Número 45 - Edição Quinzenal - Abril de 2002



CRIATIVIDADE PARA ALCANÇAR RESULTADOS


Sylvio Zilber


COACHING: OPÇÃO OU MODISMO?

Sérgio Hillesheim


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DESTAQUE


PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH

EDUCAÇÃO CORPORATIVA E
A PRÁTICA DA INOVAÇÃO EM 2002


MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA
E
L.A.COSTACURTA JUNQUEIRA


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E-LEARNING:
DEZ CURSOS DE PRATELEIRA
(MVC/ MENTOR)

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Expediente:
Vice - Pres: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Webdesigner: Leticia Teixeira
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza






TESTE
 




COMO ESTÁ O SEU PORTUGUÊS?

José Paulo Moreira
de Oliveira






PALESTRA



VÍDEOS
   
   

 Editorial:


MUDAMOS? - PARTE 2

Em nossa última reflexão, deixávamos clara nossa preocupação com a involução da mentalidade brasileira, priorizando a segurança contra uma vontade em sentido mais empreendedor.

Nesta edição, gostaria de avaliar a terceira opção da classe média, a educação, a qual, à primeira vista, pode parecer um alento no meio de tanto conservadorismo.

Mesmo sendo, sem dúvida, um fato positivo, é preciso fazer uma profunda reflexão sobre o que significa "pensar educação" e como isto se transforma em "desenvolver-se pela da educação".
O modelo mental brasileiro está muito distorcido neste campo. A maioria absoluta dos alunos (claro que, como sempre, há honrosas exceções) foi durante todo seu período de estudo cutucado, estimulado, motivado a fazer provas e passar de ano. São raríssimas as instituições de ensino que introduziram um valor mais nobre nos jovens, estimulando-os a aprender, apreender, criar e reter uma bagagem cultural que fosse útil para o resto da vida.

Por isto mesmo, eu fico preocupado quando leio a pesquisa informando que o brasileiro quer "educação". Cai sobre mim uma dúvida se educação significa estudar, aprender, reter, transformar conhecimento em resultado ou se, simplesmente, por trás deste desejo existe a vontade de "ganhar" um diploma para melhorar sua vida.
Ainda no tom crítico, eu preferiria que, em vez de educação, viesse a palavra aprendizado, ou até mesmo, em uma visão mais otimista, aparecesse o sonho do desenvolvimento...

Neste número 45, Sérgio Hillesheim, em seu "artigo vivenciado", Coaching: Opção ou Modismo?, nos passa as características de um bom coach, especialmente em se tratando de executivos de primeira linha. Outra característica do texto é focar o coaching como parte do" trabalho" de um executivo.

Em criatividade para alcançar resultados, Sylvio Zilber nos apresenta a importância da mensuração de resultados para realimentação do processo de inovação, transformando esse processo em algo permanente.

No Teste da quinzena, José Paulo Moreira de Oliveira nos ajuda no diagnóstico do processo de comunicação escrita

Bom proveito.


 

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 CRIATIVIDADE PARA ALCANÇAR RESULTADOS (SYLVIO ZILBER)



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CRIATIVIDADE PARA ALCANÇAR RESULTADOS
(Os sete passos da Idéia ao Produto)
SYLVIO ZILBER
- Consultor do Instituto MVC

 

"O processo criativo
não termina com a idéia
Começa com ela"
Einstein

É surpreendente o número de Empresas que treinam seus colaboradores em criatividade e que não vislumbram resultados posteriores mensuráveis. "Alguns anos atrás uma das maiores companhias de aviação dos EUA gastou MUITO dinheiro treinando seu pessoal para ser criativo e tudo que conseguiu foi criar frustrações", diz Dean Schoerder, professor e diretor do MBA da Valparaiso University (Training Review - Dezembro de 2001).
Em uma organização onde prevalece a estrutura rígida dos organogramas e dominada por regras e padrões, mandar seu pessoal fazer cursos para "sair da caixa" (be out of the box é um dos jargões da criatividade) e quebrar rotinas e paradigmas para depois, assim que os cursos terminam, devolvê-los aos seus cubículos, físicos e mentais, é buscar o mesmo resultado da empresa americana de aviação. Como disse Einstein (na peça teatral "Einstein", de Gordon Wiseman), desenvolver a criatividade é ponto de partida. O processo é mais longo e "suado" do que se imagina.

