| Ajudando a Área de RH a Fazer Marketing - João Baptista Vilhena Vendendo no Século XXI - Marco Aurélio Ferreira Vianna O Gerente e o Profissional de RH - Luiz Augusto Costacurta Junqueira Negociação e Decisão - J. A. Wanderley Ninguém Consegue ser Organizado Aqui - Fernando Henrique da Silveira Neto Um Jogo de Negócios - Francisco Bittencourt Alianças Estratégicas e Parcerias - Rosabeth Moss Kanter |
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| O GERENTE E O PROFISSIONAL DE RH LUIZ AUGUSTO COSTACURTA JUNQUEIRA VICE- PRESIDENTE DO INSTITUTO MVC Os períodos de crise e retomada de crescimento têm sido extremamente duros para quem trabalha na área de RH: posições ameaçadas, orçamentos diminuídos e status reduzido passam a fazer parte do cotidiano da função Recursos Humanos. Parece-nos importante colocar algumas sugestões para que o gerente e/ou profissional de RH possam ser mais eficazes e sobreviver aos períodos de crise:
Ao escrever este artigo, não foi nossa meta alinhar todos os indicadores de eficiência/eficácia do gerente ou profissional de RH. Procuramos colocar aqueles que nos parecem mais significativos e mensuráveis na visão do executivo/diretor da empresa. Cabe a você, leitor, adicionar aqueles indicadores que sua experiência mostrou serem os mais definidores da efetividade da área de RH, considerando principalmente o contexto da organização onde trabalha. |
| NEGOCIAÇÃO E DECISÃO VOCÊ QUER CHEGAR A UM ACORDO DE QUALIDADE SUPERIOR?
Nos dias de hoje, de parcerias, capital intelectual, gestão do conhecimento, alianças estratégica, fusões, incorporações, joint ventures, Internet e um novo estilo gerencial, é preciso negociar e cada vez melhor. Para tanto, é essencial que se entenda as formas de proceder. Negociação é o processo de se buscar um acordo, e todo acordo é conseqüência de decisões entre as partes. A grande questão que se coloca é a qualidade da decisão, ou seja, se ela atende aos interesses das partes envolvidas ou se apenas aos de uma delas, em detrimento dos interesses da outra. Mais ainda: se estes interesses são ou não atendidos de forma criativa com o encontro de soluções novas, não previstas inicialmente e de qualidade superior. Existem, em termos de negociação, duas formas de se chegar a um acordo, ou seja, a uma decisão. Uma é a barganha de propostas. Outra é a solução de problemas. A característica básica da barganha de propostas é que cada uma das partes defende a sua proposta sem se preocupar em entender ou aprofundar o entendimento daquilo que está sendo negociado. Já na solução de problemas, os negociadores seguem as etapas do processo decisório e de solução de problemas. Procuram primeiro compreender a situação para só então buscar soluções. A maneira como se decide, barganha de propostas ou solução de problemas, leva a três tipos de desfecho nas negociações. Primeiro, o acordo satisfaz os interesses de ambos os negociadores. Segundo, o acordo satisfaz os interesses de um deles em prejuízo do outro. Terceiro, a decisão é contrária aos interesses dos dois lados, ou seja, ambos saem perdendo. Quem negocia em termos de solução de problemas está buscando o primeiro dos desfechos. Sua postura é: "um acordo só é efetivamente bom quando os interesses de ambos os lados são atendidos." Neste caso, existe um processo de tomada de decisão compartilhada. Quem negocia em termos de barganha de propostas adota a seguinte postura: "cada um que defenda os seus interesses, não importando se em detrimento dos interesses da outra parte." Seguem o lema de Ashleigh Brilliant: "Eu sempre ganho. Você sempre perde. Poderia haver coisa mais justa do que isso?" A negociação com tomada de decisão compartilhada é a mais difícil, pois é necessário que os negociadores ao fazê-la entendam não apenas de processo decisório, mas que também levem em consideração mais dois fatores: os aspectos psicológicos e os dos relacionamentos entre as partes envolvidas. Entre os aspectos psicológicos da decisão devemos considerar a orientação temporal dos negociadores. Algumas pessoas são passado orientadas. Outras