Número 49 - Edição Quinzenal -  Julho de 2002



EDUCAÇÃO 
CORPORATIVA: 
PALAVRAS QUE DEFINEM ESTRATÉGIAS

L.A.Costacurta Junqueira


O TEMPO DA
QUALIDADE DA SUA VIDA

Carlos Legal


BUMERAN APRESENTA:


RECRUTAMENTO ON-LINE: 
MITOS E REALIDADES


Você sabia que o segmento de Internet 
que mais cresce , 
mesmo com a crise, 
é o recrutamento on-line?


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DESTAQUE

E- LEARNING:

Uma opção para acelerar 
o processo em sua empresa 



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  CURSO ABERTO 

QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA COMUNICAÇÃO ESCRITA
 

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Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Webdesigner: Leticia Teixeira
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza







TESTE



Como andam suas boas maneiras?

Ana Rosa de Almeida Precht



PALESTRAS IN COMPANY




EVENTO ABERTO

COACHING: O BINÔMIO PRODUTO/PROCESSO - CONHECIMENTO E METODOLOGIA

(Evento gratuito para público específico)


Sérgio Hillesheim

5 de agosto,
das 17h às 20h30

em São Paulo

 EDITORIAL


NÃO AO EFEITO TANGO

Vivemos mais uma fase de brutal turbulência. Dólar beirando os três reais, o risco- Brasil atrás apenas da Nigéria, bolsas despencando, poder aquisitivo caindo. O pânico na face das pessoas. Em um momento como este é atitude de alta prioridade usar doses maduras de consciência e equilíbrio.

É claro que é triste ver nossa Nação jogada ao vento por interesses menores, que misturam do movimento especulativo financeiro ao interesse barato da politicagem eleitoreira. É triste, porque muita gente sem escrúpulos usa com raro maquiavelismo a tese  de que os fins justificam os meios. Sem pensar nas conseqüências.

Eu acredito no Brasil, porque, com todos os nossos defeitos, temos feito, com muito sacrifício, o nosso dever de casa. 

Nossos fundamentos econômicos são sólidos; muito melhores do que há dez anos. 

Confio no Brasil porque estamos evoluindo a passos largos como Sociedade Civil Organizada. Confio no Brasil porque temos uma das dez maiores economias do mundo e um dos mais sólidos parques industriais do Planeta. Confio porque estamos estudando muito mais, melhorando nossos padrões éticos. E principalmente, porque temos a alegria e a felicidade na nossa alma. 

Por isto mesmo, não podemos perder este sentido da vida. No momento que começamos a deixar de ser o “país do futuro” para ser o “país que constrói o presente” , não podemos dar passos para trás, acabando nossa maior conquista: a esperança transformada em orgulho.

Neste número, Luiz A Costacurta Junqueira escreve o artigo “Educação Corporativa: Frases que Definem Estratégias”,  com o propósito de analisar o que há por trás do que falamos e que escolhas estratégicas revelam algumas de nossas ações/opções.

Em o Tempo da Qualidade de Sua Vida, Carlos Legal, falando sobre resultados, induz o leitor a refletir sobre sua vida como um todo - trabalho, dinheiro, relacionamentos, saúde, lazer, qualidade de vida, etc. - e honestamente  responder se está 100% satisfeito com o que tem obtido. Se concluir que está 100% satisfeito com os resultados, então pode parar por aqui, não precisa continuar a ler o artigo. Mas, se admitir que 100% é demais, pode continuar pois este artigo é para você.   

No teste do mês, “Como Andam suas Boas Maneiras?”, de Anna Rosa De Almeida Precht nos ajuda a saber como cada um está em termos de Etiqueta Empresarial.


Boa leitura!



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 EDUCAÇÃO CORPORATIVA: PALAVRAS QUE DEFINEM ESTRATÉGIAS (L.A.Costacurta Junqueira)

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EDUCAÇÃO CORPORATIVA: PALAVRAS QUE DEFINEM ESTRATÉGIAS
L.A.Costacurta Junqueira
Vice-Presidente do MVC

Quando falamos sobre opções estratégicas em Educação Corporativa, muitas vezes não fica claro para quem nos ouve que escolhas/opções representam aquilo que verbalizamos. O propósito desse artigo é o de analisar o que há por trás do que falamos e que escolhas estratégicas revelam algumas de nossas ações/opções.

É como se, às vezes, usássemos as técnicas do subliminar para colocar aquilo que pensamos, até sem perceber que estamos fazendo isso.

ALGUMAS QUESTÕES

Antes de prosseguir nessa linha, parece-nos ser necessário que todos que trabalham em Educação Corporativa se façam algumas perguntas, considerando também os comentários após cada uma delas

Será que há estratégia que resista a fazer as mesmas coisas, da mesma maneira, e esperar resultados diferentes?

É sempre bom lembrar que a mudança se mede pelos resultados conseguidos e não pela intenção de se conseguir resultados. É raríssimo que, ao visitar clientes, alguém nos peça algo além de um produto/serviço específico; uma metodologia de mensuração, por exemplo. Mas todos apregoam estar atrás de programas com resultados mensuráveis.

Será que há estratégia que resista à Gerência de Treinamento não participar ativamente, junto ao cliente interno e consultoria externa, do desenho do modelo de intervenção?

Em nossas idas aos clientes, temos notado que nossos interlocutores para o desenho dos programas raramente são os gerentes de treinamento. Se isso também acontece com os clientes internos (temos fortes razões para crer que sim), é uma delegação perigosa, para não dizer uma abdicação/downgrade.

Será que há estratégia que resista à proposição de mudanças por alguém que não é reconhecido pelo cliente interno como conhecedor do negócio (dele cliente)?

A colocação é velha e simples: Como posso “prescrever” algo para alguém que não me reconhece como competente no “específico”  do treinamento? A cada vez maior “junioridade” do pessoal de T&D não parece ser um bom adjutório para o problema.

Será que há estratégia que resista a um discurso tecnicamente impecável, mas sem  respaldo de ações consentâneas?

