Número 34 - De 1 a 17 de setembro de 2001 - Edição Quinzenal

DARWIN
ESTAVA CERTO

Luís Ernesto Meirelles


INTEGRAÇÃO : UMA
QUESTÃO DE ESTRATÉGIA

M.A.Ferreira Vianna

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Oportunidades
   

Expediente:
Presidente Marco Aurélio F.Vianna
Vice - Pres: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
WebMaster: Fernando Bardella
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza

Teste
   
 
Especial
 

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 Editorial:
 
Esta edição do INSIGHT MVC contém novidades especiais.

Temos a honra de lançar um artigo de Luís Ernesto Meireles, brilhante consultor em Team Building, Motivação, Energização, mas um escritor bissexto. O texto "E Darwin Estava Certo" nos traz insights interessantes sobre a necessidade de adaptação de executivos e profissionais a um mundo cada vez mais pleno de ambigüidades. No texto seguinte, Marco Aurélio Ferreira Vianna mostra como a integração pode ser um diferencial competitivo na estratégia empresarial.

Como é sua relação com o dinheiro? é o teste preparado por Glória Maria Pereira, procurando levar o leitor a uma auto-análise de seu processo de convivência racional e emocional com o "vil metal".

Bom proveito.
Costacurta , Marco Aurélio
 




 



 DARWIN ESTAVA CERTO (LUÍS ERNESTO MEIRELLES):
 

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DARWIN ESTAVA CERTO
LUÍS ERNESTO MEIRELLES

CONSULTOR DO INSTITUTO MVC -

O processo de "seleção natural" é extremamente complexo e envolve variáveis que são fortemente relacionadas ao "meio ambiente" em que a empresa está inserida. É uma mistura genial de Darwin com Einstein - tudo é relativo .

Assim, o que garante o sucesso de uma empresa em um determinado país pode, ao mesmo tempo, impedi-la de sobreviver em outro. Mesmo em tempos de intensa globalização, as regras do jogo são diferentes.

A Xerox do Brasil é um excelente exemplo. Durante muitos anos, a filial brasileira foi uma das principais responsáveis pelos resultados da corporação, que usava os lucros obtidos por aqui para cobrir os prejuízos realizados em outras operações.
A Unisys foi outro exemplo marcante, na década passada.
As empresas, nesse cenário, lutam constantemente para continuar vivas e, assim, dia após dia, se perpetuar. O negócio é continuar jogando, como afirma o consultor Clemente Nóbrega em suas palestras.
Nesse cenário, a questão que se coloca como mais urgente é: o que fazer para se adaptar constantemente e, assim, diminuir o risco de sair do jogo?
As respostas não são fáceis ou simples de serem alcançadas (por isso, o processo é de seleção é para poucos). No entanto, alguns aspectos desse novo cenário são claros e as empresas que quiserem se perpetuar (e não apenas sobreviver no curto prazo) terão que considerar.

Estratégia:
Segundo Michel Porter, a estratégia é, ao mesmo tempo, o filho preferido e o enteado preterido da prática gerencial. Todos querem ter uma boa estratégia para falar dela, para mostrar em suas apresentações. Mas são poucos os que se dispõem a "pagar o preço" de implementá-las, de correr o risco de exercer opções excludentes.
O que as empresas acabam fazendo é confundir estratégia com excelência operacional e de custos.
Estratégia é sobre ser diferente, sobre ter uma "oferta" para o mercado a qual ele atribua valor. Para saber o que é uma oferta, vá a uma feira livre e preste atenção ao que fazem os barraqueiros. Lá há excelentes lições sobre diferenciação, oferta, valor percebido pelo cliente e diversos outros elementos que compõem uma boa estratégia.
Estratégia é fazer escolhas (por mais duras e difíceis que elas sejam) que levem a uma diferenciação dos demais players. Há dois tipos de diferenciais que uma empresa pode estabelecer:
· Diferenciais Comparativos - aquilo que uma empresa faz melhor do que a concorrência. Essas práticas são rapidamente copiadas, estreitando cada vez mais a Fronteira da Produtividade (vide M. Porter - Competição, pág. 48 figura 2.1 - Editora Campus).
· Diferenciais Competitivos - aquilo que uma empresa faz diferente da concorrência e que não pode ser copiado em curto espaço de tempo.
Desses dois diferenciais, com certeza a constante busca do segundo é o que garantirá a perpetuação da empresa.

