Edição Nº. 213 - 9 a 15 de Dezembro de 2009 | Edições anteriores, clique aqui!

A Equipe MVC deseja a todos um Natal de muita Paz e um 2010 Pleno de Realizações!

 CBTD 2009 - Material da Apresentação do MVC

 

 Pague Agora e Realize Depois! Treinamentos MVC

 

 MVC - Citações no Google

 

 Negociação Avançada - Treinamento MVC

 

 Nova Ortografia - Atualize o Word

 

 Postura Consultiva - Atendimento com Resultado

 

 Gerações X e Y - Entrevista JB Vilhena

 

 Siga o Instituto MVC no Twitter
 

  A Utopia do Ganha-Ganha

 Negociação Ganha-Ganha: Utopia Contemporânea?

Os manuais de negociação, de um modo geral apresentam quatro perfis de negociação: ganha-ganha, ganha-perde, perde-ganha e perde-perde.

A pergunta que não quer calar é: no mundo atual, competitivo, onde as nações, as instituições, os empresários, e os indivíduos envolvidos na busca de resultados, há espaço para um pensamento do tipo ganha-ganha?

 

[Leia mais]



 Francisco Bittencourt

  Instituto MVC na ASTD 2010

  Comunicação se Aprende na Infância

Fomos Selecionados para ASTD 2010

 

Seus Filhos só têm uma Infância

Pela terceira vez, nos últimos 5 anos, os Sócios do Instituto MVC, JB Vilhena e LA Costacurta Junqueira, foram selecionados como palestrantes da Conferência Internacional da ASTD, maior evento mundial na área de T&D.

O tema da apresentação será: "Beyond the 5th. Level The Forgotten Dimension" (Track: Measurement, Evaluation and ROI)

[Saiba mais]
 

Nos seminários que organizo sobre comunicação verbal, sempre há participantes que me perguntam: “O que devo fazer para que meus filhos sejam bons comunicadores?” Muitos profissionais que são considerados excelentes líderes na área empresarial, cobram-se uma participação maior na educação dos filhos. Segundo eles, o trabalho consome muita energia e ao chegar em casa só o que resta é cansaço e alheamento. As crianças aprendem também por imitação, e se não tiverem um ambiente afetivo e favorável a comunicação ficará distorcida e até bloqueada.


[Leia mais]


  Lena Almeida
 

  Sucesso ou Felicidade

  Desenvolvimento Humano

Quer ter sucesso ou ser feliz?

 

Errar é umano!

Como você define sucesso profissional?  Ganhar muito dinheiro?  Ser promovido a diretor?  Ter fama? Ter status?  Talvez uma combinação de tudo isto?   Na verdade, o conceito de sucesso profissional não é igual para todos.  Então, muito cuidado com a generalização.  Não devemos nos espelhar em exemplos padronizados de sucesso. 

[Leia mais]

 Alexandre Freire

Nas organizações, por exemplo, podemos encontrar dois tipos de erro: erra-se por ação e erra-se por omissão. É fácil concluir que os adeptos do erro por omissão constituem um contingente muito maior do que aqueles que se arriscam a errar por ação. Os omissos orgulham-se em afirmar que jamais cometeram um erro, porém, nunca tiveram a alegria de ver uma idéia sua sendo implementada com sucesso. Por isso mesmo são os primeiros a criticar as sugestões dos outros, preferindo assumir o papel de estilingue a correr o risco de virar vidraça.


[Leia mais]


  Américo Marques Ferreira
 

 Expediente

  Publisher: Costacurta Junqueira, JB Vilhena  Webdesign: Leandro Santana; Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: José Luiz Meinberg, Maria Teresa Ramos, Aaron Anderson e Consultores do Instituto MVC.

 

  Envie para um amigo, clique aqui!
  Você recebe mais de um Insight MVC? Cancele aqui seu E-mail duplicado
  Quer receber ou continuar a receber o INSIGHT MVC? É gratuito, Clique aqui e cadastre-se!
 

Edições anteriores, clique aqui!

  Acompanhe as novidades do Instituto MVC no 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A UTOPIA DO GANHA-GANHA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

Francisco Bittencourt

Consultor Sênior do Instituto MVC,

Professor dos MBAs Executivos da FGV

 

 

NEGOCIAÇÃO GANHA–GANHA: UTOPIA CONTEMPORÂNEA?

 

 

INTRODUÇÃO

 

Os manuais de negociação, de um modo geral apresentam quatro perfis de negociação: ganha-ganha, ganha-perde, perde-ganha e perde-perde.

