Número 53 - Edição Quinzenal -  Outubro de  2002



A PARCERIA 
RH/ÁREA COMERCIAL
 

J.B.Vilhena



OS MITOS DE UM CLIMA ORGANIZACIONAL
Flávia Kahale

 



BUMERAN DESTACA:


PELEGRINO E JAMEF: 
EMPRESAS DE SERVIÇO 
CONTRATAM SOLUÇÕES BUMERAN  
RECRUTAMENTO ON-LINE


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  PALESTRAS IN COMPANY 

QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA 
COMUNICAÇÃO ESCRITA
(José Paulo  Moreira de Oliveira)

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EDUCAÇÃO CORPORATIVA: 
ESTRATÉGIAS QUE NÃO RESISTEM ÀS PALAVRAS
(L.A.Costacurta Junqueira)

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COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO SEM PERDER A COOPERAÇÃO DOS OUTROS
(Denize Dutra)



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COMUNICAÇÃO, MARKETING PESSOAL 
E IMAGEM INSTITUCIONAL


(Eunice Mendes)

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Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa 



TESTE

 



Como anda sua pró-atividade?


Denize Dutra



 

 

 

NOVIDADE

 


PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE 
MVC 


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 EDITORIAL


CRISE DE PARADIGMAS

Em final de setembro, tive a honra de proferir a conferência magna de encerramento do IX Conamerco (Congresso de Administração do Mercosul), realizado em Montevidéu, cujo  tema foi o título do presente editorial.
Por si só, a proposta de reflexão sobre uma "crise de paradigmas" nos leva a um profundo exercício intelectual.

Eu não tenho dúvida de que o momento atual tem no seu cerne um grave movimento de retrocesso. Deveríamos nos questionar, com grande consciência, qual a estrutura dessa crise. 

Estão em questão os novos paradigmas da administração, incluindo os modismos? Ou em plano maior está a própria empresa, com seus valores , filosofia e objetivos atuais? Ou de maneira mais abrangente, está fragmentada a proposta macroeconômica do modelo neoliberal, cuja  premissas e filosofias foram traçadas no consenso de Washington?

Em verdade, existe um fato que venho constatando com várias pesquisas feitas durante minhas palestras, inclusive esta de Montevidéu. Mais de 90% dos pesquisados têm o sentimento de que, lato sensu, o mundo está pior hoje do que imaginavam estar para a situação atual há 5 ou 10 anos. Ou seja, ocorre claramente uma frustração de expectativas. De outro lado, cerca de 70% afirmam que ele está efetivamente pior - comparando real contra real e não real contra esperança. Isto pode nos levar a verificar que, pelo menos no campo da emoção, da sensibilidade e até do psicológico, existe um foco de problemas. Ou seja, no paradigma humano a crise está realmente instalada.

Nosso primeiro artigo trata da otimização da parceria RH/Área Comercial. João Baptista Vilhena, Diretor do MVC, define possíveis estratégias e ações a serem operacionalizadas pelas duas áreas.

Flávia Kahale, nossa Diretora de Pesquisa, aborda os mitos por trás das pesquisas de clima organizacional.A consciência desses mitos é fundamental para que os clientes contratantes possam ter expectativas realistas sobre os resultados do serviço que solicitaram.

Em tempos de crise, o importante é que executivos e profissionais tenham uma postura de antecipação face a possíveis problemas.

Em Teste sua Pró-atividade, Denize Dutra, consultora do MVC, fornece ao leitor um instrumento para seu posicionamento diante dessa importante competência.

Boa leitura!

 


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 A PARCERIA RH E ÁREA COMERCIAL (João Baptista Vilhena)


  

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A PARCERIA RH E ÁREA COMERCIAL
João Baptista Vilhena

Diretor do MVC

Minha experiência - inicialmente como executivo e, anos depois, como consultor diretamente ligado à área comercial das organizações - tem me mostrado que nem sempre os Gestores dessas unidades tem obtido a melhor contribuição da área de RH ao esforço de levar produtos e serviços ao mercado.

