Edição Nº. 201 - 12 a 18 de Agosto de 2009 | Edições anteriores, clique aqui!

 

 Gestão do Tempo: Programa Avançado e Básico

 Gestão Financeira para Área Comercial

 

 Artigo de Eunice Mendes na HSM

 

 Política de Relacionamento com Clientes - NOVO

 

 Delegar: Conveniência ou Oportunidade?

 

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  Administração do Tempo

 Gestão do Tempo: Programa maldito?

Os anos foram passando e com eles veio a crença de que esse era um tema fora de moda. Aí entram as perguntas que não querem calar. Será porque as empresas e seus colaboradores não precisam mais dessa competência? Será porque todos nós temos “consciência” de que sabemos tudo sobre esse tema? Será que a “culpa” é dos consultores que fazem sempre a mesma coisa, dando ao produto um ar poeirento? Será por causa das abordagens mecanicistas? Será porque...

 

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LA Costacurta Junqueira

  Vídeo Palestra

  Estratégia

Coletânea Vídeo Palestras

 

Estratégia ou Inteligência?


A Palavra é Relacionamento

José W Camurça

Pesquisa de Clima e as Melhores Empresas

Marcelo Boog

Relacionamento ou Atendimento?

José Luiz Meinberg

 

Ao consultar os dicionários etimológicos vamos descobrir que inteligência se origina da junção de inter (entre) + elegere (escolher, eleger). Traduzindo, inteligência significa capacidade de fazer escolhas.

Sabemos que o termo estratégia significa a escolha das opções possíveis para atingir a um determinado objetivo. Basta juntar essas duas definições para verificar que é preciso inteligência (capacidade de fazer escolhas) para atingir objetivos.


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JB Vilhena

 

 

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira, JB Vilhena  Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: José Luiz Meinberg, Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

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ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LUIZ AUGUSTO COSTACURTA JUNQUEIRA

CEO do Instituto MVC

Diretor do IBCO

Autor de 11 livros, sendo dois sobre o tema Gestão do Tempo

 

 

GESTÃO DO TEMPO: PROGRAMA MALDITO?

 

 

Comecei minha vida como consultor ministrando programas de Gestão do Tempo, Planejamento e organização do Trabalho. Na época esse tema era um dos mais demandados no mercado de treinamento brasileiro.

 

Os anos foram passando e com eles veio a crença de que esse era um tema fora de moda. Nos 10 últimos anos da conferencia da ASTD e outras do ramo, me lembro de apenas um palestrante ter abordado esse assunto.

 

O mesmo acontece nos grandes eventos brasileiros tais como CBTD, CONARH, etc.

 

Como sabemos, os modismos contam muito na hora da contratação de eventos. Vocês se lembram da APO, Laboratório de Sensibilidade?

 

Aí entram as perguntas que não querem calar. Será porque as empresas e seus colaboradores não precisam mais dessa competência? Será porque todos nós temos “consciência” de que sabemos tudo sobre esse tema? Será que a “culpa” é dos consultores que fazem sempre a mesma coisa, dando ao produto um ar poeirento? Será por causa das abordagens mecanicistas? Será por que?

 

Poderíamos ficar horas nos perguntando sobre os porquês, sem chegar a qualquer unanimidade.

 

Na verdade acreditamos que a situação acima representa um somatório de todas as perguntas.

 

O Caminho da Ressurreição.

 

Esse caminho passa por algumas estratégias e ações quando da decisão pelo desenvolvimento dos programas de Gestão do Tempo.

 

O estado de penúria e a falta de credibilidade a que chegam os programas de Gestão do Tempo têm origem na ausência de envolvimento das pessoas que condicionam o uso do tempo pelo futuro participante. Não adianta trabalhar efeitos sem tratar antes as causas (daí, também, a necessidade de grupos homogêneos nos treinamentos). A par disso é bom lembrar que a solução de um problema depende de nossa “consciência” sobre esse problema, bem como de seu tamanho (já dizia Freud). Quanto maiores os problemas, mais rápidas as medidas para a solução

 

Um cuidado especial deve ser tomado ao desenhar o programa, nada de muita tecnologia ou informação ou comportamento. O Mix pode variar, mas todas devem estar sempre presentes e de forma equlibrada.

 

A dimensão cumplicidade é uma facilitadora das mudanças, quanto mais gente envolvida menor a resistência.

 

O gradualismo é outra dimensão interessante, no que diz respeito à fluidez no processo de mudança. Uma alternativa é começar pelo princípio de Pareto, focando os 20% das ações que produzem 80% dos resultados.

 

As pessoas não adotam comportamentos inovadores com a mesma flexibilidade. Respeite o timing dos outros.

