Número 36 - De 01 a 15 de outubro de 2001 - Edição Quinzenal


UNIVERSIDADE CORPORATIVA:
O MEA CULPA


L.A. Costacurta Junqueira




ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO: FATOR
CRÍTICO DO SUCESSO


M.A.Ferreira Vianna


BUMERAN DESTACA:


DAVE ULRICH NO BRASIL

Dia 23 de outubro, às 10 horas, em Curitiba.

Bumeran presenteia participantes
com um exemplar de
"Campeões em Recursos Humanos",
numa edição especial para o evento.

Leia mais




Oportunidades

Expediente:
Vice - Pres: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
WebMaster: Fernando Bardella
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza

Teste


VOCÊ É UM BOM OUVINTE?

L.A.Costacurta Junqueira


Eventos In Company

Especial

PPD


Editorial:

Após 4 anos de trabalho, ajudando as empresas a definir os aspectos estratégicos e operacionais de uma Universidade Corporativa, L A Costacurta Junqueira sintetizou essa experiência no texto "Universidade Corporativa: O Mea Culpa".

Marco Aurélio Ferreira Vianna continua a desenvolver o texto do INSIGHT 35, abordando a importância da "Estratégia de Integração" na construção de organizações de sucesso.

"Você é um Bom Ouvinte?", teste desta edição, ajudará o leitor a verificar em qual nível se encontra sua habilidade de ouvir e entender o outro.

Programamos alguns eventos abertos que vão ao encontro das soluções para o período turbulento que vivemos.

Bom proveito.


Se você não recebeu nossas versões anteriores, clique aqui para visualizá-las agora.






 UNIVERSIDADE CORPORATIVA: MEA CULPA (L.A. COSTACURTA JUNQUEIRA):

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UNIVERSIDADE CORPORATIVA: MEA CULPA
L.A. COSTACURTA JUNQUEIRA
Vice-presidente do Instituto MVC

Há cerca de quatro anos foi iniciado, de forma sistemática, o processo de implantação de Universidades Corporativas no Brasil. A par de projetos extremamente bem sucedidos, com enorme contribuição para os resultados da organização, inclusive de forma quantificada, temos observado inúmeras inadequações estratégicas e operacionais.

Essas inadequações têm contribuído, de forma negativa, para a imagem da idéia e sua conseqüente aceitação institucional.

A partir da tecnologia de "redução de erros", vamos examinar neste artigo o que aprendemos e constamos ao longo de nossa experiência na implantação de Universidades Corporativas, bem como na convivência com empresas brasileiras que adotaram essa estratégia.

O MEA CULPA NA ESTRATÉGIA:

1 - Deixar de usar o desenvolvimento para otimizar a cadeia de valor; cada vez mais todos os atores do processo organizacional devem ser parte dos programas de desenvolvimento

2 - Patrocinador errado ou sem patrocinador; sem apoio e sem exemplo não se desenvolve pessoas e organizações

3 - Não considerar a Universidade Corporativa uma unidade de negócios, centro de resultados; se o lucro é uma expectativa em relação a todas áreas da organização, por que RH deve ficar fora?

4 - O Marketing é a motivação principal; aqui os meios não justificam os fins

5 - Optar pelo aspecto modismo e não pela necessidade e comprometimento com a idéia

6 - Foco exclusivo no treinamento, em detrimento da pesquisa, retenção e divulgação do conhecimento

7 - Dependência financeira exclusiva da própria empresa, sem fontes externas alternativas

8 - Não proporcionar uma visão integrada e temporal da vida educacional de cada "aluno", perdendo o benefício da retenção e da educação permanente

9 - Foco exclusivo no desenvolvimento organizacional, esquecendo o desenvolvimento pessoal


10 - Não usar os próprios executivos como consultores internos; perdendo o foco na dimensão "conhecimento do negócio"

Não mudar o paradigma da metodologia e da forma de "entrega" do treinamento

Errar no blend/mix treinamento presencial treinamento à distância; privilegiando demais uma ou outra aabordagem

11 - Escolha inadequada do modelo jurídico (personalidade jurídica própria ou não? Fundação?)


