Número 51 - Edição Quinzenal -  Agosto de 2002



VENDAS CONSULTIVAS: VOCÊ SABE MESMO O QUE É ISSO? 

João Baptista 
Vilhena



ESTRATÉGIA NÃO É SÓ PARA 
GRANDES EMPRESAS?
Sérgio 
Velasco

 



BUMERAN DESTACA:


REUTERS 
MELHORA PROCESSOS DE RH 
COM SOLUÇÃO 
BTD - BUMERAN TALENT DATABASE


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DESTAQUE


E- LEARNING:

Acelerando o processo de
implantação na sua empresa 


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EVENTO ABERTO

QUEBRANDO OS PARADIGMAS 
DA COMUNICAÇÃO ESCRITA

COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ 
FUGINDO DE NÓS?
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  PALESTRAS IN COMPANY 

EDUCAÇÃO CORPORATIVA: 
ESTRATÉGIAS QUE NÃO RESISTEM 
ÀS PALAVRAS
(L.A.Costacurta Junqueira)

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VENDAS CONSULTIVAS:
A GRANDE SAÍDA
(João Baptista Vilhena)

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COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO 
SEM PERDER A COOPERAÇÃO 
DOS OUTROS
(Denize Dutra)



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Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa Souza



TESTE

 



Que coach sou eu?


Sèrgio W. Hillesheim



 

EVENTO INTERNACIONAL

 


UNIVERSIDADE CORPORATIVA

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EVENTO IN COMPANY

 


DIA DA SECRETÁRIA:

 VAMOS 
AGRADECER
 NOSSAS COLABORADORAS

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EVENTO GRATUITO

 


COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS? 
(Avançado)

EDUCAÇÃO CORPORATIVA E A PRÁTICA DA INOVAÇÃO

15 DE OUTUBRO
DAS 17H ÀS 20H30

JOÃO  BAPTISTA VILHENA

INFORMAÇÕES:
São Paulo: costacurta@terra.com.br
tel: 11 3171-1645

Rio de Janeiro
mvcmt@uninet.com.br
tel: 21 2518-2321

 
   

 EDITORIAL


GANÂNCIA INFECCIOSA

Alan Greenspan, com sua criatividade lingüística mais uma vez nos brinda com uma brilhante figuração humana para um movimento econômico-empresarial.

A sucessão de gigantes internacionais – Enron, Andersen, World.com, Laboratório Merck, Vivendi, Xerox e outras – que camuflaram seus balanços não é um fato em si isolado e nem devemos achar que é "coisa de americano e europeu."

Peter Drucker vem alertando, há algum tempo, que a troca de prioridades no indicador de mensuração de resultados entre o lucro real e o valor da ação significaria necessariamente a criação de uma artificialidade imprópria e indesejável.

  Em realidade, durante pelo menos quatro anos a "exuberância irracional", também termo cunhado por Greenspan, levou as empresas, principalmente da nova economia, a uma corrida desenfreada pelo aumento incomensurável do valor de seu patrimônio, muitas vezes com o único objetivo de ganhar muito dinheiro no espaço de tempo mais curto, com o menor esforço possível. 

É evidente que essa "cultura de depredação" não podia ter vida longa. Trocando as palavras, a infecção gananciosa seria combatida ou por mal ou por bem, mais dia menos dia.

  No meu ponto de vista, sem otimismo, eu acho muito salutar que essas bombas tenham estourado. As normas do Corporation Responsability, já assinadas pelo presidente Bush,  vão colocar ordem no mercado, vão melhorar a ética e principalmente, trazer o mercado para uma realidade mais madura, com grande ênfase no balanceamento entre a Nova Economia e a Economia Tradicional. E isto deve ser uma grande lição para nós, da comunidade empresarial brasileira. Uma dura realidade a considerar.

Ainda bem que nesse número de nosso INSIGHT, matérias mais amenas abordam o lado real do management.

Em nosso primeiro artigo, Vendas Consultivas: Você Sabe Mesmo o que é Isso?, João Baptista Vilhena aprofunda o conceito de uma das mais importantes ferramentas da Engenharia Comercial. Partindo dos vários tipos de venda, Vilhena mostra como podemos otimizar esse novo conceito

Estratégia não é só para Grandes Empresas, de Sergio Velasco, é um texto oportuníssimo, pois demonstra que o planejamento estratégico pode e deve ser utilizado por organizações de pequeno e médio porte, a baixo custo e com significativo retorno.

No teste da quinzena, Que Coach Sou Eu?, Sergio W Hillesheim possibilita ao leitor uma auto-análise de sua competência no desenvolvimento de pessoas.

Boa leitura!

 


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 VENDAS CONSULTIVAS (João Baptista Vilhena)

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VENDAS CONSULTIVAS
(Você sabe mesmo o que é isso?)

