Número 42 - De 17 a 31 de janeiro de 2002 - Edição Quinzenal



COMO LIDAR COM
OS ESTRANGEIRISMOS?

José Paulo Moreira
de Oliveira





CRESCIMENTO COMPARTILHADO

Francisco Bittencourt

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DESTAQUES
Expediente:
Vice - Pres: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Webdesigner: Letícia Teixeira
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza


TESTE




TIMES OU BANDOS?

Marco Aurélio
Ferreira Vianna






ÚLTIMA CHANCE


EVENTOS ABERTOS
 
 Editorial:


ARGENTINA E ALÉM


    Em 1930 a Argentina era a sexta potência econômica do mundo ocidental; sua renda per capita equivalia à de países como a Itália .Apenas setenta anos depois, uma fração cósmica diante da História Universal, chegamos à situação caótica atual. Este triste exemplo, tão próximo de nós, deve servir como orientação para a construção de nosso modelo mental, de nossas crenças e convicções. Sim, porque mais uma vez se vê a absurda possibilidade de criar a decadência como fruto direto de nossas escolhas e prioridades.
    
   
 Na opinião de analistas argentinos, algumas decisões explicam o fracasso atual desta Nação:

    
O excelente nível e padrão de sua educação não foi suficiente para gerar a flexibilidade de adaptação às mudanças que se processavam no ambiente estratégico internacional .
    A insistência em criar um” mundo próprio” defasado do “mundo real“ tolhia as ações de evolução de um celeiro do mundo para um país industrializado, com tecnologia de ponta compatível com mudança do estado de coisas .

    
Em complemento, um sentimento quase que generalizado de arrogância fechava ainda mais qualquer possibilidade de levantar-se da cama com os louros do passado.

    Finalmente, mesmo correndo o risco da simplificação, a concentração das benesses do crescimento nas mãos de poucos membros de uma oligarquia privilegiada multiplicava os efeitos deletérios anteriores.

     Estas conclusões que foram extraídas de matérias feitas por intelectuais argentinos são ameaças que proliferam em um número razoável de empresas brasileiras.

    
Por isto, neste editorial, queremos, em primeiro lugar, demonstrar nosso respeito e sentimento pelo povo argentino. A visão da possibilidade de fome em nossos irmãos e vizinhos acende um vigoroso sentido de solidariedade e, muito acima da liturgia econômica de um Mercosul , como Seres Humanos devemos ajudar outros Seres Humanos.

    
Em seguida, no meu ponto de vista , temos que abandonar vícios antropológicos que destroem pessoas, empresas e até países: curtoprazismo, inflexibilidade, concentração de resultados, falta de visão estratégica, paternalismo, nepotismo, ganância e - de novo - arrogância.

    
De certa maneira, cada um por seu foco, os artigos deste Insight MVC/BUMERAN reforçam as teses anteriores. José Paulo Moreira de Oliveira demonstra, com muito humor, em sua matéria - Como lidar com os estrangeirismos -, a necessidade de equilíbrio no uso de termos estrangeiros na nossa Língua Pátria. .Nem o pré – julgamento de abandonar palavras vindas de fora nem a superficialidade de só usar anglicismos e informatiquês. Francisco Bittencourt, em Crescimento Compartilhado, faz uma excelente análise do líder deste novo milênio, certamente incluindo atributos antagônicos àqueles usados pela maioria dos “chefes argentinos”. Vale a pena ler

Bom proveito.

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 COMO LIDAR COM ESTRANGEIRISMOS (JOSÉ PAULO MOREIRA DA SILVA):

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COMO LIDAR COM OS ESTRANGEIRISMOS?
JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA

Consultor do MVC, autor do livro "Como escrever melhor" (Publifolha, 5a. edição)

A questão dos estrangeirismos é delicada. Tem a ver com o conceito de utilizar a Língua como fator de diferenciação social, obsessão de uma elite perversa que tem verdadeiro horror a ser comparada com o povão . O problema é que globalizou geral e quase todo mundo já tem um celular ou viajou pra Cancun.