Essa é uma extensão da primeira questão, cuja resposta pode ser complementada pela definição do sejam ações consentâneas: atingimento de uma meta inicialmente prevista, quantificada, qualificada, com benefícios percebidos para a organização. Se além do discurso temos também isso, então tudo está bem.

AS AÇÕES/OPÇÕES

1) Aqui, 100% da “verba” é destinada ao evento em si!

Na medida em que 100% de todo o orçamento se destina ao evento principal, deixamos de ter a preocupação com “o antes”  (diagnóstico) e “o depois” (mensuração). Caracteriza-se uma abordagem espasmódica de treinamento, em oposição à educação permanente/continuada, com foco no curto prazo.como estratégia predominante.

Aparentemente, o treinamento é mais uma atividade de marketing do que algo voltado para mudança.

2) Neste ano vamos fazer 100 eventos!

Quem faz 100 eventos anuais opta pela estratégia da diversificação e não pelo aprofundamento, todos sabem um pouco de tudo. Certamente o foco é a informação e não a mudança, se é que se pode dizer que há algum foco .

A educação deixa de ser um instrumento de retenção de talentos, pois fica impossível vislumbrar algo estruturado/encadeado a longo prazo.

3) Em nossa empresa, só fazemos treinamento aos sábados ou nos dias úteis após as 18 horas.

Está opção equivale a estabelecer uma diferença abissal entre treinamento e trabalho, deixando claro que um não inclui  o outro.

A lógica latente é terrível; o participante percebe que o treinamento é tão importante que a empresa em vez de usar o tempo dela (empresa) usa o dele (participante).

Definitivamente, é uma clara desvalorização da atividade treinamento.

4) O Presidente assistiu à palestra?

O que se pode esperar de um executivo que não dá o exemplo, comparecendo às atividades de treinamento? Que autoriza os programas, mas não comparece? Que aprova tudo, mas não se dispõe a dar aulas, ser consultor interno? Qualquer mudança /estratégia se alimenta de exemplos, especialmente daqueles que vêm de cima.

5) O book de treinamento fica pronto quando?

Quem ainda pensa em book de treinamento está “ligado” ao treinamento tradicional, desvinculado da solução de problemas específicos, turma heterogênea, escolhas sem a interveniência da respectiva chefia, foco em necessidades puramente individuais, cobranças inexistentes etc.

6) Nosso orçamento destina 99% da “verba” para o cliente interno.

Educação Corporativa é cada vez mais um instrumento de otimização da cadeia de valor, portanto não pode somente ter como público-alvo o cliente interno. O cliente externo, o fornecedor, o acionista, a comunidade, a família do funcionário são também públicos a considerar. Além de se cogitar em outros públicos, é importante pensar em misturar mais de um tipo de público, se as demandas de mercado assim o exigirem (vendedores e compradores externos).

7) Basta fazer um bom trabalho e todos reconhecerão...

Um bom trabalho não vale nada...se não for percebido como um bom trabalho. O marketing da função e do profissional faz parte da estratégia de trabalho da Educação Corporativa. Certamente que para se fazer um bom marketing se torna necessário ter um bom produto...

8) Qual a última novidade no mercado?

Conhecer as novidades do mercado é importante, viver em  função  delas é um perigo. Há empresas em que a  primeira pergunta que se faz ao consultor é “o que há de novo?”.

A “coisa” fica mais seria quando se sabe que hoje em Educação Corporativa as novidades não estão tanto nos produtos, mas na tecnologia e na metodologia.

Nosso ponto de vista sempre foi que a maior novidade é reinventar o que não é mais novidade e achar um jeito novo de se fazer “coisas” velhas.

9) Aqui só treinamos grupos de até 15 pessoas...

Educação/Treinamento por massa crítica é o que nossas empresas e consultorias precisam aprender (a palavra é essa mesmo) a fazer. Nada mais do que desenvolver uma atividade para 200 pessoas, voltada para mudança, intervenção, com as mesmas características participativas de um evento de 20 pessoas. Evidentemente exige mais tempo de planejamento, uma infra-estrutura diferente, mais de um consultor conduzindo o processo, etc.

Os benefícios são evidentes: custos até 5 vezes menores, mudança e abrangência mais rápida, integração simultânea de todos “atores”  do processo etc.

Por que não questionar nossos consultores internos e externos sobre a aplicação dessa nova metodologia?

10) Nosso cliente interno é o principal parceiro na identificação dos gaps de competências.

Se o cliente externo é nossa razão de existir, se em nossas pesquisas de marketing ele é sempre ouvido, por que nas pesquisas de necessidades de treinamento quase sempre ouvimos apenas o cliente interno?

Tomemos, por exemplo, um programa de negociação em vendas; será que o cliente externo não terá algo a nos dizer sobre as necessidades de nossos executivos e profissionais? Vamos acabar com essa visão entrópica!!

11) Sempre avaliamos os programas considerando os 4 níveis de D.Kirkpatrick.

Em nossas empresas, aplicamos (ou deveríamos aplicar) os 4 níveis de avaliação de D. Kirkpatrick, representados pelas palavras: “Gostou, Aprendeu, Usou, a Organização Ganhou?”.

Há aqui um esquecimento fatal: mesmo com avaliação positiva nos 4 níveis, nosso treinamento pode ser um fracasso.

A organização pode ganhar 100, mas o custo do treinamento pode ter custado 200; neste caso a relação custo / benefício é negativa e o treinamento não terá compensado.

Moral da história: nossa estratégia deve prever os 5 níveis.

12) Aqui, qualquer solicitação do cliente é atendida em ...minutos!

Pesquisas Européias (MCE – Management Center Europe 2000) classificam RH como a mais lenta de toda as áreas da empresa no atendimento de solicitações de clientes internos. É inegável o esforço de nossas áreas de Educação Corporativa para atender  mais rapidamente às demandas internas.

Mas a questão principal é: e a pró-ação? A antecipação às necessidades de nossos clientes internos, externos etc? O que temos feito?

Mais importante ainda, temos feito pesquisas com nossos clientes sobre como eles vêem nosso atendimento? Ou será que ainda estamos naquela de só fazer pesquisa de clima?

13) Fazemos a venda de um produto para o cliente interno em cima de suas características.