O MEA CULPA NO OPERACIONAL

1 - Não integrar consultores internos / externos à missão, visão, valores da Universidade (ocasionando divergência metodológica, desconhecimento do negócio, superposição de abordagens)

2 - Não utilizar a disseminação das melhores práticas gerenciais da empresa como forma de desenvolvimento

3 - Não incentivar uma cultura de empreendedorismo (interno e externo)

4 - Repetir os erros do "velho" departamento de treinamento

5 - Não definir indicadores de resultados / processos, vinculados às metas institucionais


6 - Desvincular a Universidade Corporativa do sistema de avaliação de competências/potencial/sistema de participação lucros

7 - Número de parceiros muito grande (+ 10) e alta rotatividade entre eles; os vínculos não se aprofundam

8 - Não reter o conhecimento adquirido via elaboração de projetos ao final dos programas, multiplicação dos conteúdos via participantes etc.

9 - Uso insuficiente de cases studies, dificultando a ponte real / ideal

10 - Não usar metodologia que otimize o fluxo multidirecional do conhecimento (instrutor/alunos, aluno/instrutor, aluno/aluno, aluno/fornecedor etc

11 - Deixar de utilizar metodologias que contemplem atividades pré e pós eventos

12 - Não divulgar todos os resultados obtidos (projetos, idéias etc), inclusive para fornecedores, clientes e outros públicos da Universidade

13 - Não utilizar os resultados da Universidade como ferramenta de marketing.

14 - Programas da Universidade Corporativa não válidos como créditos nas Universidades tradicionais conveniadas


OS INDICADORES

Costumamos dizer que não basta fazer um bom trabalho, é necessário que todos concordem que isso foi feito.

A ausência de indicadores é um dos fatores que pode nos levar a tal situação, pois impossibilita avaliações quantitativas e qualitativas dos resultados da Universidade Corporativa.

A seguir, listamos, alguns dos indicadores que, embora simples, muitas vezes não são utilizados pelas Universidades Corporativas ou departamentos de Treinamento das Organizações:

Indicadores Vinculados Globais
Resultados Globais da Empresa
Avaliação média das competências
Demanda por trabalho na empresa
Grau de motivação dos líderes
Grau de satisfação dos clientes
Índice de mobilidade vertical (promoções internas)
Market-share
Rentabilidade
Saída de talentos
Turnover

Indicadores Vinculados / Processuais
Processo
Composição da receita da Universidade (interna/externa)
Número de horas de treinamento por colaborador
Número de participantes externos (clientes/fornecedores)
Percentual de consultores internos/externos

Qualidade
Avaliação das atividades (reação)
Citações positivas na imprensa
Convite para palestras externas
Índice de participação de convidados internos/externos
Número de alunos assíduos (coeficiente de fidelização / evasão)
Número de organizações interessadas em visitas
Percentual do público-alvo interno total

Desempenho
Custo-hora de treinamento x média do mercado
Índice comparativo de treinamento per capita

Resultados Financeiros
Geração de caixa (pelos resultados de programas que trazem receita)
Número de projetos apresentados/implantados

A ESCOLHA DE ALGUMAS ESTRATÉGIAS

Não se pode falar que as estratégias da coluna A sejam as mais corretas emrelação às da coluna B e vice-versa. O que normalmente acontece é a não análise das alternativas de forma simultânea, com a escolha de uma que mais tarde poderá se revelar um erro.

TEMA
ESTRATÉGIA A
ESTRATÉGIA B

Reitor
Sim
Não
Público-Alvo
Todos os colaboradores da empresa internos/externos, clientes, comunidade, família
Determinados estratos da hierarquia (normalmente os
mais elevados)
Portal

Ter portal


Não ter portal

Junção com RH
Áreas autônomas diretamente ligadas à Presidência ou à Diretoria
Áreas vinculadas a RH
Forma Jurídica
Escolha de uma forma jurídica independente, de modo a
facilitar controles econômico-financeiros e a estimular um sentido maior de autonomia
Integrada à própria empresa, como seu departamento ou função
"Professores"
Utilização maciça de
professores e consultores externos com terceirização consistente das atividades
Uso de critérios mistos entre professores internos e
externos
Avaliação de Desempenho
Realização da avaliação de desempenho dentro da Universidade em conjunto com as áreas-fim
Trabalho em equipe, integrando os serviços e produtos da Universidade à avaliação de desempenho feita nos critérios
tradicionais por RH e pelas
áreas-fim
Tamanho da Universidade
Um grande número de pessoal fixo
Um pequeno número de pessoal fixo (3 a 6 pessoas)


CONCLUSÃO

De forma mais global o que se vê no mercado é a colocação do operacional à frente do estratégico; é o como fazer, feito antes do que "fazer".O foco é na execução em detrimento do planejamento.