Você sabia que até meados do século dezenove era elegante falar Português com sotaque lusitano?

Pois é...

Enquanto isso, angolanos e moçambicanos morrem de inveja do nosso jeitão de falar Português. O sonho deles é um dia conquistar que nem a gente um sotaque próprio. Aí sim é que eles vão se sentir independentes.

Enquanto isso, nós por aqui vamos tocando o barco. Oswald de Andrade já dizia - em 1929, pasmem - que ¨eruditamos tudo. Só esquecemos o gavião de penacho¨.

Já vivemos a fase das citações em latim para ¨enobrecer¨ os textos, passamos pelos galicismos do início do século e agora vivemos a plenitude do americanês. Por favor, não pensem em xenofobias iguais aos delírios daqueles deputados que querem - porque querem - obrigar todo mundo a só falar português. Nem uma reles palavrinha em inglês!

Mal sabem os nobres - e decerto bem intencionados parlamentares - que a globalização veio para ficar , que Policarpo Quaresma teve um triste fim e que não se governa Língua por decreto .

Povão é meio do contra. Aí é que todo mundo ia querer comer hot dog ou fazer delivery.

Você não acha que seria um horror chamar futebol de ludopédio ou chofer de cinesífaro? Duvideodó que alguém falasse essas besteiras. A gente é pobre, mas é limpinho!

A tal reserva de mercado para uma Língua é outro blefe. E dos grandes! Nem na França colou. Pergunta se lá os franceses falam os nomezinhos franceses bonitos que alguns doutos lingüistas inventaram para conter o avanço do inglês? Não tem jeito!

Quem domina a tecnologia acaba exportando por tabela a Língua matriz criadora.
Assim foi com os romanos, que praticamente dominaram o mundo e obrigaram quase metade do planeta a falar Latim. Assim vai acontecendo agora com a aldeia global que acaba comprando os novos termos que vêm do Inglês. Se o Bill Gates tivesse nascido no Maranhão, comesse arroz de cuxá ou tomasse guaraná Jesus, certamente estaríamos exportando a língua portuguesa para o mundo. Portugal chama mouse de rato, arquivo de ficheiro e se isola, porque não fala o informatiquês universal.

Brigar contra isso é sandice. Todo bom pescador sabe que não dá pra remar contra a maré.

O problema não está em conviver com o estrangeirismo que não é nenhuma novidade.
Todo mundo sabe o que é um freezer (menos meu corretor ortográfico), vai ao toilette (será toaleti ou tualete ? ), já viu um contêiner, toma um sundae e se amarra em fazer um cooper . Abajur, ringue, boxe, pulôver, rosbife e sanduíche podem conviver na boa com xerocar, deletar, mouse e outros primos menos votados.

O que se deve combater é o exagero das recorrências ao inglês só pra mostrar sintonia com a tchurma do êmibiêis ou as idéias administrativas dos gurus norte-americanos .
Nada mais do que preservar o perverso acordo tácito de falar e escrever para só ser entendido pelos ¨homens bons¨.

Isso sim é que vai de encontro aos anseios de uma sociedade que precisa de menos pavões e mais comunicadores. Não tem a menor graça parar para um coffee break ou realizar um evento in company. Assim como é ridículo dizer que Summary é a mesma coisa que Sumário, que é correto startar o início do processo ou inicializar o completamento das chamadas para atingir patamares ou melhorar o empowerment .

As meninas dos 0800 saem por aí dizendo impunemente que vão estar verificando o problema ou que o cliente pode estar pagando a fatura no Banco X. Mal sabem elas que estão reduplicando scripts ruins do inglês, pessimamente traduzidos para o nosso belo Português .

O lingüista Ferdinand de Saussure estava inspirado quando afirmou que a sobrevivência de qualquer idioma depende intimamente do equilíbrio entre duas forças aparentemente opostas e antagônicas: a força do intercurso - ligada a nossa capacidade de aceitar o novo e perceber que a Língua é um mecanismo vivo, em constante evolução - e o espírito de campanário - ligado à faculdade humana de rejeitar modismos e preservar e respeitar a tradição do que é legítimo e do que já está devidamente consagrado .