 

“Programar” o tempo do cliente / fornecedor costuma ser uma atitude inovadora, não só porque envolve a cadeia de valor, mas pelo fato de ultrapassar os limites da organização. Para tanto basta definir, de comum acordo, uma agenda prévia.

 

A implantação de quaisquer esforços em gestão do tempo tende a dar melhores resultados quando os objetivos são também pessoais e não apenas organizacionais.

 

Conclusão

 

Tirar os programas de Gestão do Tempo da síndrome do “primo pobre” a que foram relegados não é tarefa fácil.

 

A nós, consultores, cabe o papel de “esclarecer” aos clientes quais são os erros mais comuns no processo de seleção de quem vai ministrar os programas, bem como os aspectos estratégicos e operacionais de seu desenvolvimento.

 

A esta altura se o leitor ficar com a sensação de Déjà vu, sugiro que releia o texto e verifique se a intenção e o conhecimento não estão prevalecendo sobre ações efetivas. Não basta saber, é preciso querer fazer.

 

Concluindo, lembro que minha finada mãe ia semanalmente à farmácia. Será que adivinham qual a pergunta que ela fazia ao farmacêutico? Quais são as novidades? Moral da história, precisar ela não precisava, mas se houvesse algo novo ela comprava!  Agora pense, qual foi a última vez que um consultor, amigo, etc., falou sobre novidades em Gestão do Tempo? "Levanta-te e anda”.

 

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA MELHOR, EDIÇÃO DE JULHO DE 2009

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

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ESTRATÉGIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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JB VILHENA

Presidente do Instituto MVC

Coordenador Acadêmico e Professor da FGV

Autor do "MANUAL DAS UNIVERSIDADES CORPORATIVAS"

 

 

ESTRATÉGIA OU INTELIGÊNCIA?

 

 

Ao consultar os dicionários etimológicos (aqueles que determinam a origem das palavras) vamos descobrir que inteligência se origina da junção de inter (entre) + elegere (escolher, eleger). Traduzindo, inteligência significa capacidade de fazer escolhas.

 

Sabemos que o termo estratégia significa a escolha das opções possíveis para atingir a um determinado objetivo. Basta juntar essas duas definições para verificar que é preciso inteligência (capacidade de fazer escolhas) para atingir objetivos.

 

Nesse mês de outubro, tão importante porque comemoramos o dia do vendedor e temos um dos mais importantes eventos da área - a ExpoVendaMais – gostaria de discutir com vocês as razões que levam as empresas inteligentes a, quase sempre, buscar alternativas para crescer.

 

Em primeiro lugar, é preciso fazer uma reflexão sobre que razões justificam que as organizações busquem obstinadamente o crescimento. Eu consigo pensar em pelo menos três:

 

a)    Crescer para acompanhar o desenvolvimento do mercado (se o todo cresce e nós nos mantemos do mesmo tamanho, perdemos market share);

 

b)    Crescer para evitar que novos concorrentes se sintam estimulados a entrar no nosso mercado (novos entrantes são mais atraídos por mercados onde as empresas líderes estão estagnadas);

 

c)    Crescer para ganhar mais dinheiro (precisamos nos acostumar a idéia que, no sistema capitalista, o crescimento é um importante indicador de desempenho)

 

Fazendo uma breve retrospectiva, fico triste ao lembrar que, desde os tempos em que, como executivo de vendas, cheguei a liderar equipes de mais de 200 vendedores, raramente encontrei acolhida para projetos de crescimento. Por que? Por duas razões bastante simples: (1) normalmente o esforço de crescer demanda mais trabalho e dedicação; (2) para crescer é preciso ter uma estratégia (ou seja, é preciso saber fazer escolhas).

 

O alto grau de profissionalismo dos vendedores de hoje talvez tenha atenuado a primeira razão de resistência ao crescimento, por isso não vou me deter muito nela. Mas percebo que ainda hoje o número de gestores de área comercial que não conseguem formular uma estratégia de crescimento consistente continua muito grande.

 

Sinceramente acredito que isto se deva ao fato desses gestores não terem a paciência e dedicação para estudar estratégias de vendas. Também atribuo as organizações uma parte importante dessa responsabilidade, pois raramente eu  e outros consultores do Instituto MVC somos contratados para falar especificamente sobre estratégias de crescimento nos nossos seminários e palestras.

 

Se você quiser começar a pensar mais estrategicamente, me mande um e-mail (vilhena@institutomvc.com.br) que terei o maior prazer em lhe enviar alguns slides sobre estratégias de vendas inspiradas no celebre Sun Tzu (general chinês que viveu cerca de 500 anos antes de Cristo).

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

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