João Baptista Vilhena
Diretor do MVC

Nos nossos trabalhos de treinamento e consultoria, constantemente nos deparamos com empresas usando indevidamente determinada terminologia para demonstrar sua forma de atuação no mercado. Na área de vendas está se tornando cada vez mais comum ouvir os gestores dizerem que suas equipes praticam a venda consultiva, quando na verdade o que esses vendedores continuam a fazer é a velha venda baseada em análise de necessidades ou então, o que é um pouco pior, ainda praticam a venda baseada no conhecido modelo estímulo X resposta.

Visando evitar que você seja pego usando indevidamente  uma terminologia – e, obviamente, preocupados em evitar que alguns façam isso por má fé e não por ignorância – nos propomos neste artigo a conceituar o que efetivamente é a venda consultiva.

Para facilitar o nosso trabalho – e a sua compreensão – analisemos como vem evoluindo o raciocínio e a prática comercial nos últimos anos.

1.      A Venda Estímulo X Resposta

Como já tivemos a oportunidade de discutir em artigos anteriores, até um passado mais ou menos recente o mercado vivia uma situação em que a oferta era menor do que a demanda. Neste tipo de situação, a venda acontece sem grandes esforços por parte de quem detém a oferta, uma vez que existe um grande número de pessoas interessadas em comprar seus produtos e serviços.

Neste tipo de mercado, se o vendedor diz as coisas certas (estímulos), o comprador responde com atitudes de compra (respostas). Questões relacionadas à dificuldade de aceitação, ceticismo, indiferença e mesmo objeções raramente interferem no processo. Neste tipo de venda, a ênfase dá-se integralmente no produto e não nas necessidades do cliente.

Comumente os vendedores deste tipo de empresa são chamados de tiradores de pedidos, uma vez que sua aplicação dá-se, normalmente, em torno de produtos simples, que apresentem ciclos de vendas curtos e para os quais a quantidade é mais importante do que a qualidade.

Um mercado que geralmente apresenta condições para esse tipo de abordagem é o de commodities agrícolas.

2.      A Venda por Análise de Necessidades

Na medida em que o consumidor passa a se deparar com um número maior de opções para satisfazer suas necessidades e desejos, é natural que passe a exigir de seus fornecedores uma atenção maior às suas demandas. Neste tipo de mercado, é comum que as organizações já tenham compreendido que não basta oferecer produtos e serviços ao mercado para que a demanda se materialize (lembre-se de que já houve uma escola econômica que defendia a idéia de que a oferta gera sua própria demanda).

Nessas empresas já existe preocupação com o mercado e com o cliente. A prática da venda por análise de necessidades pressupõe que os clientes preferirão as ofertas mais bem concebidas em torno da sua necessidade ou desejo. Dessa forma, as empresas praticantes da venda por análise de necessidades preparam-se para atender as demandas do mercado melhor do que a concorrência. Essa preparação normalmente se dá através de investimentos significativos numa área técnica capaz de produzir soluções para “qualquer” necessidade que o cliente apresente. Um pressuposto é que o cliente não se incomodará de pagar mais caro se a solução de fato lhe aprouver.

É fácil perceber que essa é uma forma passiva de lidar com o cliente. Nos preparamos e ficamos esperando que ele venha e nos conte o que quer. Depois de tê-lo ouvido é que vamos nos mobilizar para tentar oferecer uma solução ANTES da concorrência (uma vez que é óbvio que ele não se limita  a contar seu problema só para nós); ou então MELHOR que a concorrência (uma vez que o sol nasceu para todos e nossos concorrentes não vão ficar parados esperando que nós nos mexamos) ou MAIS BARATA que a concorrência (o que nos empurra para programas de Cost Down).

Esta prática traz como vantagens o fato de focalizar o comprador e não o produto, implicando  maior participação do cliente. Contudo, exige mais tempo para o fechamento da venda e vendedores mais competentes, com bons conhecimentos sobre o produto e como ele pode satisfazer as necessidades do cliente.

  3.      Venda Consultiva

A venda consultiva, por sua vez, representa uma evolução lógica da abordagem de análise de necessidades. Agora, o vendedor assume uma postura ativa na relação comercial. Não basta analisar as necessidades do cliente, porque este, muitas vezes, pode não saber exatamente qual a melhor solução para seu problema. Este papel cabe ao vendedor, que deve conhecer a empresa e o mercado em que atua o cliente tão bem, ou melhor do que ele. Deve questionar as necessidades apresentadas e ajudar o cliente a identificar aquelas que ainda estão ocultas.

As empresas que atuam com base na venda consultiva não vendem soluções que sejam simplesmente melhores que as ofertas dos concorrentes. Vendem A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS atuais e futuros do cliente.

Ao vendedor é exigido que seja altamente qualificado, tenha grandes conhecimentos gerais e de produto, capacidade de dialogar e questionar o cliente em busca das reais necessidades e pleno conhecimento da situação do cliente. Ao mostrar-se como parceiro do cliente, o vendedor desenvolve com o cliente uma relação de grande confiança e, principalmente, duradoura.