Criatividade é a etapa do processo que visa PRODUZIR IDÉIAS NOVAS. Desenvolver as habilidades para "pensar diferente" e "perceber o diferente" é um primeiro passo fundamental para fomentar um processo criativo conseqüente. Mas é insuficiente.
Eu mesmo venho dando, há muitos anos, eventos como cursos, seminários e workshops para as pessoas trabalharem seu lado criativo e desenvolverem sua imaginação, intuição, percepção e criatividade. Depois, a grande maioria delas volta para suas organizações e retoma seu dia-a-dia rotineiro e "confortável", deixando os momentos agradáveis do evento como um "tempo de recreio", sem conseguir instrumentalizar os conceitos trabalhados e alavancar sua criatividade no trabalho cotidiano. Eu e eles nos sentimos frustrados. Por quê?

Participei há 4 anos, no Nordeste, de um Encontro de Recursos Humanos com executivos profissionais de todo o Brasil e, durante um trabalho coordenado por uma equipe que utilizava técnicas de psicodrama, foi sugerido que se fizesse uma representação dramática de como eles viam a criatividade nas empresas. Um grupo escolheu fazer chapéus de fada com cartolina e se munir de varinhas de condão. Sua visão acrítica de "soluções mágicas" para o processo criativo me impactou muito. Se descontarmos um pouco o evidente exagero caricatural da solução encontrada, acredito que esta seja uma visão subjacente em muitas organizações.

Transformar idéias em resultados dá bastante trabalho. Costumamos dizer que, no processo criativo, "são necessários 5% de inspiração e 95% de transpiração". E não há exagero nesta afirmação. Estes 5% são fundamentais para quaisquer inovações. Hoje, mais do que nunca, idéias inovadoras são o principal produto de muitas organizações. Para que idéias novas se transformem em resultados, que ser percorrido um caminho trabalhoso:

1º - O trabalho criativo de gerar idéias e alternativas novas. Estes são parte dos 5% que necessitam de inspiração, talento, intuição e arte. Este é o momento "gostoso" e "divertido" do processo Nesta etapa, quantidade gera qualidade. É conhecida a equação 1/80 (são necessárias, em média 80 idéias para que uma dê resultado). E as muitas ferramentas criativas que exercitamos contribuem para este 1º passo.

2º - O trabalho imaginativo de ampliar o repertório de idéias. O estoque de idéias é a base para as inúmeras patentes registradas pelas Organizações à espera do momento oportuno para serem lançadas no mercado. Em 1998, a Siemens registrou patentes de 1200 "idéias" novas. Já lançaram no mercado menos de 20 delas. Vem daí o conceito atual de Banco de Idéias. Exercitar o raciocínio divergente via instrumentos apropriados, que são muitos, pode nos levar a ultrapassar com êxito este 2º passo.

3º - O trabalho criterioso de selecionar a melhor idéia. A avaliação minuciosa das idéias novas ou estocadas deve levar a uma escolha adequada. Qual deverá ser a idéia mais econômica, mais rapidamente aceitável pelo mercado, mais fácil de produzir, de maior impacto, que está de acordo com as leis, etc. Aqui, as técnicas do raciocínio lógico e convergente devem reger a aplicação de uma Grade de Critérios que leve a ultrapassar esta etapa.

4º - O trabalho metodológico de desenvolver a idéia selecionada (submetê-la a um Check List básico -WWWWWH - quem, o que, porquê, onde, quando e como aplicar a idéia desenvolvida). Aqui o raciocínio ao mesmo tempo divergente / convergente deve prevalecer. A diversidade de uma equipe criativa pode ajudar a enxergar os diversos aspectos da cadeia de produção da Empresa e onde encaixar nela o novo imaginado. Diversidade deve ser entendida não como outra cor da pele e dos olhos ou diferenças de sexos ou raças, mas sim como cabeças diferentes, visões e formações culturais diferentes. Esta é uma das etapas mais férteis e valiosas do processo, que deve levar ao passo seguinte.