são futuro orientadas. As pessoas passado orientadas estão voltadas para os problemas. Em geral, buscam culpados e pontos fracos e costumam ser benevolentes com os próprios erros. Estão voltadas para ameaças e não para oportunidades. Para não tomarem contato com informações desagradáveis usam os mecanismos de rejeição, distorção e negação. Com isto não podem corrigir erros e desvios a tempo. As pessoas futuro orientadas procuram soluções. Não ficam se lamentando pelo que aconteceu. Aceitam o passado como um dado. Se o pneu do carro furou, tratam de trocá-lo e não ficam vociferando contra o prego. Se a luz apagou em função de pane no sistema elétrico, acendem uma vela e não ficam praguejando contra a escuridão. Aceitam as informações desagradáveis como um feedback negativo e, assim, sabem que alguma coisa precisa ser feita para corrigir algum desvio. Um outro ponto a ser considerado é o dos relacionamentos entre os negociadores. Todo relacionamento importa emoções. Para que se possa tomar uma decisão compartilhada com qualidade é preciso saber trabalhar muito bem com as emoções. As emoções são cegas e não sabem distinguir o que é importante do que não é. O que vale mais é o simbólico e não o relevante. Assim, pequenas coisas destituídas de valor passam a ter importância preponderante. Os manipuladores, em geral, sabem muito bem como trabalhar com as emoções, fazendo que as pessoas percam o senso de direção, tenham a sua atenção voltada para pontos irrelevantes, descuidando-se daquilo realmente essencial. Muitas vezes, os processos manipulatórios são sutis e estão travestidos até mesmo com fachadas éticas e de boa parceria, isto é, embalados num belo discurso. O fato é que as emoções apresentam aspectos desconcertantes, como ficou evidenciado no recente caso do Kosovo, em que os ódios suscitados numa guerra ocorrida no século XIV continuam presentes até hoje. Existem alguns pecados que ocorrem com freqüência no processo de decisão e que acontecem também na negociação baseada na solução de problemas. Entre eles, os seguintes:
Negociar na base da tomada de decisão e solução de problemas é muito mais difícil e demanda muito mais competência. Mas compensa, e não é de hoje. Já nos anos de 1072-73, as cidades italianas de Veneza e Gênova negociaram uma parceria para se lançarem em viagens comerciais e com isto auferiram ótimos resultados. Mas não precisamos ir tão longe. Podemos nos reportar ao caso da Procter&Gamble e da Wal-Mart, que negociavam na base da barganha de propostas, do negociador durão e da queda-de-braço, num relacionamento verdadeiramente turbulento entre elas. Estas empresas resolveram mudar seus procedimentos e passaram a negociar na base da solução de problemas. Em vez de ficarem barganhando propostas, com o vendedor colocando seus preços lá no alto e o comprador lá embaixo, passaram a adotar uma outra forma - a de encontrar uma resposta para a seguinte pergunta: Como podemos aumentar as vendas e reduzir os custos? Com isto surgiu a criação de um sistema informatizado de inventário, com o qual as duas empresas pouparam milhões de dólares, tiveram seu relacionamento fortalecido e aumentaram seus negócios em 3 bilhões de dólares. Esta pode ser a diferença entre a barganha de propostas e a solução de problemas. Mais lucros nos seus negócios, parcerias com resultados mais efetivos e comprometimento das pessoas na empresa. E tudo isto pode ser muito simples. Basta que você decida negociar na base da solução de problemas e encontre as formas corretas de fazê-lo. |
| NINGUÉM CONSEGUE SER ORGANIZADO AQUI FERNANDO HENRIQUE DA SILVEIRA NETO CONSULTOR DO INSTITUTO MVC Responda depressa sim ou não:
Se sua resposta é não para três ou mais itens acima, você precisa pensar em melhorar sua organização pessoal. Não é que você vá se dar mal ainda hoje por não ser organizado: é que o volume de assuntos triviais ou não que azucrinam o nosso dia-a-dia só tende a crescer, e se a gente não se organizar um pouco mais vai acabar se dando muito mal em breve. - Mas será que a coisa é tão séria assim, Fernando? Afinal, as perguntas aí de cima são simples demais para se concluir qualquer coisa mais profunda. E além de tudo você não me conhece bem e tampouco meu lugar de trabalho. Ninguém consegue ser organizado lá. Trabalhar com o Jorge Paulo e o Otelo é pra enlouquecer qualquer um E afinal são eles que mandam e fazem as regras: nós só obedecemos Para seguir lendo este texto responda:
Se a sua resposta foi 1, 2 ou 3, pare e reflita um pouco antes de prosseguir, pois vamos falar apenas para quem acredita que 4 é a melhor resposta. É também a única que leva a mudanças e modificações capazes de fazer uma empresa, uma organização e as pessoas que nela trabalham construírem um ambiente eficaz e competitivo nos dias de hoje. Organização começa com administração de tempo. Só que administrar o tempo todos sabem. Dizem que não há novidade sobre o assunto, e muitos o consideram um troço fora de moda e chato (ih, aquele papo de novo...). Mas porque continuamos a nos atrasar, faltamos a compromissos que já havíamos marcado, sempre entregamos trabalhos com o prazo furado, levamos horas procurando documentos perdidos nas gavetas e nos disquetes, temos que papear com o guarda para convencê-lo que estávamos justamente indo naquele momento renovar a carteira de habilitação (vencida há cinco meses ) e ficamos estressados com essa pressão permanente das pessoas e do tempo sobre nós? Organizar-se ajuda a solucionar o cotidiano e libera tempo para resolver o que realmente importa. Não é mais possível ver gente capaz e talentosa perder oportunidades na vida profissional por conta de sua desorganização pessoal. Sim, isso requer um pouquinho de disciplina e vontade. E a cumplicidade dos que nos cercam pode, é claro, ajudar muito. Mas não é nenhum bicho-papão e não requer o talento de um Pavarotti. O grande desafio é fazer com naturalidade coisas como anotar compromissos, observar prioridades, ter seus documentos impressos ou gravados arrumados e acessíveis, preparar-se com antecedência para reuniões, não poder viajar com urgência porque seu visto está vencido, pagar juros num cheque especial e ter dinheiro sobrando em outra conta e reservar tempo para pensar e planejar o futuro, ou seja, coisas que parecem não ter charme ou encanto. Portanto, coisas meio esquecidas por muitos que acham que têm mais o que fazer do que cuidar desse desafio do cotidiano que aporrinha. Desafio do cotidiano? Que é isso, companheiro? O bom mesmo é o inesperado, a novidade, o imprevisto, o imediato, aquilo que está acontecendo agora na minha área e que é capaz de me estimular e excitar. Ou então bom é o refúgio seguro da rotina previsível já programada pelos outros, com chance mínima de erros, gerando tranqüilidade sem sobressaltos. É, e continuar a entregar os trabalhos já acertados depois do prazo... Tá bom, mas o que pode ser feito para sobrar tempo para as novas oportunidades e desafios que devemos enfrentar? Como se organizar sem sentir que estamos carregando um fardo? Pense no que está sugerido a seguir:
Tenha claro que cada vez mais teremos excesso de informações, solicitações, demandas e trabalho para fazer, e que as empresas não vão contratar mais gente para isso. Assim, pessoas mais organizadas e disciplinadas terão mais chances de fazer melhor seu trabalho e mais rápido nessas situações do que aquelas atoladas em sua desordem pessoal. As novidades e oportunidades para serem aproveitadas estão aí, coisas que poderão criar um diferencial competitivo para sua empresa ou sua carreira. Será que porque ninguém consegue ser organizado aqui você não fará parte do time que vai ter sucesso nessa hora? |
| UM JOGO DE NEGÓCIOS CONSULTOR INSTITUTO MVC
"A GRANDE EMOÇÃO DO FUTURO É QUE PODEMOS
MOLDÁ-LO"
(Charles Handy)