O termo fazer a venda já é meio perigoso; talvez fosse mais interessante identificar se é o caso de se comprar algo e o que é esse algo.

Identificada essa necessidade, pouco importa ao cliente as características do programa (objetivos, metodologia, conteúdo programático  etc), mas sim as soluções que ele trará e os benefícios decorrentes. O cliente é orientado para resultados, e o treinamento é um processo para se alcançar esses resultados.

14) Vamos fazer um programa de treinamento e remunerar a consultoria em 10% dos lucros...

Correr riscos é uma decorrência de vivermos em uma sociedade onde predomina a ambigüidade.

São pouquíssimas as unidades de treinamento que optam por remunerar trabalhos de treinamento e consultoria com base no percentual do lucro obtido.

Esta colocação é um mero exemplo de algo maior: “a predisposição para correr riscos”

  Quem trabalha com mudança e não quer correr risco, certamente terá dificuldade em cumprir seu objetivo.

15) O cliente externo em nossa sala de aula, está louco?

O cliente externo em sala é um sinal claro de que as fronteiras da Educação Corporativa estão “além mar” e que a parceria é parte da estratégia da Educação Corporativa.

Podemos mencionar também que é uma forma de se utilizar a Educação Corporativa como instrumento de marketing, visibilidade institucional etc.

16) Temos a maior carga de treinamento per capita do setor...

Ter a maior carga de treinamento per capita do setor representa uma orientação estratégia processualística e não voltada para resultados; faz parte do velho conceito de treinamento como centro de custos. A quantidade de treinamento que se realiza não está necessariamente vinculada aos resultados obtidos.

17) Já passamos a folha de presença?

Tal como no item anterior, também uma estratégica processualística e formal, mais voltada para uma visão controladora da função treinamento, e não consultiva.

18) Em janeiro e fevereiro não podemos programar nada, todos tiram férias...

Até prova em contrário, o ano tem 12 meses. O  ideal é distribuir os programas de treinamentos de forma equilibrada ao longo de 12 e não 10 meses.

Normalmente janeiro e fevereiro são meses de baixa que favorecem a realização de atividade de treinamento.

O argumento de que são meses de férias não vale, pois ninguém tira férias de 60 dias.

19) Nosso grande orgulho é trabalhar com 30 consultorias

Uma consultoria sempre fará um melhor trabalho se, além de sua expertise, conhecer com razoável profundidade o negócio do cliente.

Se o cliente contratar 30 consultorias, será que elas vão querer investir tempo naquele cliente sabendo que o volume de trabalho será pequeno?

Não é o número de consultorias que interessa, mas a qualidade de cada uma delas.

As grandes empresas que conhecemos trabalham, em sua área de RH, com até 10 consultorias, no máximo.

20) Somos uma empresa benchmarking: ganhamos o Top de RH  4 anos seguidos?

Quem acha que já chegou ao topo da montanha, que é melhor do que os outros, só têm um caminho, descer a ladeira.

Esta frase revela uma estratégia perigosíssima é a síndrome do “Monte Olimpo” .

Nossa experiência mostra que normalmente o contágio organizacional é no sentido de frouxidão e da acomodação.

  Você, leitor não deve ter concordado com algumas de nossas colocações.

  VOCÊ TEM TODA RAZÃO: o texto é realmente polêmico.

  Manifeste suas discordâncias/concordâncias: costacurta@terra.com.br


Material retirado do programa Planejamento Estratégico de RH

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 O TEMPO DA QUALIDADE DE SUA VIDA (Carlos Legal)
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O TEMPO DA QUALIDADE DE SUA VIDA
Carlos Legal - Consultor do MVC

Certamente, você já deve ter ouvido falar da Lei do Karma, uma das máximas da filosofia oriental que diz "toda ação gera uma reação". Independente de ser oriental ou pertencer à filosofia de um povo, trata-se de uma lei da natureza, muito objetiva e extremamente apropriada para o mundo atual.

Está além da classificação certo ou errado e melhor ou pior; apenas diz que os resultados que obtemos em nossas vidas são gerados pelas nossas ações e comportamentos.

Então, vamos falar de resultados. 

Gostaria que você refletisse sobre sua vida como um todo - trabalho, dinheiro, relacionamentos, saúde, lazer, qualidade de vida, etc. - e honestamente  respondesse: está 100% satisfeito com os resultados?  Se concluir que está 100% satisfeito com eles, então pode parar por aqui, não precisa continuar a ler este artigo. Mas, se você admitir que 100% é demais, pode continuar pois este artigo é para você.
   

Outro dia pela manhã, dentro do metrô, um homem sentado a minha frente chamou minha atenção. Estava angustiado e agitado. Esfregava as mãos no rosto e coçava a cabeça com certa agressividade, parecia tentar arrancar sua angústia. Após algum tempo, levantou-se e desceu em seu destino, parecia menos tenso. Fiquei pensando no sofrimento daquele pobre homem e no que estaria gerando tanta angústia. Imaginei que pudesse estar atolado de trabalho e não sabia exatamente por onde começar. Ou seria um problema pessoal? Talvez estivesse indo para uma entrevista de emprego. Bem, acho que não importa qual era exatamente o seu problema; o fato é que seu corpo estava ali, sentado, mas sua mente vagando em outro lugar.

Imagine a seguinte situação - talvez até  já tenha passado por ela: você está numa reunião, mas sua mente num determinado momento passa a pensar no relatório que você deve preparar para a presidência e entregar dali a duas horas; enquanto está no relatório, sua mente resolve pensar nos recados e nos telefonemas que precisa dar ainda hoje; e então, durante os telefonemas, a mente teimosa, mais uma vez, passa a pensar na conversa que precisa ter com seu filho sobre suas notas, e por aí vai... Isso é o que se chama de "pré-ocupação". Sua mente se ocupa de uma atividade que acontecerá no futuro, fugindo do presente, do "aqui e agora".

Nos dois exemplos anteriores, o resultado é o mesmo. Ansiedade, irritabilidade, tensão e agitação. E isso é gerado pela ação da sua mente, mas não do seu corpo. 

