Edição Nº. 163 - 3 a 9 de Setembro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 Gestão do Tempo em Vendas

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 Coaching em Vendas

 

 Comunicações Assertivas 

 

 Resolução Criativa dos Desafios

 

 Reuniões - 2 Versões

 

 MITOdoLOGIA e Inovação

 

 How to be Market Oriented 

 

 Coaching Técnicas de Apresentação
 

 }} Apresentações: E a sua voz?

 Sua Voz Comunica?

A voz é o espelho vocal da personalidade humana. Ela é um dos instrumentos de influência mais eficaz nas comunicações humanas, junto com os gestos. É muito poder para ser desperdiçado. Qualquer deslize e as pessoas já percebem alguma característica negativa no apresentador. Uma das mais notadas é a falta de convicção quando o comunicador fala. Perceba que há uma diferença entre asserção e imposição. A primeira é positiva e traduz a certeza baseada no estudo, na reflexão e na comprovação. A segunda, apenas autoritarismo.


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 Eunice Mendes

 

}} Palestra do MVC no CBTD 2008

}} As Gerações e a Flexibilidade

Como Vender T&D para Dentro da Organização:
Uma Abordagem Consultiva

 

Será que daremos conta do recado? Que recado?

Tivemos o prazer de receber da ABTD a confirmação de nossa apresentação de um trabalho técnico no CBTD 2008 - Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, a ser realizado em Santos / SP (Mendes Convention Center), de 02 a 05 de Dezembro de 2008. Nossa Palestra será no dia 03 de Dezembro de 2008 (Quarta-Feira), das 14:30 às 16 horas (90 minutos de duração). Saiba +

 

 

Fico me perguntando se como gestores comerciais nós, da geração Baby Boomers e da geração X, estamos preparados para vender e gerenciar pessoas da geração Millenium. Você sabe ligar um iPod? Pelo menos sabe o que é um? Tem uma página no Orkut? Domina com facilidade um Black Berry? Sabe usar mais de 5 funções do controle remoto do seu DVD? Tenho a sensação de que as coisas que teremos que aprender para gerenciar e vender são infinitas. Mas por onde começar?


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JB Vilhena

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  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
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APRESENTAÇÕES: E A SUA VOZ?

 

 

 

 

 

 

 

 

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EUNICE MENDES

Consultora Sênior do Instituto MVC

Autora de três livros, entre os quais “Fala bem é Fácil”

 

 

SUA VOZ COMUNICA?

 

  • Que som é este que sai de mim, ora como murmúrio ora como risada?

  • Que som é este que passa pelas veias da minha pele e se espalha pelo meu corpo como música em noite de festa?

  • Que som é este que sabe de mim mais do que eu mesmo e conta ao mundo os meus desejos mais secretos?

  • Que som é este que sendo a minha voz imprime em cada fala o meu traço, o meu riso, a minha dor e o meu compasso?

  • Que esta voz, que sou eu, me represente com a sensibilidade dos poetas e a alegria das crianças que brincam de roda nas calçadas do mundo!

  • Que esta voz, tão particular e tão minha, seja a ponte certa até à mente e o coração das pessoas!

 

A voz é o espelho vocal da personalidade humana. É o símbolo que nos apresenta ao mundo por meio dos sons. É a nossa carteira de identidade vocal. Ela é única em suas vibrações, cor, tons, sabor, textura e musicalidade.

 

Por meio da voz traduzimos quem somos, o que sentimos e como enxergamos o mundo. Por meio dela é  possível detectar as sombras e a luminosidade de cada um. A voz é uma arma poderosa.

 

Ela é um dos instrumentos de influência mais eficaz nas comunicações humanas, junto com os gestos. É muito poder para ser desperdiçado. Qualquer deslize e as pessoas já percebem alguma característica negativa no apresentador. Uma das mais notadas é a falta de convicção quando o comunicador fala. Perceba que há uma diferença entre asserção e imposição. A primeira é positiva e traduz a certeza baseada no estudo, na reflexão e na comprovação.  A segunda, apenas autoritarismo.

 

Conhecer a própria voz é conhecer um pouquinho da própria alma. A voz desnuda nossas angústias, sonhos, alegrias e intenções. Ela imprime publicamente uma parte do território das características individuais. Quem busca o autoconhecimento tem na voz que o integra ao mundo uma ferramenta especial que mostra traços importantes de seu ser.