No fundo isto representa fazer as "coisas" sempre da mesma forma e esperar que os resultados sejam diferentes.

Também poderíamos chamar esta postura de "Efeito Eurico Miranda"; se eu errar ou se algo não der certo a culpa é dos outros, do técnico, da TV Globo, da humanidade...

Sempre é importante lembrar que uma Universidade Corporativa, tanto nos aspectos estratégicos como operacionais deve se pautar pela quebra permanente dos paradigmas educacionais.


Visite em nossa Home Page www.institutomvc.com.br- o tópico Universidade Corporativa


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 ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO : FATOR CRÍTICO DO SUCESSO - (MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA):
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ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO: FATOR CRÍTICO DO SUCESSO
MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA
Presidente do Instituto MVC

Em nosso artigo anterior, do Insight MVC, nº 35 - Integração Estratégica - tentamos demonstrar a importância do tema na construção do painel dos fatores críticos de sucesso de uma empresa triunfadora. Para aqueles que não tiveram conhecimento do texto, vale registrar que, na maioria absoluta dos trabalhos de consultoria que venho realizando, Integração passou a ser tratada como prioridade número 1.

Importante ressaltar que essa matéria acaba emergindo tanto em contratos de planejamento estratégico como em montagem de Modelo de Negócios (estrutura organizacional), em implantação de Universidades Corporativas e, claro, em trabalhos relativos à Cultura Organizacional. Também tem sido muito grande a demanda por palestras sobre Integração ou pelo menos a sua inclusão em conferências mais abrangentes. Nosso objetivo nesse artigo é fazer uma série de reflexões - claro que sem a pretensão de esgotar o assunto - sobre a implantação de uma atitude de integração dentro de uma unidade empresarial. No artigo anterior tratamos do "por quê" e do "o quê" e nesse vamos tratar do "como". Nossa preocupação fica maior porque sentimos que a terapêutica adotada normalmente pelas organizações tem sido, muitas vezes, superficial ou até mesmo posicionada em direção contrária ao bom-senso.

Antes, e acima de tudo, é importante entender, como já foi indicado no artigo anterior, que não estamos tratando de uma matéria simples. Segundo Nigel Nicholson, a segregação está incutida em nosso DNA desde os tempos do Homem de Neanderthal.

A antropologia feudal consolidou ainda mais esta base etnocrática e o sentimento de "tchurma" e "galera" da geração Y de hoje são os fixadores finais desta vontade separatista do Humano. Por isto, a gerência comercial não detesta a gerência financeira por uma questão de vocação ou de estilo diferente. Nem mesmo porque um se sente controlado ou trapaceado pelo outro. Em verdade, as pessoas tem quase que a necessidade instintiva de criar seus próprios inimigos se consolidando através de seus próprios feudos. Para sair desta crença, as organizações terão que trabalhar com enorme seriedade o lado maturidade do ser humano, através de um processo de conscientização das conseqüências malignas deste tipo de escolha. Por isto eu entendo que o primeiro passo do "como" é o desenvolvimento do nível de conhecimento através da promoção de um choque de informação, de modo a dar as bases de conscientização para que as pessoas possam desfazer, no nível contemporâneo a 2001, a eleição atávica: "quero ter meu feudo, quero brigar, quero defender minha gente contra tudo e todos. Sou paternalista e pagarei o preço por isso, nem que seja o desvio da minha energia do foco criativo para o foco degenerador". É evidente que a sensibilização não pode parar no campo do diálogo. Hoffstede defende que cultura forte tem que ser defendida por processos compatíveis. No meu ponto de vista, usaríamos a segunda arma do arsenal que seria a vinculação a resultados e sua remuneração variável. Integração entre pessoas deve ser elevada à categoria de "atributo cultural" e através de avaliações (o método 360º pode ser excelente) individuais o colaborador da organização deverá receber (ou não) reconhecimento pelo seu grau de contribuição à cultura integradora. A omissão do reconhecimento que pode chegar ao limite do castigo/penalidade, mais ou menos grave, pode servir como um alerta ainda maior para aqueles que ainda estão nos tempos jurássicos da segregação.

