou então naquilo que você tem como diferencial.

 

A seguir apresentamos algumas diicas empregadas para melhorar o posicionamento do seu site( ou de sua empresa) junto ao GOOGLE:

 

 

Título do site

Sabe aquela mensagem que aparece no navegador lá no topo, que geralmente está associada com o nome do próprio navegador? Pois é, aquele título que quase ninguém dá importância é um dos recursos que o GOOGLE mais valoriza.


Outro erro comum também está relacionado com a escolha das palavras-chave.  Use palavras que o usuário puder fazer  uso para chegar até você e não palavras de cunho técnico ou que enfatizem qualidades da empresa;  isso pode ser bom para o dono, mas com certeza não gerará negócios para a empresa.

 

Conteúdo
Procure sempre apresentar em sua página principal, textos que estejam relacionados com o seu negócio. Pode parecer obvio, mas não é.

 

Existem muitos casos em que as empresas preferem falar de seus valores, dar um bem-vindo e etc., mas acabam esquecendo do principal que é falar de seus produtos e serviços (de novo cometemos o erro de “acharmos”  o que é importante para o cliente).

 

Poucos sabem, mas o GOOGLE lê a primeira página se seu site através de uma ferramenta chamada “Spyder” (lembra aranha mesmo!). Ela varre a internet procurando sites e palavras chaves. Isto é feito de maneira periódica e é através desta forma que o GOOGLE acaba por relacionar as palavras-chave aos sites. Portanto, ter os textos na primeira página relacionados com seus produtos e serviços é fundamental para seu bom posicionamento junto ao GOOGLE. Aqui vale uma dica! Sites em FLASH perdem em muito, pois não podem fazer uso deste benefício.

 

Parceiros

 A principal prática que gera pontos no GOOGLE é a troca de banners. Toda vez que o GOOGLE encontrar um banner seu em um outro site e ele verificar que você realizou a mesma ação, isso gerará pontos que melhorarão o seu posicionamento junto à ferramenta de busca.

 

Meta Tags

As Meta Tags são descrições que devem ser acrescidas ao código fonte de seu site (portanto devem ser colocadas por pessoal especializado) e que contenham as palavras-chave que devem ser associadas ao seu negócio. Além de permitir que o GOOGLE melhor relacione determinada palavra-chave ao seu site, ela também conterá a descrição que aparecerá na lista principal da ferramenta de busca; portanto esta ação é fundamental, porque pode transferir ou não a idéia correta de seu negócio para o usuário.

 

 

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COMUNICAÇÃO

 
 

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JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA

Consultor Sênior do MVC

e autor dos livros Como Escrever Melhor e Como Escrever Textos Técnicos

 

 

AS EXCELÊNCIAS

 

 

Gutenberg

 

Por amor à polêmica e ao litígio, decidi brindar meus seletos leitores com algumas reflexões sobre o tema.

Até porque, todo santo dia, aparece um sujeito (que é primo de um amigo da sogra de um sujeito que não me conhece –, não leu meus livros, mas me encontrou no Orkut. Praticamente um parente próximo!) atormentando meus neurônios e minha caixa de mensagens com perguntas do tipo:

  • Quando é que eu devo escrever País com letra maiúscula?

  • E os meses do ano? Não é mais nobre e requintado escrevê-los com maiúsculas, como no inglês?

  • Se Deus é com inicial maiúscula, por que demônio é com letra minúscula? (Pergunta de um satanista maldito) Escrever floresta amazônica, com letras minúsculas não é um desrespeito à pátria? (mal sabe ele que Pátria, essa sim, é com inicial maiúscula)

  • Como grafar corretamente: Internet ou internet? Já fui ao Dicionário (mais uma maiúscula sem sentido) do Houaiss e encontrei lá as duas formas (Será que meu nobre inquisidor já parou pra pensar que as duas formas são aceitáveis?).

Claro que a questão envolve muita polêmica. O próprio Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (o VOLP, para os mais íntimos), quando trata da matéria, põe mais lenha na fogueira e acirra a polêmica, quando diz que:

 

“Requerem inicial maiúscula nomes de altos conceitos religiosos, sociológicos, políticos: a Igreja (= a comunidade católica), a Religião (= a religião cristã), a Pátria (= a nossa pátria), o Estado (= o nosso estado), o País (= o Brasil), a República (= a nossa república), o Senado, etc.”.

 

Interessante notar que não havia distinção de sexo, raça, credo, cor ou classe social no alfabeto clássico do ano 40 a.c.(ou será A.C.?) – a família de letras mais antiga que conhecemos e que deu origem a todos os alfabetos.