 

A pergunta que não quer calar é: no mundo atual, competitivo, onde as nações, as instituições, os empresários, e os indivíduos envolvidos na busca de resultados há espaço para um pensamento do tipo ganha-ganha?

 

A preocupação com a otimização dos recursos, com a minimização dos custos e com a maximização de resultados tem espaço para este compartilhamento tão generoso propostos pelos estudos clássicos do tema?

 

A proposta deste texto é provocar uma reflexão, no sentido de que se entenda que, levando-se em conta a negociação por princípios, onde os negociadores são, em essência, solucionadores de problemas, considera a necessidade de verificar suas potencialidades para obtenção destes resultados, sem que isso represente um ganho mútuo para os negociadores envolvidos no processo.

 

Deve haver sim, um foco na obtenção de resultados, sem que isso represente perda ou derrota do interlocutor (não estamos utilizando o termo adversário ou oponente), mas sim uma direção mais específica e definitiva em relação à meta estabelecida para cada um dos participantes do evento negocial.

 

A PRÉ-PREPARAÇÃO NEGOCIAL

 

A fase que antecede a preparação ou planejamento negocial identifica quatro etapas, necessárias para que se entendam os caminhos (meandros) que permitem a consecução dos objetivos no processo:

 

  • MOEDA NEGOCIAL: razão que leva as partes a empreenderem um processo de busca de resultados via negociação; por que negociar; Qual a razão; Qual o motivo de optar-se por uma negociação, para obtenção de um determinado resultado;
  • OBJETIVO: qual o foco da negociação; O que se pretende alcançar; Qual a necessidade ou problema a ser solucionado, com o uso de um processo negocial;
  • PRIORIDADE (OU ESCOPO NEGOCIAL): de que forma este objetivo deverá ser alcançado; em que condições este objetivo ou problema deve ser alcançado ou solucionado; estas condições devem envolver: prazo, custo, dimensões, especificidades que a diferenciem de qualquer outra solução;
  • REAL INTERESSE: qual o detalhe que o negociador considera não barganhável no processo negocial; que detalhes da negociação (demandas ou necessidades) o negociador considera que não deva flexibilizar durante o processo negocial.

 

Ao estabelecer, de forma clara o que pretende com a clarificação destes componentes, o negociador concentra subsídios para que seu planejamento negocial fique consistente.

 

Para que esta pré-preparação se torne objetiva o negociador deve desenvolver, na etapa seguinte, as fases do planejamento negocial, a partir do que estará devidamente instrumentalizado para confrontar suas necessidades com as necessidades de seus interlocutores (continuamos a insistir na não utilização dos termos adversários ou oponentes).

 

PLANEJAMENTO OU PREPARAÇÃO NEGOCIAL

 

Com base no modelo de Negociação por Princípios existem passos que norteiam a fase de preparação (ou planejamento) negocial:

 

  1. PESSOAS

 

          ESTILOS, COMPORTAMENTOS E PRÁTICAS: quem são as pessoas com as quais vamos nos confrontar; qual seu perfil, seu estilo predominante, qual a linha atitudinal e comportamental que essas pessoas praticam durante a negociação; qual seu histórico em negociações anteriores; quais os episódios que marcaram sua atuação como negociador; que informações outros negociadores que tiveram oportunidade de confrontar essas pessoas dispõem para compartilhar conosco.

 

  1. PARTES

 

          INTER-RELAÇÕES, IMPLICAÇÕES, CONTEXTO: qual a marca predominante desses negociadores, durante os processos do qual fazem parte; como agem nas fases preparatórias, com explicitam suas estratégias e táticas (com base em negociações anteriores);

 

  1. PROPÓSITO

 

PROPÓSITOS, FINALIDADE: Nesta fase da preparação o negociador deverá concentrar-se, após responder a estas quatro questões (moeda, objetivo, prioridade e real interesse) em sua linha de interesses (sempre com o foco nos interesses negociais, e não nas posições negociais), identificar qual o perfil destas mesmas questões em relação aos seus interlocutores.

Destes quatro fatores: moeda, objetivo e prioridade poderão ser mais facilmente identificáveis; mesmo que o objetivo final a ser atingido não contemple 100% das informações necessárias haverá condições de obter um significativo acervo de pontos que facilitem a negociação; já com relação ao real interesse, acreditamos ser pouco provável, na medida em que os negociadores tendem a não “abrir” a informação (em casos especialíssimos, onde o grau de confiança mútua entre negociadores supera a média isto pode ocorrer, mas é raro).