Finalmente, um lado esquecido da formação da integração consiste na construção do apoio dado por uma estrutura organizacional "amiga" da sinergia. Em verdade, tem-se que sair do organograma fragmentado e criar procedimentos que possibilitem a atuação intercruzada das diversas áreas. A formação de times estratégicos multidisciplinares, de equipes multifuncionais ad-hoc, de times de projetos, de cículos de controle de qualidade múltiplos, de grupos semi-autônomos pode ajudar de maneira vigorosa a criação de uma equipe integrada. Carreira em Y, carreiras em diagonais, política de troca-troca, tempos máximos em cargos e funções específicas, conceito do co-located, rodízio de liderança são procedimentos que transformam feudos em unidades convergentes.

E mais de que tudo, pelo amor de Deus, temos que acabar com o famigerado campeonato interno de futebol ou basquetebol, área contra área. Faça a disputa interna, mas também no conceito integrador, quebrando o paradigma do antiquado organograma. Como exemplo, saindo do futebol para deixar de ser machista, em um campeonato interno de vôlei misto, teríamos não times formados por áreas ( financeira, comercial, informática, etc) mas sim por times. Por exemplo, Flamengo, Botafogo Barcelona, PSV, Grêmio, Internacional, Corinthians etc, E mais do que tudo, apenas como inspiração para os queridos leitores, a formação ideal de um desses times seria: Rosa da Contabilidade, Pedro da Informática, João do Financeiro, Flávia dos Recursos Humanos, Rosely da Produção e Luiz Augusto do Comercial. Não tenho dúvida, na segunda-feira tudo ficaria mais fácil.


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 DAVE ULRICH NO BRASIL

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DAVE ULRICH NO BRASIL

Bumeran faz edição especial de "Campeões em Recursos Humanos", para comemorar o evento. E vai distribuí-la aos participantes do I Fórum de Gestão Como Estratégia de Negócios.

Dave Ulrich, "o melhor do mundo em RH", segundo a revista Business Week, tem como foco a busca de soluções ágeis para que as organizações, atuando numa economia globalizada, possam aprimorar capacidade e competências pessoais. O lema é: "inovar para alcançar resultados".

Um lema que Bumeran, uma empresa do grupo Terra/Lycos, também adota. Nossa preocupação é oferecer sempre as melhores soluções tecnológicas de RH para que os profissionais da área possam dedicar-se cada vez mais à sua verdadeira vocação: desenvolver talentos.

Para marcar a importância da "inovação para resultados" no cenário brasileiro atual, Bumeran presenteia os participantes da palestra com um exemplar de "Campeões em Recursos Humanos", o best-seller de Dave Ulrich, numa tiragem especial e exclusiva para o I Fórum de Gestão Como Estratégia de Negócios.

Esperamos, com este presente, agregar mais valor ao trabalho do profissional de RH para que ele possa tornar a empresa ainda mais competitiva.

Se quiser entrar em contato com Bumeran, nosso telefone é 11 5505-5284.
Se preferir, envie um e-mail para vendas-br@bumeran.com

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 PALESTRAS IN COMPANY

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EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE: DUAS OPÇÕES PARA EVENTOS IN COMPANY

PALESTRA : COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO SEM PERDER A COOPERAÇÃO DOS OUTROS

OBJETIVOS
Sensibilizar (domínio afetivo) e conscientizar (domínio cognitivo) o participante para a importância de desenvolver um comportamento assertivo para a conquista de seu espaço pessoal e profissional, sem com isto, perder a cooperação das pessoas, através de um processo de influência pessoal, tornando-se assim, um ser humano mais inteligente emocionalmente.