Para não ficar no lugar comum - ou cair na tentação das elucubrações vazias - vamos dar alguns exemplos do que acreditamos ser uma efetiva contribuição de RH à área comercial:

Recrutamento e Seleção de Vendedores

Antes de iniciar o processo de recrutamento e seleção, a gerência de vendas deveria identificar as principais competências e características pessoais que o futuro vendedor precisa possuir. Essas características podem ser analisadas a partir de três principais dimensões:
- A execução da tarefa em si;
- Interdependência com outras tarefas;
- Interdependência com outras pessoas.

Outra questão importante é o grau de experiência em vendas que o candidato deve, ou não, possuir. A maioria das empresas,  quando anuncia uma oferta de emprego em vendas, exige que o vendedor tenha experiência na área. 

A princípio, possuir experiência pode ser algo bom, mas é preciso analisar se esta experiência mantém relação com o produto, mercado e tipo de clientes da empresa que oferta a vaga. O candidato pode possuir uma vasta experiência que não agregue valor ao novo empregador; pode também ter uma série de "vícios" de vendas. 

Outras empresas preferem candidatos sem ou com pouca experiência, optando por moldá-lo em sua nova atividade, adequando-o à cultura, estrutura e estratégia da empresa.

Como gerente, sempre senti falta de alguém com conhecimento específico para discutir essas questões comigo. O problema é que o Gestor da área comercial nunca tem tempo - e raramente tem competência - para fazer esse trabalho. Como a área de RH nem sempre está disponível para contribuir, vemos profissionais incompetentes sendo contratados e, em pouco tempo, sendo despedidos por serem ineficientes.

Um conjunto de técnicas deve ser utilizado a fim de identificar o candidato mais adequado ao cargo. Sabemos que existem inúmeras delas que reduzem em muito o risco de contratar a pessoa errada para uma função. Mas o problema é que o Gestor da Área Comercial raramente as domina e nem sempre conta com a ajuda de seu colega de RH para superar essa carência. É frustrante ver profissionais que não têm o menor preparo para conduzir esse trabalho tentando fazê-lo por não contar com o apoio e/ou orientação daqueles que dominam amplamente essas técnicas.

Remuneração de Vendedores

Como sabemos, talvez seja na questão da remuneração que ocorram as maiores divergências entre as expectativas dos colaboradores e as da empresa. Isto pode ser observado ao analisarmos o que colaboradores e a empresa tem a remuneração ideal. 

Do ponto de vista do vendedor, a remuneração ideal é aquela que: 
- mantém uma certa regularidade, dando-lhe segurança;
- apresenta a possibilidade de recompensa por desempenho acima da média;
- possibilita o reconhecimento do valor de sua experiência.

Do ponto de vista de RH, temos a impressão de que a remuneração ideal seria aquela com as seguintes características:
- de fácil controle;
- econômica; 
- simples. 

A remuneração de vendedores é feita, basicamente, por meio três tipos de planos: plano de salário, plano de comissão e plano combinado. Existem regras gerais que determinam a adequação do uso de cada um dos planos, conforme o quadro a seguir:

Tipo de Plano

Descrição

Quando usar

Plano de Salário Pagamento fixo, qualquer que seja a quantidade das vendas. Quando os vendedores fazem muito trabalho missionário.

Para empresas de bens duráveis, com vendas sazonais.
Plano de comissão Pagamento baseado apenas no que é vendido. Quando é necessário encontrar um plano fácil de administrar e relacionado diretamente com o desempenho.
Plano combinado Pagamento baseado em salário mais comissão. Quando algum grau de segurança e um grande potencial de ganhos são considerados desejáveis.

