Edição Nº. 172 - 12 a 18 de Novembro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

Quer continuar a receber o Insight MVC? Faça seu recadastramento!!! Clique aqui

 

 Gestão de Crises (Pocket MBA)

 Melhoria de Performance Gerencial (Pocket MBA)

 

 O Sim e o Não da Motivação (Palestra)

 

 Comunicação Eletrônica

 

 PALESTRAS: Opções para seu Evento Anual

 

 Negociação: Gerencial | Vendas | Compras

 

 MVC no CBTD 2008

 

 Solicite-nos uma Proposta
 
 

 }} Crise e o Saco Cheio

 Aqui para Crise, oh!

Eu estou de saco cheio de crises.  Literalmente. Nasci em 1962, ano da crise dos mísseis soviéticos em Cuba. Era apenas um rechonchudo bebê quando tivemos a crise político-institucional que resultou em 20 anos de ditadura. Quando completei 18 anos o mundo começava a viver a doutrina Carter, que culminaria com grande recessão americana de 1990-91. E por aí vai... em 1995, crise do México, em 97, a da Ásia. Rússia em 1998, Brasil em 1999, Argentina em 2001. Isso sem falar na bolha da Nasdaq. Finalmente chegamos à crise americana de 2009.

É crise demais para um homem de apenas 46 anos. Chega! Não agüento mais! Leia mais


JB Vilhena

}} Vídeo Palestras

}} Marketing Pessoal e Profissional

 

 

Nas Crises você é o que os outros percebem

 

O sucesso pessoal ou na carreira está vinculado à conjugação das práticas do marketing funcional e do marketing pessoal, dois instrumentos de projeção e novas conquistas. Este texto vai possibilitar uma auto-análise do seu comportamento nas dimensões pessoais ou funcionais.

 

Leia mais

 

LA Costacurta Junqueira

 

 

}} Vídeo Palestras

}} Crise e Viabilização do Treinamento

   

O Instituto MVC faz sua Parte! Vantagens para Novos Clientes

 

Alguém já disse que durante as crises alguns choram e outros vendem lenços. Temos certeza que Você prefere a segunda opção.

O MVC acredita que momentos de crise demandam mudanças de paradigmas, derrubando velhos mitos e crenças.

Os manuais de marketing dizem que nas crises devemos ficar quietos, esperando que o pior passe rápido. Nós queremos fazer uma proposta diferente a Você que ainda não é nosso cliente.

Saiba mais

 

}}

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

  Você recebe mais de um Insight MVC? Cancele aqui seu E-mail duplicado
  Quer receber ou continuar a receber o INSIGHT MVC? É gratuito, Clique aqui e cadastre-se!
 

Edições anteriores, clique aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CRISE E O SACO CHEIO

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

JB Vilhena.

Presidente do Instituto MVC

Autor do Manual de Universidades Corporativas e... CRISÓLOGO

 

 

AQUI PRA CRISE, OH!

 

 

Eu estou de saco cheio de crises. Literalmente.

 

Nasci em 1962, ano da crise dos mísseis soviéticos em Cuba, que literalmente quase acaba com o mundo.

 

Era apenas um rechonchudo bebê quando tivemos a crise político-institucional que resultou em 20 anos de ditadura.

 

Quando completei 18 anos o mundo começava a viver a doutrina Carter, cujo objetivo era combate a crise econômica mundial que culminaria com grande recessão americana de 1990-91.

 

E por aí vai... em 1995, crise do México, em 97, a da Ásia. Rússia em 1998, Brasil em 1999, Argentina em 2001. Isso sem falar na bolha da Nasdaq. Finalmente chegamos à crise americana de 2009.

 

É crise demais para um homem de apenas 46 anos. Chega! Não agüento mais!

 

Sabe o que vou fazer daqui para frente? Lembrar-me do cavalo Boxer, personagem de Aldous Huxley na magistral obra “Animal Farm”. Quem leu o livro se lembra que, perante todos os desafios e decepções que Boxer sofria em função da gestão temerária que os porcos faziam da fazenda, o cavalo tinha apenas uma idéia obstinada: “vou trabalhar cada vez mais”.