É dentro dessa dimensão que temos que considerar os estrangeirismos.


Material retirado do programa Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita


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 CRESCIMENTO COMPARTILHADO (FRANCISCO BITTENCOURT):
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CRESCIMENTO COMPARTILHADO
FRANCISCO BITTENCOURT
Consultor do MVC, autor de "Líderes ou Arquitetos?" (no prelo)

INTRODUÇÃO
Chefes empurram, líderes puxam ...
Chefes têm voz mais forte, líderes têm ouvidos mais acurados ...

O convite para desenvolver um trabalho de transmissão de conceitos de qualidade, com dois enfoques, um voltado para padrões de qualidade de recursos, tecnologia e processos e outro abordando aspectos comportamentais, envolvendo princípios de mudança e comprometimento, não refletia a realidade que se colocaria a nossa frente, tão logo este programa, inesquecível, se efetivasse.

Esta empresa, produtora de artefatos de papel, com cerca de 150 empregados, era dirigida por um grupo de cinco profissionais, irmãos, tendo outros membros da família em seu quadro efetivo.

A empresa, que historicamente desenvolvia um movimento típico de organizações semelhantes, mostrava um caminho para o futuro provavelmente sem grandes novidades ou descobertas.

Os irmãos se sucediam, em forma de rodízio, na direção da empresa, e, na ocasião do convite, estava no comando o irmão mais jovem do grupo.

Na oportunidade, contratos firmados com empresas de posição relevante no cenário nacional abriram à empresa oportunidades até então não acessíveis.


Novas cores, novos cenários, novos ambientes ...

Os resultados econômicos e financeiros logo se fizeram sentir. A disponibilidade para investimentos e para o custeio de ações de melhoria no ambiente profissional tornaram-se uma significativa e palpável realidade.

Na primeira conversa com o diretor, disse-me que a equipe de colaboradores estivera com ele durante os tempos difíceis. Ele gostaria de retribuir, por meio de nosso programa, toda esta solidariedade e comprometimento, dando aos membros da equipe, um novo sentido de qualidade as suas vidas pessoais e profissionais.

O que se passou, a partir deste primeiro contato, foi uma sucessão de eventos interessantes, reveladores do impacto provocado nas equipes pela ação diferenciada de seus componentes.

Para se ter uma idéia do mecanismo de ações e reações, um exemplo merece ser citado.

Em um determinado mês, iniciou-se um programa de esforços concentrados com o objetivo de atingir um resultado reconhecidamente desafiador. Os esforços individuais e coletivos foram flagrantes, mas, por razões que se colocaram fora do alcance de suas influências, não permitiram a consecução dos resultados.

Na mente do diretor, mesmo com o resultado não alcançado, o esforço fora flagrante. A não-consecução do resultado não descredenciava nem desmerecia o esforço para alcançá-lo.

Por esse motivo, não aceitou o resultado sem mostrar seu reconhecimento pela dedicação da equipe. Não podendo retribuir, por exemplo, convidando a todos (incluindo suas famílias) para um gigantesco churrasco no fim de semana (havia espaço suficiente nas dependências da empresa), optou por fechar um contrato com um frigorífico, que, numa marcante e inesquecível sexta-feira, entrou na fábrica com um caminhão contendo uma peça de carne para cada funcionário. Isto permitiria a todos curtirem um belo churrasco com família e amigos, no fim de semana. Inusitado? Sim, mas objetivo e concreto.

Manuais de liderança estão disponíveis e cada um delas terá uma gama bastante ampla de opções de modelos de reconhecimento e retribuição, a serem adotados por líderes, em relação aos seus subordinados.

Fred Polak, em seu livro "A visão do futuro", afirma que a visão é a ação que muda o mundo, que visão sem ação é um sonho, e que ação sem visão é um passatempo; ter uma visão positiva de futuro é um poderoso motivador. A visão, portanto, é o resultado dos sonhos em ação.

