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COMUNICAÇÃO
EFICAZ: A ARTE DO ENCONTRO
Referente à Palestra Sala de Treinamento: Palco do Poder?
Eunice Mendes
Consultora do Instituto MVC
Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo. Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
Quanto ao aspecto individual, comunicar-se bem é uma forma de libertação. Quando falamos, temos a oportunidade de arrancar as máscaras e deixarmos transparecer quem realmente somos, liberando outras formas de expressão que permaneciam em estado latente. Esse processo ajuda a dar vazão ao lado criativo. Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, para sabermos quem somos, por meio do espelho que o outro nos mostra. Somos eternos investigadores de nós mesmos, mas quem nos possibilita a revelação instigadora de quem aparentamos ser, no meio em que atuamos, é o outro. É ele que nos apresenta pistas, que desvendam a parte de nós que, muitas vezes é cega e surda. Ter a sabedoria para mergulhar com coragem nessa autodescoberta é tarefa complexa. A comunicação é a ponte que propicia o desnudamento desse território tão íntimo. Nós somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos. Ter a coragem para se comunicar é estar disponível ao contato social. O processo comunicativo é uma necessidade essencial à natureza humana. Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual. Ela é o nosso instrumento de exploração do mundo e também é, ao mesmo tempo, o instrumento com o qual o mundo nos explora. É através desse jogo que formamos, gradualmente, as opiniões, conceitos e juízos que nortearão nossas vidas, sem os quais seria impossível a convivência. Fincamos nossa estrutura pessoal por meio das comunicações que praticamos. Se os meus pensamentos têm qualidade e consigo transmiti-los com inteligência, empatia e sensibilidade, isso pode me assegurar maior excelência nas relações interpessoais, gerando maior sucesso nas ações cotidianas. nossa estrutura pessoal por meio das comunicações que praticamos. Se os meus pensamentos têm qualidade e consigo transmiti-los com inteligência, empatia e sensibilidade, isso pode me assegurar maior excelência nas relações interpessoais, gerando maior sucesso nas ações cotidianas. Quando nos comunicamos bem, realizamos uma viagem em direção à essência secreta do coração e da mente do outro, e nos tornamos companheiros/ cúmplices nessa travessia ! Para isso, não basta falar bem, utilizando corretamente as regras gramaticais. Há necessidade de muito mais ! É preciso mobilizar nossos recursos internos e externos para facilitar a arte do diálogo, que não é um simples despejar de palavras, é ir ao encontro, é abster-se de julgamentos precipitados, dando chances para a troca democrática de idéias, propiciando um clima de confiança e bem estar, utilizando a empatia na busca do processo de sinergia. Além disso, é necessário buscar feedback quanto à nossa atuação. Só conseguimos construir relações verdadeiras a partir do momento em que enxergamos com maior propriedade quem somos nós e qual o impacto que causamos nos vários grupos sociais. Ter consciência dessa imagem social faz parte da ação corajosa de quem busca uma comunicação plena. O Ser Humano é produto da comunicação que viveu. Dar-nos o direito à expressão é conquistar a liberdade de ser, é tomar posse de novos territórios, é afirmar-se perante a vida, é transformar-se no encontro com o "outro". É preciso aprender a buscar a própria palavra, como quem busca a própria identidade. Compreender a dimensão do processo comunicativo é um caminho para compreender a própria vida. O mundo ecoa de acordo com as comunicações que estabelecemos com os nossos semelhantes. Somos o meio e o produto dessas relações. Investigar a forma como revestimos e expressamos os pensamentos nos possibilita a análise das várias facetas de nossa personalidade, o que nos mostrará como atuamos nos vários grupos sociais. Esse é um mapa necessário, que fornece oxigênio para um mergulho interior e para uma aprendizagem desafiadora, tão necessária para nos tornarmos melhores como seres humanos ! Se temos consciência que contamos a nossa história por meio de cada ato comunicativo, se temos consciência da importância dessas inter-relações, tornando comuns os pensamentos, as sensações e os desejos, cabe-nos as seguintes reflexões:
* Até que ponto meu magnetismo pessoal está sendo lapidado, com inteligência e determinação, com o objetivo de me tornar melhor ? Até que ponto meu magnetismo pessoal está sendo lapidado, com inteligência e determinação, com o objetivo de me tornar melhor ? Respiramos comunicação! Até que ponto estou afinando meus instrumentos internos e externos na busca de uma música que prima pela inovação melódica? Até que ponto, com a música que toco, estou construindo um clima propício ao processo de sinergia, permitindo uma comunicação harmoniosa com outros solos, para a conquista da excelência da orquestra... |
| TALENTO PARA
SER FELIZ |
Leila Navarro Consultora do Instituto MVC Encarando os desafios e conquistando o sucesso Conduzida de forma irreverente e bem humorada, Talento Para Ser Feliz enfocará um panorama bastante otimista sobre a incrível e, muitas vezes, desconhecida capacidade humana de adaptar-se às mudanças. A palestra abordou novas ferramentas que impulsionarão os participantes a identificar a real distância entra seus verdadeiros atributos e as metas que julgam incapazes de cumprir em todos os âmbitos da vida. Enfocando o autoconhecimento como a mola propulsora para que cada pessoa perceba-se única e transforme todos os momentos numa possibilidade de mudança e desenvolvimento, Talento Para Ser Feliz destacará a importância de cada indivíduo agregar conhecimentos e competências para tornar-se capaz de enfrentar as dificuldades com confiança e espírito vencedor. |
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LIDERANÇA
E NEGOCIAÇÃO
Eraldo Meireles
Consultor do Instituto MVC
Quando se fala em Liderança, uma das primeiras e mais importantes atribuições do líder, logo ressaltada, é sua capacidade de negociar. As mudanças no mundo e nas empresas leva-nos à constatação de que encontramo-nos em um momento de transição de um tempo que está acabando e de outro que começa. Estruturas hierarquizadas são substituídas pelas matriciais, as relações formais cedem lugar às informais, os vínculos burocráticos perdem sentido diante dos vínculos empreendedores, já tem pouco valor o "manda quem pode, obedece quem tem juízo" , quando todos sabem que é necessário "fazer o que é preciso". As informações centralizadas, até então um símbolo do poder, perdem lugar para as informações pulverizadas, quando todos são envolvidos nos processos de comunicação dentro das empresas. Cada um cuidando de seu pedaço, em busca dos resultados de sua unidade, perde importância diante dos resultados maiores da Empresa. A revolução provocada pela internet está fazendo diminuir sensivelmente as vendas em local físico, em favor das vendas cada vez mais significativas em "local virtual". Enfim, os antigos modelos mentais, responsáveis por comportamentos e atitudes que já não funcionam, têm que ceder espaço a novos modelos mais eficazes. Todas estas mudanças batem de frente com necessidades e valores enraizados, com um "status quo" estabelecido e, principalmente, com o principal agente de todas as mudanças: o ser humano. E este não muda como mudam as peças, as máquinas ou seus componentes. Conhecer ou mesmo treinar habilidades não basta para que o ser humano se disponha a mudar; o processo de convencimento é árduo e muitas vezes desgastante. Nesta hora revelam-se os verdadeiros líderes. E, quando falamos de líderes, não estamos nos referindo apenas àqueles que exercem funções gerenciais , de chefia ou que detêm algum poder formal nas estruturas hierárquicas. Referimo-nos a todos que precisam obter resultados com/e por intermédio de outras pessoas, independentemente de sua posição, cargo ou contexto em que esteja atuando. A estes principalmente não pode faltar o grande atributo da liderança: saber negociar! Segundo os consagrados autores Kouzes e Posner a "Liderança é um conjunto de práticas observáveis que podem ser aprendidas". Em seu livro Desafios da Liderança eles citam as 5 práticas: 1. Desafiar o Processo; 2. Inspirar uma Visão Compartilhada; 3.Capacitar os Outros para Agir; 4.Modelar o Caminho; 5.Encorajar o Coração. Ora, nenhuma dessas práticas pode ser imposta. Se não, vejamos alguns exemplos. Como impor às pessoas uma "uma busca de oportunidades desafiantes ou a assunção de riscos" sem que eles estejam dispostas a isto? Como fazê-las colaborar ou compartilhar informações, se elas não estiverem convencidas do valor destes comportamentos? Dar o Exemplo, Reconhecer as Contribuições e até Comemorar as Pequenas Vitórias são comportamentos ativos que exigem pré-disposição e convencimento íntimo. Não podem ser impostos, mas podem e devem ser negociados! Usando suas habilidades pessoais, aliadas às boas técnicas de negociação, os verdadeiros líderes são capazes de se transformar em "agentes de resultados" tão necessários nestes tempos de mudança cada vez mais rápidas e que exigem inteligência.