Quando você está numa reunião e sua mente está pensando no relatório que vai elaborar no futuro, você está agindo sem integridade e, conseqüentemente, não vai fazer nada direito. Isso gera um dos maiores venenos para a vida das pessoas - o stress. 

Percebo que a maior parte das pessoas sofre com o stress mais por problemas imaginários do que com problemas reais, pois nossa mente não distingue a realidade da imaginação. Então, a reação do corpo será a mesma - adrenalina e mais tensão. 

Toda essa reação, que é o próprio stress, gera uma experiência desastrosa para a vida da pessoa, prejudicando a qualidade de seu trabalho e também de sua vida. O grande problema é o desgaste interno que isso causa, gerando mais ansiedade, irritabilidade, insônia, desconforto, entrando num circulo vicioso de stress. Tudo isso acaba por minar nossas energias. 

Na verdade, o stress é um conjunto de reações do organismo a estímulos físicos, mentais e emocionais que ameaçam nosso equilíbrio natural. Todo o seu corpo vai trabalhar para restabelecer a ordem uma vez perdida. Abaixo, algumas dicas práticas para gerenciar seu stress:

INTEGRIDADE nas atividades. Sua mente e seu corpo devem estar integrados, sempre no presente. Não se deixe influenciar por distrações, preocupações e ansiedades. A mente sempre tenta "fugir" ao nosso controle. Concentrar a energia em uma atividade de cada vez vai favorecer seu raciocínio, atenção, calma e clareza mental.

ORGANIZAÇÃO no trabalho é fundamental para gerenciar o seu tempo e as atividades diárias. Desenvolver um plano de metas realista, estabelecer prioridades, distinguir o importante do urgente e controlar o tempo gasto em cada atividade contribuirá muito para seu bem estar geral. Assim você vai saber exatamente onde está desperdiçando tempo, quais atividades devem ser otimizadas, controladas ou delegadas.

ENERGIA
para responder a pressões. Lembre-se de que somos uma usina bioenergética, movida também por energias. Elas vêm dos alimentos, das emoções, dos sentimentos e do ar que respiramos. É importante termos consciência disso e dedicarmos um tempo adequado para repor as nossas energias. Conseguimos energia basicamente de 3 fontes: refeições, atividade física e descanso. Vamos tratar individualmente cada uma.

Refeições
: tão importante saber "o que" comemos é saber "como" comemos. Uma refeição deve ser variada e balanceada. Não vamos entrar no mérito da questão e sugerir cardápios, mas você deve saber o que é bom para você. Se você é daqueles que não tem tempo, pode estar dando pouca atenção a sua alimentação e comendo rápido demais, sem mastigar adequadamente. 

Numa matéria publicada na Super Interessante de abril/2002, questionava-se porque o índice de mortes por doenças cardíacas e circulatórias na França e no Mediterrâneo é muito menor que na América, tendo em vista o grande consumo de carnes tanto por americanos quanto pelos europeus. Uma das hipóteses aceitas pelos cientistas, além do grande consumo de vinhos e azeite de oliva, é o comportamento dos franceses e mediterrâneos quando se alimentam. Geralmente sem nenhuma pressa, num ambiente bastante agradável e descontraído. Consideram o ato de se alimentar quase um ritual.

Atividade Física
: nossa estrutura física é feita para o movimento. Além de aliviar as tensões, os exercícios servem para fortalecer toda nossa estrutura física e mental, deixando nosso corpo mais apto para dar respostas aos estímulos que geram tensão. Alguns dos exercícios mais importantes são os alongamentos. Seus benefícios são inúmeros, pois desintoxicam o corpo das tensões e fortalecem o sistema nervoso. 

Descanso: infelizmente, dormir não é sinônimo de descanso eficiente. Naturalmente, cada um tem o seu próprio biorritmo; enquanto para uns 4 horas de sono por dia são mais do que suficientes, para outros, 8 horas são pouco. 

Não é apenas a quantidade, mas a qualidade do sono que é fundamental. O corpo sempre pede o descanso necessário, muitas vezes em momentos impróprios. Só o fato de não fazer nada, dedicar-se a um lazer sem compromissos, permite à mente relaxar. E o relaxamento é fundamental para compensar a tensão do dia-a-dia.

Se este artigo pareceu-lhe sob medida para sua situação, então a partir de agora preste mais atenção a esses aspectos de sua vida, principalmente em suas ações. O resultado é apenas uma conseqüência.

Boa sorte e um grande abraço!


Material retirado dos programas Planejamento & Organização do Trabalho e Gestão do Tempo Como Diferencial Comparativo.

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 RECRUTAMENTO ON-LINE: MITOS E VERDADES
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RECRUTAMENTO ON-LINE: MITOS E VERDADES
(Bumeran Brasil)

Nos EUA e aqui no Brasil,  o uso da Internet como ferramenta de trabalho e de comunicação mudou muitos procedimentos, mas não a “percepção” deles, isto é, como nós lidamos com a mudança havida. Por isso, há uma série de mitos criados a respeito daquele a quem genericamente se convencionou chamar de “o usuário”, baseados em suposições e estereótipos que freqüentemente não correspondem à realidade.

No que diz respeito ao recrutamento on-line, a  iLogos Research, empresa norte-americana de análise e investigação sobre assuntos de Internet relacionados ao capital humano, realizou uma pesquisa para saber como se comportam os usuários de sites de empregos. Os resultados surpreendem.

Vamos verificar alguns desses mitos desfeitos e a realidade do mercado, de acordo com a pesquisa da iLogos. Os mitos e realidades enumerados também servem para o Brasil:

Mito: O usuário de sites de emprego é jovem, recém-formado, com pouca experiência profissional, mas entende bastante de computador. Por isso, busca trabalho apenas nos sites das empresas que mais lhe interessam.

Realidade: Os dados indicam a existência de usuários num universo muito mais abrangente que inclui  também um público de grande interesse para as empresas que saibam como publicar anúncios de vagas e realizar buscas na bases de dados dos sites de empregos.

Mito: Os sites de emprego são acessados basicamente por desempregados ou subempregados.

