Edição Nº 218 | 06 de Abril de 2010 | Edições anteriores, clique aqui!

 Eunice Mendes em momento sabático

 

 Costacurta e Vilhena Certificados pelo IBCO com o CMC

 

 MVC no Primeiro Track de Vendas da ASTD 2010

 

 Negociação: Dar ou Negar? Evento ABTD/MVC RJ-SP

 

 Cobertura da ASTD para Revistas Melhor/VendaMais

 

 Delegação Brasileira na ASTD

 

 ASTD Conferência Internacional de T&D em Espanhol

 

 Biblioteca Gerencial MVC

 

 Qual a hora certa para se falar em preço?
 

  Empowerment: Qual é o Problema?

 EMPOWERMENT: Problema Pessoal ou Organizacional?

Não faltam artigos, teses, dissertações e palestras que enaltecem os benefícios do empowerment.  Mas o que se percebe no dia a dia das empresas, é exatamente o contrario.  Centraliza-se cada vez mais o processo decisório, mesmo quando o problema é de simples solução.  Como no caso mencionado anteriormente, recebemos como clientes, o mesmo tratamento burocrático que damos aos nossos clientes.

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 Alexandre Freire

  Vídeo Palestra

  Liderança pelo Exemplo

 

"Faça o que eu Digo, mas não Faça o que eu Faço"


 

 

É muito comum encontrarmos pessoas que ocupam posições de liderança comportando-se de acordo com o lema acima. Este descompasso entre o discurso e a ação gera perda de credibilidade e a consequente desmoralização desses líderes a ponto de seus liderados afirmarem: “Teus atos soam tão alto aos meus ouvidos que me impedem de ouvir a tua voz”.
 

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 Américo Marques Ferreira
 

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EMPOWERMENT: DE QUEM É A CULPA?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ALEXANDRE FREIRE

Consultor Sênior do Instituto MVC, Professor dos MBAs Executivos da FGV, seu último livro foi A ARTE DE GERENCIAR SERVIÇOS

 

 

EMPOWERMENT: Problema Pessoal ou Organizacional?

 

 

Olá! Imagine que você comprou um produto defeituoso e retorna à loja para trocá-lo.  Lá é avisado que somente o gerente poderá analisar o caso e ele está em horário de almoço.  Agora idealize uma situação onde este gerente, estando no restaurante, solicitou um prato e veio outro.  O garçom, seguindo as regras do restaurante, chama o seu gerente para resolver o problema.  O que estas duas situações corriqueiras têm em comum?  A falta de poder para a ponta, ou mais conhecido como Empowerment!

 

Não faltam artigos, teses, dissertações e palestras que enaltecem os benefícios do empowerment.  Mas o que se percebe no dia a dia das empresas, é exatamente o contrario.  Centraliza-se cada vez mais o processo decisório, mesmo quando o problema é de simples solução.  Como no caso mencionado anteriormente, recebemos como clientes, o mesmo tratamento burocrático que damos aos nossos clientes. 

 

Porem, ao contrario do que muitos pensam, a centralização das decisões não é uma característica presente somente nas grandes empresas. Pequenas e medias organizações também sofrem deste mal burocrático.  Há um medo generalizado de que se dermos o poder para as pontas, as consequências poderão ser desastrosas.  Algumas razões pelas quais as lideranças não delegam poder:

  1. Sentimento que vai perder o controle,  

  2. Seus funcionários não vão fazer corretamente,

  3. Há o risco de fazerem melhor do que ele,

  4. Poderão pensar que ele não tem trabalho suficiente,

  5. Seu pessoal é inexperiente e desmotivado,

  6. Não confia no seu pessoal,

  7. Sua equipe não tem a visão do todo,

  8. Não dá para segurar os erros dos outros,

  9. E por final, o medo de que não será mais indispensável.

 

Veja que as razões listadas são todas de cunho pessoal, não tendo relação com o tamanho da empresa ou o grau de complexidade do serviço prestado.  Conheço uma organização que qualquer funcionário que seja abordado pelo cliente com algum problema, ele se torna o responsável pela solução.  E ainda tem um limite de R$ 3.000,00 para solução, sem memorandos, reuniões ou o envolvimento do gerente. 

 

No inicio, os diretores desta empresa acreditavam que esta nova regra iria levar a empresa ao caos.  Para surpresa de todos o tempo de resolução dos problemas caiu, o grau de satisfação dos clientes subiu, o clima organizacional melhorou e uma nova unidade foi criada para dar conta do aumento de vendas.  Enfim, com o poder nas pontas a empresa cresceu e os clientes estão mais felizes.

 

O empowerment vem de cima pra baixo.  Se o líder Maximo deve ter a visão clara de que a guerra pelo cliente acontece é na ponta e não nos escritórios com ar condicionado, poltrona de couro e carpete.  Lembre-se que o problema é de ordem pessoal.

 

Então torna-se necessário contratar ou formar gerentes que sejam humanos, imperfeitos e que não tenham medo de sombra.  Humanos, porque devem ter a consciência que nunca terão o controle sobre tudo.  Imperfeitos, porque seus comandados farão melhor que ele.  E não ter medo de sombra, pois indispensável é aquele que sai de férias, desliga o celular e o cliente agradece.

 

Quando a ponta tem o poder, sobra mais tempo para a liderança pensar a estratégia da empresa.  Como Henry Ford disse uma vez: “Pensar é o trabalho mais pesado que existe, e, talvez, seja essa a razão, para que tão poucas pessoas se dediquem a tal tarefa.”