TÓPICOS
Como conquistar seu espaço por meio da assertividade
Conceito de assertividade
Vantagens das pessoas assertivas (pessoais e para a empresa)
Assertividade e sua relação com outras competências emocionais
Os quatro tipos de comportamento
Vantagens x inconvenientes de cada tipo de comportamento
Como desenvolver um comportamento assertivo
Técnicas de assertividade
Como manter a cooperação dos outros através da influência
Conceito de influência
Técnicas para influenciar pessoas e obter a cooperação
Um plano de ação


CONSULTORA
DENIZE DUTRA, consultora do Instituto MVC e especialista em metodologias vivenciais. Desenvolveu trabalhos em mais de 100 empresas brasileiras e tem artigos publicados em vários jornais e revistas do país.





" SHOWCASE " : O TRABALHO EM EQUIPE COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO - UMA ABORDGAM VIVENCIAL!!

Por meio do uso de tecnologias que permitem alcançar um grande número de pessoas ao mesmo tempo, em um mesmo ambiente (até 500 participantes), sua empresa poderá desenvolver os elementos necessários para a formação de equipes de alta performance, uma das competências essenciais para o sucesso e para a busca dos resultados.

TÓPICOS
As Mudanças no Mundo e o Impacto nas Organizações
Diferenciais Competitivos x Diferenciais Comparativos - o que importa mais ?
O Trabalho em Equipe como Diferencial Competitivo
Grupos x Equipes - qual a diferença ?
Principais Etapas na formação das Equipes
A formação de Equipes de Alta Performance
Conflitos: Elementos Essenciais - como administrá-los ?

RESULTADOS ESPERADOS
Grupos de pessoas se constituindo como equipes de fato, focadas no alcance de resultados e na superação de desafios.
Integração entre as áreas críticas para o alcance de resultados, otimizando os esforços e aumentando a sinergia.
Incremento na Motivação para que as equipes busquem e superem as metas propostas.

CONSULTOR
LUÍS ERNESTO MEIRELES, consultor do Instituto MVC e psicólogo com especialização em Gestão de RH, Especialista, em Metodologias Vivenciais.


INFORMAÇÕES SOBRE EVENTOS IN COMPANY:
E-mail: lacostacurta@terra.com.br telefone: 11 3171-1645 / 3285-2438
E-mail: mvcmt@uninet.com.br telefone: 21 2518-2321







 EVENTOS ABERTOS
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SE VOCÊ PENSA QUE SABE TUDO SOBRE COMUNICAÇÃO
ESCRITA, VAMOS QUEBRAR ESSE PARADIGMA!!!
8 de novembro - São Paulo

COM JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA
Autor do livro "Como Escrever Melhor" e consultor do Instituto MVC.

Aprenda a escrever textos "vencedores", gramaticalmente corretos, que encantam e convecem o leitor.

PROGRAMA:
-COMUNICAÇÃO, CRISE E CONSEQUÊNCIAS
- APRENDENDO A FALAR COM O CLIENTE
- LEVANDO O CLIENTE À AÇÃO
- A COMUNICAÇÃO NA ERA DA INFORMAÇÃO
- CUIDANDO DA VITRINE
- UM PLANO DE AÇÃO

Cada participante receberá um exemplar do livro Como Escrever Melhor (José Paulo Moreira de Oliveira). Além disso, ficará atualizado com todo o processo de comunicação escrita, considerando todos os recursos da era da informação e as necessidade ditads por tempos de crise.

HORÁRIO: das 9 às 18 horas

INVESTIMENTOS/CUSTOS:
R$ 360,00 (inclui livro Como Escrever Melhor, material de apoio, certificado, estacionamento, assinatura do INSIGHT MVC/ BUMERAN / TERRA, coffee breaks e almoço)



NEGOCIAÇÃO EM TEMPOS TURBULENTOS

29 e 30 de novembro (16 Hs) - São Paulo

COM J.A. WANDERLEY
Autor dos livros " Negociação Total " , Consultor do Instituto MVC


PROGRAMA:

A Ordem Agora é Negociar para Sobreviver!!!
A Negociação faz a diferença
Períodos de Bonança e Tempos Turbulentos:
Como negociar a transição?
Da Era do Comprar à Era do Vender
Tecnologia: Etapas, estratégias, táticas, impasses e concessões
Comportamento: estilos, confiança e flexibilidade
Conhecimento do Negócio
Modelos de Negociação para períodos de crise
Negociando com Públicos Diferentes: Cliente Interno, Externo, Fornecedores, Acionistas etc.