5º - O trabalho objetivo, conseqüente da etapa anterior, de formatar a idéia em um produto, processo ou serviço (ela deve resultar em algo proveitoso). Aqui o raciocínio técnico e o conhecimento do "metier" da organização são salvaguardas da efetividade dos resultados deste passo.

6º - O trabalho argumentativo de convencer os outros (colegas, superiores, acionistas) de que a idéia é boa (somente o efetivo comprometimento dos envolvidos leva uma idéia a se concretizar). Nesta etapa é preciso dominar as várias estratégias argumentativas, saber negociar apoios e angariar "sócios da idéia", para transformar o que foi construído até aqui em um resultado palpável. E então avançar para o último passo:

7º - O trabalho sistemático e mensurável de testar e aplicar o que resultou deste processo. As técnicas de pesquisa de mercado, de testes por amostragem e outras são aplicáveis nesta etapa. E então, comprovada a pertinência da idéia transformada em resultado, transformar o resultado em produto, processo ou serviço. E bom proveito (e bons lucros).

No caminho destes sete passos, devemos levar em conta que, muitas vezes, diante de uma dificuldade, em qualquer momento do processo, é preciso recuar alguns passos para refazer certas etapas, para então voltar a avançar com mais força.

Para que estas etapas sejam desenvolvidas (não necessariamente todas nem obrigatoriamente nesta ordem) é preciso, também e preliminarmente, criar um clima organizacional favorável e não repressivo, pois este caminho pressupõe riscos e erros, o que normalmente é abominado em todos os níveis das organizações.
Os riscos e os erros devem ser não somente absorvidos como estimulados. E os resultados devem ser premiados, gerando um clima organizacional criativo. Este é, para mim, o elemento que perpassa por todo o processo dos 7 passos e o mais determinante do sucesso de uma organização que se pretenda inovadora.

Como diz Alan Robinson , co-autor do livro Corporate Creactivity, "as organizações mais inovadoras transformam idéias em soluções de negócios relevantes e incrementam a criatividade como uma parte importante de seu foco estratégico". E ressalta: "Somente 5% do que nós chamamos de 'criatividade' é a idéia em si. O resto é liderar as pessoas para transformarem a idéia em resultado".


Material integrante do Workshop Inovar ou Evaporar e do programa Consultoria e Treinamento para elaboração de um Banco de Idéias Criativas.

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 COACHING: OPÇÃO OU MODISMO? (SÉRGIO HILLESHEIM)
 
 
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COACHING: OPÇÃO OU MODISMO?
SÉRGIO HILLESHEIM - Consultor do MVC

 

Analise a situação a seguir descrita:

Cenário: Empresa de médio ou grande porte, inserida, como tantas outras, neste mundo de obsessiva competitividade.
Carlos, gerente de uma unidade de negócios importante, apresentará ao executivo principal e sua diretoria uma estratégia que quer desenvolver.

1º Ato: Confiante e seguro, o gerente detalhou sua estratégia para elevar as vendas de sua unidade, numa das regiões mais desenvolvidas do país, levando a empresa do terceiro para o primeiro lugar. Tratava-se de um plano ambicioso para se obter rápidos e expressivos ganhos de mercado neste estado onde o maior concorrente, dali originário, já se encontrava há muitos anos e sua unidade correspondente era muitíssimo maior do que a de Carlos.

2º Ato: Finda a apresentação, o executivo principal elogiou a visão e o esforço do gerente e disse-lhe que, à primeira vista, não estava muito seguro se o plano era suficientemente realístico e que a diretoria iria examiná-lo com mais profundidade.
Passaram-se os dias e o assunto não mais voltou à pauta, deduzindo Carlos que o executivo principal não havia realmente gostado da estratégia e a havia engavetado.

Reflita, agora, como você acha que Carlos estará se sentindo após esta reunião.