Em grande medida, a definição de qual sistema utilizar deve basear-se também em dois níveis de controle: o nível de controle da empresa sobre o trabalho do vendedor e o nível de controle do vendedor sobre os resultados de seu trabalho. A tabela a seguir analisa a relação entre esses níveis de controle e o sistema de remuneração mais adequado:

Remuneração

Controle Vendedor/ Trabalho

Controle Empresa Vendedor

Mista Alto Alto
Salário Baixo Alto
Comissões Alto Baixo
Mista Baixo Baixo

Mas como garantir, sem a ajuda da área competente para fazê-lo, que estamos adotando a melhor política de remuneração para nossas equipes? Como fugir da tentação de remunerar a equipe de vendas apenas pagando um percentual sobre as vendas, se não dominamos outras técnicas?

Avaliação de Desempenho e Treinamento de Vendedores 

A avaliação dos vendedores deve ser feita por diversos motivos. Entre outros, podemos destacar: 
- para recompensar aqueles que apresentam desempenho superior;
- para reorientar aqueles que apresentam desempenho insatisfatório;
- para identificar outras necessidades, como treinamento, por exemplo.

A avaliação do desempenho não deve, contudo, voltar-se apenas para o desempenho atual; é preciso levar em consideração também o potencial do vendedor. Será que os gestores da área comercial são verdadeiramente competentes para, sozinhos, definir o potencial de sua equipe? De que ferramentas dispõem para fazê-lo? Como operacionalizar essas ferramentas, fugindo da subjetividade dos gostos e preferências individuais?

Uma técnica de avaliação de desempenho que vem sendo utilizada pelas empresas e que apresenta alto grau de eficácia é o Feedback 360º. Ao contrário das tradicionais avaliações de desempenho, que se concentram apenas no feedback de cima para baixo, o feedback 360o graus utiliza informações provenientes de diferentes perspectivas do ambiente interno e externo da organização. 

A pergunta que faço é: os gestores das áreas comerciais estão preparados para dar e receber feedback? Quem os orienta sobre como proceder, quem verifica o uso apropriado ou não destes instrumentos?

Treinamento

Um dos motivos que levam as empresas a avaliar seus vendedores é identificar aqueles que necessitam de treinamento. Assim, voltaremos nossa atenção para este tópico.

Basicamente, o treinamento pode envolver quatro tipos fundamentais de mudanças de comportamento:
Transmissão de informações;
Desenvolvimento de habilidades;
Desenvolvimento ou modificação de atitudes;
Desenvolvimento de conceitos.

O gerente de vendas deve ver o processo de treinamento como um processo cíclico, que envolve quatro etapas:

1. Levantamento das necessidades de treinamento;

2. Programação do treinamento para atender às necessidades (definição dos objetivos, conteúdos, instrutores, etc.);

3. Implementação e execução dos programas de treinamento;

4. Avaliação dos resultados do treinamento.

Algum tempo após a quarta etapa, torna-se necessária uma nova avaliação dos vendedores, a fim de identificar se ainda existe aquela necessidade que motivou o programa de treinamento ou se surgiram novas necessidades.

É preciso salientar que o processo de treinamento dos colaboradores deve seguir certa diretriz. Quem orienta os Gestores das Áreas Comerciais quanto a essas diretrizes? Quem discute com eles a melhor forma de desenvolver novos comportamentos? Quem avalia a eficácia dos trabalhos feitos?

Motivação

A discussão sobre motivação mostra-se inacabada e inconclusa. Entretanto, podemos afirmar com certeza que os vendedores devem possuir alta motivação para o trabalho. 

O Gestor da Área Comercial deve atentar para os fatores externos e internos que criam motivação. 
A motivação externa advém, não exaustivamente, de:
Remuneração monetária;
Bonificações;
“Tapinhas nas costas”
(fatores externos não financeiros que podem motivar o vendedor, tais como: reconhecimento, confiança, participação, etc).

