Edição Nº. 151 - 4 a 10 de Junho de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

Quer continuar a receber o Insight MVC? Faça seu recadastramento!!! Clique aqui

}

 Negociação Avançada - In company

}

 Gestão do Tempo Avançado - In company

}

 Melhoria de Performance - Pocket MBA

}

 Treinamento por Massa Crítica

}

 Transformando Planos em Resultados

}

 Certificação e Performance

}

 Universidade Corporativa de Vendas

}

 Conheça o Novo Site do Instituto MVC
 

 }} Treinamento / RH

 E os Pacotes?

A palavra pacote tornou-se estigmatizada e temida pelos profissionais de treinamento e recursos humanos. O propósito deste artigo é o de analisar os pacotes, mostrando seus aspectos positivos e negativos, as situações em que são mais ou menos adequados e o que pode e deve ser feito para administrar uma realidade de mercado em que os pacotes estão cada vez mais presentes.

Veja mais

 L. A. Costacurta Junqueira
 

}}

 Vídeo Palestra

}} Criatividade e Inovação

Decisões Estratégicas    Inovação: Implantação de uma Cultura Organizacional

 

Ao sair da Era Moderna para o que chamamos de Era Pós-Moderna vemos que, na primeira, o que persistia era o padrão, o paradigma, a semelhança. Acabou. A segunda está nos dizendo que não existe mais padrão, paradigma e semelhança. A onda da implantação de uma cultura Organizacional em criatividade está chegando ao Brasil. Aqui percebemos as coisas rapidamente, mas tomamos providências lentamente. Um dia vamos ver a importância disto e fazer um trabalho sério e para valer.

Veja mais
 

}}

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson, Vivian Lopes e Consultores do Instituto MVC.

 

 

 

  Você recebe mais de um Insight MVC? Cancele aqui seu E-mail duplicado
  Quer receber ou continuar a receber o INSIGHT MVC? É gratuito, Clique aqui e cadastre-se!
 

Edições anteriores, clique aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TREINAMENTO / RH

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

 

Luiz Augusto Costacurta Junqueira

Chief Executive Officer do Instituto MVC

Autor do livro Cada Empresa tem o Consultor que Merece

 

 

E OS PACOTES?

 

 

A palavra pacote tornou-se estigmatizada e temida pelos profissionais de treinamento e recursos humanos.

 

Tornou-se lugar comum ouvirmos referências pouco elogiosas e programas/pacotes ou empresas de consultoria que trabalham com pacotes.

 

O propósito deste artigo é o de analisar os pacotes, mostrando seus aspectos positivos e negativos, as situações em que são mais ou menos adequados e o que pode e deve ser feito para administrar uma realidade de mercado em que os pacotes estão cada vez mais presentes.

 

O que determina se um programa de desenvolvimento gerencial é adequado ou tem condições de dar certo, não é o fato de ser ou não pacote, mas sim:

  • A entidade executora ter uma experiência comprovada no assunto (consultas a clientes anteriores é fundamental, inclusive indagando sobre eventuais fracassos)

  • Uma postura de flexibilidade para se fazer o que o cliente necessita e não o que a consultoria dispõe.

  • A entidade executora esteja atualizada relativamente ao assunto em questão (viagens referentes ao exterior, participação em eventos como expositor, são alguns indicadores).

  • A possibilidade de se estabelecer um vínculo tangível do programa com o planejamento global da empresa.

  • Que as partes envolvidas: consultoria, unidade de RH, participantes e respectivas chefias, tenham uma expectativa comum em termos de conteúdo e produto final.

  • Que a metodologia adotada possa orientar a abordagem teórica e experiências práticas para a solução de problemas específicos do grupo e da empresa contratante e isto, sempre que possível, durante a duração do próprio programa.

  • Que haja um equilíbrio metodológico entre aspectos comportamentais e técnicos (cognitivos).

  • Que esteja sempre presente a idéia de que o programa não termina com o fim do Seminário e que haja uma série de atividades de follow-up com o grupo, inclusive para se medir a relação custo/benefício.

  • Que a consultoria deixe sempre claro quais são as bases teóricas do programa e quais as expectativas possíveis de serem atingidas, realisticamente.

  • Que haja um envolvimento efetivo da Diretoria da empresa no planejamento, execução e avaliação do programa.

 

Pelo que foi exposto pode-se concluir que pacote ou não, o programa que respeitar os itens anteriores tem enormes possibilidades de dar certo.

 

É sempre bom lembrar que o pacote representa:

  • Experiência acumulada

  • Resultados mais previsíveis

  • Possibilidade de se conhecer previamente o que vai ser abordado

  • Comparatividade com o que já foi realizado para outras empresas

  • Um custo às vezes mais baixo, pois parte da etapa de planejamento já foi amortizada

 

O lado escuro do pacote é representado por:

  • Baixa flexibilidade para alterações e adaptações à realidade da empresa (especialmente os importados)

  • Uma solução única e uniforme para todos os problemas da empresa

 

Constatamos que boa parte dos profissionais de recursos Humanos reage ao pacote essencialmente por ser algo conhecido, previsível.

 

A inovação “representada pelos chamados sob medida” não é necessariamente positiva, há que se medir sempre os resultados de sua execução; o mesmo, evidentemente, se aplica aos pacotes.

 

E quando os pacotes não são adequados?

  • Quando o problema é fundamentalmente comportamental

  • Quando pacotes anteriores não deram certo para a solução do problema em questão

  • Quando não se identifica flexibilidade por parte do consultor que vai dar o programa

  • Quando a empresa não sabe exata e efetivamente o que quer, mesmo com a ajuda do consultor

 

Finalizando, lembramos que sempre haverá lugar para os pacotes e os programas sob medida. O ideal talvez seja, optar pelos pacotes sob medida, ou seja, contratar programas que já foram executados tantas vezes que a experiência acumulada poderia render dez dias de Seminário, quando o que se demanda é algo por volta de três dias. A sabedoria consistirá em pinçar dentre os dez dias, aquilo que mais se adequar às necessidades da empresa e se montar um programa de três dias. (a quatro mãos)


Voltar