Edição Nº. 170 - 22 a 29 de Outubro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 Gestão e Prevenção de Crises - Pocket MBA

 O Executivo e a Comunicação via Slides

 

 Negociação em Vendas

 

 Banco de Dados sobre Treinamento - BDWec

 

 Manual de Univ. Corp. | Manual de Negociação

 

 Vendas através da PNL

 

 Competência de Multiplicação - Programa Novo

 

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 Oficina de Textos - Comunicação Escrita 

 

 Salada de Frutas: Jogo de Vendas - NOVO
 

 }} Crise e Treinamento

 Crise: Esse filme eu já vi!

Nossa idéia aqui é a de apresentar um pouco do que aprendemos com as crises que já aconteceram no passado e suas implicações para a área de T&D. Crises têm uma dimensão irracional que provoca a “saída dos eixos” nas pessoas ansiosas, pessimistas, avessas ao risco etc. Por outro lado a reatividade costuma ser o lugar comum de nosso comportamento diante dessas crises. Quem se antecipa a um problema certamente possui mais munição para resolver o que vier daí para frente. Não esquecer de que não existem crises sem fim; chega um momento em que tudo volta ao azul.

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 Luiz Augusto Costacurta Junqueira

}} Vídeo Palestra Completa

}} Fofocas e Clima Organizacional

   

Fofoca x Clima

 

Com base nas últimas Pesquisas de Clima Organizacional realizadas em organizações de diversos portes e operando em muitas cidades do Brasil, com cerca de 5.000 pessoas envolvidas, podemos afirmar que “quanto melhor for o clima organizacional, menos fofocas e boatos existirão”.

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Marcelo Boog

}} Vídeo Palestra

}} Apresentações

   

Universidade Corporativa - To be or not to be

 

Esta apresentação deve ser encarada como uma síntese preliminar de todas as etapas para futura implantação de uma Universidade Corporativa. Seu outro objetivo é ajudar as empresas a questionar a necessidade ou não de se desenvolver uma Universidade Corporativa.

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 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson, Vivian Lopes e Consultores do Instituto MVC.

 

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CRISE E TREINAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

 

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LUIZ AUGUSTO COSTACURTA JUNQUEIRA

CEO do Instituto MVC,

Diretor do IBCO, autor de 11 livros

 

 

CRISE: ESSE FILME EU JÁ VI!

    

 

Crise é igual a oportunidade!

 

É na crise que se conhece um executivo!

 

Importante é identificar e punir os culpados!

 

Não se assuste caro leitor. Não vamos voltar ao lugar comum.

 

Nossa idéia aqui é a de apresentar um pouco do que aprendemos com as crises que já aconteceram no passado e suas implicações para a área de T&D. Crises têm uma dimensão irracional que provoca a “saída dos eixos” nas pessoas ansiosas, pessimistas, avessas ao risco etc. Por outro lado a reatividade costuma ser o lugar comum de nosso comportamento diante dessas crises. Quem se antecipa a um problema certamente possui mais munição para resolver o que vier daí para frente. Não esquecer de que não existem crises sem fim; chega um momento em que tudo volta ao azul.

 

Em primeiro lugar, vamos pensar nas causas da crise, depois em suas conseqüências. Identificando essas causas, as soluções ficam mais claras, rápidas e duradouras. Alternativas de solução aplicadas sobre os efeitos da crise podem mascarar o problema, tal como tomar comprimidos para curar um câncer.Vale mencionar que aceitar que temos algo errado já é o primeiro passo para  uma solução

 

Crises são momentos em que a geração de confiança é algo fundamental para não contaminar as relações. Cumprir prazos, dizer o que pensa e sente, aceitar as diferenças individuais e compartilhar as informações torna-se algo crítico. Sem confiança o trabalho em equipe, as soluções de consenso, a troca de informações ficam inviáveis.

 

Lembrar-se de que na crise tudo passa a ser mais negociável, a “pechincha” mais aceitável, a “cara de pau” é aceita sem mais delongas. Quer melhor momento do que esse para conseguir maiores concessões de seus fornecedores?