No alfabeto romano, só havia letras maiúsculas, GRANDES, com predominância de traços retos e curvas abertas, como convinha às inscrições gravadas nas paredes de pedra dos monumentos públicos.

Só bem mais tarde, com o desenvolvimento acelerado dos livros escritos à mão, outro tipo de letra tornou-se necessário. Era preciso um tipo de letra de escrita mais rápida e adequada à pena, como as minúsculas, de traços curtos e curvas mais fechadas.

Como se pode ver, havia apenas uma preocupação de ordem funcional – que em nada se assemelha aos demarcadores de hierarquia modernos.

A primeira divisa foi riscada no terreno pelo primeiro ser que compreendeu sua posição em face do semelhante mais próximo e que, seja por temor ou adulação, seja por reconhecimento ou vaidade, decidiu classificar os nomes em próprios e comuns. As excelências são decorrência inevitável desse processo.

 

ricardo à Ricardo à Senhor Ricardo Borba à Senhor Coronel Ricardo Borba Valeriano à Senhor Coronel Doutor, Ricardo Borba Valeriano de Azevedo, à Senhor Coronel Doutor Senador, Ricardo Borba Valeriano de Azevedo Cavalcante, à Senhor Coronel Relator Doutor Senador, Ricardo Borba Valeriano de Azevedo Cavalcante Albuquerque, à Senhor Coronel Relator Doutor Senador Ricardo Borba Valeriano de Azevedo Cavalcante Albuquerque Neto, Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara à Deus. 

 

Use letra maiúscula ao escrever:

 

1.  Epítetos (apelidos de gente famosa)

 

Átila, o Rei dos Hunos, Collor, o Caçador de Marajás, José Dirceu, o Breve.

 

 

2.  As palavras Direito, Estado, Justiça, Constituição, País – quando usadas no sentido mais amplo.

·    O Direito brasileiro (ou a Justiça) prevê, nesses casos, a prescrição da pena.

·    A política de juros altos continua sendo um entrave ao crescimento do País.

 

3.  Datas e períodos históricos, prêmios e distinções honoríficas, regiões geográficas consagradas.

Dia do Trabalho, Sete de Setembro, Guerra da Celulose, Prêmio Nobel de Química, Oriente Médio, Baía de Guanabara.

 

4.  Produtos, instituições e órgãos, quando enunciados em sentido completo.

Organização Mundial do Comércio, Supremo Tribunal Federal, Câmara dos Deputados, Federação das Indústrias de São Paulo.

 

5.  Assembléia, Bolsa (de valores), Câmara, Congresso, Supremo, Presidência (na referência à Instituição).

·    A Bolsa registrou queda de 4,5%, devido ao feriado do Dia de Ação de Graças, nos EUA.

·    O Supremo ainda não se pronunciou sobre a matéria.

 

6.  Executivo e demais Poderes, República (na referência a Estado), legislação conhecida pelo nome.

·    O presidente da República é o chefe do Executivo.

·    Código de Defesa do Consumidor, Lei Kandir, Código Penal.

 

7.  Substantivos usados na segunda referência textual, para evitar repetição de termo previamente enunciado.

Contrato que entre si fazem a XWZ, ora denominada contratante e o ABCD, ora denominado contratado. Cabe à Contratante [...] e à Contratada [...]

 

8.  Entidades religiosas e Instituições (quando tomadas em sentido absoluto).

·     A posição da Igreja é frontalmente contrária ao aborto.

·     Deus, Buda, Cristo, Demônio (Vai encarar?)

 

Use letra minúscula ao escrever:

 

1.  Cargos e funções, profissões, títulos acadêmicos, formas de tratamento.

senador, ministro (mas Ministério das Relações exteriores), presidente à diretor-executivo, promotor-adjunto à médico, economista, professor à mestre, doutor à senhor, sua excelência, madame.

 

2. Ciências, disciplinas e movimentos artísticos.

economia, direito à português, matemática à barroco, modernismo.

 

3. Acidentes geográficos e ecossistemas.

oceano Atlântico, restinga de Marambaia à mata atlântica, floresta amazônica.

 

4. Leis numeradas, justiça (como substantivo abstrato) e república (como forma de governo).

lei 8666, decreto-lei 4578 à fazer justiça com as próprias mãos à O plebiscito vai decidir entre monarquia ou república.

 

5.  Meses e dias da semana. Ruas, praças, avenidas e demais logradouros.

setembro, dezembro à segunda-feira, sábado à rua 25 de Março, praça dos Três Poderes