Edição Nº. 166 - 24 a 30 de Setembro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 }} Técnicas de Apresentação

 Como evitar erros nas apresentações

Todo apresentador fica muito exposto. Do primeiro ao último momento, tudo nele é observado e avaliado.

Reunimos aqui as principais gafes cometidas por apresentadores. Elas acabam destruindo as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem e impedindo uma sintonia efetiva com o público.

Os erros podem ocorrer em três dimensões: Comunicação Oral, Não Verbal e Interpessoal.

 


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 Eunice Mendes

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}} Técnicas de Venda

Avaliando o Planejamento Estratégico de RH

 

Coca-Cola x Sonho de Valsa

Assista a Palestra do Consultor do MVC, Américo Marques Ferreira e saiba como Avaliar o Planejamento Estratégico de RH da sua Organização. Esse vídeo foi gravado durante o evento realizado para a ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento.

 

O que é mais fácil: vender Coca-Cola ou bombom Sonho de Valsa? Eis aí uma pergunta difícil de responder, pois ambas são marcas líderes de mercado. E o que é mais difícil? vender Fanta Uva ou chocolate Crunch? Essa resposta é fácil, pois vender qualquer um dos dois “é osso puro”. É claro que qualquer vendedor sempre preferirá oferecer marcas líderes para seus clientes. São mais fáceis de vender, exigindo menor pressão e tornando a venda menos desgastante.

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JB Vilhena

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  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson, Vivian Lopes e Consultores do Instituto MVC.

 

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TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

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EUNICE MENDES

Consultora Sênior do Instituto MVC

Autora de três livros, sendo o mais recente “Falar bem é Fácil”

 

 

COMO EVITAR ERROS NAS APRESENTAÇÕES

 

 

Todo apresentador fica muito exposto. Do primeiro ao último momento, tudo nele é observado e avaliado.

 

Reunimos aqui as principais gafes cometidas por apresentadores. Elas acabam destruindo as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem e impedindo uma sintonia efetiva com o público.

 

Todo comunicador deve evitá-las a qualquer custo.

 

A) Na comunicação oral

 

-    Falar muito baixo ou muito alto.

-    Falar muito depressa ou muito devagar.

-    Falar com voz estridente.

-    Falar em tom monótono, sem modulação.

-    Diminuir o volume da voz no final de frases.

-    Falar como um ‘robô’.

-    Omitir “s” e “r” finais.

-    Usar muitos termos estrangeiros.

-    Pronunciar incorretamente os termos estrangeiros.

-    Ser repetitivo(a) ou monossilábico(a).

-    Expressar-se sem objetividade e clareza.

-    Usar termos técnicos para um público leigo.

-    Usar argumentos inconsistentes e genéricos.

-    Perder-se em detalhes.

-    Abusar das citações.

-    Utilizar vícios de linguagem: ‘Tá?’; ‘Né?’; ‘Ok?’; ‘Certo?’; ‘Entendeu?’; ‘Percebe?’; ‘É isso aí!’; ‘Tipo assim... ’; ‘A gente’; ‘Acho que... ’. A nível de “...

-    Repetir as mesmas coisas, mesmo que de formas diferentes ou usar pleonasmos tais como: ‘elo de ligação’; ‘novo lançamento’; ‘acabamento final’; ‘certeza absoluta’, ‘sintomas indicativos’; ‘detalhes minuciosos’; ‘encarar de frente’; ‘multidão de pessoas’; ‘retornar de novo’; ‘surpresa inesperada’; ‘escolha opcional’ e ‘planejar antecipadamente’.

-    Usar diminutivos que reduzam a força da mensagem.

 

 

Alguns erros de pronúncia muito comuns:

 

CERTO

ERRADO

sobrancelha

sombrancelha

desequilíbrio

desiquilíbrio

meteorologia

metereologia

asterisco

asterístico

aura

áurea

interveio

interviu

invocar

evocar

meio cansada

meia cansada

os óculos

o óculos

beneficente

beneficiente

empecilho

impecilho

invólucro

envólucro

privilégio

previlégio

frustrado

frustado

vultoso

vultuoso

advogado

adevogado

 

B) Na comunicação não-verbal

 

-    Manipular objetos (caneta, chaveiro, crachá, gravata etc.).

-    Ajeitar os cabelos e os óculos.

-    Coçar-se.

-    Prender as mãos nas costas.

-    Roer unhas.

-    Cruzar os braços.

-    Enfiar as mãos nos bolsos.

-    Apoiar as mãos na cintura.

-    Apoiar-se nos móveis. 

