Edição Nº. 192 - 27 de Maio a 02 de Junho de 2009 | Edições anteriores, clique aqui!

 

 Educação Corporativa - Nossa Visão

 ASTD 2009 Conferência Virtual - Assista On line

 

 Slides E-Learning - Parceria Menes / MVC

 

 Negociação e Gestão do Tempo - Últimas Versões

 

 Postura Consultiva - Slides

 

 Você sabe lidar com os Conflitos? Autodiagnóstico

 

 Educação Corporativa: Provocações (Slides)

 

 Google em Treinamento: Benefício ou Desgraça?

 

 Solicite-nos uma Proposta

 

 Fale com: Eunice | J.A. Neves | Paulo Benetti
 

  Criatividade e Inovação - Entrevista para o Estadão

 A Criatividade a Serviço das Empresas e dos Colaboradores

A influência da criatividade nos negócios não é novidade no mundo corporativo. Há mais de dez anos, Jerry Hirshberg, fundador do centro de design da Nissan, já havia chamado a atenção para isso no livro “The Creative Priority: Putting innovation to work in your business”. Ainda assim, muitas empresas continuam engatinhando nesse quesito. Para orientá-las, o especialista em criatividade, inovação e estratégias Paulo Benetti, Consultor do  MVC, estará no CONARH 2009. "Entrevista concedida à jornalista Thais Gebrim e publicada na página da ABRH-Nacional no jornal O Estado de S. Paulo."

Leia mais

Paulo Benetti

  Vídeo Palestra

  Liderança e o Feijão com Arroz

   

Liderança, Obviedade e Simplicidade


 

 

Você, executivo, quer ter RESULTADOS crescentes e duradouros, trabalhando com pessoas comuns e obter resultados incomuns? Você está se preparando para este novo mundo? Lembre-se sempre de que o conhecimento pouco vale se não for “digerido” e, realmente, transformado em ações concretas.

 


Leia mais


José Augusto Neves
 

 

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira, JB Vilhena  Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: José Luiz Meinberg, Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

  Envie para um amigo, clique aqui!
  Você recebe mais de um Insight MVC? Cancele aqui seu E-mail duplicado
  Quer receber ou continuar a receber o INSIGHT MVC? É gratuito, Clique aqui e cadastre-se!
 

Edições anteriores, clique aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LIDERANÇA E O FEIJÃO COM ARROZ

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

José Augusto Neves,

Consultor Sênior do MVC,

Certificado pelo PMI (USA)

 

 

LIDERANÇA, OBVIEDADE E SIMPLICIDADE

 

 

Nos últimos anos muito se ouviu falar de modelos, novas formas de liderança, e exemplos de Grandes Líderes, mas o que temos visto é o pensamento e a prática de modelos só do século passado. Mesmo com todas essas informações encontramos nos dias de hoje organizações onde ainda são utilizados modelos baseados nas leis de causa e efeito e nas proposições de dividir em partes para entender o todo.

 

A ciência moderna trata os fatos como se fossem mais uma rede de relacionamentos do que apenas fenômenos isolados. O último acontecimento de uma infecção numa pequena cidade do México pode criar uma crise de saúde mundial.

 

A organização ainda é a mesma da hierarquia do exercito prussiano ou da Igreja, em forma de pirâmide, totalmente hierarquizada, com pessoas alocadas em “caixinhas”, fragmentadas por especialidades e que, muitas vezes, uma não sabe o que a outra faz (quando não competem ou sonegam informação entre elas). Se não tiver um líder para dizer o que fazer será o caos, nada acontecerá.

 

PRESSUPOSTOS PERIGOSOS

 

Com base no que mencionamos anteriormente, é importante considerar alguns pressupostos que balizam o comportamento de algumas lideranças:

  • Acreditam que as pessoas querem e precisam ser controladas. Precisam de um líder que decida o que elas devem fazer (e realmente muitos agem assim).

  • Acreditam que as coisas só acontecerão se tiver uma liderança forte para dar foco e direção, que desenham as organizações, que dizem quais as funções que as pessoas devem exercer e que precisam ser supervisionadas (até mesmo controlando o ponto!). Caso contrário nada se produz.