A motivação interna, por sua vez, advém, também não exaustivamente, de:
Sensação pessoal de realização;
Obtenção de prestígio;
Obtenção de status.

  Tendo em vista que as pessoas reagem de forma diferente aos vários  estímulos, o Gestor da Área Comercial deve conhecer bem seus colaboradores a fim de adequar os “pacotes motivacionais”. 

Finalmente, deve ser observado que há uma certa discrepância entre a visão da empresa e a visão dos colaboradores com relação ao processo motivacional.

Torna-se necessário, então, que a área de RH oriente o Gestor da Área Comercial sobre como trabalhar os pontos convergentes dessas visões.

Liderança

A pergunta que se levanta neste momento é: o vendedor precisa de um chefe ou de um líder? Embora possa parecer uma simples questão de sintaxe, este é um fator de grande importância para o sucesso de uma área comercial. 

A tarefa dos administradores de relacionamento – comumente chamados de vendedores - é árdua. Eles devem gerar relacionamento de longo prazo com os clientes, cumprindo suas promessas de vendas e garantindo sua plena satisfação. Para isso, eles precisam de apoio, motivação, treinamento, informação, senso de direção. Eles precisam de um líder. E não de um chefe.

O líder é capaz de aumentar a confiança que os colaboradores têm entre si mesmos e na empresas. É aberto a mudanças, sabe atuar sobre a cultura quando ela é obstáculo para mudanças inovadoras. Os líderes acreditam que mudança é evolução, trabalham positivamente as “confusões criativas”.

Quem se responsabiliza por transformar gerentes comerciais em líderes. Quem discute com eles seus erros e acertos e os reorientam?

Poderia preencher páginas e páginas falando dessas questões que afligem não apenas a mim, mas a todos os meus colegas que tem sobre si a responsabilidade de trazer para a organização os resultados dos quais todos dependem. Mas não quero ser por demais cansativo.

Telefone: 11 3171-1645 / 3285-2438
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 OS MITOS DE UM CLIMA ORGANIZACIONAL (Flávia Kahale)
 
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MITOS DO CLIMA ORGANIZACIONAL
Flávia Kahale 
Diretora de Pesquisa do MVC

A julgar pela maioria das notícias veiculadas nas seções sobre gerenciamento de RH dos jornais, parece não restar mais dúvidas quanto à importância do alinhamento da cultura de uma organização à estratégia que ela deseja implementar.

De fato, são inúmeras as declarações de empresários, de seus principais executivos e de  profissionais de RH em prol de ações para valorização de seus colaboradores.  Cada vez mais, eles passam a ser vistos como a base de sustentação da vantagem competitiva das empresas.  A julgar também pelo número de solicitações de pesquisa de clima que tenho recebido, é evidente haver uma crescente preocupação dos executivos em eliminar o hiato entre a realidade das relações humanas no ambiente interno de suas organizações (o clima) e a cultura que consideram ideal para elas no futuro.

Contudo, minha experiência prática mostra claramente a distância entre o desejado e o realizado.  Esta dicotomia, que se evidencia por divergências entre o discurso e a ação no dia-a-dia das empresas, decorre da não erradicação de paradigmas antigos que, ainda em vigor na mente da maioria dos colaboradores, constituem-se em sérios obstáculos à implementação das transformações desejadas.  

Três deles, que considero os mitos básicos da era da "obediência irrestrita às ordens dos superiores" e ainda presentes na maioria das empresas, devem ser objeto de tratamento especial e permanente por parte dos profissionais de RH.

A estes líderes, minha recomendação tem sido simples e objetiva.  Primeiro, tomar consciência da existência desses mitos que, nem sempre evidentes, agem quando menos se espera; segundo, evitar ao máximo analisá-los de forma individual como se não fizessem parte de um todo.  