 

Utilizando a voz como instrumento, construímos a nossa fala com todos os matizes que nos distinguem como personagens únicos da nossa história.

 

 

Nossa melhor voz, nossa melhor comunicação.

 

Não precisamos permanecer com as vozes que sempre tivemos. Às vezes, por imitação e hábitos nocivos vamos incorporando formas errôneas de falar, pronúncias defeituosas, muletas verbais, que servem de obstáculos às nossas comunicações interpessoais e, conseqüentemente, às nossas vidas.

 

Reconhecer a voz que temos, identificar seus pontos fortes e frágeis, aperfeiçoá-la em sua expressividade, faz parte da estruturação mais positiva da auto-imagem.

 

Se a voz que temos hoje não nos agrada por estar desvitalizada e insegura, isso não precisa ser eterno. Somos julgados e avaliados a cada instante da nossa vida, também pelos sons que emitimos. Precisamos buscar uma voz que agrade nossos ouvidos e os ouvidos alheios.

 

O que falamos é importante, mas o que dá credibilidade à mensagem é a harmonia e a coerência entre o que se diz e a forma como a voz transmite a informação. A qualquer deslize entre conteúdo e forma, o “como” dizemos ganhará muito mais espaço na avaliação do receptor.

 

A mudança começa, é claro, em nós mesmos, no trabalho voltado à auto-imagem e à auto-estima e isso terá uma conexão direta com a voz. Muda o homem, muda a sua voz! Não temos uma voz. Somos uma voz! E a nossa imagem social é muito afetada de forma positiva ou negativa pelo som de nossa voz.

 

Resgatar a voz verdadeira, com todo o potencial que ampliará as habilidades de comunicação, é realizar um inventário pessoal que pode nos fornecer trilhas altamente significativas para o encontro de uma imagem vencedora.

 

A Voz: Um instrumento musical

 

Pense na voz como um instrumento musical: Você já percebeu o que ocorre quando ouvimos uma boa música?

 

É difícil traduzir, pois aquele conjunto harmonioso nos toca e nos sensibiliza a ponto de mudarmos nosso estado emocional, e até mesmo o ambiente em que estamos adquire outras características.

 

Guardadas as devidas proporções, a voz pode conter alguns dos elementos que caracterizam a boa música. Em primeiro lugar, é necessário a pessoa saber o que vai ser dito, pelo menos em ocasiões formais. É uma obra que precisa ser construída por partes, tal como a música. Além disso, essas partes não podem ser ditas de uma mesma maneira. Como os refrões, há trechos que merecem algum destaque e, em muitos casos, devem ser repetidos.

 

Em seus discursos procure identificar quais são os momentos que pedem maior ou menor intensidade. Utilize-os para quebrar a monotonia e destacar, por meio da voz, os pontos que considera principais.

 

Procure interpretar o que você diz, do mesmo modo que ocorre com uma música. Ela nunca é igual quando executada por artistas diferentes. Sempre há um traço que os personaliza. Procure fazer o mesmo com sua voz em seus discursos. Ache um estilo próprio que o destaque no meio da multidão.

 

Faça uso do silêncio. Coloque ritmo no que você disser, distribuindo pausas em momentos estratégicos. Aproveite-as para não perder o domínio sobre a voz. Pelo contrário, o uso correto desse mecanismo possibilita o controle das ações e a reflexão constante sobre o que está sendo dito.

 

E, por último, tente deixar sua voz o mais harmoniosa possível. Como na música, harmonia significa dispor de forma adequada as partes de um todo.

 

Por que cuidar da voz?

 

Para o profissional que deseja falar em público, muitos são os cuidados que se deve ter para tornar a apresentação agradável.

 

Muitas vezes, não temos consciência de como a voz é produzida e do que podemos fazer para melhorá-la. Cuidar da voz significa utilizá-la de forma adequada, servindo-se corretamente dos órgãos que produzem o som. Devemos conhecer melhor o processo de criação da voz para podermos corrigir possíveis deslizes.

 

Cuidar da voz é ir ao encontro do que a natureza quer, é respeitar e seguir o máximo possível a respiração correta e a emissão dos sons, obtendo o melhor rendimento com o mínimo de esforço possível. E isso requer domínio progressivo das emoções, já que estas interferem diretamente na fabricação da voz.