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| EMOÇÃO & DINHEIRO: Estruturando sua Vida Pessoal e Profissional
Vamos tratar das E-MOÇÕES como "ENERGIA em MOVIMENTO". E do DINHEIRO como instrumento de troca entre PESSOAS. Onde há TROCA há movimento. Portanto onde há DINHEIRO há EMOÇÕES. Nesta PALESTRA, ao invés de definir, vamos EXPERICENCIAR, TROCAR. A partir de agora, eu convido cada um a se PERMITIR PARTICIPAR de CORPO INTEIRO. São as EMOÇÕES que nos torna HUMANOS, que nos faz SENTIRMOS REAIS. Confiando nas próprias emoções e conectando-as à MENTE, ou seja, os PENSAMENTOS às EMOÇÕES podemos usar esta ENERGIA a nosso favor, não contra nós mesmos ! Vamos lá a uma experiência prática envolvendo DINHEIRO. (Glória Pereira conduz a experiência). Ao final da experiência: Pare/ RESPIRE - Feche os OLHOS e preste atenção em suas próprias EMOÇÕES. - Feche os OLHOS e preste atenção em suas próprias EMOÇÕES.
Resultados da AVALIAÇÃO EMOÇÕES & DINHEIRO::
ENERGIA das EMOÇÕES associadas ao DINHEIRO::
Vamos dar exemplo de dois extremos: "o PÃO DURO" e "o MÃO ABERTA" // o "8" e o "80"
Recentemente, uma empresa americana perguntou a pessoas de 30 países o que elas escolheriam:
A preferência por DINHEIRO venceu disparado, tanto em países do Primeiro Mundo quanto em países da América Latina :
Ao invés de DIZER a VERDADE sobre o que SENTIMOS, reagimos através das EMOÇÕES :
A 3a REVOLUÇÃO do DINHEIRO Esta forma física (CÉDULA) atrapalha a circulação na VELOCIDADE que já está acontecendo. Então, se desintegra e o que circula é esta QUALIDADE/ MASSA/ ENERGIA com todas as EMOÇÕES ( das PESSOAS e não das cédulas). Esta revolução se dá pelo desenvolvimento da TECNOLOGIA das COMUNICAÇÕES aplicada ao sistema de trocas e ao sistema financeiro. As 5 Leis do DINHEIRO Que regem todo o MUNDO das TROCAS entre PESSOAS do PLANETA
O que EMOÇÕES e DINHEIRO têm a ver com a minha EMPRESA/ meu NEGÓCIO? T U D O Porque onde há PESSOAS:
há emoções e $$$ (energia em movimento) Aplicações Práticas em Treinamento
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DESENVOLVENDO
SEU "CHEFE"
FAZENDO COM QUE AS COMPETÊNCIAS GERENCIAIS SE TRADUZAM EM AÇÕES CONCRETAS João Alfredo Biscaia & Denize A Dutra Consultores do MVC
O TEMA Para examinar o tema Desenvolvendo seu "Chefe" é necessário, antes de tudo, contextualizá-lo no atual cenário empresarial brasileiro. Isto significa apresentar informações que comprovam que estão ocorrendo significativas e profundas alterações nas relações existentes entre líderes e liderados, chefes e subordinados, gerentes e colaboradores, dirigentes e dirigidos. Os nomes que se dão aos protagonistas dessa relação é o que menos importa. O que importa, mesmo, é refletir criticamente sobre o nível de qualidade das relações existentes entre eles, com o objetivo de criar condições para que os liderados possam contribuir para o desenvolvimento profissional e pessoal de seus líderes.