Acredito que uma breve descrição de cada um dará a todos nós uma base para começar a compreender o que efetivamente ocorre no ambiente da organização.  Vamos a eles:

1. Mito do "achismo" - problemas no relacionamento entre colaboradores e a empresa costumam ser tratados de forma tópica e superficial pelas lideranças.  Pressionadas por necessidades de curto prazo, decidem por soluções baseadas em crenças ("achismos") simplificadas de como se processam as relações humanas. Os resultados são recursos e energia despendidos em direções que muitas vezes ampliam ainda mais o problema original;

2. Mito do "salário baixo" - embora subproduto do "achismo", a aceitação abrangente e sem contestação da questão salarial como origem de todos os males, própria do paradigma patrão-empregado, faz-se presente em várias empresas que pesquisei.  Nestas, o imobilismo de parte de suas lideranças tem sido justificado pela crença de que o clima "é ruim porque a empresa paga mal e/ou porque a política de benefícios é pobre e não motiva o empregado". Ainda que, em alguns casos,  possa ser verdade, se esta fosse a principal causa dos problemas das organizações, as questões internas da maioria poderiam ser solucionadas facilmente por meio de aumentos salariais. Por outro lado, empresas que pagassem reconhecidamente acima do mercado jamais teriam problemas de clima.

3. Mito da "terceirização da culpa" - Tenho percebido com freqüência que as pessoas costumam em geral atribuir aos demais companheiros a responsabilidade por ambientes organizacionais deteriorados. Este processo é conseqüência direta de outro também presente na maioria das empresas: a baixa percepção existente entre os colaboradores de que, individualmente, são também responsáveis pela construção manutenções de um ambiente positivo no trabalho.  Você, por exemplo, já parou para avaliar o quanto tem contribuído para melhorar o clima de seu grupo de trabalho ou de sua empresa como um todo?  E o quanto também se sente responsável por ele?  Parecem perguntas tolas mas, em meus trabalhos de pesquisa, o que sobressai é o espanto que produzem nos pesquisados: defrontados por estas questões, a maioria confessa jamais ter pensado em agir desta forma.   Para quê, se a culpa é sempre dos demais companheiros?

Ainda que estes mitos aparentemente tratem do óbvio, o fato é que os desajustes nas relações humanas, especialmente nas empresas, costumam ser abordados de forma empírica e pouco profissional por suas lideranças.   E é natural que seja assim.  Afinal, anos incontáveis de gerenciamento tecnocrático relegaram a um segundo plano a essência do ser humano.  Só recentemente, a partir do final do século passado, é que as organizações começaram a se dar conta da importância do desenvolvimento de uma cultura interna em total alinhamento com a estratégia desejada.   

Daí a ênfase que costumo atribuir à erradicação desses mitos de nossas mentes como premissa básica de uma análise criteriosa e isenta das relações entre as lideranças e os colaboradores de uma empresa.   

Só então gozaremos de isenção suficiente para atuar sobre as diversas variáveis que compõem o clima desta organização: comunicação, integração, valorização / reconhecimento, expectativa de crescimento e desenvolvimento, autonomia / participação / sentimento de utilidade, liderança, satisfação pessoal com o trabalho que realiza, visão organizacional, remuneração / benefícios, imagem, crenças e valores da empresa, condições de trabalho (físicas ou processos), são apenas alguns dos fatores que tornam a interação humana uma questão complexa, a ser abordada com profissionalismo por todos aqueles que desejem o sucesso da organização em que trabalham.  

OBS. Material decorrente da experiência do MVC na realização de pesquisas de Clima Organizacional.

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 JAMEF E PELEGRINO: EMPRESAS DE SERVIÇO IMPLEMENTAM BTD
 


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JAMEF E PELEGRINO: EMPRESAS DE SERVIÇO IMPLEMENTAM BTD
Bumeran Brasil

A contratação de soluções tecnológicas BUMERAN pela JAMEF e pela PELEGRINO demonstra que o recrutamento on-line já está sendo aceito em todos os segmentos da atividade econômica. 