Algumas conseqüências da globalização, entre as quais a racionalização de estruturas e o inevitável aumento da competitividade, para citar apenas duas, têm levado as empresas a buscar alternativas mais eficazes e rápidas para o desenvolvimento de seus talentos, com isso valorizando-os, motivando-os e retendo-os.

Por outro lado, as características de ousadia, experimentação, criatividade, inovação, intuição da geração atual exigem novos conceitos, ou novas abordagens para gerir velhos conceitos, de modo a se aproveitar ao máximo o potencial de cada profissional.

Entre estas abordagens encontra-se o coaching, cuja importância vem crescendo em proporção direta à importância do capital humano para as organizações.

Diálogo individual, face a face, o coaching prepara pessoas, transmitindo conhecimentos, habilidades e técnicas, instrumentalizando-as para sua plena utilização e aplicação.

Entre seus aspectos positivos, podem-se mencionar a ampliação das perspectivas de aprendizado, melhor definição de foco, resultados de curto prazo e relação de discrição e exclusividade, levando em conta a individualidade e reduzindo resistências.

A análise de alguns destes aspectos explica porque esta alternativa vem sendo preferida por muitas empresas, sobretudo para o desenvolvimento de Presidentes, Diretores e executivos de primeira linha.

No caso de Presidentes o coach atua, ainda, freqüentemente, como parceiro e até advogado do diabo. Compreende-se melhor tal ampliação de seu papel quando se considera a solidão própria de muitos destes cargos e a falta de interlocutores isentos, absolutamente sinceros e objetivos em suas opiniões e posições, dispostos a dizerem o que precisa ser dito e não o que o executivo principal gostaria de ouvir.

O desenvolvimento acelerado desta alternativa no mundo dos negócios tem, inevitavelmente, gerado profissionais que se intitulam de coaches, sem possuir o conhecimento e a experiência necessários para efetivamente agregar valor aos seus treinandos. Outros, inclusive, caem em algumas armadilhas do coaching, ao querer fazer tudo, não pensar estrategicamente e perder a visibilidade da ação.

O bom coach, portanto:

- é um parceiro - interessado, comprometido, engajado, respeitado.

- dá autonomia - ajuda seus treinandos a diagnosticar problemas e desenvolver soluções de forma independente.

- é positivo - coopera, dá apoio, desenvolve confiança e motiva entusiasticamente. Elogia e reconhece. Não ridiculariza. É apaixonado pelo que faz, tem senso de humor e é respeitoso.

- é confiável - honesto, aberto, humilde, mantém a confiança e não faz promessas que não possa cumprir.

- é atencioso - empático e sincero.

- é paciente - compreende quão difícil é mudar. Tolerante e razoável.

- é orientado para resultados - focaliza sua atenção em coisas importantes.

- é proativo - vivamente interessado em ajudar seu treinando. Cumpre o que promete.

- é perceptivo - tem conhecimento e compreende os pontos fortes, as deficiências, as metas e as necessidades do treinando.

- é consistente - conhecedor, perspicaz, tem bom senso. Claro e objetivo no feedback. Define indicadores válidos de melhoria.

- é ouvinte ativo - sumariza, clarifica, encoraja e usa bem sentimentos positivos.

Vejamos, agora, a mesma cena do início deste artigo:

Cenário e 1º Ato: exatamente iguais ao descrito no início deste artigo.

2º Ato: Finda a apresentação, o executivo principal tomou a palavra:

Executivo Principal: Muito bem, Carlos. Parabéns por sua apresentação, muito bem preparada e fundamentada. Sua estratégia demonstra uma visão muito clara e objetiva do mercado e de nosso produto e a boa dose de esforço que você colocou neste estudo.
Diga-me, como é realmente que você pretende obter estes ganhos de mercado?


Carlos: Eu pretendo colocar toda nossa força de vendas nesta estratégia durante 6 meses e reforçá-la com promoções e muita publicidade.

Executivo Principal: Muito bem, mas isto poderá enfraquecer nossas ações em outros mercados. Que outras alternativas você considerou e analisou?

Carlos: Na realidade eu me concentrei apenas nesta por considerá-la viável e com chance de êxito.