Estar atento aos sinais e às atitudes, aos comportamentos e aos resultados das ações de seus subordinados é o principal diferencial competitivo de um líder comprometido com a contemporaneidade.

Conhecer o perfil de sua equipe, as características marcantes, capazes de, senão prever, ao menos delinear o caminho escolhido pela equipe, na tentativa de atingir seus objetivos exige, dos líderes, um exercício de competência para, percebidos os sentimentos, selecionar as ações de resposta da liderança.

Algumas questões podem ser postas pela liderança na reflexão sobre a qualidade do impacto provocado pelo líder sobre a ação de seus liderados:
* Responsabilidade e autoridade claramente definidas?
* Indisciplina pessoal de membros da equipe contaminando negativamente seus pares?
* O clima interno de trabalho favorece a integração?
* Mudanças são implementadas sem planejamento e comunicação adequados?
* Os padrões de trabalho têm avaliação ou reflexão constante sobre sua efetividade?
* Há lógica entre a estratégia organizacional e a operação propriamente dita?
* A liderança, em vez de se impor, procura parceiros para suas idéias?
* Nas crises, em vez de tratar de solucionar problemas, procuram-se culpados?
*
Os membros da equipe têm consciência das conseqüências positivas ou negativas de seus atos e decisões?
* Momentos de crítica são superficiais e adia-se a transmissão de informações negativas à equipe?
·* Os membros da equipe sabem a real finalidade do que fazem?

Colocar em ação decisões tomadas a partir de uma visão inicial, gerando respostas no sentido de obter um resultado esperado mostra a competência de um líder.

Na visão de Philip Kotler e Gary Armstrong, há um conjunto de variáveis com condições de interferir nos resultados de seus negócios produtivos:
*A capacidade visionária da liderança;
* A dedicação dos funcionários da organização;
* O perfil de uma orientação empreendedora, pelos líderes;
* A flexibilidade, diante de processos e resultados;
* O nível de orientação geradora de comprometimento com o negócio.

O líder consciente tem para si, muito claro, o padrão de influência e de importância que essas variáveis exercem sobre o resultado.

Monitorar cenários externos a seu segmento de trabalho, identificando as expectativas de sua clientela, interna e externa, conhecendo as estratégias e as metas da organização são responsabilidades de quem exerce a liderança de pessoas e está inserido em um contexto gerador de resultados.

Vale observar, todavia, a necessidade fundamental de conhecer, de forma intensa, o nível de qualidade das expectativas dos membros da equipe, ao desenvolver mecanismos de resposta.

O entendimento dos traços culturais que prevalecem entre os membros da equipe permite ao líder delinear, de forma mais efetiva, os mecanismos de impacto com dimensão de qualidade suficiente para significar como satisfazê-los e motivá-los.

A liderança, ao mencionar a necessidade, a obrigação em atingir objetivos deverá clarificar, para a equipe, posturas de reconhecimento.

Ao mencionar a política de consecução de resultados, a liderança deverá permitir a equipe vislumbrar oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Ao mencionar a expectativa de lucro, a liderança deverá buscar o comprometimento da equipe pela real possibilidade de participação de seus membros no benefício gerado pelo resultado atingido.

Uma empresa, com um efetivo consistente na área de vendas, durante um bom tempo oferecia prêmios aos vendedores que atingiam ou superavam metas. Isto fez parte da política da empresa até o dia em que se descobriu, quando da premiação, aguardando fora da empresa, um grupo de pessoas esperando pelos prêmios, que, antecipadamente já haviam sido comprados dos vendedores.

Um outro exemplo nos leva a uma empresa multinacional, que oferecia um relógio de ouro, de marca famosa, valiosíssimo, aos empregados que completavam 25 anos de serviços prestados a empresa. Estes empregados, alguns simples operários, não sabiam o que fazer com os relógios, de altíssimo valor. Guardavam, escondiam, vendiam, mas raramente usufruíam publicamente do presente.