A JAMEF Transportes, uma das maiores empresas transportadoras da América Latina, adquiriu buscas ilimitadas e mini-site, “um bom começo para futuros negócios”, diz o executivo de contas da Bumeran, Herbert Tempel.

Para a gerente de RH da JAMEF, Sônia Maria Abbud, o investimento justifica-se pela melhoria que traz ao processo de recrutamento. “Os filtros facilitam muito o trabalho de encontrar o profissional adequado ao perfil da vaga”, diz ela.

E com tantas opções do mercado, por que a preferência por Bumeran? “Porque as demais empresas não podem nos oferecer os filtros com a precisão da Bumeran. Realmente, em poucos minutos, temos em mãos os currículos que mais nos interessam”.

Mônica Nepomuceno, gerente de conta da VR, teve atuação decisiva para o fechamento do negócio com a JAMEF.

A Pelegrino é uma assessoria voltada para recrutar profissionais farmacêuticos, para atuarem no varejo ou na indústria. Trata-se de uma empresa nova e pioneira em seu segmento que tem por objetivo valorizar o profissional de Farmácia. “Estamos convencendo os empregadores de que contratar talentos com vocação traz bons resultados para a empresa e para a comunidade, que passa a ser mais bem atendida”, diz Osmar Pelegrino, fundador e diretor da Pelegrino. “Por isso, o recrutamento on-line da Bumeran veio sob medida para as nossas necessidades”, finaliza. A empresa adquiriu o BTD 1.0 e o negócio foi fechado pelo executivo de conta Cristiano Nogueira.


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  NOVIDADE

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PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE MVC

Nos últimos dois anos, tem aumentado a demanda por eventos de média duração (40 a 200 horas), distribuída essa duração em módulos de 8 a 24 horas cada e intervalos de 60 / 90 dias entre esses módulos. 

Atendendo a essa demanda do mercado, o MVC desenvolveu os seguintes programas:

Desenvolvimento de Gestores e Profissionais de Vendas             
(16 módulos)
 

Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita                  
(4 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o Executivo / Gestor do Século XXI                                                   
(17 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o   Supervisor Século XXI     
(17 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o  Trainee Século XXI   
(17 módulos)
 

Teremos prazer em remeter o detalhamento do programa de seu interesse.

11  3171-1645 costacurta@institutomvc.com.br 
21  2518-2321       mvcmt@uninet.com.br 

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  DESTAQUE
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1) Você gostaria de comprar um programa de e-learning  de uso ilimitado para toda a sua empresa, por R$ 4 mil/ curso? (custo de um curso baseado na compra de 10 cursos).

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Negociação, Foco em Resultados (João Baptista Vilhena);

Liderança no Século XXI (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Coaching, Mentoring: Desenvolvendo Habilidades nos Executivos (Sérgio W. Hillesheim);

Pensamento Estratégico - já disponível (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Os Paradoxos da Coopetição ou Gente que Entende de Gente Dá Lucro Eternamente (Trabalho Em Equipe) (Américo Marques Ferreira);

Business Plan: Planejamento e Estruturação Econômica, Financeira, Estratégica e Mercadológica de um Novo Negócio ou Projeto (Francisco Cavalcante);

A Comunicação como Diferencial Pessoal e Organizacional (Eunice Mendes);

Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Emocional, Bases do Sucesso Organizacional (Denize Dutra);

Gestão da Mudança na Era da Informação (Américo Marques Ferreira);

Excesso de Trabalho, Qualidade de Vida e Autorização Social (Planejamento, Organização do Trabalho e Gestão do Tempo) (Fernando Henrique da Silveira Neto);

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O preço unitário de R$ 4 mil é válido para a compra de um pacote mínimo de 10 cursos/tutoriais, a serem entregues no prazo máximo de 8 meses, a contar de 1/8/2002. Preço válido apenas para as dez primeiras empresas.  Restam apenas 2 vagas.

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