Executivo Principal: Então, diga-me que consumidores você planeja conquistar? Você considerou as necessidades dos consumidores de alguma forma inovadora ou única?

Carlos: Não, eu não cheguei a pensar nisso. O que eu pensei é o que eu acabei de apresentar.

Executivo Principal: De quantos vendedores se compõe a sua força de vendas?

Carlos: Vinte seis

Executivo Principal: E quantos possui o nosso maior concorrente naquele mercado?

Carlos: Noventa e cinco

Executivo Principal: Meu caro Carlos, para podermos pôr em prática uma estratégia como esta, contra um concorrente formidável, poderoso, precisamos tomar alguns cuidados adicionais. Em vez de atacarmos nosso concorrente de frente, que tal se identificássemos os clientes dele que estão insatisfeitos e tentássemos conquistá-los com rapidez e qualidade? Que tal se procurássemos identificar melhores os "gaps" na linha de produtos dele? Será que nós podemos criar alguma coisa que preencha estes "gaps" e identificar possíveis compradores?
Em vez de objetivar o mercado todo de uma só vez, que tal se segmentássemos e tentássemos conquistá-lo aos poucos?

Carlos: É, acho que se pode pensar nestes pontos que você está levantando e avaliá-los melhor.

Executivo Principal: OK! Assim sendo, sugiro que, num prazo de 20 dias, você revise e reavalie sua estratégia e agendaremos sua apresentação em uma nova reunião para tomarmos uma decisão final a respeito dela. Está bem assim pra você Carlos?

Carlos: Está bem. Obrigado.

E agora, como terá se sentido Carlos após esta reunião?

A constatação é de que a maioria dos executivos é deficiente como coaches e as empresas, conseqüentemente, deixam de desvendar e utilizar todo o potencial de seus profissionais.

Justificativa comum do tipo "está muito ocupado", "não tenho tempo", "sou muito crítico", "não tenho sensibilidade", apenas reforçam a constatação acima.

Caberia, para encerrar estas reflexões, lembrar que somente as habilidades e os conhecimentos aumentam com a prática, comparativamente à máquina, que se desgasta paulatinamente, à matéria-prima, que esgota progressivamente, e às patentes e direitos autorais, que se tornam obsoletos.

Utilizar o coaching de forma específica e focada, para profissionais especiais em situações e momentos especiais, é ir ao encontro da necessidade cada vez mais premente de velocidade e produtividade das empresas no cenário atual.


Material retirado dos programas Coaching Individualizado e Desenvolvimento de Gerentes para o Coaching


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 DESTAQUE: EDUCAÇÃO CORPORATIVA E A PRÁTICA DA INOVAÇÃO 2002

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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH
DIA 20 DE MAIO, DAS 17 ÀS 20H30

Coordenado por Marco Aurélio Ferreira Vianna e L.A.Costacurta Junqueira, este primeiro evento é dirigido exclusivamente a:

- Ocupantes formais de funções de Direção e Gerência em RH e T&D;

- Um participante por empresa, limite máximo de 100 participantes.

OBJETIVO:
Trabalhar em forma e conteúdo o novo papel estratégico da função de RH das organizações.

PROCESSO:
Trabalho prévio, palestra, dinâmica de grupo com aplicação de conceitos, metodologia e conteúdo (discussões e apresentações em plenário), uso da tecnologia Telemeeting para realização de pesquisas em tempo real.

TÓPICOS:
* Mudanças no ambiente estratégico e seus impactos na função de RH

*Mudanças e tendências de gestão e organização

*Mudanças de paradigmas na função de RH

*A nova função de RH no Século XXI:
Missão
Proposição de valor
Objetivos permanentes
Diretrizes
Fatores críticos de sucesso
Ações de ruptura
Indicadores (scorecard)
Um plano de ação


CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO A CUSTO ZERO:
* Pertencer ao público-alvo

* Elaborar e entregar trabalho prévio até 3 de maio.

