Edição Nº. 175 - 10 a 16 de Dezembro de 2008 | Edições anteriores, clique aqui!

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 Quando "NÃO" Fazer Treinamento em 2009

 Manual para Desenvolvimento de uma UC

 

 Como Vender quando o Cliente está Fugindo de Nós

 

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  Inveja é Doença

 Inveja no Trabalho...

Você já presenciou algum ato hostil em função do sentimento de inveja no trabalho?  Possivelmente sim.  Mas antes de falarmos sobre esta praga humana, primeiro precisamos definir o que significa inveja.  Inveja é o sentimento de desgosto pela prosperidade ou alegria do outro, o desejo de possuir aquilo que o outro possui; cobiçar as coisas alheias.  Veja que não mencionei a palavra ciúmes.  A palavra ciúme significa ter zelo pelo outro ou por alguma coisa ou lugar.


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 Alexandre Freire

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O MVC acredita que momentos de crise demandam mudanças de paradigmas, derrubando velhos mitos e crenças. Nós queremos fazer uma proposta diferente a Você que ainda não é nosso cliente. Temos Benefícios e Vantagens Especiais!

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  Líderes: Características nas Crises

 Liderança - Tendências antes e depois de Set/2009

 

Líderes nas Crises: 10 Características Principais

Evento:“LIDERANÇA”

Práticas, Recursos e Pensamentos Inovadores.


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L.A. Costacurta Junqueira

 

A crise financeira global tem identificado algumas diferenças nos estilos de liderança. Estilos daqueles que estão designados para lidar com a crise financeira global, desde o Presidente Americano ao Ministro da Fazenda da Islândia.

Muitas perguntas vêm à mente: Um estilo é melhor que o outro? Quais são as características comuns a todos eles? Qual estilo parece ser mais adequado a cada ambiente específico? Quais seriam as características das Lideranças em tempos de crise?

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Patrick Rowe
The Rowe Partnership LLC
 

 

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  Publisher: Costacurta Junqueira; JB Vilhena Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

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INVEJA É DOENÇA

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alexandre Freire

Consultor Sênior do Instituto MVC

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Autor de vários livros e vídeos na área de Performance Gerencial

 

 

INVEJA NO TRABALHO...

 

 

Você já presenciou algum ato hostil em função do sentimento de inveja no trabalho?  Possivelmente sim.  Mas antes de falarmos sobre esta praga humana, primeiro precisamos definir o que significa inveja.  Inveja é o sentimento de desgosto pela prosperidade ou alegria do outro, o desejo de possuir aquilo que o outro possui; cobiçar as coisas alheias.  Veja que não mencionei a palavra ciúmes.  A palavra ciúme significa ter zelo pelo outro ou por alguma coisa ou lugar.

 

Que diferença faz então em nossas vidas?  Se você teve ciúmes da promoção que um colega de trabalho recebeu, não fique com a consciência pesada.  Lembre-se que você também queria esta mesma promoção, você acreditava que merecia e que este era o momento.  Ou seja, você tinha zelo pela condição que lhe daria uma promoção na empresa.

 

Porem, se você teve um sentimento de inveja, saiba que não foi pela promoção do colega, mas você teve foi um sentimento de desgosto pela alegria e prosperidade que ela causou ao seu colega.  Você preferiria que a promoção nem viesse pra você, desde que não fosse para esta pessoa.  A inveja é direcionada às pessoas, o ciúme é direcionado às coisas.

 

Lembra-se de quando você perdeu aquele torneio de futebol na época de criança.  Você presenciou a entrega da medalha para o outro time e ficou pensando: Puxa, como eu queria estar ali.  Este sentimento é de ciúmes.  Você não mirou na pessoa que recebeu a medalha, você direcionou seu desejo para a medalha em si, na satisfação pessoal que a condição de campeão lhe traria. 