Esta abordagem é realmente focada no comprador, visando construir um relacionamento efetivo e duradouro, de modo que o cliente perceba o quanto a empresa é comprometida com seu sucesso. O objetivo é fidelizar o cliente, que sempre terá a empresa – e o vendedor – como primeira opção de compra.

Se você, leitor,  quiser saber qual o estágio em que se encontra sua organização, entre em contato conosco. Teremos prazer em lhe enviar um questionário para ser preenchido pela área comercial de sua empresa. Baseados em suas respostas,  enviaremos um diagnóstico da sua situação atual e uma proposta de eventuais ações de T&D que poderão otimizar a performance da sua equipe.


Material do programa Vendas Consultivas, Negociação e Vendas Consultivas

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 ESTRATÉGIA NÃO É SÒ PARA GRANDES EMPRESAS? (Sérgio Velasco)
 
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ESTRATÉGIA NÃO É SÓ PARA GRANDES EMPRESAS?
Sérgio D. Velasco 
Vice-Presidente do MVC

Esta é uma questão que muitos de nossos clientes, em especial aqueles de porte médio, têm nos colocado.  Aliás, na maioria das vezes, a simples formulação da pergunta por executivos deste segmento já mostra o descrédito que devotam ao assunto.

Acho muito justo que tenham essa concepção.  Afinal, quem chega a emitir tal opinião é um sobrevivente de sucesso em seu mercado, em geral com anos de bons resultados, na maioria das vezes sem ter jamais se preocupado em desenvolver internamente uma atividade que seus executivos pudessem identificar como de planejamento estratégico.

O sucesso confere a eles toda a razão.  Basta à gente se interessar pelas histórias de suas empresas que ouviremos depoimentos orgulhosos de como chegaram até hoje.   Algumas começaram no “fundo do quintal”; outras vieram de pessoas cansadas de serem empregadas; muitas precisaram de uma pequena pressão externa para assumir uma vocação até então adormecida.   Nesta linha cito a história de um jovem que, ao comprar seu primeiro carro com financiamento do pai, decidiu alugá-lo a terceiros simplesmente por não ter renda suficiente para pagar o compromisso assumido.  Tomou gosto pela atividade e, em pouco tempo, já comandava uma pequena frota de carros para aluguel.

O que todos esses visionários fundadores fizeram em comum ao criar suas empresas?  Simplesmente deram os primeiros passos para o futuro que começavam a estabelecer para si próprios, concebendo, sem preocupação acadêmica, suas próprias idéias de negócios: definiram o produto / serviço que comercializariam no mercado que conheciam e decidiram sobre os recursos que utilizariam - os primeiros funcionários, o local onde desenvolveriam suas atividades, quanto reservariam em dinheiro para investimentos etc.

E a partir daí, as histórias de sucesso foram escritas e reescritas.  Expandiram muitas vezes seus portfolios de produtos, buscando sempre atender novos clientes; decidiram às vezes transferir o local de suas instalações para outro muito mais moderno; vários se arriscaram a atender mercados distantes geograficamente; outros se tornaram grandes empregadores de mão de obra;  e muitos contrataram financiamentos de longo prazo para projetos de maturação longa e incerta.  Lembram-se da dificuldade destas decisões e das divergências que os sócios manifestavam com suas diferentes percepções de risco? 

Lembram-se também de quando, pela primeira vez, precisaram avaliar com maior precisão o tamanho do mercado do seu principal produto? E quando decidir sobre preços tornou-se uma atividade complexa? E também de como ficaram preocupados quando um inesperado concorrente literalmente “roubou” alguns de seus principais clientes?  E quantas noites sem dormir após uma decisão de alto risco?  E, falando de riscos crescentes, quantos da turma inicial ainda permanecem na sociedade?

Pois é, todas essas decisões e muitas outras com as quais vocês se envolveram ao longo do tempo fazem parte do que chamamos de escolhas estratégicas.  São assim qualificadas porque modificam o que suas empresas serão no futuro, distanciando-as do que são hoje e mais ainda do que foram no passado.   

Revejam os caminhos que suas empresas percorreram desde a fundação e identifiquem as várias ações que alteraram os formatos dos seus negócios e a lógica que predominou na decisão do que fazer.  É o que chamamos de estratégia realizada cujo resultado é o seu sucesso atual.

Quer dizer então que com esse histórico de excelentes realizações seus futuros estarão garantidos?  Vocês sabem que não porque a própria dinâmica dos negócios e as escolhas que dela resultam configuram um processo sem fim de solução e criação de problemas.   O que ocorreu no passado não permite a ninguém estabelecer uma relação de causa e efeito que lhe garanta sucesso no futuro.  Ficamos mais sábios, mais experientes mas, diante das oportunidades e ameaças que visualizamos, só temos uma certeza: o futuro é desconhecido, o risco de insucesso existe e a concorrência cada vez mais agressiva quer mesmo é o nosso mercado.