Carl Rogers nos ensina a adotar uma atitude, em sua opinião, respeitadora das expectativas, anseios e valores das pessoas, notadamente aquelas envolvidas em nossas relações produtivas de trabalho: a escuta eficaz, ou escuta ativa, onde é essencial verificar se fazem sentido as mensagens trocadas entre as pessoas.

Se o líder se propõe a reconhecer o esforço e o trabalho de alguém, leva em consideração o universo em que circula esta pessoa.

Dirigir-se à equipe ou agir em prol da equipe sem levar em conta a sua realidade é exprimir-se em um idioma ininteligível para quem recebe a mensagem.

Conclusão

No início do século XXI uma antropóloga fez um trabalho junto a uma tribo onde se registravam altos índices de suicídio de homens adultos. Nesta tribo, como prova de virilidade, as anciãs entregavam machadinhas de pedra, confeccionadas por estes anciãos, sábios, aos seus varões.

Um grupo de missionários, que passou a desenvolver um trabalho de catequização desta tribo, identificando a necessidade de suprir a tribo de recursos e instrumentos que lhes permitissem caçar, cortar alimentos, lenha, defender-se, distribuíram, a todos os membros da tribo, machadinhas mais fortes e eficientes.

A partir desta decisão, o que era um sinal de honra, ter uma machadinha confeccionada pelos sábios, passou a ser uma vergonha. Qualquer membro da tribo, homem, mulher, adolescente ou criança, passava a portar uma machadinha, mais eficaz, e que não exigia prova de virilidade. Da vergonha ao suicídio, foi um passo.

O líder, na visão contemporânea de Likert, tem como característica influenciar pessoas e gerar resultados. Poderíamos complementar esta afirmativa incluindo a necessidade de também fazer a leitura competente das expectativas e dos anseios por reconhecimento e de oportunidade, dos membros da equipe.


Material retirado do programa
"Desenvolvendo as Competências do Executivo/Gerente Século XXI".

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 DESTAQUES:

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VÍDEOS - NEGOCIAÇÃO E VENDAS


COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?

Vender é, cada vez mais, um esforço de colocar-se como parceiro do cliente nas suas necessidades de compra. Não é mais possível pensar em vender para resolver um problema comercial das organizações. É preciso faze-lo para resolver uma necessidade de compra do cliente. Se nossa empresa, por qualquer razão, não está capacitada para atender a uma determinada necessidade de compra de um cliente, é melhor encaminha-lo para outro fornecedor melhor habilitado naquele momento. Uma venda forçada gera um tilintar no caixa mais, geralmente, significa um cliente a menos no nosso portfólio.
Com o objetivo de esclarecer os principais motivos pelos quais os clientes podem estar fugindo de nós, o autor comenta neste vídeo, as diversas respostas que foram dadas às seguintes perguntas:
o O que você mais detesta em um vendedor?
o Em que situações você se sente enganado pelo vendedor?
o Você considera o vendedor um parceiro ou apenas alguém interessado no seu dinheiro ou no da sua empresa?
o Que tipos de postura do vendedor te inspiram confiança na hora de comprar?


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LIDERANÇA ESTRATÉGICA EM VENDAS
A era do vendedor ou o vendedor já era?


O vendedor tradicional já não tem mais espaço. Se não nos posicionarmos frente ao cliente como verdadeiros provedores de solução, teremos muito pouca chance de ser atendidos por ele novamente. Infelizmente, embora a maioria dos gestores de área comercial saibam desta verdade, parecem esquece-la a partir do dia 21 de cada mês. Deste dia em diante passam a cobrar de suas equipes apenas resultados - qualquer que seja o custo para obtê-lo. Hoje o vendedor não precisa de gerente, uma vez que ele mesmo é quem gerencia sua carteira de clientes e seu território. O que ele precisa é de experientes líderes de equipe, capazes de motivá-los para enfrentar o desafiante dia-a-dia de vendas.

AUTOR

João Baptista Vilhena
Consultor do Instituto MVC - M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ.