 

É isso aí. Vou para rua vender lenços, construirei moinhos enquanto alguns se abrigam da tempestade. Vou continuar investindo nas empresas que acreditam que as pessoas são importantes. Vou apoiar meus sócios na decisão de dar desconto para quem quiser continuar desenvolvendo seus talentos humanos. Vou continuar dando meus treinamentos e reafirmando minha crença absoluta na capacidade do ser humano de superar seus problemas e limitações. Enfim, tudo aquilo que puder ajudar aos meus clientes e à minha empresa a tirar proveito da crise.

 

Terei em mente a música de Renato Russo que pergunta:

 

“se lembra que a gente

Chegou um dia a acreditar

Que tudo era para sempre

Sem saber, que o para sempre

Sempre acaba”

 

Vou apostar que amanhã a bolsa sobe 10% e o dólar cai 15%. Quero ser a velhinha de Taubaté do Millôr. Quero sofrer da síndrome da Poliana. Quero continuar acordando sábado cedinho na minha querida Oliveira e vendo que o povo simples e humilde da roça continua plantando seu feijãozinho e levando para a feira para vender. Quero tomar sorvete e caminhar na calçada com minha namorada, despreocupadamente, com olhos e ouvidos dispostos a ouvir somente coisas boas.

 

Se você é daqueles que acham que a crise é prá sempre, que nada há a fazer além de esperar pelo pior (que ainda está por vir), te peço um favor: fique longe de mim.

 

Não quero ser contaminado pelo seu pessimismo pestilento. Não quero dividir seus medos de perder o emprego. Não vou concordar com você e cancelar minhas férias no exterior porque o dólar está caro.

 

Eu sou brasileiro e, como diria Euclides da Cunha, essencialmente um forte.

 

E, Você, meu caro leitor, o que vai fazer a respeito?

 

“Levanta-te e anda”

 

 

Voltar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MARKETING PESSOAL E PROFISSIONAL

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

L A COSTACURTA JUNQUEIRA

CEO do Instituto MVC,

Diretor do IBCO, Autor de 11 livros

 

 

NAS CRISES VOCÊ É O QUE OS OUTROS PERCEBEM

 

 

Entrevista concedida a Carlos Neves, Editor da Revista T&D

 

Imagem. Esta é a palavra que diretamente se associa ao marketing pessoal e marketing funcional. O primeiro diz respeito ao profissional, tem a ver com o quão bem ele é capaz divulgar sua imagem nas palavras que usa e nas ações que pratica. O segundo, marketing funcional, tem seu foco mais voltado para as atividades da empresa, isto é, ressaltam-se os valores, as atividades, os resultados da organização - ou de uma área específica. Em ambos os casos, o processo é conduzido por um profissional, que deverá conciliar as duas modalidades de marketing. O resultado dessa fusão estará na imagem projetada, a qual, nos dias de hoje, poderá ser o céu ou o inferno de uma pessoa ou empresa. De acordo com o consultor Luiz Augusto Costacurta Junqueira, CEO do Instituto MVC, "não basta ser bom; é preciso parecer bom". E mais, diz ele: "Não adianta saber; é preciso fazer alguma coisa com esse conhecimento. As pessoas valem não pelo que sabem, mas pelo que fazem com o que sabem. O resultado dessas frases é o seguinte: faça marketing ou você está morto." A seguir, a entrevista dada pelo consultor:

 

 

A&O - Qual a importância do marketing pessoal e do marketing funcional?