 

Por exemplo: Aos 17 anos de idade, Pelé já era campeão mundial.  Maradona, nesta idade, foi substituído por Menotti.  Aos 21, Pelé já tinha alcançado a marca de 500 gols.  Maradona aos 21 joga uma copa sem brilho e acaba expulso por entrada violenta contra um jogador brasileiro.  Aos 26 anos de idade, Pelé é considerado o rei do futebol durante a copa na Inglaterra.  Com a mesma idade, Maradona foi considerado o melhor jogador do mundial da Inglaterra fazendo um famoso gol de mão. 

 

Pelé faz 30 anos e se torna tri campeão mundial no México.  Maradona quando chega à mesma idade, é expulso do futebol italiano por uso de drogas.  Quando Pelé chegou aos 34 anos de idade, foi para os Estados Unidos para lançar definitivamente o futebol nos gramados sintéticos daquele país.  Já Maradona por sua vez, quando chegou aos 34, foi pego no antidoping por uso de drogas e expulso do mundial de 94 dos EUA.  Por ironia do destino, no mesmo país em que Pelé se consagrou como o principal responsável pelo crescimento deste esporte.

 

Observe que todas as vezes que Maradona fala de Pelé, a intenção é de desqualificá-lo. Maradona sempre fala com desdém de Pelé, ataca-o até no nível pessoal.  O que então ele sente por Pelé?  Inveja.  Isto mesmo.  Maradona sente desgosto pela prosperidade de Pelé, e nunca esconde seu desejo de possuir aquilo que o rei possui.  Por isso Maradona está sempre doente.  Não acredite no dizer: A inveja mata.  Nada disso.  Inveja não mata.  Inveja adoece o coração e a mente humana. 

 

Se você tem alguém no trabalho com inveja de você, então revide com amor, atenção e carinho.  O amor amansa o coração, a atenção transmite importância para o outro e o carinho cura os maus pensamentos humanos.

 

 

 

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LÍDERES: CARACTERÍSTICAS NAS CRISES

 

 

 

 

 

 

 

 

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Pat Rowe

 

 

LÍDERES NAS CRISES: 10 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

 

 
A crise financeira global tem identificado algumas diferenças nos estilos de liderança. Estilos daqueles que estão designados para lidar com a crise financeira global, desde o Presidente Americano ao Ministro da Fazenda da Islândia, são significativamente diferentes. 

 

Muitas perguntas vêm à mente: Um estilo é melhor que o outro? Quais são as características comuns a todos eles? Qual estilo parece ser mais adequado a cada ambiente específico?

 

A história da crise financeira não está sendo descrita na íntegra. Quando ela for contada no futuro, será uma história de sucessos e fracassos das lideranças. Aqueles próximos do colapso já oferecem informações de que várias das instituições plantaram a semente de sua destruição naqueles escolhidos para ocupar posições de liderança.

 

Outras histórias identificam indivíduos cujas organizações sobreviveram justamente em função de sua corajosa e cautelosa liderança.

 

Esta pode ser a crise mais volátil e profunda já enfrentada pelos líderes. Desde a Grande Guerra Mundial as organizações e o mundo têm enfrentado crises profundas. Ao observarmos o comportamento de liderança de líderes bem sucedidos, 10 características se destacam:

  1. Ver as coisas como elas são. Os grandes líderes vivem à frente da realidade. Eles reconhecem os eventos e seus significados e não fogem das conseqüências do que conseguem visualizar. A integridade intelectual é um dos principais componentes de seu DNA; eles pensam no que é melhor para a organização, e não em ganho pessoal.

  2. Estratégia e detalhe. Eles também são capazes de enxergar o cenário completo, o todo. Eles podem ver todas as partes móveis e distinguir entre causa e efeito. Eles vão abaixo dos 30 mil pés e podem ir fundo nos detalhes sem se deixar envolver. Conseguem atingir um nível de conhecimento bastante elevado sobre a situação. Esta habilidade pode aumentar ainda mais sua capacidade de enxergar o problema realisticamente.

  3. Múltiplas opções. Após terem identificado os problemas, eles estão dispostos a considerar múltiplas abordagens para sua resolução. Inicialmente, juntam-se a outros em sessões de “brainstorming” para explorar possíveis soluções sem julgá-las, mesmo quando já tiverem uma solução favorita em mente. Eles possuem confiança suficiente para reconhecer e aceitar quando sua maneira não é a melhor.