Cada participante receberá um exemplar de "Negociação Total" e "Negociação, Tecnologia e Comportamento".

INVESTIMENTOS/CUSTOS:
R$ 750,00 (inclui livros Negociação Total e Negociação Tecnologia e Comportamento, material de apoio, certificado, estacionamento,assinatura do INSIGHT MVC/BUMERAN / TERRA, coffee breaks e almoços).

LOCAL DOS EVENTOS:
Centro de Convenções Pompéia
Av. Pompéia, 888
São Paulo - SP

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES SOBRE ESTES EVENTOS:

São Paulo
E-mail: lacostacurta@terra.com.br; telefone 11 3171-1645

Rio de Janeiro
E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone 21 2518-2321
Acesse www.institutomvc.com.br para maiores detalhes.

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 DEFICIENTES FÍSICOS: VAMOS AUMENTAR A PRODUTIVIDADE?
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DEFICIENTES FÍSICOS: VAMOS AUMENTAR A PRODUTIVIDADE?

Consulte o INSTITUTO MVC para elaboração e implantação de projetos de Contratação de Profissionais Portadores de Deficiência (PPD).

Pesquisas têm mostrado que, além dos aspectos sociais e legais, o aumento de produtividade pode ser até 20% maior.

Definições
· Objetivos do Projeto PPD
· Cumprimento da legislação vigente
· Identificação das atividades (job description)
· Definição do numero de PPDs
· Processo de recrutamento e seleção
· Processo de treinamento dos PPDs e dos colegas da empresa
· Processo de comunicação
· Acompanhamento dos Resultados

Etapas
· Pré-diagnóstico p[ara compreensão da situação atual da empresa].
· Analise da população atual e suas atividades.
· As razões de contratação: Legal, Funcional e a Emocional
· Análise e identificação das atividades e funções que podem ser desenvolvidas por PPDs.
· Análise do impacto da contratação de PPDs no clima interno.
· Fatores Críticos de Sucesso.
· Disponibilidades de PPDs com o perfil desejado
· Recrutamento e seleção
· Capacitação e treinamento dos PPDs
· Acompanhamento do projeto

Para maiores informações, ou propostas de serviços, envie um e-mail para : lacostacurta@terra.com.br



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 VOCÊ AINDA CONSIDERA JANEIRO E FEVEREIRO MESES DE FÉRIAS ?

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VOCÊ AINDA ACHA QUE JANEIRO E FEVEREIRO SÃO MESES DE FÉRIAS?

Todo negócio tem temporadas de alta e de baixa.Na área de Eduação Corporativa essa realidade também está presente, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro.A partir do conceito de Yield Management, aplicado pelas companhias aéreas para atribuir diferentes preços às poltronas do avião, resolvermos criar algo específico para serviços de Treinamento, Palestras, Consultoria e Pesquisa, prestados pelo INSTITUTO MVC
.

A idéia de incentivar a realização de eventos nos meses de janeiro e fevereiro já tem dado certo em anos anteriores, mas em 2002 vamos inovar, conjugando descontos oferecidos com antecedência na contratação de serviços.

Serviços Contratados até 31/10 -
20% de desconto
Serviços Contratados até 30/11 - 15% de desconto
Serviços Contratados até 27/12 - 10% de desconto

Ao confirmar o evento, o cliente deverá pagar um sinal simbólico de 10% do valor total contratado; o restante, apenas 7 dias após a atividade (janeiro/fevereiro).

Ainda não está convencido?

Leia o texto a seguir com mais alternativas:
"As férias em janeiro e fevereiro muitas vezes dificultam a formação de grupos para palestras e treinamento. Por que não optar pela abordagem individualizada (Coaching)?"

Por que e para quem dar treinamento em janeiro/fevereiro ?
Pessoas que, pela posição na empresa, necessitam de maior privacidade no treinamento / consultoria.
Assuntos que interessam a apenas 2 / 3 pessoas
Público cuja atividade só permite que seja treinado em meses de "baixa"
Assuntos que envolvem conteúdo sigiloso
Inexistência do "Conflito" Treinamento / Trabalho


Voltarol
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 TESTE :

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VOCÊ É UM BOM OUVINTE?
L.A Costacurta Junqueira, vice-presidente do Instituto MVC

"Saber ouvir é arte de fazer com que a outra parte de uma relação/negociação passe para você as informações que serão transformados em argumentos futuros."