 

Luiz Augusto Costacurta Junqueira - Ao longo de minha vida, tenho trabalhado o "lado marketing", porque preciso dele na minha atividade, que é consultoria. Algo que me lembro, de 15 ou 20 anos atrás, quando falava especialmente em marketing pessoal, era que as pessoas, de um modo geral, reagiam muito negativamente a esse respeito. Achavam que fazer marketing era alguma coisa pouco nobre, pecaminosa e agressiva. Naquele tempo, vivíamos num mercado que comprava tudo. Se as pessoas compram tudo, naturalmente não há necessidade de fazermos marketing. Se a pessoa arruma emprego com facilidade, se a empresa compra produtos com facilidade, é quase natural que descuide de si e daquilo que oferece. Hoje em dia, com a situação que vive o mundo, mais do que nunca, precisa de marketing, porque no passado era vista como uma área dispendiosa, com dificuldades em quantificar seus resultados. O mesmo ocorre com os profissionais. Algo que parece óbvio nessa história é o seguinte: não basta ser bom; é preciso parecer bom. E mais: não adianta saber; é preciso fazer alguma coisa com esse conhecimento. As pessoas valem não pelo que sabem, mas pelo que fazem com o que sabem. O resultado dessas frases é o seguinte: Marketing tem a ver com sobrevivência.

 

A&O - Qual a diferença entre marketing pessoal e marketing funcional?

 

Costacurta - As pessoas têm uma tendência em fazer mais marketing pessoal do que marketing funcional. O marketing funcional tem um foco mais voltado para a empresa, em que não interessa tanto quem fez, mas o que foi feito. No funcional, divulga-se o que a empresa fez. Exemplo: nossa empresa fez uma pesquisa no exterior e descobriu............. No marketing pessoal temos: fulano de tal foi à Europa descobriu....... e trouxe para nós. Os dois são inseparáveis, mas a tendência se concentra mais na ênfase do marketing pessoal. Isso porque se tem a ilusão de que o marketing pessoal projeta mais o indivíduo do que o marketing funcional. Eu diria o seguinte: há que se equilibrar as duas formas de marketing.

 

A&O - Como as pessoas devem fazer esse tipo de marketing?

 

Costacurta - Hoje temos um problema diferente. As pessoas já aceitaram que têm de fazer marketing. O problema está no seguinte: como fazer marketing de um jeito diferente daquele que é feito pela maioria. Um exemplo: o que é um currículo? É um grande instrumento de marketing. Mas as pessoas se esquecem de mencionar coisas óbvias - ou exageram informações absolutamente desnecessárias. Elas, por exemplo, descrevem sua experiência pondo em primeiro lugar as atividades mais antigas e deixando por último as atividades mais recentes. É óbvio que não deveria ser assim, mas temos muitos currículos desse jeito. Outro aspecto: quando descrevem o que fizeram, as pessoas se preocupam muito mais com o aspecto qualitativo do que com o quantitativo. Veja um exemplo: "Eu elaborei um plano nessa empresa para reduzir o turn over e recebi um prêmio por isso". Isso é qualitativo. Veja a diferença: "Eu elaborei um plano para reduzir o turn over e esse plano trouxe durante o ano tal uma economia para a empresa de X, Y, Z". Normalmente, não existem números. Aliás, essa é uma característica da maioria das pessoas que faz marketing. Sempre temos o lado qualitativo se destacando em relação ao lado quantitativo. A verdade não vale nada se você não conseguir expressá-la em números.

 

A&O - Como funciona o marketing funcional?

 

Costacurta - Uma característica importante do marketing funcional é a sua constância - aliás, é um princípio que vale também para o marketing pessoal. Boa parte das pessoas só se lembra de procurar um headhunter quando perde o emprego. Um sujeito inteligente procura um head hunter exatamente quando não precisa dele. O mesmo vale para o marketing funcional. Quando queremos falar das virtudes de nossa empresa, temos de dar alguma coisa em troca para o nosso público, cliente ou fornecedor, antes que precisem dessa coisa. O Instituto MVC, por exemplo, edita um jornal em que divulga suas atividades, suas conquistas, suas novidades etc. É algo que dou aos meus clientes antes de pedir alguma coisa a eles. É uma forma de pensar primeiro no meu cliente. Isso é marketing funcional. Ele não precisa dessa informação, do que digo no jornal, mas talvez lendo o jornal da minha empresa ele descubra que precisa de alguma coisa que lhe estou oferecendo. O marketing, portanto, tem de ser constante, tem de antecipar, tem de estar sempre presente, de maneira periódica. Tanto o marketing pessoal, como o marketing funcional têm como princípio o seguinte: quem tem uma informação deve passá-la para os outros. Muitas empresas têm uma cultura oposta: elas retêm a informação. Isso ocore muito nas culturas americana e européia. O americano quando descobre ou desenvolve algo põe no ventilador e espalha; já o europeu segura mais as informações - evidentemente, qualquer generalização é perigosa . Mas são sinais de culturas diferentes. Uma cultura que incentiva o marketing faz com que as pessoas não guardem para si as informações. Até porque elas raciocinam da seguinte forma: "Eu, com esta informação, consegui fazer "A", mas uma outra pessoa poderá fazer "A" mais "B", porque ela tem uma visão diferente da minha."