PRÓXIMOS WORKSHOPS:
COACHING,

VENDAS CONSULTIVAS,
COMUNICAÇÃO,
MUDANÇA,
UNIVERSIDADE CORPORATIVA,
NEGOCIAÇÃO,
COOPETIÇÃO (TEAM BUILDING),
PLANEJAMENTO DO TRABALHO E GESTÃO DO TEMPO,
INOVAR OU EVAPORAR,
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

 


O QUE MUDOU?

* A partir de 2002, mais especificamente, maio, passaremos a ter não mais um evento único de dois dias, mas seis eventos anuais.

* Serão 6 workshops, de 3 horas cada, segmentados por assunto e / ou público, mas sempre com um produto final.

* Planejamento Estratégico de RH será nosso primeiro tema.

* Pelas características do evento (workshop com 100 pessoas), teremos sempre um número menor de participantes, o que nos levará a adotar novos critérios para aceitação de inscrições em função da segmentação dos temas e do público-alvo.

* Prevemos para 2002/03 workshops em São Paulo, Rio, Porto Alegre, sobre os temas relacionados acima.

 

O QUE NÃO MUDOU?

Os eventos continuarão a ser gratuitos.


CONTATO:

Fale com COSTACURTA:
Telefones 11 3171-1645 ou 11 3285-2438;
E-mail: costacurta@terra.com.br

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E-LEARNING

CURSOS DE PRATELEIRA (MVC/ MENTOR)
INTRANET/ INTERNET/ CD ROM

Sua empresa quer adquirir os dez programas a seguir, com número ilimitado de licenças, versões intranet, internet e também em CD ROM?


Negociação, Foco em Resultados;

Coaching, Mentoring: Desenvolvendo Habilidades nos Executivos;
Liderança no Século XXI;

Pensamento Estratégico;

Os Paradoxos da Coopetição ou Gente que Entende de Gente Dá Lucro Eternamente (trabalho em equipe);

Business Plan: Planejamento e Estruturação Econômica, Financeira, Estratégica e Mercadológica de um Novo Negócio ou Projeto;

A Comunicação como Diferencial Pessoal e Organizacional;

Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Emocional, Bases do Sucesso Organizacional;

Gestão da Mudança na Era da Informação;

Excesso de Trabalho, Qualidade de Vida e Autorização Social (Planejamento do Trabalho e Gestão do Tempo);

Vendas Consultivas


Os programas estarão disponíveis a partir de agosto de 2002.

Há possibilidade de adicionar cases de sua empresa nos cursos, mediante pequeno adicional.

Eventuais custos de reprodução dos CDs não estão incluídos.

FALE CONOSCO:
MVC
Costacurta:
Tel: 11 3171-1645
E-mail: costacurta@terra.com.br

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 PALESTRA IN COMPANY: VENDA BASEADA EM ANÁLISE DE VALOR


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VENDA BASEADA EM ANÁLISE DE VALOR

OBJETIVO:
Por meio de discussões, reflexões, exercícios individuais e em grupo, apresentar o conceito de Venda Baseada em Análise de Valor.
Espera-se que ao final desta palestra os participantes sejam capazes de apresentar e defender, junto a seus clientes, propostas capazes de evidenciar as diferenças entre os produtos e serviços do cliente e os de seus concorrentes.

CARGA HORÁRIA:
2 horas

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
·* O que é análise de valor
·* O conceito de análise de valor aplicado à área de vendas
·* Como desenvolver propostas de alto valor agregado
·* A análise da cadeia de valores do cliente
·* O estabelecimento de elos comerciais entre a cadeia de valores do cliente e os    produtos e serviços do cliente
·* Como apresentar e defender propostas de grande valor agregado
·* O esforço de endomarketing e sua importância na venda baseada em análise de    valor
·* Plano de Ação

CONSULTOR:
João Baptista Vilhena


INFORMAÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645

Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

Acesse www.institutomvc.com.br para maiores detalhes.

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  VÍDEOS NEGOCIAÇÃO E VENDAS:


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COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?