 

  1. PODER

 

          FONTES DE PODER: a identificação das fontes de poder que regem a negociação:

o    Recompensa (trocas, concessões e barganhas),

o    Coerção (pressão para obtenção de vantagens e resultados),

o    Legitimidade (fundamentação em leis, regras, contratos, e instrumentos disciplinadores),

o    Informação (base de dados selecionada), conhecimento (tratamento adequado das informações e seu uso em prol do resultado negocial),

o    Persuasão (poder pessoal, de argumentação, de convencimento e de influência sobre os outros negociadores) determina o “cacife” do negociador.

 

  1. POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO

 

          ABORDAGEM DO CONFLITO: o modelo de negociação prevê a negociação branda, onde os interlocutores tem uma relação interpessoal marcada pela confiança mútua; não há agressividade em relação aos negociadores nem em relação aos problemas; prevê-se também a negociação hostil, onde não há confiança e sim desconfiança recíproca, e os problemas e as pessoas recebem tratamento agressivo.

 

No cenário competitivo e contemporâneo das negociações o modelo adequado é o da negociação por princípios: negociadores são solucionadores de problemas, são abandonados o pré-conceito (onde posições são fixadas em relação a pessoas ou situações sem que haja um fundamento lógico), ou o preconceito (onde as posições são fruto de uma visão crítica desfavorável, com base em pensamentos e fundamentos consolidados previamente).

 

Na negociação por princípios prevalece a abordagem assertiva (franca, objetiva e sincera) em relação aos problemas e a abordagem objetiva em relação aos problemas (solucioná-los e não considerá-los insuperáveis).

 

  1. PASSOS TÁTICOS

 

          ABERTURA, EXPLORAÇÃO, FECHAMENTO: os caminhos para a tática negocial passam pela necessidade de considerar:

 

o    Iniciativa: deve ser tomada quando houver informações suficientes, em casos de dúvida esperar momentos mais adequados;

o    Início das transações: de forma otimista, questionando e observando as possibilidades de seus interlocutores;

o    Estratégias de concessão: de forma objetiva, sem fazer concessões excessivas no início, nem pobres em opções;

o    Estratégias de fechamento: prazos claros, sem “rabichos”. Todos os pontos acertados de forma integral.

o    No tocante ao tratamento das diversas nuanças do problema;

 

§  Quando houver informações suficientes exporem suas preocupações quanto ao aprofundamento do problema; em caso de dúvida ou de informações insuficientes, aguardar momento mais propício;

§  Deixar claro para seus interlocutores as suas dúvidas e questionamentos sobre os assuntos pertinentes à negociação;

§  Não fazer as melhores concessões no início da negociação, nem aceitar as primeiras exigências do interlocutor;

§  Eliminar todas as dúvidas; clarificar todas as cláusulas negociadas; só considerar o fechamento da negociação quando todos os pontos estiverem esclarecidos de forma consolidada (toda a negociação).

 

  1. PONTOS DE RECUO

 

          Até onde levar a negociação; estabelecer um limite, a partir do qual a negociação será interrompida, ou em caso extremo abandonada; lembrar-se que mais vale abandonar uma boa negociação do que carregar um acordo de má qualidade, sobre o qual será pago um preço desagradável;

 

8.    MELHOR ALTERNATIVA - PLANO B

 

          Qual a melhor alternativa disponível para esta negociação, se não obtiver um acordo satisfatório; qual o plano B (alternativa fora da negociação) que permita atingir os objetivos traçados;

 

  1. PRECAUÇÕES

 

          CUIDADOS DIANTE DA REALIDADE

o    Quais os tabus que devem ser considerados na negociação;

o    Quais as objeções a serem superadas: dificuldades de informação, má qualidade da argumentação, objetivos mal elaborados, despreparo dos negociadores (estas situações valem para todos os lados da negociação);

o    Problemas de natureza física, mental, espiritual, que podem comprometer a negociação;

o    Importante considerar não só o seu lado na negociação, mas as objeções podem afetar todos os envolvidos.

 

  1. QUESTIONAMENTOS

 

          Quais as questões que devem ser formuladas para interlocutor durante a negociação;

          Quais as questões que o interlocutor poderá fazer durante a negociação e qual o perfil mais adequado para as respostas a serem dadas

          É importante lembrar que a qualidade das perguntas é responsável por significativa parte do sucesso dos processos negociais;

 

CONCLUSÃO

 

Todo o quadro da pré-preparação negocial e do consequente planejamento levam a uma conclusão: o negociador tem como objetivo alcançar o resultado que lhe será favorável.

 

A expressão ganha-ganha não faz parte desse contexto, na medida em que seu foco será a consecução de seu objetivo; se seu interlocutor atingirá seu objetivo ou não este problema seguramente não estará entre suas preocupações.