 

Também as margens de negociação se tornam mais longas, nossa perspectiva temporal muda; do “para ontem” passamos “para o anteontem”. Quem é mais rápido no gatilho vence o duelo. Quem sabe esperar compra melhor.

É um caso típico em que o poder mudou de lado.

 

Se você tem o hábito de ser o profeta da catástrofe, tome cuidado! Assim fazendo você entra, de novo, na vala comum. Procure ver e divulgar aspectos, informações positivas. Todos vão de lembrar mais de você. Um comportamento contrário afasta as pessoas de suas relações. Uma postura consultiva, de solucionador de problemas, se torna mais eficaz.

 

A tendência maior de todos é de pensar e agir mais a curto prazo na busca de resultados tangíveis (mais quantitativos do que qualitativos). Chamamos tal comportamento de “síndrome do papel higiênico”; compramos um artigo inferior, para termos / divulgarmos reduções de custos. Isso cheira a desespero. Aqui vale, mais do que nunca, o princípio de Pareto: 20% de nossas ações são responsáveis por 80% de nossos resultados.

 

Seu tempo está sobrando? Pense em fazer aquilo que deixava de lado quando não tinha tempo. Volte a pensar um pouco em sua família, dedique mais tempo para o benchmarking, aumente seu networking, fique mais “visível” para sua empresa e para o mercado.

 

Considerar que todos seus fornecedores devem estar com problemas de caixa; antecipe suas contratações para o final do ano e 2009. Outra razão para isso é considerar que seu orçamento de 2008 certamente será maior do que aquele para 2009.

 

O treinamento por massa crítica pode ser uma alternativa a considerar quando se fala em redução de custos. Essa metodologia  permite treinar até 300 pessoas, simultaneamente, com as características participativas de um grupo de 20 pessoas. A economia estimada é da ordem de 30%. O Diretor Financeiro vai adorar.

 

Um número menor de fornecedores poderá ser uma estratégia para incentivá-los a conhecer melhor suas necessidades e cobrar menos pelos serviços. De certa forma podemos ter um efeito Google ao contrário. Opções em demasia podem prejudicar uma análise daqueles fornecedores que oferecem maior qualidade. Outro reforço dessa  colocação é que em momentos de crise todos procuram obter a máxima garantia em tudo o que compram.

 

Uma forma de passar aos colaboradores o interesse da empresa em sua retenção é manter um fluxo  constante de treinamento, mesmo que em atividades mais curtas, de menor custo, inclusive coordenadas por consultores internos.

 

Em seus eventos pense sempre no envolvimento dos componentes da cadeia de valor de sua empresa. Soluções sistêmicas costumam ter um resultado potencializado.  Alem de passar uma imagem de parceria e compartilhamento, não seria de todo ruim o treinamento receber um elogio de um cliente ou fornecedor.

 

A tensão no ambiente profissional e familiar deve aumentar; comportamentos voltados para “apaziguamento” diante de conflitos são mais indicados e farão o diferencial. Em momentos de tensão que as pessoas revelam seu Eu escondido. É um excelente momento para identificar aqueles em quem se pode investir no futuro.

 

Um conselho para você, profissional de T&D. Mais que nunca, em momentos de crise, procure contratar programas e serviços cujos resultados possam ser quantificáveis e funcionem como geradores de caixa para sua empresa.

 

Veja, abaixo, alguns dos indicadores que podem ser considerados:

  • Grau de motivação dos líderes

  • Grau de satisfação dos clientes

  • Índice de mobilidade vertical (promoções internas)

  • Market-share

  • Rentabilidade

  • Saída de talentos

  • Turnover

  • Custo-hora de treinamento x média do mercado

  • Índice comparativo de treinamento per capita

  • Projetos gerados x Projetos implantados 

 

Para terminar, vamos retomar o que dissemos no início. As crises têm fim, trazem sempre lições que podem nos ajudar a equacionar problemas antes insolúveis, forçam as pessoas a sair de sua zona de conforto e podem servir para mostrar (ou não) que a função treinamento pode ser mais centro de lucros do que de custos.