Consciência Cidadã:
Por enquanto, os programas de cidadania corporativa ainda são uma exceção no cenário mundial. Mas, em muito pouco tempo, muito antes do que se pode imaginar, a "cidadania empresarial" será um diferencial comparativo entre as empresas. Já há alguns casos isolados de empresas nacionais que começam a acenar para seus fornecedores que colocarão como condição que eles passem a ter também algum tipo de "programa de retorno" para a sociedade.
Esse fenômeno não é fruto apenas de uma maior conscientização de alguns empresários em relação às questões relativas à exclusão social. É também fruto da constatação de que o Estado, sozinho, não tem como promover o desenvolvimento social que suporte o crescimento econômico, ou seja, uma questão matemática de sobrevivência. Uma visita rápida às paginas da Ashoka (www.ashoka.org.br), do Comitê pela Democratização da Informática, (www.cdi.org.br), uma iniciativa tão genial quanto necessária do Rodrigo Baggio. Ou dos Doutores da Alegria (www.doutoresdaalegria.com.br) - outra iniciativa genial, dessa vez do Wellington Nogueira, pode dar a dimensão exata da importância que a consciência cidadã vem tomando dentro das empresas. Elas estão lá como sponsors e isso não é à toa ou fruto de mero assistencialismo. Esse espírito assistencialista não permeia as iniciativas sérias do chamado "terceiro setor", que já responde por 10% do PIB norte-americano.

Conectividade e Capilaridade:
A empresa que estará presente no futuro colocará à disposição do mercado (parceiros e fornecedores aí incluídos), também em curtíssimo prazo, as mais diversas formas de acesso às suas ofertas. Mas não é só a conectividade comercial que fará a diferença. A capilaridade logística será um fortíssimo diferencial competitivo. Em todos os segmentos da economia nos deparamos, hoje, com um forte paradoxo: a virtualidade cada vez maior das organizações e dos relacionamentos exige, ao mesmo tempo, uma maior interface - face a face - entre todos os agentes de resultados (aí incluídas as forças de vendas), na hora de implementar projetos que tragam ganhos efetivos para a organização.
A economia em "tempo real" já chegou a mais tempo do que imaginamos (os Bancos 24 horas já têm mais de 15 anos e são um excelente exemplo de capilaridade logística) e quem não estiver presente todo o tempo estará "fora do jogo".

Visão Sistêmica:
Nesse cenário, a habilidade para perceber os impactos de cada decisão e a competência para construir relacionamentos em rede será um diferencial competitivo e um fator crítico para o sucesso dos profissionais e das empresas.
A otimização dos processos produtivos e o melhor aproveitamento do conhecimento já se tornaram o alvo de todas as atenções. A capacidade para implementar mudanças que façam com que a empresa esteja pronta para atender as demandas atuais e preparada para os cenários futuros é o diferencial entre aquelas que estarão na ponta.

É a época do título de um show dos Titãs - Tudo ao Mesmo Tempo, Agora ! Não basta ter apenas uma dessas características. É preciso investir tempo e dinheiro para ter todas.
Não se assuste. É assim mesmo. Já há empresas que têm essas características e que estão buscando outras novas. Basta dar uma olhada nos seus concorrentes mais bem sucedidos que você as encontrará.


OBS. Material retirado dos programas Liderança, Motivação e Energização
www.institutomvc.com.br

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 INTEGRAÇÃO:UMA QUESTÃO ESTRATÉGICA (M.A.FERREIRA VIANNA):
 

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INTEGRAÇÃO: UMA QUESTÃO ESTRATÉGICA
M.A.FERREIRA VIANNA
PRESIDENTE DO INSTITUTO MVC

Pode parecer estranho ou "coisa de humanista militante", mas em praticamente todos os nossos últimos trabalhos envolvendo Planejamento Estratégico Global, Planejamento das áreas de Recursos Humanos e Universidade Coorporativa e Desenhos Estratégicos de Modelo de Negócios, o tema integração vem aparecendo com grande destaque e prioridade.

Estamos incluindo, nestes exemplos, pelo menos dez contratos de assessoria e consultoria, os quais coordenei neste último ano e meio. Por isto mesmo, sem a pretensão de esgotamento do tema, acho que vale a pena investir um momento de reflexão sobre esta questão que se torna cada vez mais importante. Afinal de contas, conceituadas empresas do Brasil (várias líderes de mercado), ao lado da competitividade, do foco de negócio, do I & T e do e-business, além de outros temas que misturam modismo e profundidade colocam a necessidade da coesão interna , da sinergia e do próprio entendimento e compreensão entre as pessoas, como fatores críticos de sucesso a seremr conquistados e desenvolvidos.

Respaldado no campo teórico por Arie de Geus, deve-se levar em consideração que seu estudo que culmino no livro The Living Company (A Empresa Viva), destaca pelo menos dois atributos das empresas com mais de cem anos de vida:

a) Moldagem da comunidade humana / Desenvolvimento de uma organização comunitária.

b) Colaboradores cientes dos valores comuns / Comunidade mantida coesa por valores proclamados com nitidez.