Todos já passaram por crises difíceis, provocadas por diversos motivos, tanto de origem externa quanto interna: no âmbito externo, o aparecimento de uma nova tecnologia, uma surpreendente mudança nos hábitos dos clientes, a chegada de novos e agressivos concorrentes; no lado interno, a substituição inesperada do fundador da empresa, a perda de profissionais de grande competência, uma decisão errada com desastrosa alocação de recursos etc.  Em maior ou menor grau todos conhecem o impacto dessas variáveis.

Nessa altura, acredito que vocês concordam que foram muitas as mudanças de destino de sua empresa – ou como reação diante de uma situação inesperada ou para implementação de uma decisão desejada.  Para mim, isso é estratégia: um conjunto de decisões, tanto desejadas como emergenciais, cujo objetivo é garantir a sobrevivência e o sucesso de sua empresa no futuro. 

E tudo realizado sem precisar da ajuda de ninguém de fora, diriam vocês.  Esta frase, se associada ao título deste artigo, pode nos levar à seguinte: “Concordamos a respeito de estratégia mas sua formulação formal é exclusiva das grandes empresas que, complexas, exigem a participação de um consultor externo; empresas menores podem ser bem sucedidas sem esta ajuda.”

Não há dúvida quanto a isso.  Aliás, vou mais além.  Ser bem ou mal sucedido pode ser um resultado atingido com ou sem ajuda de um consultor, por uma empresa de qualquer porte, grande ou não.   Como também estudar uma organização de sucesso para identificar suas melhores práticas não necessariamente trará um futuro tranqüilo para nenhuma outra pois, além dos riscos inerentes à própria dinâmica dos negócios, nada garante que a tal empresa não estivesse por sorte no lugar certo, na hora certa, fazendo o que deveria ser feito.

Contudo, acredito muito na oxigenação das idéias, no questionamento dos paradigmas vigentes, no aprendizado como forma de produzir melhores análises sobre o que se passa no ambiente de negócios e, em conseqüência, produzir decisões mais bem compartilhadas pela totalidade do grupo.  Num extremo desta linha de raciocínio, a fase inicial de uma formulação estratégica poderia ser simplesmente um curso rápido de estratégia em que a própria organização contratante seria estudada e avaliada pelos participantes.  Numa seqüência hipotética, seria retomado o processo decisório tradicional utilizado pela empresa, agora enriquecida com informações produzidas e analisadas pelos principais colaboradores da empresa.

Enfim, há diversas formas para se executar o trabalho de estratégia todas sempre discutidas previamente, considerando questões da realidade da empresa como as seguintes: custos, prazo, disponibilidade de tempo, formulação estratégica usualmente utilizada, experiência com consultoria externa etc.  E, principalmente, sem a imposição de fórmulas previamente estabelecidas e distantes da realidade da empresa.   

Tudo bem, diriam vocês, mas quais as vantagens que provêm da contratação de um consultor externo?

Primeiro, o enriquecimento do processo decisório pela própria especialização do consultor tanto em nível acadêmico quanto na experiência prática obtida em trabalhos desenvolvidos em outras empresas.   Segundo – a mais importante na minha opinião -, prover a possibilidade de implantação de um processo estruturado de pensamento – tanto no diagnóstico da situação quanto na análise dos fatos – que permitirá discussões mais criteriosas das idéias dos envolvidos na atividade estratégica.   O resultado será uma escolha mais consistente – será reduzido em muito o espaço para o “achômetro” - capaz inclusive de ser documentada e revista nos anos seguintes, tanto para reavaliação de suas premissas, quanto para aprendizado e melhoria progressiva das decisões futuras. 

  Em grande resumo, estratégia lida com mudanças e, em conseqüência, com as grandes decisões de direção da empresa às quais os principais executivos dedicam grande parte do seu tempo importante - assim, todas as empresas fazem estratégia.  Por outro lado, a ajuda de um consultor externo não é essencial, mas pode ajudar em muito se contratada com o objetivo de trazer novas idéias às discussões e questionar aquelas dominantes cujos resultados podem não se aplicar no futuro – o ideal é não se esperar por esse momento.


Material retirado dos programa Planejamento e Pensamento Estratégico (Consultoria e Treinamento)

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 REUTERS IMPLEMENTA BTD - BUMERAN TALENT DATABASE
 


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REUTERS IMPLEMENTA BTD - BUMERAN TALENT DATABASE
Bumeran Brasil

Uma das maiores e mais antigas empresas de transmissão de notícias, informações financeiras e em soluções tecnológicas para mídias, empresas e pessoas, acaba de contratar o BTD da Bumeran para gerenciar o recrutamento de talentos no Brasil.

Reuters sempre se notabilizou por oferecer a seus clientes, no mundo inteiro, uma combinação perfeita de conteúdo, tecnologia e conectividade.

Agora, no Brasil, com o BTD - Bumeran Talent Database, transfere este tripé para os processos de busca e contratação de profissionais. O fator decisivo para a Reuters adquirir o BTD foi o BENEFÍCIO DO CUSTO. Isso mesmo, o BENEFÍCIO DO CUSTO (e não o custo/ benefício).