 

O uso adequado da voz permite que se chame a atenção naturalmente das pessoas ao nosso redor. É um dos elementos que contribuem para facilitar a interação e até mesmo a empatia. Juntamente com o conteúdo e a linguagem corporal, a voz é importante para que a mensagem seja compreendida.

 

No ambiente profissional, a voz pode nos ajudar em inúmeras situações. Em qualquer circunstância é possível transmitir confiança, liderança, credibilidade, assertividade. Não são raros os profissionais com inúmeras qualidades que não conseguem demonstrá-las por motivos associados à voz.

 

A excelência na transmissão dos sons propicia o fortalecimento positivo da auto-imagem. Falando bem, percebe-se que as pessoas dão mais atenção ao que dizemos, e conseqüentemente o conteúdo poderá ser avaliado e julgado. Ou seja, estaremos mais presentes nos acontecimentos.

 

A capacidade de persuasão aumenta consideravelmente quando a voz é clara e bem definida e isso intensifica a compreensão da mensagem.

 

Cuidemos da voz como quem afina um instrumento precioso, pois investindo no aprimoramento vocal teremos maiores condições de sucesso profissional!

 

 


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AS GERAÇÕES E A FLEXIBILIDADE

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JB Vilhena

Presidente do MVC,

Autor do livro Negociação e Influência em Vendas,

Coordenador da área Comercial dos MBAs Executivos da FGV

 

 

SERÁ QUE DAREMOS CONTA DO RECADO? QUE RECADO?

 

 

Nasci em 1962. Cresci, como todos de minha época fazendo coisas esquisitas, tais como:

 

a)     Várias vezes deixei de sair porque estava esperando um telefonema;

b)     Aprendi a fazer contas utilizando um ábaco (será que alguém ainda lembra o que era isso?)

c)     Li toda a coleção do Sítio do Pica-pau Amarelo;

d)     Também li Eça de Queiroz e Jorge Amado.

 

Minhas filhas nasceram respectivamente em 1989 e 1991. Elas jamais tiveram que ficar em casa para esperar um telefonema. Nunca viram um ábaco e assistiram diversos capítulos do Sítio do Pica-pau Amarelo, mas na televisão.

 

Sou parte de uma geração chamada de Baby Boomers. Minhas filhas são da geração Milenium. Entre eu e elas há, ainda, uma outra – formada pelas pessoas nascidas entre 1964 e 1980 – que é chamada de geração X.

 

Fico me perguntando se como gestores comerciais nós, da geração Baby Boomers e da geração X, estamos preparados para vender e gerenciar pessoas da geração Millenium.

 

Você sabe ligar um iPod? Pelo menos sabe o que é um? Tem uma página no Orkut? Domina com facilidade um Black Berry? Sabe usar mais de 5 funções do controle remoto do seu DVD?

 

Tenho a sensação de que as coisas que teremos que aprender para gerenciar e vender são infinitas. Mas por onde começar?

 

Em primeiro lugar é preciso conhecer mais profundamente a sociologia, para poder entender como as pessoas se comportam, quando em sociedade. Depois é preciso conhecer melhor as diversas aplicações que a convergência entre a informática e as telecomunicações estão tornando possível. Também vale a pena conhecer um pouco melhor as principais tendências da economia, pois afinal ainda precisaremos continuar nos preocupando com ganhar dinheiro para pagar as contas.

 

Minha tentação é dizer que também é necessário estudar psicologia, física e um pouco de medicina. Mas você já deve ter percebido aonde vamos chegar com essa conversa. É completamente impossível se manter atualizado em tudo o que será preciso conhecer para viver o mundo moderno. O que fazer?

 

Eu creio que a melhor opção seja que nos tornemos observadores atentos e interessados em tudo que for possível aprender. Assim sendo, parece que é preciso que nosso modelo mental seja suficientemente aberto para poder assimilar, sem grandes estruturações, a realidade a nossa volta.

 

A palavra-chave para isso é flexibilidade. Temos que aprender a ser menos apegados a nossas experiências do passado, preservar a abertura ao novo, ouvir antes de falar.