 

Existe a negociação ganha-perde, onde o negociador tudo fará para que seu interlocutor seja “derrotado” no processo negocial; haverá uma negociação perde-ganha, onde um negociador, por despreparo, por desinformação ou mesmo por uma questão estratégica (pode acontecer) opte por “entregar o ouro”.

 

Mas a negociação ganha-ganha, apregoada como a mais nobre das ações humanas não passa de uma fantasia, em um cenário de competição e competitividade onde o foco é resolver seus problemas, evidentemente sem tentar destruir o interlocutor.

 

No entanto, ao se preparar de forma conveniente para uma negociação o negociador deve dirigir seu foco para seus interesses, e de que maneira superar eventuais obstáculos, apresentados por seu interlocutor que impeçam ou dificulte a consecução de seus objetivos.

 

Mas imaginar que, neste momento ele está preocupado com o que o outro vai ganhar, repetiremos Olavo Bilac: ora direis, ouvir estrelas...

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

Envie seu Comentário

 Nome   
 Assunto do contato   
 Mensagem   

  

Voltar

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO SE APRENDE NA INFÂNCIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

Lena Almeida e Eunice Mendes

Consultoras Sênior do Instituto MVC

Autoras do livro Falar Bem é Fácil

 

 

SEUS FILHOS SÓ TÊM UMA INFÂNCIA*

 

 

Nos seminários que organizo sobre comunicação verbal, sempre tem participante que me pergunta: “O que devo fazer para que meus filhos sejam bons comunicadores?” Muitos profissionais que são considerados excelentes líderes na área empresarial, cobram-se uma participação maior na educação dos filhos. Segundo eles, o trabalho consome muita energia e ao chegar em casa só o que resta é cansaço e alheamento. As crianças aprendem também por imitação, e se não tiverem um ambiente afetivo e favorável para a maior proximidade com a família, a comunicação ficará distorcida e até  bloqueada.

 

Para o psicanalista francês Jacques Lacan, o olhar da mãe é o primeiro espelho da auto-imagem da criança. Desde que nasce o ser humano precisa se sentir-se incluído, sentir-se importante, para construir uma autoimagem positiva. A autorrejeição e autoaceitação podem partir da matriz do olhar maternal, e mais tarde, a ausência do olhar afetivo e individualizado poderá causar sérios distúrbios de comportamento.

 

Crianças que são valorizadas em suas conquistas provavelmente serão adultos mais autoconfiantes, dispostos a ações positivas para superar limites. O inverso poderá causar uma sensação de fragilidade interior e, consequentemente, maior dificuldade para administrar as frustrações.

 

O que é possível fazer para facilitar o processo comunicativo na educação dos filhos?

  • Evite frases castradoras, como “Cale a boca, você só fala besteira!; Você é um incompetente! Não presta prá nada mesmo!; Pare de gaguejar!; Por que você não é igual ao seu irmão?; Com essa timidez, você não chegará a lugar nenhum!; Você jamais vai aprender matemática; Você é um desajeitado; faz tudo errado.” Use os erros da criança como uma oportunidade para aprendizagem. Corrija, mas não a ridicularize.

  • Dependendo da maneira como a criança absorve essas frases humilhantes, ela pode assimilá-las como verdadeiras e passar a vida, para provar que os pais tinham razão: a profecia negativa que deu certo! Dê feedback com amor: corrigir sim, educar sim, humilhar e rejeitar, NÃO.

  • As crianças precisam de limites, e não de desamor e constrangimento. Uma educação que privilegia a auto-estima saudável dá atenção às reais necessidades da criança.

 

Faça programas culturais com seus filhos: veja filmes, peças de teatro, competições esportivas, concertos e exposições. Oriente-os para a importância desses eventos. Ouça as opiniões deles para saber o que eles gostam. Estimule-os a participar de grupos esportivos, escolherem o esporte que querem praticar. Prestigie-os.

  • Leve seu filho com você a uma livraria; ajude-o a escolher um livro, contar o que leu. Forme uma biblioteca que sirva também como fonte de consulta.

  • Leve para casa jornais e revistas. Comente as notícias em casa.

  • Leia histórias para os filhos.

  • Frequente as reuniões da escola, leia as redações que seus filhos escrevem. Participe, integre-se!

  • Reserve pelo menos duas horas por dia ou os finais de semana para estarem juntos. Preste atenção no que eles dizem, dê-lhes chance de expressar seus sentimentos e necessidades. Quando conversarem, olhe-os nos olhos. Se for explicar algo, fale com clareza, dê exemplos, pergunte se eles entenderam. Seja paciente com o ritmo de aprendizagem de cada um.