A diferença é a seguinte: quando falamos em custo/benefício, estamos com foco no que vamos gastar e se este gasto será compatível com os benefícios prometidos, numa simples operação matemática. Ao contrário, quando falamos do BENEFÍCIO DO CUSTO, realçamos as boas características do produto/serviço e só então começamos a discutir o preço.

O BTD é uma ferramenta intuitiva, de fácil assimilação e uso, que torna os processos de recrutamento mais eficazes e racionais e melhora a vida do profissional de RH. 

Quanto custa? 

Um preço compatível com o benefício que vai lhe trazer. 

Os profissionais de RH da Reuters entenderam este princípio e consideraram o BTD da Bumeran o melhor sistema apresentado. Por isso, vencemos a forte concorrência que oferecia, inclusive, soluções tecnológicas mais baratas, mas sem valor agregado a este custo aparentemente menor.

Vale ressaltar outros pontos importantes para o sucesso desta negociação: a apresentação bem feita, que serviu para agregar valor ao serviço, e a presença da Tecnologia que soube intervir em momentos importantes e apresentar as vantagens do sistema.

Enfim, conquistamos o cliente com um verdadeiro trabalho em equipe.



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  EVENTO INTERNACIONAL
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UNIVERSIDADES CORPORATIVAS

Um dos maiores eventos do mundo na área de Universidade Corporativa terá lugar em Orlando, Flórida, de 18 a 20 de novembro.

O ponto alto do evento será a apresentação das melhores Universidades Corporativas dos EUA, divididas em 7 categorias.

Adicionalmente, mais de 20 cases serão apresentados, entre os quais MCDonald’s, AT&T, Bank One, Booz Allen, Dow Chemical, Sodexho etc.

Para maiores informações consulte www.cuweek.com


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  DESTAQUE
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E-LEARNING
RAPIDEZ E ECONOMIA NA IMPLANTAÇÃO

1) Você gostaria de comprar um programa de e-learning  de uso ilimitado para toda a sua empresa, por R$ 4 mil/ curso? (custo de um curso baseado na compra de 10 cursos).

Sua empresa tem interesse em:  
-
disponibilizar aos funcionários 10 programas diferentes, sobre assuntos atuais, facilitando, assim, a criação do hábito do E-learning?

- programas de E-learning desenvolvidos por consultores brasileiros e contextualizados à realidade de nossas organizações? 

Você é a favor do "Blend", isto é, programas de E-learning que permitam o mix tutorial/presencial?

Além dos programas de E-learning, você gostaria de oferecer às pessoas de sua empresa acesso ao banco de dados do MVC e da MENTOR?

2) Está ficando interessado? Veja os temas e consultores que selecionamos:

 

Negociação, Foco em Resultados (João Baptista Vilhena);

Liderança no Século XXI (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Coaching, Mentoring: Desenvolvendo Habilidades nos Executivos (Sérgio W. Hillesheim);

Pensamento Estratégico - já disponível (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Os Paradoxos da Coopetição ou Gente que Entende de Gente Dá Lucro Eternamente (Trabalho Em Equipe) (Américo Marques Ferreira);

Business Plan: Planejamento e Estruturação Econômica, Financeira, Estratégica e Mercadológica de um Novo Negócio ou Projeto (Francisco Cavalcante);

A Comunicação como Diferencial Pessoal e Organizacional (Eunice Mendes);

Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Emocional, Bases do Sucesso Organizacional (Denize Dutra);

Gestão da Mudança na Era da Informação (Américo Marques Ferreira);

Excesso de Trabalho, Qualidade de Vida e Autorização Social (Planejamento, Organização do Trabalho e Gestão do Tempo) (Fernando Henrique da Silveira Neto);

Vendas Consultivas (João Baptista Vilhena e José Luiz Meinberg)

O preço unitário de R$ 4 mil é válido para a compra de um pacote mínimo de 10 cursos/tutoriais, a serem entregues no prazo máximo de 8 meses. Preço válido apenas para as dez primeiras empresas, restam apenas 03 vagas
3) Versões Disponíveis: CD ROM e INTRANET
4) Como adquirir os programas?


MVC
Costacurta:
Tel: 11 3171-1645
E-mail: costacurta@terra.com.br
MENTOR:
Marcelo Fernandes:
Tel: 12 3941-5828
E-mail: marcelo.fernandes@mentortec.com.br

Forma de pagamento para a compra de 10 cursos:

Investimento Total: R$ 40 mil

1a. Parcela 
R$ 16 mil
na aceitação da proposta
2a. Parcela
R$ 16 mil
na aceitação dos 5 primeiros cursos/tutoriais
3a. Parcela
R$ 8  mil
na entrega dos 5 cursos/tutoriais restantes

Custos não incluídos: ISS , customização,  contextualização, presencial, interface com sistema de gerenciamento e cópias de CD ROM.

Para maiores informações, acesse
www.institutomvc.com.br e assista ao demo com os detalhes sobre o assunto.