Assista aos trailers pela Internet no site www.commit.com.br
Se quiser adquirir, entre em contato pelo e-mail vendas@commit.com.br



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NOVIDADE

NEGOCIAÇÃO EM VENDAS: FOCO NOS RESULTADOS
Versão Gestores de Grandes Contas (Key Accounts)

JUSTIFICATIVA

*Em situações de crise, retomada do crescimento e consolidação de imagem, o importante não é só vender mais, mas também assegurar uma boa negociação que torne o comprador cativo do seu produto ou serviço; a estratégia utilizada para a negociação e para venda é, então, fundamental.

*A distância entre lucro e prejuízo pode estar na otimização do processo de atendimento, vendas e de negociação, bem como na qualidade e variedade da argumentação. A crise e a retomada do crescimento aumentam a concorrência e demandam a utilização de novos canais de interação empresa/cliente/fornecedor/usuário, e a negociação é certamente um desses canais.

* A legislação em defesa do consumidor também tornou mais crítico o tema negociação.

* A confrontação executivos/profissionais de vendas/marketing, em nível de grupo, seguramente contribuirá para o enriquecimento das experiências em negociação e vendas, com a inserção de maior realismo na atividade educacional.

PERGUNTAS CRÍTICAS
* Qual a melhor seqüência para uma negociação em vendas?
**Diante da variedade de produtos/serviços/condições oferecidos pela empresa, podem todos ser vendidos/negociados ao mesmo jeito?
* Que produtos/serviços são mais adequados para cada cliente? Quais os diferenciais competitivos a explorar? Que tipo de argumentação utilizar?
* Como apresentar vantagens/benefícios tornando os produtos/serviços algo mais atraente?
* Clientes antigos x clientes novos - como lidar com cada um e que produtos/serviços/condições podem atender melhor a cada um?
* Como superar impasses e lidar com objeções. Como quebrar o gelo no processo de vendas/negociação? Como gerar confiança?
* O que é qualidade de serviços em vendas/negociação?
* Postura negocial e consolidação de imagem: como integrar.

OBJETIVOS
* Dotar os participantes dos conceitos, princípios e técnicas de negociação em vendas no contexto da empresa.
** Desenvolver as habilidades de negociação e argumentação diante das objeções e impasses no ato da venda de produtos e serviços da empresa.
** Desenvolver habilidades comportamentais necessárias às vendas e negociações, face aos diferentes tipos de clientes.
* Analisar as diferentes estratégias de negociação em vendas
**Abordar o tema qualidade de serviços e negociação como instrumento de diferenciação competitiva e consolidação de imagem.


PROGRAMA DO SEMINÁRIO (24 horas)
* Autodiagnóstico do participante nas áreas de negociação em vendas: forças e fraquezas
* A venda de impacto e a venda negociada: características, diferenças e aplicabilidade. Vendas por telefone x vendas pessoais: vantagens e desvantagens.
* As etapas do processo da venda e sua extensão nas negociações; a identificação de clientes reais e potenciais. As motivações para a compra.
* Por que as pessoas não compram?
* Estratégias e táticas ativas e defensivas no processo de negociação.
* Objeções e Impasses: como superá-los nas vendas e nas negociações.
* Administração de conflitos
* A geração de confiança no processo de venda e negociação, saber ouvir, como fator diferencial; a consolidação da imagem da empresa
* A flexibilidade com fator de estímulo e facilitação de vendas e negociações.
* Os climas de uma negociação
* Os vários tipos (estilos) de clientes; como lidar com cada um em função do estilo do vendedor/negociador.
* Pecados capitais do vendedor e do negociador brasileiro
* Qualidade de serviços em vendas: o que são "momentos de verdade", qualidade individual e o ciclo da qualidade.
* A elaboração de um plano individual de melhoria.


