Edição Nº. 171 - 4 a 11 de Novembro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 CRISE: O Instituto MVC faz sua Parte - Mais por menos

Alguém já disse que durante as crises alguns choram e outros vendem lenços.

Temos certeza que Você prefere a segunda opção.

Para blindar sua empresa da tal crise que a todos apavora, estamos oferecendo uma motivação extra para você investir nos seus Talentos Humanos. Trata-se de um sistema flexível de vantagens em que Você pode optar por receber serviços além daqueles contratados ou por um desconto.

 

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}} Áudio - Contratação de Vendedores

}} Manda quem pode...

Entrevista com JB Vilhena  

Hierarquia nas Instituições

João Baptista Vilhena foi convidado pela equipe da revista VendaMais para participar de um inovador projeto que eles estão desenvolvendo: o Áudio VendaMais. Vilhena concedeu uma entrevista ao Diretor da VendaMais, Raúl Candeloro. No bate-papo falaram sobre gestão, estratégia, negociação, ética, recrutamento e muito mais.

Escute um trecho da entrevista em áudio

 

Conheci, quando estava desenvolvendo um trabalho de consultoria junto à uma instituição, um profissional de função gerencial, dotado de reconhecida competência. No entanto era um verdadeiro “dragão” no convívio com os membros de sua equipe de trabalho. No trato das atividades de rotina, o saber era substituído pela intolerância, rispidez, agressividade e, não raro, pela humilhação explícita.


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Francisco Bittencourt

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 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson, Vivian Lopes e Consultores do Instituto MVC.

 

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CRISE E VIABILIZAÇÃO DO TREINAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRISE: O INSTITUTO MVC FAZ SUA PARTE - MAIS POR MENOS

 

 

Alguém já disse que durante as crises alguns choram e outros vendem lenços. Temos certeza que Você prefere a segunda opção.

 

O MVC acredita que momentos de crise demandam mudanças de paradigmas, derrubando velhos mitos e crenças.

 

Os manuais de marketing dizem que nas crises devemos ficar quietos, esperando que o pior passe rápido. Nós queremos fazer uma proposta diferente a Você que ainda não é nosso cliente. Para blindar sua empresa da tal crise que a todos apavora, estamos oferecendo uma motivação extra para você investir nos seus Talentos Humanos. Trata-se de um sistema flexível de vantagens em que Você pode optar por receber serviços além daqueles contratados ou por um desconto:

 

OPÇÃO - 1

15% sobre os valores cobrados em 2008 para eventos realizados e pagos até 31 de dezembro de 2008.

 

 

OPÇÃO - 2

Pagamento dos serviços até 31 de dezembro, execução até abril de 2009, sem qualquer reajuste

 

 

OPÇÃO - 3

Serviços adicionais além dos contratados.

Veja o quadro abaixo.

 

 

Atividades Contratadas

Valor Agregado (sem custo)

Palestra (2 horas)

Livro customizado + Slides + Exercícios

(20 Exemplares)

Seminário/Workshop

(1dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- E-learning (20 senhas)

- Palestra de até 2 horas + Slides

- 20 DVDs

Seminário/Workshop

(2 dias - 16 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Pré-diagnóstico gratuito (via conference call)

- Follow-up à distância.

- Consultoria de Implantação (4 horas Presencial)

- 40 DVDs

Consultoria

(1 dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Palestra de até 2 horas.

- E-learning (20 senhas).

- 20 DVDs.

Pocket MBA

Uma das possibilidades abaixo:

- 1 Palestra extra a cada 6 módulos contratados.

- Livro customizado + Slides + Exercícios.

(Para até 30 participantes por módulo)

- Pré-diagnóstico Gratuito - (Presencial).

Coaching

(1 dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Pré-diagnóstico gratuito (via conference call.

- Biblioteca de E-learning c/ 10 títulos.

- Biblioteca com 05 livros e 05 DVDs.

 

As condições especiais acima são válidas para negócios fechados até 15 de dezembro, sem possibilidade de prorrogação.

 

Não inclusos impostos e taxas de qualquer natureza, despesas de locomoção, hospedagem e material didático (exceto quando mencionado nas condições especiais).

 

Condições válidas apenas para novos clientes.

 

Interessado? Quer mais detalhes?

 

Ligue agora para Maria Teresa no 21-2222-0888 e conheça melhor o que temos para lhe oferecer. Tenha em mente que durante as tempestades, enquanto alguns constroem abrigos outros preferem construir moinhos.

 


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MANDA QUEM PODE...

 

 

 

 

 

 

 

 

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FRANCISCO BITTENCOURT

Consultor Sênior do MVC,

Professor dos MBAs Executivos da FGV

 

 

HIERARQUIA NAS INSTITUIÇÕES

  

 

Conheci, em certa oportunidade, quando estava desenvolvendo um trabalho de consultoria junto à uma instituição, um profissional, ocupante de função de nível gerencial, dotado de forte competência, reconhecida por superiores, pares e subordinados, confirmada externamente por suas colocações e exposições de conceitos.

 

Um detalhe na postura deste profissional, a quem prestavam tantas reverências pelo saber, comprometia sua imagem.