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 PALESTRAS IN COMPANY


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EDUCAÇÃO CORPORATIVA: ESTRATÉGIAS QUE  
NÃO RESISTEM ÀS PALAVRAS

OBJETIVOS :
* Demonstrar o gap existente nas empresas  entre as estratégias de RH e sua operacionalização pelos diversos níveis organizacionais;

* Identificar essas discrepâncias através de frases/ações/opções que contradizem estratégias aparentemente aceitas e implantadas em toda a empresa.

TÓPICOS:
Alguns paradigmas a questionar
O downsizing de RH / Treinamento
Será que há realmente culpados?
Quem delega para quem?
20 frases que definem estratégias
O que se espera de um RH / Treinamento nota 10

CONSULTOR:
Luiz Augusto Costacurta Junqueira

INFORMAÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321


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VENDAS CONSULTIVAS:  A GRANDE SAÍDA
(COMO SOBREVIVER EM UM MERCADO CADA VEZ MAIS COMPETITIVO)

JUSTIFICATIVA

No ambiente de mercado cada vez mais concorrido dos dias atuais, a área de vendas das empresas vem sendo pressionada a alcançar dois objetivos. Por um lado, deve ter a capacidade de aumentar as receitas da empresa. Por outro, não pode fazer isso a qualquer custo; deve ter a capacidade de aumentar a rentabilidade das vendas.

 

Embora esses objetivos não se excluam mutuamente, normalmente, o departamento comercial tem dificuldade em alcançar um os dois objetivos simultaneamente.

Assim, a pergunta que se levanta é: como fazer para vender mais e melhor? Responder a esta pergunta é o objetivo desta palestra.

OBJETIVOS

Fortalecer a visão sistêmica do processo de comercialização de produtos/serviços

Repensar o papel e a importância dos vendedores e dos gerentes comerciais;

Discutir habilidades necessárias para maximizar o resultado das ações de venda consultiva;

Refletir criticamente sobre nossas atuais práticas de vendas.

CONTEÚDO

Como as mudanças do ambiente impactam a área de vendas;

Um mundo em transição: da "velha" para a "nova" economia;

Os desafios do novo mundo;

O papel do vendedor I: ser um solucionador dos problemas dos clientes;

O que é estar comprometido com o sucesso do cliente;

Porque vender soluções e não vender benefícios

O papel do vendedor II: ser um solucionador dos problemas da empresa;

O que é estar comprometido com o sucesso da empresa;

Por que apenas vender não basta;

Vendas consultivas versus transação pura e simples;

O papel dos líderes de equipes na venda consultiva;

A influência da arquitetura organizacional na venda consultiva;

A engenharia comercial e os princípios da venda consultiva.


CONSULTOR
João Baptista Vilhena

INFORMAÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321


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COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO 
(SEM PERDER A COOPERAÇÃO DOS OUTROS)

OBJETIVOS

Sensibilizar (domínio afetivo) e conscientizar (domínio cognitivo) o participante para a importância de desenvolver um comportamento assertivo para a conquista de seu espaço pessoal e profissional, sem com isto, perder a cooperação das pessoas, através de um processo de influência pessoal, tornando-se assim, um ser humano mais inteligente emocionalmente.

TÓPICOS

Como conquistar seu espaço através da assertividade;

Conceito de assertividade;

Vantagens das pessoas assertivas (pessoais e para a empresa);

Assertividade e sua relação com outras competências emocionais;

Os quatro tipos de comportamento;

Vantagens x inconvenientes de cada tipo de comportamento;

Como desenvolver um comportamento assertivo;

Técnicas de assertividade;

Como manter a cooperação dos outros através da influência;

Conceito de influência;

Técnicas para influenciar pessoas e obter a cooperação;

Um plano de ação;


CONSULTORA
Denize Athayde Dutra


INFORMAÇÕES

São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

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  EVENTO ABERTO 

QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA COMUNICAÇÃO ESCRITA

28 de agosto - São Paulo
29 de agosto - Rio de Janeiro

JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA
Autor do livro "Como Escrever Melhor" (5ª Edição) e consultor do  MVC.

Aprenda
a escrever textos "vendedores", gramaticalmente corretos, que encantam e convencem o leitor. 

PROGRAMA:

APRENDENDO A FALAR COM O CLIENTE

LEVANDO O CLIENTE À AÇÃO

A COMUNICAÇÃO NA ERA DA INFORMAÇÃO

COMUNICAÇÕES CRIATIVAS E VENDEDORAS

CUIDANDO DA VITRINE

UM PLANO DE AÇÃO

 

Cada participante receberá um exemplar do livro Como Escrever Melhor (José Paulo Moreira de Oliveira). Além disso, ficará atualizado com todo o processo de comunicação escrita, considerando todos os recursos da era da informação e as necessidades ditadas por tempos de crise.

 

HORÁRIO: 
9 às 18 horas

PÚBLICO:

Executivos e Profissionais que se utilizam do processo de Comunicação Escrita para Venda de Idéias, produtos e serviços.