 

Não se iluda, “o negócio” de T&D não é desenvolver pessoas (isso é processo), mas sim “produzir $$$” para sua organização, o resto é conversa. De conversa seu Presidente e seus diretores estão cheios.


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FOFOCAS E CLIMA ORGANIZACIONAL

 

 

 

 

 

 

 

 

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Marcelo Boog

Diretor do MVC e do Sistema BOOG de Consultoria

 

 

FOFOCA X CLIMA

 

 

Um dos temas onde costumamos encontrar baixos níveis de satisfação nos trabalhos de PCO que realizamos é no fator comunicações. É comum perguntarmos aos colaboradores das empresas sobre diversos aspectos da comunicação, inclusive sobre as “fofocas”.

 

Com base nas últimas Pesquisas de Clima Organizacional realizadas em organizações de diversos portes e operando em muitas cidades do Brasil, com cerca de 5.000 pessoas envolvidas, podemos afirmar que “quanto melhor for o clima organizacional, menos fofocas e boatos existirão”.

 

Detalhamos a relação entre clima e fofocas e verificamos que o mesmo acontece na relação entre a boa atuação das lideranças e a eficiência dos sistemas formais de comunicação. O gráfico, a seguir, mostra a relação do I.S. (Índice de Satisfação) geral, que mede o quão bem está o “clima geral da organização” com a “comunicação informal” (fofoca). É interessante notar que as curvas encontradas são inversamente proporcionais: quando o clima melhora, as fofocas diminuem; quando o clima piora, as fofocas aumentam.

 


 

 

 

 

 

Conclusão


Para lidar melhor com as fofocas, os gestores precisam deixar de serem chefes e evoluírem para serem líderes, precisando de programas de desenvolvimento para isto. Muitos profissionais são promovidos a posições de chefia em função de suas competências técnicas e de sua lealdade à empresa e não recebem nenhum treinamento para o novo papel de gestão. E aí começam as dificuldades. As fofocas fazem parte da natureza humana, não podem ser eliminadas “por decreto”.

 

Com lideres preparados para uma boa comunicação, as fofocas ocuparão um lugar menor na vida das empresas. As pessoas procuram por informação assim como procuram por oxigênio. Se pudermos prover boas comunicações, espaço para os sentimentos, possibilidade de influir em decisões, teremos colocado um sorriso nos lábios de cada liderado e as fofocas se evaporarão.

 


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MANUAL DE UC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MANUAL DE UNIVERSIDADES CORPORATIVAS

 

 

Autores: JB Vilhena, Luís Roberto Mello e Luiz Augusto Costacurta Junqueira

 

 

A aprendizagem ocorre através de todas as atividades da organização, em diferentes níveis e velocidades. É sua função primordial  encorajar e coordenar as várias interações no processo de aprendizado”.

 

Desta maneira, é preciso que dentro da empresa haja uma estrutura específica voltada para a gestão dos vários processos de aprendizagem que ocorrem simultaneamente. Com isso, de forma direta, consideramos que a UNIVERSIDADE CORPORATIVA É A GESTORA DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL NA EMPRESA.

 

Como gestora, ela precisa definir diretrizes, processos e procedimentos que possibilitem a implementação de estratégias e ações e a busca de seus objetivos específicos. As decisões que envolvem a atuação da Universidade Corporativa envolvem quatro principais áreas: (1) Decisões estratégicas; (2) Decisões Táticas; (3) Decisões Operacionais e (4) Outras Áreas de Decisão Estratégica. Abordar essas quatro áreas através da descrição e análise das ferramentas e técnicas que podem ser aplicadas nessa tarefa é o propósito deste manual.

 

LANÇAMENTO OFICIAL NO CBTD 2008!!!

 

Para mais informações:

Tel. 11- 3171-1645

costacurta@institutomvc.com.br

 


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