Edição Nº. 168 - 8 a 14 de Outubro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 Negociação e Influência em Vendas - Lançamento

 Palestras para o Final de 2008

 

 Livros: O Melhor Brinde de Final de Ano

 

 Comunicação Eletrônica - Novas Palestras

 

 Custos de Consultoria - Pesquisa IBCO

 

 Comunicando p/ ConVENCER - Consultoria/Trein.

 

 Coaching em Vendas - Programa Individualizado

 

 Manual de Universidade Corporativa em Vendas
 

 }} Executivo: Qual é o seu QC? - Teste

 Executivo: Qual é o seu quociente de comunicação?

Como são suas apresentações em público?

Como você aproveita seus slides?

Seu negócio é apresentar slides ou convencer seus interlocutores?

Como o público recebe e reage às suas mensagens?

Você comunica para você mesmo ou para os outros?

Responda essas e outras perguntas para uma rápida avaliação.


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Fernando Andrade

}} Vídeo Palestra

}} Mundo Corporativo e a Espiritualidade

   

As Sete Leis Espirituais do Sucesso

 

Há quase 10 anos atrás, li o livro “As 7 Leis Espirituais do Sucesso”, escrito por DEEPAK CHOPRA. Naquela época, pouco se falava da espiritualidade no mundo corporativo. Recentemente, assisti ao DVD sobre o livro e foi interessante perceber como aquelas idéias perderam o cunho de ser apenas uma busca pessoal, e parecem, hoje, ser tão essenciais à sobrevivência neste ambiente competitivo.


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Denize Dutra

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 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson, Vivian Lopes e Consultores do Instituto MVC.

 

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EXECUTIVO: QUAL É O SEU QC? - TESTE

 

 

 

 

 

 

 

 

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FERNANDO ANDRADE

Consultor Sênior em Comunicação Eletrônica,

Autor de 11 livros sobre Produtividade nas Comunicações

 

 

EXECUTIVO: QUAL É O SEU QUOCIENTE DE COMUNICAÇÃO?

 

 

Como são suas apresentações em público?

Como você aproveita seus slides?

Seu negócio é apresentar slides ou convencer seus interlocutores?

Como o público recebe e reage às suas mensagens?

Você comunica para você mesmo ou para os outros?

 

Responda as perguntas abaixo para uma rápida avaliação.

 

1.     Qual a quantidade ideal de slides para uma apresentação de 30 minutos?

( A ) Até 5
( B ) Entre 5 e 10
( C ) Acima de 10

 

2.     Seus slides são didáticos? A platéia entende de fato o que você quer transmitir?

( A ) Freqüentemente
( B ) Às vezes
( C ) Raramente

 

3.     Seus slides permitem interação com a platéia?

( A ) Freqüentemente
( B ) Às vezes
( C ) Raramente

 

4.     Você percebe alguém com sono em suas apresentações?

( A ) Raramente
( B ) Às vezes
( C ) Freqüentemente

 

5.     Você consegue exibir no tempo previsto todos os slides preparados?

( A ) Freqüentemente
( B ) Às vezes
( C ) Raramente

 

6.     Quando termina uma apresentação, você fica com a sensação de que as pessoas ainda têm dúvidas?

( A ) Raramente
( B ) Às vezes
( C ) Freqüentemente

 

7.     Ao terminar uma apresentação, você sente que muitos pontos poderiam ter sido expostos de outro jeito?

( A ) Raramente
( B ) Às vezes
( C ) Freqüentemente

 

8.     As pessoas saem de suas apresentações com metas, idéias ou propostas?

( A ) Freqüentemente
( B ) Às vezes
( C ) Raramente

 

9.     Quanto tempo dura suas apresentações

( A ) Até 1 hora
( B ) Entre 1 e 2 horas

( C ) Acima de 2 horas

 

 

Interpretação dos resultados

 

Responda colocando o que realmente faz e não o que gostaria de fazer?

  • Atribua 3 pontos para cada alternativa A respondida

  • Atribua 2 pontos para cada alternativa B respondida

  • Atribua 1 ponto para cada alternativa C respondida

  • Acima de 23 pontos: suas apresentações e slides estão em um nível bom, você está no ponto exato para um refinamento de suas técnicas

  • Entre 22 e 16 pontos: suas apresentações e slides até funcionam, mas podem ser bastante aperfeiçoadas

  • Até  8 pontos: suas apresentações e slides não atingem os objetivos, é preciso trabalhar bastante técnicas de exposição, argumentação e até de controle do tempo

 

Mais Informações? Veja a palestra completa de nosso Consultor Sênior, FERNANDO ANDRADE. Clique aqui!

 


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MUNDO CORPORATIVO E A ESPIRITUALIDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

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Denize Dutra

Consultora Sênior do MVC

Professora dos MBAs Executivos da FGV

 

 

“AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO”

 

 

De forma muito simplista, o propósito maior de todo Ser Humano é ser feliz. Influenciados pelo contexto e valores da sociedade ocidental, inevitavelmente, acabamos relacionando a idéia de felicidade, ao sucesso.

 

Há quase 10 anos atrás, li o livro “As 7 Leis Espirituais do Sucesso”, escrito por DEEPAK CHOPRA. Naquela época, pouco se falava da espiritualidade no mundo corporativo. Recentemente, assisti ao DVD sobre o livro e foi interessante perceber como aquelas idéias perderam o cunho de ser apenas uma busca pessoal, e parecem, hoje, ser tão essenciais à sobrevivência neste ambiente competitivo e, na maioria das vezes, árido das organizações contemporâneas. Na realidade, são as leis da VIDA! Este artigo é uma reflexão sobre a relação das idéias dessa obra com a gestão das pessoas.