AS PRÁTICAS DEMOCRÁTICAS NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS
Toda e qualquer análise a respeito de gestão de pessoas e de grupos, deve , necessariamente, ter como pressupostos ,conceitos relacionados à prática democrática nas organizações. Essas práticas acontecem na medida em que existam, no mínimo, as seguintes condições:
Por acreditarmos nestes princípios, somos radicais no seguinte aspecto: Nunca poderá ocorrer desenvolvimento de pessoas se não houver a quebra de vícios autoritários arraigados nos valores e crenças de muitas organizações e, conseqüentemente, em muitas pessoas que exercem liderança. Em razão disso, a recomendação é, que quando estivermos examinando qualquer assunto relacionado à gestão de pessoas, não podemos nos esquecer de que a sociedade brasileira vive no regime democrático há apenas 11 anos. Talvez este tempo seja ainda insuficiente para que as pessoas e, conseqüentemente, as organizações absorvam conceitos participativos diferentes daqueles acontecidos nas décadas de 60 a 80. Se admitirmos que os executivos que ocupam os altos escalões das empresas estão, em sua maioria, numa faixa etária de aproximadamente 35 a 55 anos, deduzimos que muitos foram "filhos da ditadura militar", no início de suas carreiras profissionais, enquanto os outros foram seus "netos". Em razão disso, é possível que algumas pessoas continuem acreditando que o princípio do "manda quem pode e obedece quem tem juízo", deve prevalecer nas relações líder/liderado. As pessoas podem até ter mudado o "vocabulário", mas não o comportamento. Essas pessoas não fazem necessariamente por maldade ou má-fé, mas sim, por hábito e costume. A realidade é que ninguém consegue dar aquilo que não nunca recebeu, ou seja, dar liberdade de expressão e conviver com opiniões diferentes das suas.
A verdade de hoje é que muita coisa precisa ser aprendida, valorizada e praticada pelos líderes, notadamente em assuntos relacionados ao uso do poder, resolução de conflitos, motivação, desafio, participação, desenvolvimento de pessoas, delegação e confiança. A humildade, qualidade essencial ao autodesenvolvimento, precisa ser mais praticada por parte dos detentores do poder. Além do mais, é muito mais fácil dirigir pessoas com base em princípios autoritários, de pensamento único. O difícil é conviver com a diversidade de pensamento. Embora sejamos críticos nessas questões , acreditamos que as práticas e políticas e, principalmente os discursos empresariais estão mudando. Aqui e ali vamos constatar eventuais recaídas autoritárias , fruto da falta do exercício democrático nas empresas brasileiras. É fundamental que pratiquemos, mesmo cometendo muitos erros. No entanto, é importante examinar se os erros que estamos praticando são "erros novos/diferentes" dos praticadas nas últimas três décadas.
AS INFORMAÇÕES COLHIDAS Os dados que iremos apresentar, se baseiam nas análises que fizemos em mais de 70 artigos, entrevistas e reportagens divulgados em revistas especializadas , jornais e "sites", sobre dois assuntos:
PRIMEIRA QUESTÃO Competências Gerenciais.
Liderança:
Comunicação
Autodesenvolvimento,
Motivação.
Trabalho em Equipe.
Eficácia Interpessoal
Orientação para Mudanças
SEGUNDA QUESTÃO Principais transformações que vêm ocorrendo nas relações capital financeiro e capital humano Entre as inúmeras mudanças que estão ocorrendo nos últimos 10 anos nas relações de trabalho , selecionamos aquelas que têm alguma relação com a concretização das competências gerenciais acima relacionadas.
Observação: A questão da "ética", tanto a nível empresarial como pessoal, está presente na grande maioria das leituras que fizemos. Optamos por não incluí-la, pois, no nosso entendimento, trata-se de tema que merece um fórum especial e específico, para ser examinado. UNINDO AS DUAS QUESTÕES Após atenta analise dos dois conjuntos de informações, chegamos a três posições para debate: 1º Posição:
2º Posição:
Esta segunda posição , nos conduz aos seguintes questionamentos:
O que está levando algumas pessoas a terem atitudes e comportamentos excessivamente pessimistas? Será que é fruto da violência urbana, da taxa desemprego, do desnível social, da existência de políticos e empresários corruptos? Não sabemos as verdadeiras causas.