Realidade: Mais de 50% dos profissionais que visitam e/ou cadastram currículos nestes sites têm emprego. Muitos, inclusive, declaram estar satisfeitos com o emprego atual.

Mito: Os executivos e demais profissionais de alto nível e com experiência não usam a Internet para buscar emprego.

Realidade: Mais da metade dos usuários de sites de recrutamento procuram oportunidades  de carreira média, gerência e diretoria.

Mito: Os sites de recrutamento on-line são os grandes geradores de acesso aos sites institucionais das empresas.

Realidade: Somente um em oito visitantes entra nos sites institucionais, via sites de recrutamento.

Mito: Somente profissionais com nível universitário buscam empregos on-line.

Realidade: Há profissionais com currículos on-line de todos os níveis educacionais.

Mito: Os usuários de recrutamento on-line são experts em Informática.

Realidade: Os usuários de recrutamento on-line não são experts. Querem ser orientados e ajudados a utilizar os serviços on-line e esperam uma resposta humana (e não automática) a suas inquietudes. Os sites que atendem esta expectativa apresentam melhores resultados.

Mito: O profissional não espera uma comunicação da empresa para quem enviou um currículo,  a não ser que seja chamado para uma entrevista.

Realidade: 99% dos candidatos a uma vaga on-line gostariam de receber uma comunicação da empresa, avisando que o currículo foi recebido e, posteriormente, se foi ou não descartado.

Mito: A descrição das características corporativas da empresa não atrai o interesse do candidato.

Realidade: A cultura da companhia (valores, missão, etc) é informação fundamental para o candidato. Em muitos casos, é dessa descrição de valores institucionais que depende o envio do currículo de um profissional diferenciado.

Mito: Não é importante informar salário e benefícios no descritivo do cargo.

Realidade: 75% dos potenciais candidatos querem saber qual a remuneração e benefícios que a empresa oferece. Em alguns casos, os benefícios são mais valorizados do que o próprio salário.

Mito: Os profissionais com currículo on-line não se preocupam com a privacidade. Querem seus dados divulgados o mais amplamente possível.

Realidade: Para todos os candidatos, e principalmente para aqueles com mais experiência, a privacidade e confidencialidade dos dados é de MUITA importância.

Mito: Os profissionais sabem como cadastrar seu currículo e procurar vagas on-line.

Realidade: Os profissionais preferem que lhe sejam fornecidas muitas dicas de como cadastrar-se e de como configurar um filtro para procurar vaga. Numa frase direta, querem ser levados pela mão.

Mito: Um só canal de empregos é suficiente para todos os candidatos.

Realidade: Os candidatos preferem canais especializados em cada área. Por exemplo, 75% dos estudantes ou recém-formados valorizam seções para universitários e acesso para inscrições a programas de estagiários ou trainees.

Mito: Quem procura emprego pela Internet é um usuário que não fica muito tempo em nenhum site.

Realidade: O profissional em busca de emprego é muito focado no seu objetivo, disposto a dedicar tempo a esta atividade e a aproveitar qualquer facilidade que lhe permita encontrar uma oportunidade adequada ao seu perfil. Também procura diferenciar ou ressaltar suas qualificações, mesmo que para isso precise, por exemplo, preencher formulários on-line mais complexos.

Mito: Os candidatos não respondem perguntas muito específicas sobre suas habilidades.

Realidade: Os candidatos estão dispostos a responder perguntas sobre suas habilidades e gostam quando são específicas, porque podem diferenciar-se.

Mito: O candidato não quer perder mais do que cinco minutos para cadastrar seu currículo.

Realidade:O candidato realmente interessado na vaga dedicará o tempo que for necessário para preencher um currículo on-line.

Mito: Os candidatos enviam seu currículo e não estão dispostos a fornecer mais informações a seu respeito.

Realidade:
A grande maioria dos candidatos dispõe-se a fornecer informações complementares a uma vaga.

Mito: As buscas são por palavra-chave.

Realidade: Os candidatos que realmente querem candidatar-se a uma vaga começam a pesquisar por áreas de atividade (indústria, comércio, etc) e por localidade (cidade, país, etc).

Os resultados desta pesquisa demonstram que o recrutamento on-line efetivo começa com a cuidadosa redação do anúncio da vaga. 

O recrutador que descrever de maneira completa e atrativa os requisitos da vaga, as habilidades requeridas, o perfil da empresa, o salário e os benefícios oferecidos terá mais probabilidades de entusiasmar os melhores profissionais.

Enquanto aguarda o envio de currículos, o recrutador pode usar as ferramentas de busca para encontrar candidatos. Com isso, amplia o número de potenciais ocupantes à vaga e pode escolher aquele perfil que realmente atenda as necessidades da organização.

Recrutador : pense nisso antes de se utilizar dos meios tradicionais de (re)colocação no mercado de trabalho.

Comentários e sugestões: info-br@bumeran.com


(*)Com a inestimável colaboração de  Ricardo del Rio, country manager de Bumeran Venezuela

 

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  DESTAQUE
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E-LEARNING: UMA OPÇÃO DIFERENTE 
ACELERANDO O PROCESSO NA SUA EMPRESA


1) Você gostaria de comprar um programa de e-learning  de uso ilimitado para toda a sua empresa, por R$ 4 mil/ curso? (custo de um curso baseado na compra de 10 cursos).


Sua empresa tem interesse em:
 
disponibilizar aos funcionários 10 programas diferentes, sobre assuntos atuais, facilitando, assim, a criação do hábito do E-learning?  

- programas de E-learning desenvolvidos por consultores brasileiros e contextualizados à realidade de nossas organizações? 

 Você é a favor do "Blend", isto é, programas de E-learning que permitam o mix tutorial/presencial?

Além dos programas de E-learning, você gostaria de oferecer às pessoas de sua empresa acesso ao banco de dados do MVC e da MENTOR?