A seguir, apresentamos um pequeno teste onde o leitor/executivo poderá testar seu posicionamento diante dessa questão.


Ser bom ouvinte é fundamental em qualquer relação pessoal ou profissional.
Leia as questões, avalie-se em relação a cada uma das características a seguir, usando a escala ao lado de cada pergunta.
Entregue este questionário a outra pessoa com quem se relaciona habitualmente para que ela responda sobre você. De preferência deve ser usado o mesmo exemplar do exemplar do questionário ainda sem as suas respostas.
Responda as questões em termos da realidade atual; não procure acertar ou buscar alternativas ideais.
A resposta consensada em cada item é que deve ser utilizada para efeito da interpretação após o teste.


01. Você permite que o outro se expresse sem interrompê-lo?
a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre


02. Você escuta nas "entrelinhas", procurando o sentido oculto das palavras, especialmente quando a pessoa usa linguagem de significado não claro?
a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

03. Você se esforça para desenvolver sua habilidade para reter informações importantes?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

04. Você registra os detalhes mais importantes de uma conversação?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

05. Ao rememorar um acontecimento qualquer, você se preocupa em localizar e registrar fatos mais importantes e as palavras-chave?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

06. Você repete para o seu interlocutor os detalhes essenciais de uma conversa, antes que ela chegue ao fim, visando confirmar o que foi entendido?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

07. Quando em conversa com outra pessoa você começa a imaginar a resposta a Qualquer colocação apenas quando o outro já expressou suas idéias?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

08. Você evita tornar-se hostil ou excitado quando o ponto de vista do seu interlocutor difere do seu?

a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

09. Você ignora outros fatos paralelos à conversa quando está ouvindo?
a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

10. Você sente e transmite um interesse genuíno no que o outro está dizendo?
a) Nunca
b) Raramente
c) Quase Sempre
d) Sempre

Para ver o gabarito clique aqui

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 INTERPRETAÇÃO DO RESULTADO


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INTERPRETAÇÃO

Sempre
Quse Sempre
Raramente
Nunca
4
3
2
1


Qual a sua performance como ouvinte?
- Se você alcançar 32 ou mais pontos, você é um bom ouvinte - alguém que desperta confiança e
que sabe captar as idéias dos seus interlocutores
- 27 a 31 pontos colocam você entre os ouvintes médios
- 22 a 26 pontos mostram a necessidade de uma prática consciente da arte de bem ouvir, a fim de
superar algumas deficiências
- Abaixo de 21 pontos significa que, provavelmente, boa parte das mensagens que você escuta
são deturpadas e retransmitidas com "Interferências".

Você poderá melhorar, eficazmente, sua capacidade de escutar, e a de seus companheiros, se puser em prática as seguintes técnicas, esforçando-se para que seu pessoal faça o mesmo:
Aprenda a permitir que os outros expressem seus pensamentos sem interrompê-los
Aprenda a ouvir nas "entrelinhas", pois nem sempre o outro diz tudo só com palavras

Concentre-se em desenvolver a sua capacidade de retenção do que ouve. Não faça muitas anotações durante a negociação - trabalhe mais com a memória, escrevendo apenas o que for mais significativo.

Não "tire do ar" seu interlocutor se você achar que aquilo que ele está dizendo não lhe interessa
Não se exalte ou se irrite se as idéias do outro forem contrárias às suas convicções
Aprenda a não prestar atenção às interferências do ambiente.

Você pode identificar seus pontos fracos ao ouvir os outros e medir sua eficácia em ouvi-los utilizando-se do teste. Este teste fornecerá indicações sobre as áreas específicas que necessitam ser trabalhadas, são aqueles itens que mereceram 1 ou 2.

Através do trabalho consciente visando eliminar o "nunca" e o "raramente" de suas respostas, você poderá alcançar significativas melhoras nas suas relações com seus amigos, subordinados, clientes, parceiros e superiores.
Registre em folha à parte os pontos principais a serem desenvolvidos para que você se torne um melhor ouvinte.


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