 

Até a próxima!

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

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LIDERANÇA PELO EXEMPLO

 

 

 

 

 

 

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AMÉRICO MARQUES FERREIRA

Consultor Sênior do Instituto MVC, Autor de programas de T&D à distância sobre Gestão de Pessoas, Mudança e Team Building

 

 

“FAÇA O QUE EU DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO”

 

 

É muito comum encontrarmos pessoas que ocupam posições de liderança comportando-se de acordo com o lema acima. Este descompasso entre o discurso e a ação gera perda de credibilidade e a consequente desmoralização desses líderes a ponto de seus liderados afirmarem: “teus atos soam tão alto aos meus ouvidos que me impedem de ouvir a tua voz”.

 

Em contrapartida, a coerência entre o que se diz e o que se pratica conferem autoridade moral para quem assim age de modo a obter, por decorrência, a adesão dos seguidores à sua postura transparente. É importante ressaltar que a reputação de tais líderes autênticos deve ser construída ao longo de toda sua vida pela consistência de seu comportamento fundamentado em princípios e valores sólidos. Eis porque se costuma dizer que “caráter aquilo que você faz quando ninguém está vendo”.

 

Infelizmente, em nossa realidade brasileira estamos impregnados pelo espírito do (anti) herói Macunaíma que buscava seus próprios interesses procurando levar vantagem em tudo através do famoso jeitinho.  Tal filosofia é exteriorizada por frases do tipo: “eu sou mais eu”; “cada um na sua”; “salve-se quem pude”; “todo mundo faz, por que não eu”?  Uma das primeiras demonstrações deste traço cultural remonta à era do Brasil colonial, podendo ser constatada já na carta de Pero Vaz de Caminha a El Rei D. Manoel, no fim da qual ele solicitava favores para seu genro, Jorge de Osório.

 

“Para os amigos, tudo; para os inimigos, a força da lei”, frase atribuída a Getúlio Vargas refletindo um ranço clientelista, apregoando uma relação privilegiada da classe dominante em relação à legislação vigente. Em decorrência, a lógica da lei dependeria do lado em que se está: Muitas pessoas são capazes de fazer um discurso inflamado contra o nepotismo, durante um happy hour com os colegas, mas, sem qualquer o pudor, pedem a um político amigo que arranje um emprego para seu filho.

 

“A oportunidade faz o ladrão” é outro argumento comumente adotado por aqueles que tentam explicar uma apropriação indébita como um ato de fraqueza perfeitamente justificável. Afinal, deixar de aproveitar uma oportunidade oculta pelo anonimato é que seria uma tremenda “burrice”, apregoam os “amigos do alheio” de plantão.

 

Se quiser fazer um exame de consciência, veja como você agiria nas seguintes situações hipotéticas:

  • Ao encontrar, numa rua deserta, uma carteira contendo 700 reais em notas de 100, além de documentos, o nome e o endereço de seu dono.

  • Ao constatar que recebeu um troco a maior num caixa de supermercado.

  • Ao perceber que a pessoa sentada ao seu lado no metrô acaba de se levantar para descer, esquecendo no banco um celular que só você viu.

  • Ao ouvir de um guarda de trânsito uma “insinuação” de que poderia deixar de lhe aplicar uma multa por excesso de velocidade em troca de um “agrado” no valor de 10% do referido montante, mais a vantagem de se livrar dos pontos em sua carteira de habilitação.

  • Ao considerar uma proposta de redução de 30% no preço de uma consulta, se aceitar pagá-la sem a necessidade de recibo.

  • Quaisquer que sejam as suas respostas, você estaria agindo de acordo com seus princípios e valores.

 

A conclusão para estas reflexões é que HONESTIDADE é uma questão de ESSÊNCIA, não de QUANTIDADE ou de OCASIÃO. Assim, é tão corrupto o político que desvia polpudas verbas públicas para sua conta particular em paraísos fiscais quanto um cidadão comum que sonegue imposto de renda sob o argumento de que os governantes não prestam.

 

 

Outros textos poderão ser encontrados no site: www.institutomvc.com.br/Biblioteca

 

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MOMENTO SABÁTICO

 

 

 

 

 

 

 

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Por decisão pessoal, nossa consultora Eunice Mendes entrou em período sabático a partir de 1º de Abril de 2010.

 

Durante esse período os Programas Técnicas de Apresentação, Comunicação Verbal, Técnicas de Apresentação Através da PNL, continuarão a ser conduzidos por Lena Almeida (coautora, com Eunice, do livro "Falar Bem é Fácil), José W. Camurça (Prof. dos MBAs Executivos da FGV) e Alessandra Assad (Professora dos MBAs Executivos da FGV e Jornalista).

 

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COBERTURA DA ASTD PARA REVISTAS MELHOR E VENDAMAIS

 

 

 

 

 

 

 

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Durante a Conferência Internacional de Treinamento, promovida pela ASTD, o MVC apresentará boletins diários .

 

J.B. Vilhena para a Revista VendaMais (www.vendamais.com.br) e LA Costacurta Junqueira para Revista Melhor (http://revistamelhor.uol.com.br).

 

 

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MVC NO PRIMEIRO TRACK DE VENDAS DA CONFERÊNCIA ASTD

 

 

 

 

 

 

 

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Além de constar do Track Internacional da ASTD com o tema "Beyond the 5th Level: The Forgotten Dimension", o MVC foi também selecionado para o Tracking "Sales Training Drivers" (clique aqui)

 

 

 

 

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