2) Está ficando interessado? Veja os temas e consultores que selecionamos:


Negociação, Foco em Resultados (João Baptista Vilhena);

Liderança no Século XXI (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Coaching, Mentoring: Desenvolvendo Habilidades nos Executivos (Sérgio W. Hillesheim);


Pensamento Estratégico - já disponível (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Os Paradoxos da Coopetição ou Gente que Entende de Gente Dá Lucro Eternamente (Trabalho Em Equipe) (Luís Meirelles);

Business Plan: Planejamento e Estruturação Econômica, Financeira, Estratégica e Mercadológica de um Novo Negócio ou Projeto (Francisco Cavalcante);

A Comunicação como Diferencial Pessoal e Organizacional (Eunice Mendes);

Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Emocional, Bases do Sucesso Organizacional (Denize Dutra);

Gestão da Mudança na Era da Informação (Américo Marques Ferreira);

Excesso de Trabalho, Qualidade de Vida e Autorização Social (Planejamento, Organização do Trabalho e Gestão do Tempo) (Fernando Henrique da Silveira Neto);

Vendas Consultivas (João Baptista Vilhena e José Luiz Meinberg)

O preço unitário de R$ 4 mil é válido para a compra de um pacote mínimo de 10 cursos/tutoriais, a serem entregues no prazo máximo de 8 meses. Preço válido apenas para as dez primeiras empresas.

3) Versões Disponíveis: CD ROM e INTRANET

4) Como adquirir os programas?


MVC
Costacurta:
Tel: 11 3171-1645
E-mail: costacurta@terra.com.br

MENTOR:
Marcelo Fernandes:
Tel: 12 3941-5828
E-mail: marcelo.fernandes@mentortec.com.br

Forma de pagamento para a compra de 10 cursos:

Investimento Total: R$ 40 mil

1a. Parcela 
R$ 16 mil
na aceitação da proposta
2a. Parcela
R$ 16 mil
na aceitação dos 5 primeiros cursos/tutoriais
3a. Parcela
R$ 8  mil
na entrega dos 5 cursos/tutoriais restantes

Custos não incluídos: ISS , customização,  contextualização, presencial, interface com sistema de gerenciamento e cópias de CD ROM.

5) Desistência:
Por iniciativa do cliente -
pagar multa de 20% sobre o valor recebido, deduzido do valor a ser devolvido pelo MVC/Mentor;

Por iniciativa do MVC/MENTOR - devolver o dinheiro e ceder direitos por um ano do programa Pensamento Estratégico.

6) Direitos de Uso:

O MVC/MENTOR disponibilizará licenças ilimitadas, por tempo ilimitado, dos 10 cursos/tutoriais escolhidos dentre aqueles constantes do item 2.

Para maiores informações, acesse www.institutomvc.com.br e assista ao demo com os detalhes sobre o assunto.


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 PALESTRAS IN COMPANY


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COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?

PRINCÍPIOS NORTEADORES DA PALESTRA:
As empresas brasileiras estavam acostumadas a operar em mercados protegidos. Agora, precisam reaprender a se relacionar com seus clientes.

Mais do que nunca, as organizações precisam romper com a antiga lógica de vendas - girar o estoque custe o que custar - e abraçar a nova lógica de mercado - satisfazer o cliente custe o que custar.

O conceito de market-share vem sendo substituído pelo conceito de client-share. É preciso, por isso,  saber investir em relacionamentos duradouros para evitar perder dinheiro em ações de efeito duvidoso.

As empresas que vão sobreviver no futuro não serão as mais bem preparadas tecnologicamente e sim as mais rápidas e mais bem adaptadas ao novo mercado que se forma.

OBJETIVOS DO PROGRAMA:
- Analisar as razões que levam os clientes a parar de fazer negócios com determinadas empresas.

- Analisar as principais dicotomias existentes entre empresas que operavam em mercados protegidos e as que passaram a operar em mercados de livre concorrência.

- Posicionar a área comercial das organizações como um agente impulsionador de mudanças;

- Discutir, analisar e compreender o papel da área comercial como agente de mudanças, apresentando-a como um instrumento gerencial comprometido com as ações internas e externas bem como com os custos e receitas;

- Provar que as organizações ainda orientadas para necessidades de curto prazo e que não se preocupam em estabelecer um relacionamento estreito e duradouro com seus clientes estão condenadas a desaparecer em pouco tempo.

PÚBLICO-ALVO:
Representantes Comerciais, Administradores de Venda e Pessoal de Atendimento e de apoio a Vendas

CONTEÚDO DO PROGRAMA (2 HORAS):

Unidade I
- Por que os clientes estão fugindo de algumas empresas.
- Vender para dentro é mais difícil do que vender para o mercado.
- O conceito de alinhamento estratégico em vendas.
- Os princípios da venda consultiva.

Unidade II
- Vivemos a era do consumidor nunca satisfeito.
- O desafio de construir relacionamentos duradouros.
- A arte de transformar os clientes em vendedores ativos da empresa.
- A importância da parceria com os clientes.
- Principais aspectos do Marketing de Relacionamento.

Unidade III
- Mitologia pessoal - reconstrução de paradigmas.
- Visão Holística e seu efeito no mundo ocidental.
- O que é emoção? Como utilizar a emoção para lidar com um ambiente em constante mudança.
- Estimulação de uma postura criativa necessária para o trabalho em vendas.
- A importância da automotivação e da autodisciplina.

Unidade IV
- O dilema da esfinge do mercado: decifra-me ou te devoro.
- Como aproveitar oportunidades de vendas em mercados em constante mutação. 
- Aprendendo a usar novas ferramentas de vendas.

METODOLOGIA:
Exposição apoiada por transparências, debate.

CONSULTOR:
João Baptista Vilhena - Consultor do Instituto MVC

INFORMAÇÕES:
- São Paulo:
TEL. 11 3171-1645 / 3285-2438
E-mail- costacurta@terra.com.br

- Rio de Janeiro:
TEL. 21 2518-2321
E-mail- mvcmt@uninet.com.br


Maiores detalhes:
www.institutomvc.com.br

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EDUCAÇÃO CORPORATIVA: ESTRATÉGIAS QUE NÃO RESISTEM ÀS PALAVRAS

OBJETIVOS:
- Demonstrar o gap existente nas empresas  entre as estratégias de Educação Corporativa e sua operacionalização pelos diversos níveis organizacionais.