Ao sermos convidados a entrar em um JOGO, sem dúvida alguma tomamos algumas precauções. A primeira delas é identificar nossas habilidades em relação às regras e variáveis do jogo, conhecer nossos parceiros ou adversários, identificar chances de ganhos e detectar conseqüências de eventuais perdas, disponibilizar instrumentos e recursos para otimizar as operações do jogo e daí por diante. No JOGO DE NEGÓCIOS nos quais nos envolvemos por vezes espontaneamente, por vezes por obrigação pessoal ou profissional, por estratégia ou até por falta absoluta de opção, nem sempre tomamos esses cuidados, indispensáveis, para que os resultados possam aproximar-se de nossas expectativas. Nos meios acadêmicos, um dos chavões da moda é a história do leão e da gazela: "não importa se você é leão ou gazela, levante-se e corra!" É fundamental, todavia, estar preparado para correr. Há que haver disposição física, disciplina mental, fôlego, saúde, enfim, uma série de pré-requisitos para obter as tão decantadas minimização dos esforços, otimização dos recursos e habilidades e maximização dos resultados. Um dos pontos que consideramos essencial na entrada para esse JOGO é reconhecer o que o cenário nos reserva. Um estudo cuidadoso das mudanças nos mostra quatro tipos de alteração que podem ocorrer no ambiente:
Em nossas instituições, torna-se essencial que a partir do conceito desenvolvido por Kotter, de formar coalizões poderosas, envolvendo todos os participantes do JOGO, nos será permitido encontrar caminhos que sejam compatíveis com os nossos projetos e propostas de ação. Esses caminhos envolvem um perfil integrado de organização, em que as responsabilidades estão clarificadas, a geração de produtos por cada um dos envolvidos na escala produtiva está definida e as inter-relações pessoais independem de perfis ideológicos, estilos ou outra máscara difundida na moda organizacional. Em seguida, perceber a dimensão do nível das forças e fraquezas internas, não só quanto ao seu desenho e sim, e principalmente, pelo grau de influência que esses fenômenos exercem na busca e no alcance dos resultados. Ao mesmo tempo detectar o grau de importância que qualidades e disfunções têm para impactar processos e resultados. No decorrer dessa batalha de preparação de enfrentamento, ou melhor, de participação efetiva neste cenário de transmutação, o papel das lideranças interna alcança uma proporção significativa. Modelos ou estilos não são fundamentais, mas sim a capacidade de perceber focos de resistência, de desmotivação, de desinteresse, de contribuição efetiva e construtiva e de ansiedade por contribuição. A projeção dessa arquitetura por parte das lideranças internas é ingrediente indispensável às organizações, neste "imbróglio" de mudanças contemporâneo. A identificação de abordagens às equipes internas supera as variáveis difundidas na decana liderança de modelo situacional. É fundamental a capacidade de enxergar modelos de conduta da liderança compatíveis com estrutura, perfil e cultura da população interna da organização. A coalizão a que nos referimos anteriormente, citada por Kotter (Liderar para Mudança), mostra um instrumento indispensável a esse desenho da arquitetura desenvolvida pela liderança a negociação interna. Competirá às lideranças internas perceberem o conjunto de fatores que influenciarão o cenário negocial interno, a ser desenvolvido, de forma a permitir a toda a sociedade organizacional participar proativa e efetivamente dos diversos momentos de modificação exigidos pela realidade. Se esse cenário negocial interno não se mostrar evoluído, capaz de gerar decisões compartilhadas e com alto nível de comprometimento, que não se espere o milagre de explodir externamente, no mercado, junto aos clientes e concorrentes um perfil negocial de provocar arrepios; estes, se provocados, o serão de pavor, pela ineficácia. A responsabilidade das lideranças internas, no sentido de conhecer, um a um, os mecanismos de influência dos processos negociais internos, estes sim, impulsionadores da coalizão poderosa, capaz de gerar mecanismos de enfrentamento e superação positiva das mudanças de cenário, necessita de sensibilidade e senso de oportunidade, aliados a uma visão lógica, mas capaz de perceber as "nuanças" do comportamento humano, para permitir enxergar, no ambiente, na organização, nas relações interpessoais e nas características individuais de cada negociador interno as variáveis