Para início de nosso raciocínio no caso brasileiro, talvez fosse importante avaliar as causas desse "fenômeno".

Por que só agora integração deixa de ser um tema humano, muitas vezes tratado simplesmente, como um treinamento de segunda categoria e chega à mesa das decisões estratégicas de diretorias e presidências?

Sob o meu ponto de vista, eu não tenho dúvida em afirmar que a empresa de hoje, entrada do século XXI, não pode prescindir de uma equipe dotada de altíssimo grau de entendimento e sinergia. Mais um recaída do humanismo? Absolutamente, não. As organizações que quiserem estabelecer um consistente caminho de desenvolvimento estratégico sustentável têm que criar uma sólida base de inteligência competitiva, integradora e multiplicadora. No mundo hoje, deve ser formado e desenvolvido o conceito de Q.I. grupal, no qual o Q.I. do grupo (em todas as suas dimensões: básico, cognitivo, emocional e valores) deve ser muito maior que os somatório dos Q.I's individuais. Ou seja, se uma equipe é composta por cinco profissionais, cada um com 100 de Q.I. Básico, o trabalho integrado deverá fazer com que o Q.I. grupal ultrapasse e muito o teto de 500; o ideal é que chegue a 5000/10.000.

E por que não foi sempre assim?

Em realidade, durante muito tempo, no período que denomino a Era da Artificialidade, e que temporizo entre 1946 e 1994 (um longo período, portanto), não havia necessidade absoluta da capacitação do Capital Intelectual. Em realidade como afirmam vários empresários, viveu-se uma época em que as empresas se preocupavam muito mais em monitorar e pilotar seu fluxo de caixa que criar valor (aliás, na maioria das vezes nem se pensava nisto). Sempre é bom lembrar que durante muito tempo conviveu-se com inflações de 40, 60 e até 80% ao mês. Isto significava que um pequeno atraso de uma semana no pagamento da fatura gerava ex-impostos um ganho líquido de 10% no caixa da empresa.
É conhecido o caso de uma grande empresa no campo do comércio varejista, com problema de foco, gigantismo e falta de competitividade que usava seu enorme poder de fogo como elemento de coerção diante de seus fornecedores. Quando sua estrutura financeira desbalanceava, ela simplesmente comunicava que a partir daquela data seus pagamentos seriam feitos em sessenta e não mais trinta dias. Ganhava-se, com uma penada totalitária, 30, 40% de margem de contribuição.
Por isso Era da Artificialidade: uma época em que não só a função financeira era mais importante, mas sim uma função específica - o Gerente de Retardamento de Pagamentos. Em suma não havia a menor necessidade de atitudes mais nobres no campo humano.

Empresa convergente

Gosto sempre de lembrar a inesquecível experiência como consultor coordenador da reestruturação da Indústria Automotiva, quando tive a honra de trabalhar com a ministra Dorotéia Werneck. Depois de alguns meses de profunda convivência, perguntei aos presidentes das montadoras por que eles tinham abandonado, durante a década de 80, qualquer preocupação com qualidade, produtividade e foco no cliente. Eles foram unânimes em responder - até porque estavam motivados para a grande virada que foi efetivamente dada em 1992 no campo automobilístico: - "por que pensar em produtividade e qualidade, se em realidade, todos os nossos esforços estavam voltados para obter do CIP ( Comissão Interminesterial de Preços) um reajuste oficial maior que nosso índice de inflação? Era isso que comemorávamos. A empresa daria lucro se nesta decisão do governo conseguíssemos obter condições favoráveis ao nosso balanço."

Hoje é claramente diferente. A velocidade, a complexidade e a volatilidade da mudança exigem um feixe convergente de inteligência e capacitações. Uma empresa nesta entrada de milênio tem que necessariamente evitar divergência e desvio de energia. Sim, porque uma empresa feudalizada, com disputa de poder inter-área, acaba focando sua potencialidade no negativo. Em vez de desenvolver competitividade, inovação e qualidade, as pessoas usam de potencial para brigar, para disputar poder e ocupar o espaço do outro.

Por isto mesmos temos repetido à exaustão, que quando duas áreas de uma empresa brigam entre si há um grande vencedor: o concorrente.

Meu sonho seria espalhar uma placa com esse pensamento pelas salas de todas as empresas do Brasil.

Obs: material retirado do Programa Executivo Século XXI.
www.institutomvc.com.br

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 DICA

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PESQUISA NA INTERNET?