  • Dê a eles um gravador para que se acostumem com a própria voz. Há livros infantis com exercícios para melhorar a dicção e a articulação. Faça esses exercícios com eles

  • Brinque, permita-se voltar a ser criança.

  • Procure entender o mundo deles. Utilize a empatia.

  • Se eles falarem, corrija-os com a forma correta. Mas não na frente de estranhos.

  • Receba os amigos dos seus filhos em sua casa. Só assim você poderá saber como eles se relacionam na rua e na escola e ajudá-los nas relações interpessoais.

  • Estimule-os a participar de peças de teatro para se desinibirem e se conhecerem melhor. Sem falar no treinamento de comunicação em grupo.

  • Tenha gestos, atos e palavras  coerentes. Os pais são referências importantes para os filhos.

  • Primeiro, trabalhe a sua autoestima. Quem respeita e gosta de si mesmo tende a transmitir confiança e credibilidade.

  • Busque a competência comportamental/emocional. Lapidar as próprias arestas é necessário para a melhor comunicação com os filhos.

  • Trate seus filhos com respeito e eles farão o mesmo com outras pessoas.

  • Permita que as crianças perguntem, questionem e tirem suas próprias conclusões. Estimule neles o raciocínio e a reflexão.

  • Se descobrir que errou ou foi injusto, peça desculpas.

  • Não minta para as crianças. Diga a elas como está se sentindo.

  • As crianças precisam saber que os adultos não são mitos nem heróis, mas seres humanos que podem sentir dor. Crianças perceptivas e atentas conseguem ler no nosso corpo o que falseamos por meio da fala.

  • Não seja irônico. O sarcasmo desqualifica o outro e cria animosidades.

  • Não chantageie nas comunicações com seus filhos.

  • Diga a eles como você os vê. Veja se a imagem coincide com a que eles pensam transmitir a você.

  • Estimule-os a ampliar os próprios limites. Se eles temem algo, aceite o medo deles e ajude-os a vencer a insegurança. Confesse que às vezes você também sente medo, mas nem por isso deixa de fazer o que é preciso.

  • Estimule a independência de pensar e agir. Procure apoiá-los quando eles se sentirem frágeis para alçar o próprio vôo.

  • Numa discussão, dê espaço para a criança argumentar. Os filhos aprendem com os pais que a discordância não é uma ofensa pessoal, mas que o entendimento é possível apesar das diferenças individuais.

  • Procure amar seus filhos incondicionalmente. Tendemos a conviver melhor com espelhos que ressaltem as semelhanças. Em muitos casos, o diferente afasta, agride e desestabiliza o que já está cristalizado internamente.

  • Se seu filho faz algo que mereça elogios, não os poupe.

  • Demonstre o seu afeto. Alimente a criança com palavras de carinho. Diga-lhe quanto ela é importante para você. Se você expressar claramente seus sentimentos, a criança aprenderá que não tem do que se envergonhar das próprias emoções.

  • Procure saber como seus filhos o vêem. Como uma pessoa temida ou respeitada? E como eles se sentem na sua presença? Como reagem quando você fala? Esses dados irão ajudá-lo a fazer uma autoanálise da sua atuação como pai e cidadão.

  • Procure saber quem são seus filhos, o que eles pensam, sentem e desejam. Do que eles gostam e quais são as suas aspirações e frustrações. Ouça-os com interesse. Há muito que aprender com crianças. Normalmente suas idéias não estão cristalizadas e nos ajudam a reavaliar nossas próprias crenças e valores.

 

Nada garante que essas sugestões irão transformar nossos filhos em bons comunicadores, mas se a metade delas forem aceitas e praticadas, eles se sentirão amados e autoconfiantes.

 

Compartilhe com seus filhos o que você tem de melhor, pois é isso que eles levarão pelo resto da vida: a ternura, as conversas, a sensibilidade, a cumplicidade, o companheirismo, o abraço, o afeto, a troca, a alegria e a possibilidade de uma comunicação livre, onde cada um se apresenta sem máscaras, sem mordaças e sem medos. Afinal,seus filhos só têm uma infância!

 

*Título adaptado de uma frase de Regine Brett  - 45 lições que a vida me ensinou.

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

Envie seu Comentário

 Nome   
 Assunto do contato   
 Mensagem   

  

Voltar

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DESENVOLVIMENTO HUMANO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

Américo Marques Ferreira

Consultor Sênior do MVC,

Autor dos cursos e-learning Team  Building e Gestão da Mudança

 

 

ERRAR É UMANO

 

 

O medo de errar é um dos grandes obstáculos ao desenvolvimento humano, seja individual, seja de coletividades.