 

A primeira lei trata “da potencialidade pura”, que acontece quando descobrimos a nossa essência e reconhecemos as nossas infinitas possibilidades e o poder delas decorrente. Este poder magnetiza, atrai, cria vínculos. Esta lei depende do autoconhecimento, que hoje é tão valorizado no mundo corporativo, na medida em que nele se baseia o desenvolvimento pessoal, ou seja, o desenvolvimento de outras competências. Meditação, silêncio, atitudes contemplativas são algumas das formas de trilhar esse caminho.

 

A gestão de pessoas tem focado bastante sua atenção para estes aspectos, por meio de ações de desenvolvimento pessoal e, em especial, das lideranças, como importante fator de reconhecimento destas possibilidades.

 

A segunda é a lei “da doação”. O universo opera através de trocas de energia. ”O fluxo da vida nada mais é do que a interação harmoniosa de todos os elementos e de todas as forças que estruturam a existência.” Tanto nos relacionamentos interpessoais, como na gestão do conhecimento, cada vez mais, a troca é valorizada, pois a única forma de perpetuar, enriquecer, encontrar soluções é compartilhar, colaborar, doar aquilo que temos de melhor.

 

A terceira, a lei “do carma”, expressa no dito popular “você colhe aquilo que você semeia.” A melhor maneira de entender e utilizar a lei do carma é estar conscientemente alerta para as escolhas que fazemos a todo momento. Na verdade, é assumir a autoria da própria história, e isto impacta no como as pessoas se posicionam frente às constantes adversidades que a vida, dentro e fora das corporações, nos apresenta. Pessoas que não percebem e nem assumem suas escolhas passam a vida se vitimizando, como se, não tivessem escolhas!

 

A quarta a lei “do mínimo esforço”. Precisamos aprender e agir como a natureza: ela funciona sem esforço, sem ansiedade. A natureza simplesmente acontece. Nós gastamos muita energia desnecessária porque contrariamos a nossa própria natureza, a começar quando fazemos algo de que não gostamos, ou um trabalho que não tenha significado para a realização de nossa missão pessoal.

 

A quinta lei “da intenção e do desejo” fundamenta-se no fato de que a energia e a informação existem em toda parte da natureza. De acordo com esta visão quântica do universo, “a mudança consciente acontece através de duas qualidades inerentes à consciência: a atenção e a intenção. A atenção energiza e a intenção transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte em sua vida”. A intenção é o poder que move o desejo e organiza a sua realização.

Há muito tempo, organizações têm focado sua atenção nos aspectos motivacionais dos indivíduos, pautados pela ciência. Essa lei trata desta questão sob uma nova ótica. Muitas ferramentas usadas nos processos de coaching são baseadas nessa lei. Quando sugerimos que as pessoas desenvolvam suas metas, um plano de ação para atingirem seus objetivos, estamos usando a lei da intenção e do desejo.

 

A sexta lei espiritual do sucesso é a lei “do distanciamento”, segundo a qual, para se conseguir qualquer coisa na natureza é preciso desapegar-se dos resultados. Esta é a lei mais complicada de entender e de praticar, pois desapegar-se não significa abandonar a intenção e o desejo. Significa evitar a rigidez mental sobre como as coisas devem ser. Não forçar soluções de problemas, criando novos problemas. É ter a disponibilidade para aceitar a incerteza inerente à existência humana. Isto permite que enxerguemos possibilidades diferentes, de quando nos apegamos a determinado padrão de resposta, solução, expectativa.

 

A sétima, a lei do “darma” (palavra sânscrita que significa o propósito da vida): “Todos temos um dom singular ou um talento único para dar aos outros”.  O mundo corporativo sabe disto e seu grande diferencial competitivo está na capacidade de identificar, atrair, reter e desenvolver esses talentos, nesta era do capital humano. Felizmente, esta visão que antes se restringia àquilo que o ser humano pode colocar a serviço dos interesses e resultados organizacionais. Hoje, já não se trata do talento só intelectual, mas ele é entendido numa perspectiva mais holística, em que aspectos emocionais e espirituais são valorizados, pois impactam na realização pessoal, e isto, afeta os resultados, na maioria dos casos, medidos pelo lucro.

 

Esta lei está relacionada ao significado do trabalho, porque se o trabalho não estiver alinhado com o propósito maior da existência, ele não será uma fonte de realização pessoal. Na medida em que, na maior parte de nossa existência, trabalhamos, esta é uma questão decisiva na concepção do que seja sucesso.

 

Neste ponto, o principal aspecto é a pessoa perceber que este talento só faz sentido se estiver a serviço da humanidade. Quando você combina a capacidade de expressar seu talento único com os benefícios da humanidade, está fazendo pleno uso da lei do “darma”.

 

Pela influencia de nossa cultura ocidental, buscamos sempre no caminho das ciências, as respostas e soluções para as importantes questões do mundo moderno, inclusive para os negócios. Com a aproximação da cultura oriental, da filosofia, dos estudos focados na espiritualidade, começamos a perceber que esta fantástica teia do conhecimento, sob um olhar multidisciplinar e multidimensional, contribui para que os indivíduos alcancem o autodomínio e entendam que são “seres espirituais passando por experiências humanas” e não ao contrário, seres humanos vivendo experiências espirituais.

 


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