 

A&O - Nessa questão há muita vaidade em jogo, não?

 

Costacurta - Sim, porque o brasileiro é muito individualista. A tendência é muito mais fazer marketing pessoal do que funcional. Quando um executivo fala dos feitos de sua empresa, a impressão que temos é de que só ele, aquele executivo, realizou determinada tarefa na empresa. Quando cruzamos essas formas de marketing, o segredo de uma postura equilibrada e eficaz está em fazer com que o indivíduo não queira passar na frente da empresa. Numa situação desse tipo, na apresentação de resultados e êxitos, devemos chamar outra pessoa para também falar e salientar que aquilo só foi possível graças às oportunidades e condições que a empresa proporcionou. São cuidados importantes que fortalecem até o marketing pessoal. Muito mais do que se o fulano disser que é o melhor, que fez tudo sozinho.

 

A&O - O brasileiro sabe fazer marketing?

 

Costacurta - O brasileiro, quando fala de si, sempre tende a falar bem. Quando ele fala da empresa, a tendência é não falar tão bem assim. Veja que curioso: quem fala bem dos outros tem uma atitude diferenciada, porque quase todo mundo fala mal dos outros. Portanto, é também uma atividade de marketing falar bem dos outros. Nessa linha, outra atividade de marketing será a sua resposta quando o encontram e lhe perguntam se está tudo bem. Se reclamarmos, perderemos mais uma oportunidade de fazer marketing. Eu tenho uma frase que digo brincando para expressar isso nessas situações: “Azul com bolinhas brancas”. Eu sempre digo que as coisas estão bem. Primeiro, porque acredito nisso; segundo, porque, se eu disser que as coisas estão mal, vou ser visto como um perdedor, um pessimista, e isto não constrói nada. Você gosta de conviver com pessoas assim, que só contam desgraças? Essa, portanto, é uma grande oportunidade de marketing. Por pior que seja a situação, sempre existe alguma coisa boa acontecendo. Quem souber fazer marketing enfatizará aquela coisa boa - seja no âmbito pessoal, seja no da sua empresa.

 

A&O - Existem algumas coisas que as pessoas podem fazer para conhecer essa situação?

 

Costacurta- Existem, naturalmente, pilhas de livros, pesquisas na internet etc. Para quem está nas empresas, que tal falar com o pessoal de marketing? É como beber na fonte. Há algo mais sério nisso: fazer marketing é parte da competência de um executivo. Portanto, na hora de avaliar o desempenho desse executivo, seu superior tem que também levar isso em conta. Vale lembrar que, na avaliação de desempenho, a superior cobrar ações em termos de marketing funcional, o executivo vai se preocupar mais com o assunto. Na situação de hoje, percebemos que as pessoas só fazem marketing quando querem mudar de emprego. É o marketing de espasmo, e isso é ruim, porque marketing é uma atividade de sedimentação em que você vai construindo coisas.

 

A&O - Para quem está entendendo a situação, o marketing pessoal, feito dessa forma, mais prejudica do que ajuda, não?

 

Costacurta - Claro, porque o sujeito pensa: "Mas eu nunca fui procurado por essa pessoa, ela nunca me trouxe nada, e agora começa a aparecer de repente!" Soa ruim. E o tiro poderá sair pela culatra, porque a pessoa não é bem vista. Esse é o tipo de marketing daqueles que são meros oportunistas.

 

A&O - As empresas podem adotar, sistematicamente, esse tipo de marketing?