Vender é, cada vez mais, um esforço de colocar-se como parceiro do cliente nas suas necessidades de compra.
Não é mais possível pensar em vender para resolver um problema comercial das organizações. É preciso fazê-lo para resolver uma necessidade de compra do cliente.
Se nossa empresa, por qualquer razão, não está capacitada para atender a uma determinada necessidade de compra de um cliente, é melhor encaminhá-lo para outro fornecedor mais bem habilitado naquele momento. Uma venda forçada gera um tilintar no caixa, mas, geralmente, significa um cliente a menos no nosso portfólio.
Com o objetivo de esclarecer os principais motivos pelos quais os clientes podem estar fugindo de nós, o autor João Baptista Vilhena comenta neste vídeo, as diversas respostas que foram dadas às seguintes perquntas:
o O que você mais detesta em um vendedor?
o Em que situações você se sente enganado pelo vendedor?
o Você considera o vendedor um parceiro ou apenas alguém interessado no seu dinheiro ou no da sua empresa?
o Que tipos de postura do vendedor te inspiram confiança na hora de comprar?





LIDERANÇA ESTRATÉGICA EM VENDAS
A era do vendedor ou o vendedor já era?


O vendedor tradicional já não tem mais espaço.
Se não nos posicionarmos frente ao cliente como verdadeiros provedores de solução, teremos muito pouca chance de ser atendidos por ele novamente.
Infelizmente, embora a maioria dos gestores de área comercial saiba desta verdade, parece esquecê-la a partir do dia 21 de cada mês. Deste dia em diante, passa a cobrar de suas equipes apenas resultados - qualquer que seja o custo para obtê-lo.
Hoje o vendedor não precisa de gerente, uma vez que ele mesmo é quem gerencia sua carteira de clientes e seu território. O que o vendedor precisa é de experientes líderes de equipe, capazes de motivá-lo para enfrentar o desafiante dia-a-dia de vendas.

Autor
João Baptista Vilhena
Consultor do Instituto MVC - M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ.

Assista ao trailer pela Internet.
Basta clicar aqui.

Para adquirir:
vendas@commit.com.br


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 TESTE :
 

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COMO ESTÁ O SEU PORTUGUÊS?
José Paulo Moreira de Oliveira - Consultor do Instituto MVC
Carlos Alberto Mota - Diretor do GIP

A prática é a maneira mais eficiente de desenvolver e aprimorar sua redação.
Analise as afirmativas a seguir e avalie seu desempenho como redator, selecionando as opções que mais se aproximem de sua experiência real.
Procure ser 100% sincero. Se a opção for "nunca" marque 1; se for "às vezes", marque 2; e assim por diante. Some tudo e consulte o quadro Análise de Resultados, ao final do teste.

CONTAGEM

1 - Nunca

2 - Ás vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

1) Eu uso a linguagem escrita como ferramenta diária de trabalho.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre


2) Eu só começo a escrever quando tenho certeza do que desejo efetivamente comunicar.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

3) Eu tenho o cuidado de observar se não estou cansando o leitor.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre


4) Eu consulto o dicionário sempre que tenho dúvidas quanto à grafia de palavras.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

5) Eu passo meu texto para alguém próximo avaliá-lo criticamente.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

6) Eu leio em voz alta o que escrevi.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre


7) Eu deixo bem claro ao leitor quais são minhas intenções comunicativas.


1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

8) Eu procuro ser cordial e construtivo ao escrever para as pessoas.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

9) Eu me preocupo em usar a linguagem certa para a pessoa certa no tempo certo.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre


10) Eu procuro controlar a quantidade de informaçõesque estão sendo prestadas.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre



11) Eu respeito o conhecimento do leitor sobre o assunto.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

12) Eu deixo bem claro ao leitor as ações que ele deve executar.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

13) Eu procuro evitar rebuscamento de linguagem e termos da moda.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre


14) Eu procuro não "gritar" com o leitor.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

15) Eu faço revisão gramatical criteriosa daquilo que escrevi.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

16) Eu me empenho em tornar a informação mais clara e de fácil assimilação.


1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

17) Eu utilizo técnicas capazes de tornar meu texto visualmente atraente.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

18) Eu organizo as informações antes de começar a escrever.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre

4 - Sempre

 

19) Eu analiso a mensagem antes de definir a estrutura ideal.

1 - Nunca

2 - Às vezes

3 - Quase sempre<