  4. Determinação. Tomar para si a solução significa ser determinado. Quando sentem ter ouvido a melhor opinião estão dispostos a tomar uma decisão. Grandes líderes farão uso de uma combinação entre dados em tempo real e seu “instinto”; sabedoria acumulada ao longo de anos de liderança. Quando tomam uma decisão sabem que precisam “vender” a idéia às partes interessadas e trabalham incansavelmente para garantir que a resistência não bloqueie a eficácia da decisão.

  5. Colaboração. Os grandes líderes tomam o problema para si. Eles compreendem, porém, que uma solução em longo prazo requer a opinião e o envolvimento de muitos interessados. Eles identificam tais pessoas e trabalham junto a elas na busca por uma solução eleita pela maioria e com a qual podem lidar.

  6. Ouvir opiniões impopulares. Líderes mal-sucedidos escutam somente àqueles que concordam com eles e geralmente encorajam o pensamento unidimensional. O bem sucedido líder de crise busca indivíduos que têm uma diferente perspectiva sobre um determinado assunto. Eles incluem indivíduos com os quais possam discordar e cujos conselhos podem ser contrários àqueles de seus conselheiros mais próximos.

  7. Calmos, corajosos e positivos. Eles têm um senso de urgência e se mantém equilibrados. Reconhecem que uma organização, um país ou até mesmo o mundo está lhes observando e têm ciência de que a forma como se apresentam oferecerá sinais não verbais a tais expectadores. Eles são portadores de más noticias quando preciso e o fazem de forma a evitar o pânico e a oferecer um nível realista de esperança sobre o futuro. Acima de tudo, são corajosos o suficiente para tomar decisões que acreditam ser corretas, independente delas serem ou não as mais populares.

  8. Assumir riscos em face de outros riscos. As crises geralmente posicionam o líder frente a frente com um conjunto de situações com as quais ele ainda não teve contato. Existem perguntas cujas respostas são desconhecidas por ele. Coletar pontos de vista contrários de pessoas com as quais discordam, mas respeitam, geralmente significa que podem criar soluções inéditas e cujos resultados podem ser desconhecidos. Contudo, caso seja a melhor solução, esse líder está preparado para assumir o risco calculado.

  9. Regra dos 80%. Os líderes certamente querem adotar o conjunto certo de decisões. Grandes líderes estão cientes de que nem sempre disporão de todas as informações que gostariam. Eles sabem que tomar uma decisão imperfeita pode, muitas vezes, ser melhor do que não tomar decisão nenhuma. Mesmo quando a decisão precisa ser “melhorada” antes de ser implementada, sentem-se à vontade para tomá-la.

  10. Prepare-se para admitir erros. Líderes corajosos que assumem riscos calculados irão, indubitavelmente, cometer erros em algum ponto. Crises profundas demandam constante tomada de decisões. O volume de decisões necessárias em crises multifacetadas é quase uma certeza de que nem todas as decisões estarão 100% corretas. Grandes líderes estão preparados para admitir seus erros.

 

Nem todo líder apresentará todas as dez características na mesma proporção; alguns serão mais fortes em uma área específica do que os outros. Entretanto, a maioria dos líderes bem sucedidos na gestão de crises profundas serão possuidores de quase todas estas características.

 

As dez características podem lhe oferecer um meio de auditar até mesmo as suas crises pessoais.  Ao invés de utilizá-las para avaliar outra pessoa dentro da organização, veja as coisas como elas são. Avalie sua própria liderança na gestão de crises. Se tiver dúvidas sobre sua objetividade, peça a opinião de outras pessoas. Mais especificamente, inclua aqueles cujos pontos de vista diferem do seu.

 

 

Pat Rowe, Sócio-Gerente da “The Rowe Partnership”, oferece consultoria, treinamento e orientação às empresas para que estas possam identificar, avaliar e desenvolver de maneira eficiente, atuais e futuros líderes empresariais. Se desejar entrar em contato com ele, ligue para 919-602-1904 ou envie seu email para pat@therowepartnership.com

 

 

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