 

INVESTIMENTOS/CUSTOS:

R$ 390,00 (inclui livro Como Escrever Melhor, material de apoio, certificado, estacionamento, assinatura do INSIGHT MVC / BUMERAN/ TERRA , coffee breaks e almoço)

INSCRIÇÕES E PROGRAMA COMPLETO :
No site do MVC 
www.institutomvc.com.br

Por telefone: 
11  3171-1645
21 2518-2321

E-mail:                      
costacurta@terra.com.br

mvcmt@uninet.com.br

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COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?

27 de setembro - Ribeirão Preto

JOÃO BAPTISTA VILHENA

PRINCÍPIOS NORTEADORES DA PALESTRA

As empresas brasileiras estavam acostumadas a operar em mercados protegidos. Agora  precisam reaprender a se relacionar com seus clientes

Mais do que nunca, as organizações precisam romper com a antiga lógica de vendas - girar o estoque custe o que custar - e abraçar a nova lógica de mercado - satisfazer o cliente custe o que custar;

O conceito de market-share vem sendo substituído pelo conceito de client-share;

É preciso saber investir em relacionamentos duradouros para evitar perder dinheiro em ações de efeito duvidoso.

As empresas que vão sobreviver no futuro não serão as melhores preparadas tecnologicamente e sim as mais rápidas e melhores adaptadas ao novo mercado que se forma.


OBJETIVOS DO PROGRAMA

Analisar as razões que levam os clientes a parar de fazer negócios com determinadas empresas.

Analisar principais dicotomias existentes entre empresas que operavam em mercados protegidos e as que passaram a operar em mercados de livre concorrência.

Posicionar a área comercial das organizações como um agente impulsionador de mudanças;

Discutir, analisar e compreender o papel da área comercial como agente de mudanças, apresentando-a como um instrumento gerencial comprometido  com as ações internas e externas bem como com os custos e receitas;

         Provar que as organizações que ainda orientam suas ações em função de  necessidades de curto prazo e que não se preocupam em estabelecer um relacionamento estreito e duradouro com seus clientes estão condenadas a desaparecer em pouco tempo.


PÚBLICO-ALVO

Representantes comerciais, administradores de venda e pessoal de atendimento e  de apoio a vendas

CONTEÚDO DO PROGRAMA

Unidade I 

Por que os clientes estão fugindo de algumas empresas?

Vender para dentro  é mais difícil do que vender para o mercado.

O conceito de alinhamento estratégico em vendas. 

Os princípios da venda consultiva.

Unidade II        

Vivemos a era do consumidor nunca satisfeito.

O desafio de construir relacionamentos duradouros

A arte de transformar os clientes em vendedores ativos da empresa.

A importância da parceria com os clientes.

Principais aspectos do Marketing de Relacionamento.

Unidade III       

Mitologia pessoal - reconstrução de paradigmas.

Visão Holística e seu efeito no mundo ocidental.

O que é emoção?

Como utilizar a emoção para lidar com um ambiente constante mudança

Estimulação de uma postura criativa necessária para o trabalho em vendas.

A importância da automotivação e da autodisciplina.

Unidade IV

O dilema da esfinge do mercado: decifra-me ou te devoro.

Como aproveitar oportunidades em mercados em constante mutação.

Aprendendo a usar novas ferramentas de vendas.

METODOLOGIA
Exposição apoiada por transparências, debate.

HORÁRIO
8 às 17 horas

INFORMAÇÕES:
OMNI5 S A EDUCAÇÃO CORPORATIVA
Telefone: 16 3911-1776
E-mail: eventos@omni5.com.br 

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 EVENTO IN COMPANY
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DIA DA SECRETÁRIA
VAMOS AGRADECER NOSSAS COLABORADORAS

Tradicionalmente, nas empresas, o treinamento de Secretárias (e funções ocupantes de similares) não vem merecendo o destaque que o atual contexto empresarial demanda.

A partir dessa colocação, estamos divulgando sugestões de Palestra (até 2 horas) e Workshop (até 4 horas) para celebração do Dia da Secretária, Assessora, Assistente, enfim, daquela(le) que ocupa a função que implica numa relação mais estreita com o executivo.

Na escolha dos temas, procuramos contemplar a transformação que vem ocorrendo com a função “secretária”. 

Outros temas da home page www.institutomvc.com.br poderão ser ajustados para o evento.

Sugerimos que opte por um ou mais temas transcritos abaixo e nos solicite conteúdo, indicação do consultor, currículo, investimentos, datas disponíveis, etc, através dos e-mails ou telefones:

E-mail: mvcmt@uninet.com.br               21 2518-2321
E-mail: costacurta@terra.com.br                11 3171-1645

T EMAS

Secretária ou Líder: O que Faz a Diferença?
(liderança, competência emocional)

Comunicação e Marketing Pessoal
(comunicação, relacionamento)

Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita
(textos vendedores, a customização das mensagens, comunicação como marketing)

Otimizando a Parceria Executivo Secretaria
(relacionamento, equipe)

Gestora de Oportunidades uma Nova Competência
(criatividade, processo decisório e assertividade)