 

Talvez mais importante do que estudar cada uma das ciências que mencionei acima possa ser estar permanentemente plugado a internet, ter acesso ao You Tube ou ainda tentar ler os principais blogs do momento. Realmente eu não sei a resposta.

 

Se quiser pensar um pouco mais sobre essa questão, me mande um e-mail e eu te envio um artigo que escrevi há algum tempo, falando sobre o paradoxo que é a experiência.

 

 

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PALESTRA DO MVC NO CBTD 2008

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Tivemos o prazer de receber da ABTD a confirmação de nossa apresentação de um trabalho técnico no CBTD 2008 - Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, a ser realizado em Santos / SP (Mendes Convention Center), de 02 a 05 de Dezembro de 2008.

Nossa proposta foi selecionada, na modalidade Palestra, para apresentação no dia 03 de Dezembro de 2008 (Quarta-Feira), das 14:30 às 16 horas (90 minutos de duração).

O processo de escolha foi muito difícil, o que demandou da ABTD mais de 80 horas de trabalho de toda a comissão científica, além de 8 reuniões presenciais!. Foram recebidas 303 propostas e selecionadas 68 atividades.

 

Como Vender Treinamento e Desenvolvimento para Dentro da Organização: Uma Abordagem Consultiva
 

 

Descrição da Atividade:

 

Será que os profissionais de Treinamento e Desenvolvimento sabem vender internamente os produtos que desenvolvem? Será que sabem comprar as melhores soluções para as suas áreas-cliente? Atualmente são consideradas estratégicas todas as áreas que contribuem para o sucesso da organização. Será que Treinamento e Desenvolvimento, realmente, é considerada uma área estratégica pela maioria das empresas? Por que não? É inegável que os profissionais de Treinamento e Desenvolvimento se tornam cada vez mais competentes para levantar as necessidades de suas áreas clientes. Também não se pode negar que os programas são cada vez mais aderentes às necessidades detectadas. Mas o grande desafio é fazer com que as áreas-cliente realmente se convençam de que aquela ação proposta vai ajudá-las a atingir seus objetivos de forma inovadora ou mais rápida, ou mais barata. Através de exemplos de casos de sucesso e de fracasso os apresentadores vão demonstrar aos participantes dessa sessão como é possível para a área de Treinamento e Desenvolvimento utilizar técnicas de vendas visando tornar mais atraentes as ofertas de solução que desenvolvem.


Objetivos:

  • Instrumentar os participantes para exercício de uma postura consultiva na relação com os clientes internos.

  • Explorar alternativas para identificação de objetivos imediatos e mediatos de seus clientes, bem como definir interações que possam ir além daquelas identificadas nas relações tradicionais treinamento/cliente interno.

  • Tornar o processo de entrega de treinamento um momento para identificação das possibilidades de alavancagem de novos negócios.

 

Palestrantes:

 

Luiz Augusto Costacurta Junqueira, CEO e Sócio Consultor Sênior do INSTITUTO MVC. Administrador pela FGV, Coordenador dos projetos de Educação Corporativa, E-Learning e Consultoria em Desenvolvimento de Talentos Humanos. Seminários e Palestras nos EUA, Portugal, Uruguai e Paraguai. Conferencista da ASTD, American Society for Training and Development, com o tema 'Como Vender Treinamento para Mercados Latino-americanos', do CBTD (Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento) - CRIARH - ABTD. Autor de sete livros, entre os quais Negociação Tecnologia e Comportamento (183.000 exemplares vendidos) e Cada Empresa tem o Consultor que Merece.

João Baptista Vilhena, Presidente e Sócio Consultor Sênior do Instituto MVC. Vinte e seis anos de experiência profissional em Treinamento, Consultoria e Coaching, nas áreas de Educação, Gestão, Marketing, Negociação, Vendas e Distribuição. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. Já ate ndeu mais de 100 empresas nacionais e multinacionais de diversos setores. Como palestrante participou de importantes eventos nacionais e internacionais, tais como ASTD (American Society for Training and Development) nos EUA em 2006 e 2007 - CBTD (Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento) - CRIARH - ABTD - ExpoVendaMais. Coordenador acadêmico do MBA em Gestão Comercial da FGV. Colunista da Revista VendaMais, escreve regularmente artigos e resenhas em veículos especializados.  

 

 

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