  • Para obter a adesão delas aos nossos planos é preciso recompensá-las, pois só atuam se receberem prêmios. E prêmios em dinheiro que é a única coisa que as motiva.

  • Outra “certeza” é que se dermos liberdade aos colaboradores eles não usarão em favor da organização e sim para fazer nada.

  • Não entendem porque não se comprometem com a organização, não vestem a camisa nem dão o sangue por ela, e se alguém pagar um pouco mais nos deixam sem consideração alguma.

 

Apesar de muitas organizações ainda acreditarem nestas “verdades, muitas outras organizações estão percebendo mudanças nos comportamentos e utilizando nova forma de ação, obtendo melhores e mais duradouros resultados, maior participação de seus colaboradores e maior retenção de talentos humanos.

  • Percebem que se as pessoas se orgulham do que fazem e se tiverem acesso livre às informações e liberdade para criar, vão surpreender com resultados excepcionais. Ninguém gosta de fazer alguma coisa mal feita, ninguém erra por gosto.

  • A maior recompensa para estas pessoas elas é serem reconhecidas pelas suas lideranças e poderem participar das decisões.

  • Elas têm a tendência natural de se auto-organizarem em torno de uma identidade, de um significado maior que não seja apenas enriquecer rapidamente. 

  • Elas se agregam em torno de valores que foram desenvolvidas de forma participativa e não valores retirados de programas acadêmicos de um recente mestrado em motivação. A maioria se organiza para trazer melhorias para o mundo.

  • Estas organizações praticam o exercício da descentralização da autoridade sem perder autoridade.

 

Surpresa! Elas existem é qual é o segredo delas? Uma seqüência simples de ações que motiva seus colaboradores e leva a obtenção de resultados incomuns trabalhando com pessoas comuns.

 

AÇÕES

 

Propósito

O ponto de partida é definir para que ela existe, qual é o propósito dela. As pessoas buscam sentido para suas vidas. As organizações também, já que são formadas por pessoas e não somente por máquinas e edificações. Conectar com um propósito comum acessa uma enorme reserva de criatividade, de energia, de comprometimento, que leva a uma contribuição espontânea. Pensam: como o mundo será melhor por nós trabalharmos juntos?

 

Princípios

Uma organização transformadora define seus princípios, seus valores fundamentais, valores que presidem suas decisões e seus relacionamentos, internos e externos. O que não abrimos mão para manter nossa dignidade e respeito.

 

Colaboradores

Ela permite aos seus colaboradores acesso a todas as áreas da organização, aos recursos necessários, e às informações que circulam livremente. Trata informação como alimento que nutre a todos e não como dinheiro que estocamos em nossa área. Não se fragmentam em “caixinhas”, mantém uma unidade de propósito sabendo cada um qual sua contribuição para o todo maior.

 

Aprendizado

Estimulam seus colaboradores para ousarem nas suas atividades sem medo de errar e quando acontece um erro, normalmente por nunca terem se defrontado com situação semelhante, tratam como aprendizado e divulgam a informação para que a situação não se repita.

 

Ações práticas

As práticas emergem das ações onde, tendo os princípios definidos e sabendo O QUE fazer, cada um sabe com sua experiência sabe COMO fazer. Um operador de campo numa refinaria sabendo do principio de considerar “a vida em primeiro lugar” não hesitará em fechar uma válvula com problemas, sem precisar pedir “autorização” ao supervisor, que pedirá ao gerente, etc.

 

Governança

Com este espírito a governança é feita de forma natural. As pessoas ocupam cargo na hierarquia não por importância, mas por habilidade de tratar com coisas mais complexas e saber tomar decisões, mesmo com pouca informação.

 

Você que quer ter RESULTADOS crescentes e duradouros, trabalhando com pessoas comuns e obter resultados incomuns? Você está se preparando para este novo mundo? Lembre-se sempre de que o conhecimento pouco vale se não for “digerido” e, realmente, transformado em ações concretas.

 

 

Voltar