Gente que Entende de gente dá Certo Eternamente
(relacionamento, equipe)

Mobilizando (e Motivando) Pessoas – É Isso que faz a Diferença
(motivação, mudança)

Trabalhando por Dois: O Tempo da Executiva/Secretária
(planejamento tempo, organização do trabalho)

Paradoxos da Coopetição
(cooperação em ambientes competitivos)

SOLICITE DETALHAMENTO:
E-mail: mvcmt@uninet.com.br               21 2518-2321
E-mail: costacurta@terra.com.br                11 3171-1645



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 TESTE : QUE COACH SOU EU? (Sérgio W. Hillesheim)
 

 

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QUE COACH SOU EU?
(COACHING: O BINÔMIO PRODUTO/PROCESSO E CONHECIMENTO/METODOLOGIA)
Sérgio W. Hillesheim
Consultor do MVC

Você, certamente, já se deu conta do ambiente de intensa competitividade que as organizações vêm enfrentando nos últimos anos, e seguramente continuarão a experimentar.

Você já teve oportunidade de constatar que a velocidade com que as coisas acontecem, forçando a empresa a acelerar processos decisórios e a implantação de soluções, cria risco implícito de não se obter os resultados esperados e necessários a tempo e a hora, e que o processo de formação, treinamento e desenvolvimento, normalmente utilizado, demanda mais tempo para produzir resultados.

É por isso que muitas empresas vêm utilizando cada vez mais o COACHING, e exigindo de seus executivos que desempenhem o papel adicional de COACH, apoiando, assim, os executivos-chave nos processos de mudanças comportamentais, atualização técnica e gerencial, mudança de cultura, racionalizações

Para saber como você está neste novo papel, experimente fazer o teste a seguir.

Assinale a alternativa que melhor descreve seu comportamento normal com relação a cada uma das proposições apresentadas.

Responda de acordo com o que você tem tido condições de fazer em seu trabalho atual, e não na situação ideal ou naquela que você gostaria de poder fazer.

Caso você não tenha tido, ainda, oportunidade de exercer seu papel de coach, responda as questões abaixo como líder ou como chefe, ou simplesmente reflita sobre elas.  
Fonte: Mariane Minor
Adaptação: Sérgio W. Hillesheim


EU…
Raramente
Ocasional-
mente
Freqüente-
mente
1. Invisto nos pontos fortes de meus subordinados.
     
2. Dou visibilidade aos meus subordinados.
     
3. Dou liberdade no desempenho de suas funções.
     
4. Estabeleço padrões de excelência.
     
5. Oriento meus subordinados para os valores e a estratégia de negócios da empresa.
     
6. Dou responsabilidade aos meus subordinados.
     
7. Protejo meus subordinados contra o estresse desnecessário.
     
8. Incentivo meus subordinados quando estão desestimulados.
     
9. Dou informações sobre a empresa e o papel dos subordinados na realização das metas da empresa.
     
10. Defino e esclareço as expectativas de desempenho.
     
11.  Arranjo tempo para criar e reforçar confiança.
     
 12.  Ofereço treinamento adequado e apoio quando necessário.
     
13.  Solicito e ouço idéias.

   
14.  Vejo meus subordinados como parceiros e fundamentais para o sucesso de minha área/empresa.

   
15.  Dou exemplo (sirvo como modelo).      
16.  Não permito que meus subordinados desistam com facilidade.      
17.  Não revelo confidências que me são confiadas.      

18.  Explico as razões para as decisões e os procedimentos .

     
19.  Aviso às mudanças com antecedência.      
20.  Dou aos meus subordinados feedbacks regular sobre seu desempenho.      
21.  Dou crédito aos meus subordinados quando eles o merecem.      
22.  Incentivo meus subordinados Quando estão prestes a se engajar em missões novas ou difíceis      
23.  Defino prioridades com eles e para eles.      
24. Incentivo meus subordinados a assumirem riscos.      
25. Levo em consideração os interesses, as habilidades e os valores do empregado ao delegar tarefas.      
TOTAL
     
TOTAL GERAL
     



AVALIAÇÃO DE RESULTADOS:

Para Tabular suas respostas:
Multiplique por 3 o número de respostas            Freqüentemente
Multiplique por 2 o número de respostas            Ocasionalmente
Multiplique por 1 o número de respostas            Raramente

Some os e totais e verifique seu posicionamento na folha de interpretação:

DE 65 A 75 PONTOS = EXCELENTE
Você reúne nível de competências suficiente para um bom coach e as pratica.

DE 55 A 64 PONTOS =  BOM
Você reúne várias competências necessárias a um bom coach, mas precisa agregar outras e/ou praticá-las.

DE 45 A 54 PONTOS = ACEITÁVEL
Você pode melhorar sua bagagem de competências necessárias para tornar-se um bom coach. Nunca deixe de praticar as que você já possui.

ABAIXO DE 44 PONTOS = PRECISA MELHORAR
Você pode, e certamente irá, desenvolver as competências necessárias para tornar-se um bom coach e praticá-las.

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