 

Apesar disso, o método de “tentativa e erro” tem sido responsável por inúmeras descobertas e inovações.

 

Thomaz Edison, considerado um dos maiores inventores da humanidade (registrava uma nova patente a cada 40 dias) tentou mais de mil vezes até ser bem sucedido em seu invento mais famoso: a lâmpada incandescente. E o mais impressionante é que a cada tentativa frustrada ele dizia: “Eu não errei. Apenas descobri uma nova forma do filamento da lâmpada não dar certo”. Catalogava aquela fórmula e por aquele caminho não passava mais. Ou seja: foram mais de mil tentativas inéditas até alcançar êxito em sua empreitada.

 

Não obstante, seu professor, quando ele era apenas um menino de oito anos, fez a seguinte afirmação: "Este garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender, pois é muito agitado e perguntador”.

 

“Você erra 100% dos chutes que não dá” afirmou o genial Walt Disney. Quantos sonhos são abortados simplesmente pela falta de coragem em dar andamento a uma idéia, ainda que incipiente.

 

Nas organizações, por exemplo, podemos encontrar dois tipos de erro: erra-se por ação e erra-se por omissão. É fácil concluir que os adeptos do erro por omissão constituem um contingente muito maior do que aqueles que se arriscam a errar por ação. Os omissos orgulham-se em afirmar que jamais cometeram um erro, porém, nunca tiveram a alegria de ver uma idéia sua sendo implementada com sucesso. Por isso mesmo são os primeiros a criticar as sugestões dos outros, preferindo assumir o papel de estilingue a correr o risco de virar vidraça.

 

É uma tremenda contradição esperar que as pessoas sejam inovadoras sem um ambiente de estímulo ao risco e tolerância ao erro.

 

Outro aspecto importante a considerar nas organizações é como o erro costuma ser tratado: a) buscando um culpando ou, b) como fonte de aprendizado. Na primeira hipótese, a pessoa que erra é transformada em “bode expiatório” de modo a permitir que os demais se sintam isentos de qualquer responsabilidade pelo erro cometido. Por outro lado, em organizações cujas culturas estimulam o empreendedorismo, o erro passa a ser visto de forma positiva, de vez que se pode aprender com tais iniciativas falhas, seja como ponto de partida para outras experiências bem sucedidas, seja a fim de evitar que tais erros venham a se repetir.

 

No livro “Besteiras Administrativas”, de Mark Eppler, encontramos os seguintes fatores negativos relacionados a pratica de se atribuir culpa:

 

  • A culpa nunca afirma, ataca.

  • A culpa nunca restaura, fere.

  • A culpa nunca resolve, complica.

  • A culpa nunca une, separa.

  • A culpa nunca sorri, franze a testa.

  • A culpa nunca perdoa, rejeita.

  • A culpa nunca constrói, destrói

 

O perfeccionismo é outro fator que impede as pessoas de lidarem com o erro de forma positiva. Tal postura revela um processo de auto-sabotagem decorrente da falta de auto-aceitação. Costumo comparar os perfeccionistas àqueles que se propõem a alcançar a linha do horizonte, trilhando um caminho de não chegar, pois jamais se mostram satisfeitos com qualquer resultado alcançado. Em decorrência, os perfeccionistas padecem de ansiedade, auto depreciação, rigidez, intolerância, insegurança, ressentimento e legalismo.

 

E como ninguém pode dar o que não tem, os perfeccionistas, insatisfeitos consigo mesmos, acabam por exigir dos demais o mesmo padrão ideal inatingível, deixando de gratificar o esforço alheio com feedbacks positivos. A conseqüência é a criação de um ambiente persecutório que desestimula qualquer iniciativa em função do risco de vir a ser punido por eventuais erros praticados.

 

Para lidar com o erro de forma positiva podemos aprender com o processo do brainstorming composto de duas fases distintas: a) Pensamento Divergente – na qual se adota a suspensão de qualquer julgamento, de modo a estimular a maior quantidade de idéias; b) Pensamento Convergente – fase em que se busca analisar e selecionar as melhores idéias com base em critérios judiciosos previamente definidos.

 

Por desrespeitar este princípio, muitas reuniões se tornam improdutivas, pois mal uma idéia surge é impiedosamente crivada por frases assassinas, como que colocando pesadas pedras sobre tenras plantinhas.