3º Posição:
2º - Esta proposta, ganha consistência na medida em que os valores empresariais anunciam que "o chefe nem sempre tem razão" e que o questionamento é a base da criatividade e da mudança. AS NOSSAS EXPERIÊNCIAS: Como acontece. A premissa que sempre adotamos em nossos trabalhos "é de que a voz da experiência não pertence a um só", que faz com que não tenhamos pretensões missionárias ou dogmáticas. Por tudo isso, consideramos que a nossa experiência pode contribuir para outras pessoas interessadas neste novo processo de desenvolvimento de lideranças. Acreditamos ser perfeitamente viável e certamente não é algo simples, mecanicista, onde os passos são iguais para situações diferentes. 1ª Situação A primeira situação refere-se àquelas poucas empresas onde existe um ambiente favorável de aprendizagem organizacional, em que as lideranças já incorporaram principalmente as competências de Comunicação, Autodesenvolvimento e Trabalho em Equipe, sem menosprezar ou desvalorizar as demais. Trata-se, apenas, de dar mais atenção a esses atributos. Registramos novamente os requisitos requeridos nestas competências: Comunicação
Autodesenvolvimento,
Trabalho em Equipe.
Nestes casos, o processo ocorre como um "mentoring" às avessas onde o executivo elege um grupo de colaboradores , em que ele confia e considera com condições para estarem dando constantes feedbacks sobre a sua atuação em diferentes situações de gestão. Este processo é informal, mas permanente e contínuo. A partir de um processo de comunicação aberto, fraco, direto, objetivo e com base em princípio de confiança recíproca, o líder busca na própria equipe apoio e referências para suas melhorias. Recentemente, um dos líderes que pratica, incentiva e apóia esse procedimento nos disse o seguinte: "Nenhuma relação entre duas pessoas é bem sucedida, se uma das partes não merece confiança. Como eu convivo com meus colaboradores mais de 40 horas semanais, não quero gastar meus neurônios e adrenalina desconfiando das pessoas que trabalham comigo. O êxito e sucesso deles é que irá possibilitar minha ascensão profissional. Tenho absoluta certeza que eles querem que eu sempre acerte. Por isso é fundamental escutá-los atentamente, e agradecer" Embora de maneira informal, a organização como um todo começa a valorizar essa pratica gerencial, fazendo com que as pessoas desengajadas do processo comecem a sentir-se fora da realidade organizacional, isto é, como "peixe fora dágua" 2ª Situação:
Para os gerentes foi uma atividade que exigiu muita humildade e autocontrole, pois muitos queriam justificar-se, defender-se ou até reagir negativamente às críticas, mas a forma como o processo estava estruturado e as regras do jogo definidas, o facilitador interferia e mantinha o foco no processo e, certamente ,para alguns, isto foi muito mais difícil do que para outros. Vale ressaltar, que qualquer uma das situações exigiram muito trabalho com as pessoas, pois esta é uma mudança muito forte de atitude, que implica em novos valores...e já falamos do quanto é complexo mudar valores. Afirmar que conseguimos alcançar todos os resultados desejados com estes processos, seria imaturidade profissional, mas garantimos que algo novo já paira no ar em algumas organizações... a questão é tentar ! Afinal das contas,o processo precisa ser continuado.
MUDANDO NOSSO HÁBITO MENTAL "As pessoas têm o hábito de olhar para as coisas como elas são e fazer a seguinte pergunta: POR QUÊ ? "Precisamos mudar esse nosso hábito. Temos que começar a olhar para as coisas como deveriam ser e perguntar: POR QUE NÃO ? DUAS PERGUNTAS FINAIS
Os liderados podem contribuir para o desenvolvimento de seus líderes?
Por que não ?
Os filhos podem contribuir para o crescimento e desenvolvimento de seus pais? Por que não ? |