METODOLOGIA DO SEMINÁRIO
* O grupo será incentivado a aplicar, imediatamente, o conteúdo das sessões na solução dos seus problemas específicos.
* A exibição de um filme sobre estratégias e táticas trará para o seminário subsídios adicionais. (poderão ser usados outros filmes)
* No ato de inscrição o participante receberá um trabalho preparatório que deverá ser elaborado por ele e seus colegas (1) e devolvido obrigatoriamente ao Instituto MVC até 5 dias antes do início do evento.
* Cada participante receberá também o livro Negociação: Tecnologia e Comportamento (25ª edição) ou Negociação Total - 2ª Edição.
* O cliente deverá fornecer ao MVC quatro exemplos de negociação a serem utilizados durante o programa.


DURANTE O EVENTO HAVERÁ DISCUSSÕES EM GRUPO COM O OBJETIVO DE PLANEJAR A APLICAÇÃO DO QUE FOI MINISTRADO À REALIDADE INDIVIDUAL E ORGANIZACIONAL.

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 EVENTOS ABERTOS

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VÁ!

Em parceria com a ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Papel e Celulose), vamos promover os seguintes eventos:

Gerenciamento da Informação Recurso Estratégico para a Tomada de Decisão (8 horas),
com Américo Marques Ferreira
Data: 28 de fevereiro
Local: São Paulo

Liderança e Gestão Eficaz (16 horas)
com Francisco Bittencourt
Data: 5 e 6 março
Local: São Paulo

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  ÚLTIMA CHANCE
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TREINAMENTO COM DESCONTO EM JANEIRO E FEVEREIRO:
ÚLTIMA CHANCE MESMO!


A partir do conceito de Yield Management, aplicado pelas companhias aéreas para atribuir diferentes preços às poltronas do avião, resolvemos criar algo específico para serviços de Treinamento, Palestras, Consultoria e Pesquisa, prestados pelo INSTITUTO MVC.

A idéia é incentivar a realização de eventos nos meses de janeiro e fevereiro, conjugando descontos oferecidos, com antecedência na contratação dos respectivos serviços.

Serviços Contratados com 60 dias de antecedência - 20% de desconto (Esgotado)
Serviços Contratados com 45 dias de antecedência - 15% de desconto (ESGOTADOS)
Serviços Contratados com 30 dias de antecedência - 10% de desconto (Até 5/2)

Ao confirmar o evento, o cliente deverá pagar um sinal simbólico de 20% do valor total contratado; o restante, apenas sete dias após a atividade (janeiro/fevereiro).

Entre em contato com o MVC agora!!!

SÃO PAULO - 11 3171-1645 / 3285-2438(Costacurta) - E-mail: costacurta@terra.com.br


RIO DE JANEIRO - 21 2518-2321(Teresa/Alcides) - E-mail: mvcmt@uninet.com.br


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 TESTE :

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TIMES OU BANDOS?

Marco Aurélio Ferreira Vianna

Pretendemos aqui fazer algumas perguntas, em forma de um diagnóstico básico, para as equipes em geral da minha empresa e especificamente para equipes na qual estou alocado (a) (alocado (a) como líder ou liderado (a)).


Dê uma nota de zero a dez e faça a média das equipes avaliadas.

Perguntas :
Média das Equipes da minha Empresa
Minha Equipe*


1. As pessoa (s) da equipe(s) estão empenhadas para a realização de um mesmo trabalho?

 
 


2 São formados conjuntos solidários?

 
 


3. Podemos dizer que formamos um conjunto / um todo?

 
 


4. Para efeitos de nosso trabalho temos interesses comuns?

 
 


5. Nossos objetivos são éticos e dotados de alto espírito de responsabilidade social?

 
 


6. Em termos psicológicos podemos dizer que as pessoas de nossa(s) equipe(s) estão próximas?

 
 

7. As pessoas estão altamente empenhadas para atingir os objetivos?

 
 


8. Para atender os objetivos da
equipe ,enquanto seus membros, as pessoas têm características semelhantes?

 
 

Média

 
 


Resultado

Se os resultados forem superiores a 8,0, as "coisas" estão bem; se a média for igual ou inferior a 8, precisamos repensar os itens com média mais baixa, pois estamos mais para "bandos" do que para equipes/times.


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