- Identificar essas discrepâncias por meio de frases/ações/opções que contradizem estratégias aparentemente aceitas e implantadas em toda a empresa.

TÓPICOS (2 HORAS):
- Alguns paradigmas a questionar
- O downsizing de RH / Treinamento
- Será que há realmente culpados?
- Quem delega para quem?  
- 20 frases que definem estratégias
- O que se espera de um RH / Treinamento nota 10


CONSULTOR:
Luiz Augusto Costacurta Junqueira, Vice-Presidente do MVC

INFORMAÇÕES:
- São Paulo:
TEL. 11 3171-1645
E-mail- costacurta@terra.com.br

- Rio de Janeiro:
TEL. 21 2518-2321
E-mail- mvcmt@uninet.com.br


Maiores detalhes:
www.institutomvc.com.br

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  EVENTO ABERTO

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COACHING:
O BINÔMIO PRODUTO/PROCESSO - CONHECIMENTO E METODOLOGIA
(Série "Educação Corporativa E A Prática da Inovação)

O CONTEXTO :

No mercado de Educação Corporativa são oferecidos pelo menos dois programas:

A) Coaching Individualizado, quando um consultor/executivo sênior transmite seu conhecimento/experiência a um outro executivo.

B) Desenvolvimento da Habilidade de Coaching, quando se trabalha uma metodologia para a transmissão do conhecimento/experiência.


No primeiro caso o foco é o conhecimento (produto), no segundo a metodologia (processo).

Do ponto de vista seqüencial, é preciso que se tenha primeiro um "produto" para depois se desenvolver um "processo" que torne este produto disponível a todos.

OBJETIVOS :
- Apresentar as competências necessárias ao exercício dos papéis de Coaching;

- Discutir fatores obstaculizantes e facilitadores da abordagem integrada (processo e produto);

- Vivenciar o exercício de cada um dos papéis de Coaching (provedor de conteúdo, transmissor de conhecimento);

- Apresentar indicações e contra-indicações da abordagem Coaching no contexto organizacional.

PROCESSO: 
ANTES DO EVENTO : 

- Trabalho prévio para ser devolvido até 24 de julho ( após confirmação da inscrição do participante pelo MVC).

DURANTE O EVENTO :
Palestra; dinâmica de grupo com aplicação de conceitos, metodologia e conteúdo (discussões e apresentações em plenária), pesquisa em tempo real com o uso da tecnologia Telemeeting.

COORDENADOR :
SÉRGIO W. HILLESHEIM - Consultor permanente do INSTITUTO MVC em Gestão de Talentos, Coaching para Presidentes e Diretores e TPT (Top Performance Training - Assessment para treinamento). Presidente, no período 1988 a 1991, da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), no período de 1992 a 1996 da WFPMA (Federação Mundial das Associações de Administração de Pessoal) e Diretor Corporativo de RH, do Grupo Ipiranga até recentemente. Formado em Economia pela Universidade do Rio de Janeiro. Pós-graduado em Ciências do Comportamento pelo Ashridge Management College da Inglaterra. Co-autor do livro GSA – A Modernização das Relações de Trabalho, publicado pela COP-Editora. Conferencista em congressos no Brasil e exterior (Portugal, Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos, Hong Kong, Chile, Uruguai, Argentina, Venezuela, Espanha, Suécia, Finlândia, México, República Dominicana, Colômbia, Peru). Agraciado com o Prêmio Georges Petitpas Memorial Award, conferido pela World Federation of Personnel Management Associations – WFPMA.

EVENTO EXCLUSIVO PARA O SEGUINTE PÚBLICO:
Área de RH
Executivos
Gerentes
Consultores e Analistas Sênior

Uma pessoa por Empresa

Demais Áreas :
Executivo  
Gerentes

Uma pessoa por Empresa

OBS. Uma Empresa poderá inscrever dois participantes, um para cada público

CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO A CUSTO ZERO:
- Enquadrado no público-alvo;
- Entregar até 24 de julho o trabalho prévio recebido no momento da inscrição;

OBS. Inscrição pessoal e intransferível

DATA: 
Dia 5 de agosto, das 17 às 20h30


LOCAL :
Centro de Convenções Pompéia - Av. Pompéia 888 – 2º andar (São Paulo – SP ) - acesse: www.ccsc.com.br

Estacionamento no local, por conta do participante.  

INFORMAÇÕES:
- São Paulo:
Costacurta
TEL. 11 3171-1645 / 3285-2438
E-mail-
costacurta@terra.com.br

- Rio de Janeiro:
Maria Tereza
TEL. 21 2518-2321
E-mail-
mvcmt@uninet.com.br


PARCEIROS:
CENTRO DE CONVENÇÕES POMPÉIA
TELEMEETING
 

 


PRÓXIMOS WORKSHOPS - em setembro e novembro

O tema do workshop de setembro será escolhido por votação feita entre os participantes do evento de agosto. 

Verifique as opções:
- VENDAS CONSULTIVAS, 
- MUDANÇA, 
- UNIVERSIDADE CORPORATIVA, 
- NEGOCIAÇÃO, 
- COOPETIÇÃO (TEAM BUILDING),
- PLANEJAMENTO DO TRABALHO E GESTÃO DO TEMPO,   
- INOVAR OU EVAPORAR, 
- AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO, 
- AVALIANDO CONSULTORES EXTERNOS, 
- MOTIVAÇÃO PARA RESULTADOS, 
- GERÊNCIA DE OPORTUNIDADES, 
- E-LEARNING
DE A a Z, 
- QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA COMUNICAÇÃO ESCRITA, 
- COMUNICAÇÃO VERBAL: FOCO EM RESULTADOS,
- CUSTOMER SERVICE SÉCULO XXI, 
- DESENVOLVENDO O TIME EXECUTIVO/SECRETÁRIA, 
- VENDA BASEADA EM ANÁLISE DE VALOR.
 

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  CURSO ABERTO 
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QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA COMUNICAÇÃO ESCRITA

28 de agosto,  em São Paulo
29 de agosto, no Rio de Janeiro


COM JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA
Autor do livro "Como Escrever Melhor" (5ª Edição) e consultor do Instituto MVC.