que interferirão nos resultados esperados. Os líderes internos, portanto, devem ser capazes de entender a importância de seu papel neste cenário contemporâneo de mudanças; serão eles os agentes transformadores da organização, não somente quanto a seus objetivos, mas, além disso, de identificar em cada um dos colaboradores internos um núcleo de ação modificadora, nem sempre percebida pelos próprios, mas que necessita de uma diretriz no sentido de gerar resultados, atingir suas metas pessoais e realizar seus anseios pessoais. Estabelecendo um paralelo entre a reflexão acima e a metodologia adotada por empresas com perfil de competitividade neste universo contemporâneo, o JOGO DE NEGÓCIOS é a representação com caráter reflexivo e didático do cenário mencionado no texto. Utiliza-se o JOGO para que os participantes se envolvam em atividades simuladas, com monitoração e acompanhamento constante, de forma a reproduzirem eficientemente, fatos e situações encontradas na vida real. O JOGO, para atingir seus objetivos, deve permitir não só a utilização de recursos e tecnologias contemporâneas, mas e principalmente a ação permanente dos personagens envolvidos, refletindo sobre suas atitudes e o impacto delas no resultado obtido e a negociação permanente entre os envolvidos. Dessa forma, constrói-se a coalizão mencionada por John Kotter, e o aprendizado se dissemina entre os profissionais. A utilização de JOGOS em que o personagem principal é o recurso tecnológico, deixando para a atitude e o comportamento um papel secundário, pode até levar ao aperfeiçoamento na utilização do equipamento na obtenção de resultados, mas compromete significativamente a capacidade negocial e de integração entre os participantes. É possível verificar que quando há necessidade, mesmo em programas comportamentais, de utilização do recurso tecnológico, a dedicação de um profissional, na operação do equipamento enquanto se percebe a contemplação passiva dos demais participantes, no aguardo dos resultados. Negociar, interagir, sentir-se integrado em processos produtivos pressupõem envolvimento, participação, comprometimento. Nisto o JOGO DE NEGÓCIOS é um instrumental eficaz. Permite a perfeita associação entre o indivíduo, sua percepção, suas atitudes, o impacto de suas ações no resultado final dos contextos nos quais se envolve e a competência na utilização e otimização de recursos tecnológicos disponíveis. O JOGO DE NEGÓCIOS permite que, de forma vivenciada, os profissionais acessem conceitos, teorias, e práticas utilizando o modelo que a andragogia contemporânea recomenda: fazendo, com envolvimento, interação e comprometimento e, conseqüentemente, aprendendo e crescendo. Obs: O Instituto MVC e a Exempla (Francisco Bittencourt) acabam de fechar uma parceria nessa área. Solicite-nos informações detalhadas pelo telefone 0_ _ 11- 3171-1645 ou 0_ _ 21-2518-2321 |
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| ALIANÇAS ESTRATÉGICAS E PARCERIAS REINVENTANDO INDÚSTRIAS E PENETRANDO NOVOS MERCADOS ROSABETH MOSS KANTER HARVARD UNIVERSITY
Em virtude do ambiente empresarial altamente competitivo dos dias atuais, as empresas têm de ser flexíveis, altamente inovadoras, responsivas e eficientes em termos de custo. Uma vez que poucas empresas dispõem das capacitações e dos recursos para demonstrar esse comportamento o tempo todo, cresce cada vez mais o número daquelas que buscam parcerias e alianças, a fim de adquirir vantagem competitiva. Bons parceiros suprem habilidades complementares, conhecimento técnico, bem como outras competências que, de diversos modos, podem auxiliar as empresas a melhorar o seu resultado final. Alguns objetivos das parcerias bem-sucedidas:
Lições de uma parceria bem-sucedida
Questões para você e sua organização
Material cedido pela MINDQUEST, extraído do Vídeo Alianças Estratégicas e Parcerias. Contatos diretamente pelo www.mindquest.com.br ou telefone 0 _ _ 31-297-0292www.mindquest.com.br ou telefone 0 _ _ 31-297-0292www.mindquest.com.br ou telefone 0 _ _ 31-297-0292www.mindquest.com.br ou telefone 0 _ _ 31-297-0292 |