 

Era um verdadeiro “dragão”, no convívio com os membros de sua equipe de trabalho. No trato das atividades de rotina, o saber era substituído pela intolerância, pela rispidez, pela agressividade, e, não raro, pela humilhação explícita.

 

Socialmente, este profissional mostrava-se polido, cortes, com postura um tanto distante, superior, mas, ainda assim, passível de convivência.

 

O nível de ansiedade de sua equipe mostrava-se muito elevado, dificultando tentativas de integração - o instinto de sobrevivência se mostrava forte - e de programas de desenvolvimento - a ausência de vislumbre de crescimento profissional, em face do perfil do “dragão”.

 

Numa série de conversas com este profissional, em determinado momento foi feita uma sugestão: por que, ao invés de transformar os tempos de convivência com os subordinados em tempos de terror explícito, não redimensioná-los para momentos de aprendizado?

 

Já que este profissional, em sua auto-avaliação, se via com um elevado grau de suficiência, por que não assumia uma postura didática e, no lugar de agredir e pressionar seus subordinados, não se tornava um educador, repassando seus muitos conhecimentos e abrindo um canal mais fluido de receptividade e internalização de suas idéias?

 

Em suma, no lugar do carrasco, assumiria o educador, o mestre, que, sem dúvidas, tinha qualidade de temas a repassar.

 

Os níveis de tensão tenderiam a se reduzir, e a aproximação com sua equipe, tornar-se-ia um fato concreto.

 

O exercício do poder, quando se está protegido pelo sobrenome institucional, mais do que um sinal de competência profissional é um ato de sabedoria pessoal.

 

Identificar adequadamente a oportunidade de RECOMPENSAR, definir sensatamente o momento da pressão COERCITIVA, o pragmatismo ao acionar a LEGITIMIDADE de seus atos, a abordagem efetiva da INFORMAÇÃO, a sensibilidade da explicitação do CONHECIMENTO e a efetiva inteligência no uso dos métodos e argumentos PERSUASIVOS, fazem dos ocupantes de posições de liderança institucional, especialistas no acionamento das FONTES DE PODER.

 

Será, entretanto, isto possível, ou mesmo, será realista? A dinâmica do poder é forte; ela é sedutora, indutiva, até mesmo corruptora.

 

Saberiam os que exercem as diversas formas de poder na hierarquia administrá-las convenientemente, ou simplesmente, se deixam levar pelo seu canto de sereia? Não há porque transformar a vida profissional de um grupo de subordinados num permanente inferno astral.

 

Por que não reduzir as conseqüências desta síndrome da distância institucional na busca de uma parceria mais efetiva, reduzindo tensões e incrementando as relações de cunho interpessoal?

 

Essa abordagem não se refere à participação barata, com o “tapinha” nas costas, com a falsa informalidade regada a chope e alimentada a churrascos e outros arroubos de natureza gastronômica, em atividades de confraternização simulada.

 

A abordagem refere-se à relação profissional do dia-a-dia, onde os objetivos estratégicos requerem esforços adicionados para o envolvimento e o comprometimento esperado com os resultados.

 

A abordagem refere-se à verdadeira condição de poder que se apresenta ao profissional - ele está gerente, ele está assessor, ele está chefe, ele está supervisor.

 

Os processos contemporâneos que envolvem a administração participativa pressupõem um canal de transmissão de mensagens com dupla função ‘EMISSÃO e RECEPÇÃO simultâneas. Ao mesmo tempo, exige uma aproximação efetiva entre os núcleos de poder e os núcleos de operação.

 

Esta aproximação se faz pela quebra efetiva do princípio da inércia, e a iniciativa, pela lógica da estrutura hierárquica, deve partir do vértice e não da base da pirâmide institucional.

 

Cabe ao vértice da pirâmide, representada pelos já citados núcleos de poder - gerentes, chefes, etc..., dar a partida, pela exigência fundamentada nos sistemas atuais de gestão, de uma ação proativa.

 

Às bases, sem dúvida, caberá a reação, seguramente de forma positiva, se enxergarem, nesta postura, um perfil de comunicação não ameaçadora.

 

Descer deste pedestal argiloso que é o poder institucional, ter a oportunidade de acionar os mecanismos que levam a uma interação realista e a uma integração de fato, permitirá consolidar as bases da verdadeira parceria.

 

É fundamental esquecer a arrogância e a posição inacessível, que o STATUS de poder, aparentemente permite aos ocupantes de função de destaque na estrutura organizacional, e substituí-las por uma postura pragmática, de onde se possa enxergar, sem a presença de filtros dissimuladores, a realidade do negócio.

 

Conhecer as bases organizacionais, dialogar objetivamente, com troca de experiências onde o repasse da vivência dos gerentes e chefes seja intercambiadomodificado com a percepção e a sensibilidade crítica das bases operacionais.

 

Não há perda de poder, absolutamente, há isto sim, consolidação de lideranças; não há aumento de paternalismo, sim maturidade profissional; não há camuflagem de conflitos, e sim interação realista. Mas é necessário, por parte dos núcleos de poder institucional, uma forte dose de coragem, ousadia, pois será imprescindível confirmar o seu talento, reforçar sua posição na estrutura, dizer a que veio.

 

Mas, convenhamos, os lucros para os detentores de poder organizacional, para as bases operacionais e para a organização assumirão uma dimensão incontestável.

 

 

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