Aprenda a escrever textos "vendedores", gramaticalmente corretos, que encantam e convencem o leitor.

PROGRAMA:

- APRENDENDO A FALAR COM O CLIENTE

- LEVANDO O CLIENTE À AÇÃO

- A COMUNICAÇÃO NA ERA DA INFORMAÇÃO

- COMUNICAÇÕES CRIATIVAS E VENDEDORAS

- CUIDANDO DA VITRINE

- UM PLANO DE AÇÃO


Cada participante receberá um exemplar do livro Como Escrever Melhor (José Paulo Moreira de Oliveira). Além disso, ficará atualizado com todo o processo de comunicação escrita, considerando todos os recursos da era da informação e as necessidades ditadas por tempos de crise.

 

HORÁRIO: das 9 às 18 horas

DATAS: 28 de agosto de 2002,  em São Paulo; 

             29 de agosto de 2002, no Rio de Janeiro

PÚBLICO-ALVO: Executivos e Profissionais que se utilizam do processo de Comunicação Escrita para Venda de Idéias, produtos e serviços.

 

INVESTIMENTOS/CUSTOS: R$ 390,00 (inclui livro Como Escrever Melhor, material de apoio, certificado, estacionamento, assinatura do INSIGHT MVC / BUMERAN/ TERRA , coffee breaks e almoço)

INSCRIÇÕES E PROGRAMA COMPLETO:  
- no site  www.institutomvc.com.br;

- pelos telefones: 11 3171-1645 ou 21 2518-22321


- pelos e-mails: costacurta@terra.com.br ou
  mvcmt@uninet.com.br



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 TESTE :

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COMO ANDAM SUAS BOAS MANEIRAS?
Ana Rosa de Almeira Precht
Consultora em Etiqueta Empresarial 

As boas maneiras não são somente privilégio de uma classe social elevada. Seus ingredientes culturais - a cordialidade e a hospitalidade -  permeiam todos os níveis e grupos sócio-econômicos.

Também chamadas de etiqueta, as regras de comportamento existem para harmonizar o relacionamento no exercício do respeito mútuo importante tanto no convívio social quanto no empresarial e governamental.

No teste a seguir, você poderá verificar sua maneira de agir em determinadas situações sociais e, a partir daí, identificar pontos fortes e aspectos a melhorar. Lembre-se do que dizia o escritor inglês George Bernard Shaw (1856-1950): 
"Não há nenhuma realização tão fácil de alcançar como a polidez, e nenhuma mais lucrativa". 

Assinale a resposta que mais identifique sua maneira de agir em determinada situação de nossa sociedade: 

1- Ao apresentar uma pessoa à outra, você assim procede:
Apresenta...

a) O mais jovem ao mais velho; (    )

b) A mulher ao homem; (    )

c) O de cargo mais elevado ao de menos elevado; (    )


2- Ao receber uma pessoa de hierarquia superior à sua, você aguarda:

a) À entrada principal de sua empresa; (    )

b) À entrada de sua sala; ou (    )

c) Na sua própria sala; (    )


3- Ao ser convidado (a) para um almoço de negócios, depois de escolhido os pratos, a quem caberá passar os pedidos ao garçom?

a) Cada um faz seu próprio pedido; (    )

b) O homem fazer os pedidos; sendo anfitriã, uma mulher; (    )

c) o anfitrião ou anfitriã passa todos os pedidos; (    )


4- Em torno de uma mesa estão sentados homens e mulheres. Caso uma das mulheres se levante, qual será o procedimento?

a) Todos deverão levantar-se, se for uma mulher de nível hierárquico superior; (    )

b) Todos permanecerão sentados, se não houver entre eles diferença quanto à hierarquia; (    )

c) Os homens deverão levantar-se independentemente do nível hierárquico; (   )


5- Ao tomar parte em eventos sociais, qual é o comportamento recomendável quanto ao horário?
Você deve chegar:

a) Exatamente no horário marcado; (    )

b) Dez a quinze minutos antes; (    )

c) Dez a quinze minutos depois; (    )


6- Ao chegar no seu ambiente de trabalho, você:

a) Cumprimenta todas as pessoas; (    )

b) Passa direto sem cumprimentá-las; (    )

c) Cumprimenta uma ou outra, seletivamente; (    )


7- Em sua casa, no seu aniversário, ao receber os presentes, o que deverá fazer?

a) Agradecer e entregá-los fechados para alguém guardar; (    )

b) Abri-los imediatamente; (    )

c) Abri-los e tecer alguns comentários; (    )


8- Você não fuma e estará recebendo amigos que fumam em sua casa. Qual procedimento escolheria?


a) Espalhar cinzeiros por toda a casa, mesmo não fumando; (    )

b) Reservar um canto para colocar alguns cinzeiros; (    )

c) Avisar, antecipadamente, que não deverão fumar; (    )


9- Você usa sempre o celular em reuniões, restaurantes, seminários ou mesmo dirigindo?

a) Sim; (    )

b) Não; (    )

10- Para enviar flores e presentes, para substituir uma visita ou para facilitar contatos comerciais e profissionais, você costuma usar sempre o cartão de visita?

a) Sim; (    )

b) Não; (    )




AVALIAÇÃO DE RESULTADOS  

GABARITO

01) A

06) A

02) A

07) C

03) C

08) A

04) C

09) B

05) C

10) A


Cada quesito respondido corretamente vale 10 (dez) pontos. 

Se você alcançou 71 pontos ou mais, realmente, é um conhecedor das regras de comportamento. Com certeza, faz parte de um grupo social que conhece e pratica essas regras de etiqueta. Como se dizia antigamente, “Você tem berço”.

Se você conseguiu fazer de 50 a 70 pontos, está quase chegando lá. Tem algum conhecimento das regras de boas maneiras, porém, precisa se empenhar mais no exercício da etiqueta.

Se não conseguiu chegar a 50 pontos, não desanime. Com certeza, ao se interessar sobre esse assunto, muito em breve também será reconhecido como uma pessoa que “tem berço”.

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