-    Olhar para o chão ou para o teto.

-    Olhar muitas vezes para o relógio.

 

C) Na comunicação interpessoal

 

-    Ser egocêntrico.

-    Usar a comunicação como forma de poder.

-    Ignorar as perguntas da platéia.

-    Ser impaciente.

-    Fornecer informações incorretas.

-    Interromper o interlocutor, desrespeitando a sua vez de falar.

-    Revelar preconceitos.

-    Chegar atrasado(a) para a apresentação.

-    Demonstrar preferências pessoais.

-    Receber as perguntas da platéia como se fossem uma ofensa pessoal.

-    Ignorar a linguagem corporal dos espectadores.

 

Faça, agora, sua auto-análise

 


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TÉCNICAS DE VENDA

 

 

 

 

 

 

 

 

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JB Vilhena

Consultor Sênior do MVC,

Coordenador dos programas de Gestão Comercial da FGV

 

 

COCA-COLA X SONHO DE VALSA

 

 

O que é mais fácil: vender Coca-cola ou bombom Sonho de Valsa? Eis aí uma pergunta difícil de responder, pois ambas são marcas líderes de mercado. E o que é mais difícil: vender Fanta Uva ou chocolate Crunch? Essa resposta é fácil, pois vender qualquer um dos dois “é osso puro”.

 

É claro que qualquer vendedor sempre preferirá oferecer marcas líderes para seus clientes. São mais fáceis de vender, exigindo menor pressão e tornando a venda menos desgastante. Por outro lado as empresas têm todo o interesse em vender suas demais marcas, que normalmente oferecem maiores margens de contribuição, pois demandam menos investimentos de marketing. Face a esses interesses contraditórios fica a pergunta: Como fazer para que o vendedor se empenhe na mesma intensidade para vender tanto a marca líder quanto as demais?

 

Uma resposta é pagar de forma diferenciada pela venda de uma e de outra. Podemos, por exemplo, estabelecer percentuais diferentes de comissionamento para cada uma. Também podemos gerar incentivos extras para aumentar a venda das marcas menos desejadas. Oferecer a famosa “dúzia de quinze” (o cliente recebe 15 unidades do produto mas paga apenas por 12), garantir a recompra do que não for vendido, ajudar a gerenciar os estoques evitando perdas por vencimento do prazo de validade e vendas consignadas de determinados itens menos procurados são apenas alguns exemplos sobre como estimular o cliente a comprar mais de um determinado produto.

 

Mas e se o problema não for a existência de diversas versões de uma mesma categoria de produtos, mas sim a existência de categorias diversas de produtos com preços e posicionamento diferentes? Imaginem um distribuidor de bebidas alcoólicas que comercializa desde o mais fino champagne francês até a boa e velha aguardente de cana. Será que ele pode utilizar a mesma equipe para vender os dois produtos? Será que o varejo que comercializa champagne sofisticado compra segundo a mesma lógica do botequim de esquina, que faz da “branquinha” a isca para venda dos mais variados tira-gostos?

 

Pessoalmente eu acho muito arriscado colocar um mesmo profissional para vender produtos “de A a Z”. Se somos cada vez mais dependentes de boas estratégias de segmentação de mercado e posicionamento de produtos, me parece, no mínimo, temeroso pensar que uma única pessoa pode ser dotada de tamanha versatilidade que lhe permita adequar-se a qualquer tipo de cliente.

 

Em artigo que escrevi há alguns anos atrás mencionei a chamada Venda Adaptativa. Nessa modalidade de abordagem um dos maiores desafios da venda é adequar sua oferta à necessidade/desejo do comprador. Costumeiramente usa-se o modelo FAB (features, advantages, benefits) para tentar verificar qual a real necessidade de compra daquele com quem estamos negociando.

 

O que muitos se esquecem é que a personalidade da pessoa que compra pode afetar profundamente seu comportamento. Personalidade pode ser entendida como o conjunto de características, atitudes e hábitos que distinguem o indivíduo.  Embora determinar a personalidade do outro seja trabalho de especialista – normalmente profissionais da área de saúde, como psicólogos e psiquiatras – o vendedor competente pode buscar nesse campo de conhecimento alguns insights interessantes para aumentar a adaptabilidade de sua oferta.

 

Pessoalmente eu acredito que seja esse o caminho para verificar a adequação do vendedor as características do cliente. Se você quiser conhecer melhor os princípios da venda adaptativa, me mande um e-mail que terei o maior prazer em enviar para você o artigo que escrevi (mariateresa@institutomvc.com.br).

 


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