Edição Nº. 116 - De 11 a 17 de Julho de 2007

     

}

 Pocket MBA - Gestão de Projetos

}

 Auditoria e Revitalização de Univ. Corporativa

}

 Competência de Implementação - In Company

}

 Nossa Metodologia - Fluxograma de Trein.

}

 Equipe MVC

}

 Contratando a mesma Consultoria - Pense MVC
 

 }} Treinamento

  Treinamento: O que seu cliente espera?

Ato 1: Você, Gerente de Treinamento da empresa SUGASANGUE, recebe uma solicitação de seu cliente interno, a Superintendência Comercial, para contratar externamente um programa de treinamento em negociação.

Ato 2: Você, Consultor, recebe um telefonema da Gerência de Treinamento da empresa SUGASANGUE solicitando uma proposta para um programa de negociação. Quais poderão os outputs ou conseqüências comuns a essas duas solicitações? Veja mais

 LA Costacurta Junqueira

 

}}

 Vídeo Palestra  }} Treinamento In Company
 Como Sobreviver as Reuniões Improdutivas    Pocket MBA - Prevenção e Gestão de Crises


 

Crises fazem parte do dia-a-dia de qualquer organização. O que tem acontecido é que sua incidência tem sido cada vez maior e o intervalo entre elas é cada vez menor.

Nossa abordagem sobre Prevenção e Gestão de Crises, começa a partir da etapa Pré-diagnóstica, onde será desenvolvida a metodologia do programa em torno de três eixos: Dimensão Pessoal, Dimensão Estrutural/Contextual e a Dimensão Organizacional.
.

}}

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Web Design: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

 

 

 

Nós não queremos ser invasivos no seu E-mail! Caso não queira mais receber, clique em Remover!

Quer assinar o INSIGHT MVC ? É gratuito, Clique aqui e cadastre-se!

Edições anteriores, clique aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 TREINAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

Luiz A Costacurta Junqueira

Vice-Presidente do MVC

 

 

  TREINAMENTO: O QUE SEU CLIENTE ESPERA!!

 

 

O QUE TEMOS FEITO?

 

ATO 1: Você, Gerente de Treinamento da empresa SUGASANGUE recebe uma solicitação de seu cliente interno, a Superintendência Comercial, para contratar externamente um programa de treinamento em Negociação.

 

ATO 2: Você, Consultor, recebe um telefonema da Gerência de Treinamento da empresa SUGASANGUE solicitando uma proposta para um  programa de Negociação.

 

Quais poderão os outputs ou conseqüências comuns a essas duas solicitações?

  • A gerência de treinamento e o consultor vão trabalhar sobre uma necessidade, quase sempre sem poder questioná-la junto ao solicitante (Superintendência Comercial);

  • Mais do que isso, sem poder estabelecer relação com outras necessidades complementares, conhecidas ou não, da própria Superintendência Comercial;

  • Ambos estarão reagindo a uma situação (e não proagindo)

  • Como a Gerência de Treinamento não quer se arriscar, vai pedir preço para “10” consultorias, buscando “ampliar o leque de opções”.

  • Boa parte das vezes essas opções resultam em consultorias de níveis qualitativos díspares, pois a fonte de busca é na base das “google indicações” . Prevalece a quantidade e não necessariamente, qualidade.

  • Muitas consultorias sabendo que o leilão vai ser grande e que o preço é o critério mais importante poderão até nem apresentar propostas; outras apresentarão propostas medíocres ou padronizadas para assim ter um custo mais competitivo

  • Ao receber propostas, como vai ficar difícil para o Treinamento ler todas com profundidade, a tendência vai ser focar a dimensão menor preço, a novidade ou enfatizar o ”QI” (quem indicou).

  • Como a proposta foi solicitada pela Superintendência Comercial, via Departamento de Treinamento, pode haver uma certa dificuldade da consultoria em obter informações para customizar sua proposta e adequá-la ao negócio do cliente. Afinal há sempre o “problema” das fronteiras do território de cada um dos players envolvidos.

 

O leitor deve ter percebido que, no “modelo” apresentado todos saem perdendo:

 

Superintendência Comercial, Departamento de Treinamento e Consultoria.

 

 

O QUE PODEMOS FAZER?
 

O que vamos defender, a seguir, é um novo processo de relacionamento, que denominamos “Treinamento Consultivo”.

 

Nessa abordagem, o consultor assume uma postura ativa na relação . Não basta analisar as necessidades do cliente, porque este, muitas vezes, pode não saber exatamente qual a melhor solução para seu problema. Este papel cabe ao consultor, que deve procurar conhecer com profundidade a empresa e o mercado em que o cliente atua.  Deve questionar as necessidades apresentadas e ajudar o cliente a identificar aquelas que ainda não foram explicitadas.

 

A Consultoria que atua com base no “treinamento  consultivo” não vende soluções que contenham simplesmente um preço menor que as ofertas dos concorrentes. Vende AS SOLUÇÕES PARA OS PROBLEMAS atuais e futuros do Cliente. Mais do que isso, comprova que aquelas suas propostas de solução são melhores, através da mensuração de resultados.

 

Do consultor são exigidos conhecimentos multidisciplinares, capacidade de ouvir e questionar o cliente em busca das reais necessidades e pleno conhecimento da sua situação. Revelar-se parceiro do cliente, é a única forma de desenvolver uma duradoura relação, baseada na confiança mútua. Recente pesquisa realizada pelo BD WEC, apontou o “conhecimento da organização’’ como segundo fator de fidelização das empresas às consultorias; perdendo apenas para ‘’qualidade do trabalho”.

 

DIFERENCIAIS

 

Quais seriam então os diferenciais do treinamento consultivo?

  • Participação Multidisciplinar: Consultor, Cliente interno e RH juntos em todas as etapas do processo.

  • Geração de Confiança: O investimento de tempo, pela Consultoria, objetivando conhecer a empresa, a postura de RH como “Solution Provider” e não como órgão controlador, contribuem para um ambiente de confiança e de visão a longo prazo.

  • Foco nas Necessidades do Cliente: Identificação de demandas percebidas ou não por ele.

  • Foco em Resultados: Atividades pré e pós-eventos para definir metas e mensurar os resultados atingidos.

  • Conectividade: Definir programas que atendam integralmente várias áreas da empresa

  • Proatividade: Identificação de problemas potenciais e proposição de soluções via treinamento ou outras abordagens complementares.

  • Singularidade: Proposição de soluções customizadas decorrente do profundo conhecimento do negócio  do cliente pela consultoria.

  • Ausência de Pressão: Como não há um produto/serviço a ser “empurrado” para o Cliente, esse não sente a pressão que muitas vezes caracteriza a relação com as Consultorias.

DESVANTAGENS

O “treinamento consultivo” possui algumas desvantagens que não podem deixar de ser consideradas:

 

Ø       Demanda maior talento e tempo por parte das consultorias;

Ø       Exige pesquisa prévia sobre o Cliente e, por conseqüência, razoável investimento, sem garantia de retorno;

Ø       Demanda uma visão multidisciplinar dos negócios da Empresa-Cliente, nem

Ø       sempre disponível nas consultorias.

 

NOSSAS CONCLUSÕES

  • Treinamento consultivo” é o caminho mais curto para qualquer organização sair da “mesmice” que pode estar caracterizando seu processo de Educação  Corporativa.

  • O Cliente Interno será mais bem atendido.

  • A Área de treinamento mais respeitada.

  • A Consultoria terá sua atuação otimizada.

  • O trabalho, como um todo, agregará melhores resultados ao negócio.

 


Voltar