 

Costacurta- Sim, podem. Mas, em geral, estão mais preocupadas em fazer com que o marketing da organização seja feito apenas pelo departamento de marketing. Marketing é algo mais amplo, é um estado de espírito, é algo que se carrega permanentemente. À medida que a empresa transforma cada funcionário seu num instrumento de marketing - pessoal e funcional, ela potencializará o seu marketing. A empresa pode, inclusive, disponibilizar seu pessoal de marketing, o pessoal de relacionamento com a imprensa, a serviço dessa missão, qual seja: disseminar os conceitos de marketing para os funcionários. Agora, para fazer um bom marketing, você precisa ter o que dizer. Não há marketing que venda, por muito tempo, um produto ruim. O executivo tem de entender que todos na empresa têm de aparecer e não só ele. Evidentemente, você pode ter alguns filtros, estabelecer certas regras, mas tem de haver uma cultura de permissividade que faça com que todos apareçam - e não só um executivo

 

 

Entrevista concedida a Carlos Neves, jornalista especializado na área de Gestão de Pessoas e de negócios

 

 

Voltar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CRISE E VIABILIZAÇÃO DO TREINAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

O INSTITUTO MVC FAZ SUA PARTE!

VANTAGENS PARA NOVOS CLIENTES

 

 

Alguém já disse que durante as crises alguns choram e outros vendem lenços. Temos certeza que Você prefere a segunda opção.

 

O MVC acredita que momentos de crise demandam mudanças de paradigmas, derrubando velhos mitos e crenças.

 

Os manuais de marketing dizem que nas crises devemos ficar quietos, esperando que o pior passe rápido. Nós queremos fazer uma proposta diferente a Você que ainda não é nosso cliente. Para blindar sua empresa da tal crise que a todos apavora, estamos oferecendo uma motivação extra para você investir nos seus Talentos Humanos. Trata-se de um sistema flexível de vantagens em que Você pode optar por receber serviços além daqueles contratados ou por um desconto:

 

OPÇÃO - 1

15% sobre os valores cobrados em 2008 para eventos realizados e pagos até 31 de dezembro de 2008.

 

 

OPÇÃO - 2

Pagamento dos serviços até 31 de dezembro, execução até abril de 2009, sem qualquer reajuste

 

 

OPÇÃO - 3

Serviços adicionais além dos contratados.

Veja o quadro abaixo.

 

 

Atividades Contratadas

Valor Agregado (sem custo)

Palestra (2 horas)

Livro customizado + Slides + Exercícios

(20 Exemplares)

Seminário/Workshop

(1dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- E-learning (20 senhas)

- Palestra de até 2 horas + Slides

- 20 DVDs

Seminário/Workshop

(2 dias - 16 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Pré-diagnóstico gratuito (via conference call)

- Follow-up à distância.

- Consultoria de Implantação (4 horas Presencial)

- 40 DVDs

Consultoria

(1 dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Palestra de até 2 horas.

- E-learning (20 senhas).

- 20 DVDs.

Pocket MBA

Uma das possibilidades abaixo:

- 1 Palestra extra a cada 6 módulos contratados.

- Livro customizado + Slides + Exercícios.

(Para até 30 participantes por módulo)

- Pré-diagnóstico Gratuito - (Presencial).

Coaching

(1 dia - 8 horas)

Uma das possibilidades abaixo:

- Pré-diagnóstico gratuito (via conference call.

- Biblioteca de E-learning c/ 10 títulos.

- Biblioteca com 05 livros e 05 DVDs.

 

As condições especiais acima são válidas para negócios fechados até 15 de dezembro, sem possibilidade de prorrogação.

 

Não inclusos impostos e taxas de qualquer natureza, despesas de locomoção, hospedagem e material didático (exceto quando mencionado nas condições especiais).

 

Condições válidas apenas para novos clientes.

 

Interessado? Quer mais detalhes?

 

Ligue agora para Maria Teresa no 21-2222-0888 e conheça melhor o que temos para lhe oferecer. Tenha em mente que durante as tempestades, enquanto alguns constroem abrigos outros preferem construir moinhos.

 


Voltar