 

Outro grave equívoco é praticado por algumas empresas que, em “Programas de Qualidade Total”, adotam o lema “Faça certo da Primeira Vez”. Trata-se de um princípio adequado a processos repetitivos e rotineiros, porém, desastroso quando se pretende encontrar soluções inovadoras para problemas desconhecidos.

 

Como no cenário do século XXI as empresas estarão singrando mares nunca dantes navegados, tentar fazer certo da primeira vez é como exigir que Colombo descobrisse a América sem enfrentar a incerteza de sua empreitada.Para evitar a rigidez gerada por tal princípio da Qualidade Total,  recomenda-se substituir a utopia da perfeição pelo compromisso com a excelência, entendendo que alguns processos são mais semelhantes a “trilhas” do que “trilhos”, como muito bem descrito pelo poeta espanhol Antonio Machado:

 

…”Caminhante não há caminho,

O caminho se faz ao andar “...

 

A fim de evitar a falsa impressão de que, neste artigo, estou fazendo a apologia do erro como algo sempre positivo, destaco que são graves e inaceitáveis os erros que ferem princípios éticos e morais, além daqueles cometidos por negligência, imperícia e imprudência.

 

Feita a ressalva acima, gostaria de concluir citando trechos do poema INSTANTES, que traduz a experiência de vida do escritor argentino Jorge Luiz Borges:

 

Se eu pudesse viver novamente a minha vida,

Na próxima eu trataria de cometer mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais,

Seria mais tolo ainda do que tenho sido,

(...)

Correria mais riscos, viajaria mais,

Contemplaria mais entardeceres,

Subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

Iriam a mais lugares onde nunca fui,

Tomaria mais sorvete e menos lentilha,

Teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente

Cada minuto de sua vida;

(...)

Eu era um desses que não ia à parte alguma

Sem ter um termômetro, uma bolsa de água quente,

um guarda chuva e um pára-quedas;

Se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver,

Começaria a andar descalço no começo da primavera

E continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas na minha rua,

Contemplaria mais amanheceres

E brincaria com mais crianças,

Se tivesse outra vez uma vida pela frente.

Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

Envie seu Comentário

 Nome   
 Assunto do contato   
 Mensagem   

  

Voltar

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUCESSO OU FELICIDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

Alexandre Freire

Consultor Sênior do Instituto MVC,

Autor do livro “Inevitável Mundo Novo - O Fim da Privacidade”

 

 

QUERO TER SUCESSO OU SER FELIZ?

 

 

Como você define sucesso profissional?  Ganhar muito dinheiro?  Ser promovido a diretor?  Ter fama? Ter status?  Talvez uma combinação de tudo isto?   Na verdade, o conceito de sucesso profissional não é igual para todos.  Então, muito cuidado com a generalização.  Não devemos nos espelhar em exemplos padronizados de sucesso.  Somos únicos e, portanto, são também únicas as coisas que nos movem e nos motivam.

 

Quando sabemos quais são os nossos objetivos profissionais podemos medir o tamanho de nosso sucesso.  Vejamos dois casos de sucesso no mundo contemporâneo.

 

Muitos devem se lembrar de Karol Josef Wojtyla.  Foram 26 anos do terceiro maior pontificado da história da Igreja Católica Apostólica Romana, marcado por intensa atuação política, viagens aos cinco continentes, defesa da paz e dos direitos humanos.  Ele visitou 129 países, fez campanha contra a Guerra Fria, aproximou sua igreja de outras religiões e culturas, desculpou-se pela inquisição e defendeu as liberdades individuais.

 

Como militante anticomunista, seu grande objetivo foi alcançado: Derrotar as ditaduras socialistas do Leste Europeu e a arrefecer a Guerra Fria.

 

Outro que vocês conhecem é Jack Welch.  Ele entrou na GE em 1960 e transformou-se num dos mais respeitados e mais influentes líderes de negócios do mundo.  Conseguiu transformar um gigante industrial em uma organização empresarial flexível.  Constantemente viajava pelo mundo inteiro visitando as unidades do grupo.  Aconselhava os gerentes a recompensar os funcionários bem sucedidos, mas também recomendava que fossem tolerantes com os erros.

 

Como militante antimediocridade, seu grande objetivo foi alcançado: Construir empresas fortes e competitivas, porque as fracas são uma carga para a sociedade.  Sob sua gestão a GE tornou-se a empresa mais valiosa do mundo.