Que tal visitar a Internet e acessar um site onde você pode colocar os temas de seu interesse e, diariamente, receber um relatório de tudo o que a web oferece sobre eles? E, melhor ainda, sem custo? É ótimo, não!
Por isso, aí vão duas dicas para você ficar sempre bem informado sobre tudo e enriquecer seus relatórios profissionais com informações de primeira mão.
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 TESTE:
 

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COMO ANDA SUA RELAÇÃO COM O DINHEIRO?
Glória Maria Pereira
Consultora do Instituto MVC -
Autora do Livro " A Energia do dinheiro" ( Editora Gente )



VIDA PESSOAL, NEGÓCIO e DINHEIRO estão intimamente ligados.

A forma de lidar com o dinheiro tem raízes profundas no inconsciente, na educação e na cultura. Cada pessoa monta sua estratégia de vida - incluindo a estratégia de lidar com o dinheiro - ainda na primeira infância, antes da chamada idade da razão, e com bases emocionais. Ganhar e perder, multiplicar e usufruir, criar riqueza ou viver apenas no limite da sobrevivência têm raízes no sistema nervoso e emocional .
O teste a seguir permite a você identificar como andam suas relações com a mais poderosa energia do planeta, a que move todos os interesses entre: pessoas, familiares, profissionais, empresas, negócios, países, religiões, continentes... Sem esta energia nada funciona no mundo capitalista globalizado.

Procure responder as questões de acordo com sua visão atual/real; esqueça o que considera ideal.

1. Você costuma gastar mensalmente mais do que ganha?
( ) SIM
( ) NÃO

2. Você fica com muita raiva quando familiares lhe negam dinheiro?
( ) SIM
( ) NÃO

3. Freqüentemente, você deixa atrasar os pagamentos por falta de dinheiro?

( ) SIM
( ) NÃO

4. Você sonha deixar para seus filhos carros e imóveis?
( ) SIM
( ) NÃO

5. Você compra compulsivamente tudo o que tem vontade?

( ) SIM
( ) NÃO

6. Você deixas as aplicações financeiras para curto, médio e longo prazo para quando sobrar dinheiro?
( ) SIM
( ) NÃO

7. Você economiza o máximo que pode para não faltar dinheiro no futuro?

( ) SIM
( ) NÃO

8.Você pensa em primeiro satisfazer os outros que você ama, antes de gastar com você?
( ) SIM
( ) NÃO

9. Você nem se preocupa com dinheiro, porque sabe que tudo dará certo, como se fosse mágica no fim do mês?
( ) SIM
( ) NÃO

10. Você evita falar sobre dinheiro, por que dinheiro é sempre problema?
( ) SIM
( ) NÃO

11.
Você evita sair com talão de cheques e/ou cartão de crédito para controlar gastos?
( ) SIM
( ) NÃO

12. Você sempre acaba pagando as contas dos adultos de que você gosta?
( ) SIM
( ) NÃO

13. Você vive para ganhar dinheiro para pagar as contas?
( ) SIM
( ) NÃO

14. Você acha inútil anotar no canhoto do talão os valores e datas de cada cheque?
( ) SIM
( ) NÃO

15. Você anota os gastos só depois que já fez as compras?
( ) SIM
( ) NÃO

16. O dinheiro é motivo de preocupação, tanto na hora de receber quanto na hora de pagar contas e fazer aplicações e investimentos?
( ) SIM
( ) NÃO

Para ver o gabarito clique aqui

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 INTERPRETAÇÃO DO RESULTADO
 

 

 
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Confira os RESULTADOS da sua relação com a ENERGIA do DINHEIRO:

1 a 3 SIM = Você é uma pessoa sem grandes problemas financeiros, está de bem com a vida e sabe lidar bem com a energia do dinheiro. Parabéns! Lembre-se de que a vida é feita de sonhos e de que eles norteiam os motivos para viver com prazer, alegria e abundância.

4 a 7 SIM = Você lida com o dinheiro de forma razoável, mas está longe do seu ideal financeiro . Preste atenção aos seus MEDOS e aos seus IMPULSOS, que são emoções básicas do ser humano e estão diretamente ligadas à forma de você lidar com o dinheiro. Uma atualização básica sobre o "Clic Money" lhe trará benefícios imediatos.


8 a 16 SIM = Você está muito descontente com sua vida financeira e sem as rédeas da própria vida. Por isso, às vezes se sente perdida(o). Está na hora de fazer uma grande reestruturação da vida afetiva, emocional e financeira. Comece se perguntando o que você quer da vida AGORA? E prepare-se para compreender as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo para facilitar as relações de troca entre as pessoas. O dinheiro é a mais poderosa energia que movimenta tudo e todos.

Boa Sorte!

Se quiser maiores informações sobre programas abertos ou in company contate MARIA TERESA - mvcmt@uninet.com.br ou ANGÉLICA - lacostacurta@terra.com.br

 

 

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