 

Karol Vojtyla e Jack Welch foram considerados por muitos como pessoas de sucesso.  Todos dois foram responsáveis pela gestão de duas grandes entidades globalizadas. Então poderíamos dizer que a fórmula para o sucesso encontra-se em suas personalidades?  Claro que não.  Quando você diz a você mesmo que gostaria de ser como o fulano porque ele tem sucesso, você está personificando o sucesso.  E sucesso, não tem nome.  O sucesso não reside na pessoa ou na posição que ocupa.  O sucesso reside no alcance dos objetivos profissionais.

 

Porem, quando falamos de felicidade profissional, aí talvez os dois exemplos que tenha mencionado aqui sejam antagônicos.  Karol Vojtyla acreditava que nenhum sucesso profissional justificaria o insucesso familiar.  Jack Welch, por sua vez, dizia que este negócio de balancear a vida profissional com a vida pessoal é balela.  O executivo tem que escolher um ou outro.

 

Olhe bem.  Um dos homens mais ricos do mundo, o mexicano Carlos Slim, reúne, às segundas-feiras, religiosamente, sua família em sua casa para um jantar.  Ele disse que a felicidade existe quando se têm claros seus valores e quando você é coerente com eles.  Quando perguntado se dinheiro traz felicidade, emendou: “Dinheiro não traz felicidade.  Mas ganhar dinheiro sim, traz felicidade”.

 

Ou seja, não é o resultado, mas sim o processo de ganhar dinheiro que o deixa feliz.  Enfim, duas perguntas: Posso ter sucesso profissional e não ser feliz? A resposta é sim.  Posso ser infeliz e ter sucesso profissional?  A resposta também é sim.

 

Feliz Natal e um 2010 de muita felicidade e sucesso!!!  Juntos é claro!!!

 

Pense nisto!

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

Envie seu Comentário

 Nome   
 Assunto do contato   
 Mensagem   

  

Voltar

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ENTREVISTA: REVISTA GESTÃO E RH

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltar

 

 

 

 

J.B. Vilhena

Presidente do MVC,

Autor do Manual de Universidades Corporativas,

Professor dos programas de pós-graduação da FGV

 

 

GERAÇÃO X e Y

Entrevista a Revista Gestão e RH

 

 

REVISTA GESTÃO E RH - Como o mentoring pode ajudar as organizações a resolver os conflitos entre Baby Boomers e Geração Y?

 

J.B. Vilhena - Antes de perguntar como, acho importante refletir se o mentoring realmente pode ajudar na solução dos conflitos entre as gerações BB e Y. Por que? Basta olhar para dentro das casas e veremos pais completamente atônitos e despreparados para lidar com seus filhos. Por que acreditar que esses pais, ao sair de casa e assumir o papel de gestores, saberão falar com jovens iguais aos que eles tem dentro de casa?

 

Pessoalmente acredito que o primeiro passo para um processo de mentoring bem desenvolvido seja o estabelecimento de uma linguagem comum, que permita ao mentor se fazer entender. Será que nós, da geração BB, sabemos falar a língua da geração Y. Quantos BB sabem ligar um Ipod? Quantos estão nas comunidades de relacionamento? Quantos sabem escrever um scrap? Quantos utilizam o twitter?

 

Se os mentores não tiverem humildade para reconhecer que seu conhecimento e experiência só tem valor se for possível comunicá-lo de forma eficiente, acho que os conflitos irão se acentuar e não ser superadas.

 

 

REVISTA GESTÃO E RH - Como o valor da experiência dos colaboradores mais antigos pode fazer a diferença no treinamento e na estratégia do negócio?

 

J.B. Vilhena - Essa diferença só vai existir se:

 

a) o conhecimento tácito acumulado pelos colaboradores antigos for, de alguma forma explicitado. Há estatísticas que mostram que, no mercado americano, cerca de 47 milhões de pessoas da geração BB vão se aposentar nos próximos anos. Se as organizações onde essas pessoas trabalham não forem capazes de capturar e explicitar esse conhecimento ele vai se perder.

 

b) se o conhecimento explicitado for transmitido na linguagem do receptor. Com isso voltamos a questão (1).

 

REVISTA GESTÃO E RH - Quais as principais dificuldades que os mentores encontram no momento de transmitir conhecimento para os novos talentos?

 

J.B. Vilhena - Creio que são duas:

 

a) muitos mentores são prisioneiros de suas certezas. Eles se baseiam nos resultados que obtiveram no passado para orientar as ações de uma geração que vivencia uma realidade totalmente diferente;

 

b) a falta de flexibilidade, uma vez que é preciso traduzir o que se quer transmitir para uma linguagem que seja acessível ao receptor.

 

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

Envie seu Comentário

 Nome   
 Assunto do contato   
 Mensagem   

  

Voltar