Número 53 - Edição Quinzenal -  Outubro de  2002



A PARCERIA 
RH/ÁREA COMERCIAL
 

J.B.Vilhena



OS MITOS DE UM CLIMA ORGANIZACIONAL
Flávia Kahale

 



BUMERAN DESTACA:


PELEGRINO E JAMEF: 
EMPRESAS DE SERVIÇO 
CONTRATAM SOLUÇÕES BUMERAN  
RECRUTAMENTO ON-LINE


Clique aqui para entender...





DESTAQUE


E- LEARNING:
Custo baixo/benefício compensador

Clique aqui para mais informações


Evento Gratuito
COMO VENDER SE O CLIENTE 
ESTÁ FUGINDO DE NÓS?
Turma Extra

Clique aqui para mais informações

 


  PALESTRAS IN COMPANY 

QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA 
COMUNICAÇÃO ESCRITA
(José Paulo  Moreira de Oliveira)

Clique aqui para mais informações

EDUCAÇÃO CORPORATIVA: 
ESTRATÉGIAS QUE NÃO RESISTEM ÀS PALAVRAS
(L.A.Costacurta Junqueira)

Clique aqui para mais informações

COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO SEM PERDER A COOPERAÇÃO DOS OUTROS
(Denize Dutra)



Clique aqui para mais informações

 

COMUNICAÇÃO, MARKETING PESSOAL 
E IMAGEM INSTITUCIONAL


(Eunice Mendes)

Clique aqui para mais informações

 


Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa 



TESTE

 



Como anda sua pró-atividade?


Denize Dutra



 

 

 

NOVIDADE

 


PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE 
MVC 


Clique aqui

   
 



 EDITORIAL


CRISE DE PARADIGMAS

Em final de setembro, tive a honra de proferir a conferência magna de encerramento do IX Conamerco (Congresso de Administração do Mercosul), realizado em Montevidéu, cujo  tema foi o título do presente editorial.
Por si só, a proposta de reflexão sobre uma "crise de paradigmas" nos leva a um profundo exercício intelectual.

Eu não tenho dúvida de que o momento atual tem no seu cerne um grave movimento de retrocesso. Deveríamos nos questionar, com grande consciência, qual a estrutura dessa crise. 

Estão em questão os novos paradigmas da administração, incluindo os modismos? Ou em plano maior está a própria empresa, com seus valores , filosofia e objetivos atuais? Ou de maneira mais abrangente, está fragmentada a proposta macroeconômica do modelo neoliberal, cuja  premissas e filosofias foram traçadas no consenso de Washington?

Em verdade, existe um fato que venho constatando com várias pesquisas feitas durante minhas palestras, inclusive esta de Montevidéu. Mais de 90% dos pesquisados têm o sentimento de que, lato sensu, o mundo está pior hoje do que imaginavam estar para a situação atual há 5 ou 10 anos. Ou seja, ocorre claramente uma frustração de expectativas. De outro lado, cerca de 70% afirmam que ele está efetivamente pior - comparando real contra real e não real contra esperança. Isto pode nos levar a verificar que, pelo menos no campo da emoção, da sensibilidade e até do psicológico, existe um foco de problemas. Ou seja, no paradigma humano a crise está realmente instalada.

Nosso primeiro artigo trata da otimização da parceria RH/Área Comercial. João Baptista Vilhena, Diretor do MVC, define possíveis estratégias e ações a serem operacionalizadas pelas duas áreas.

Flávia Kahale, nossa Diretora de Pesquisa, aborda os mitos por trás das pesquisas de clima organizacional.A consciência desses mitos é fundamental para que os clientes contratantes possam ter expectativas realistas sobre os resultados do serviço que solicitaram.

Em tempos de crise, o importante é que executivos e profissionais tenham uma postura de antecipação face a possíveis problemas.

Em Teste sua Pró-atividade, Denize Dutra, consultora do MVC, fornece ao leitor um instrumento para seu posicionamento diante dessa importante competência.

Boa leitura!

 


Quer assinar o INSIGHT/ MVC / BUMERAN/ TERRA? Quer indicar um amigo?
É gratuito, envie um e-mail para "Assinar"


Se você não recebeu nossas versões anteriores, clique aqui para visualizá-las agora.





 A PARCERIA RH E ÁREA COMERCIAL (João Baptista Vilhena)


  

Voltar


A PARCERIA RH E ÁREA COMERCIAL
João Baptista Vilhena

Diretor do MVC

Minha experiência - inicialmente como executivo e, anos depois, como consultor diretamente ligado à área comercial das organizações - tem me mostrado que nem sempre os Gestores dessas unidades tem obtido a melhor contribuição da área de RH ao esforço de levar produtos e serviços ao mercado.

Para não ficar no lugar comum - ou cair na tentação das elucubrações vazias - vamos dar alguns exemplos do que acreditamos ser uma efetiva contribuição de RH à área comercial:

Recrutamento e Seleção de Vendedores

Antes de iniciar o processo de recrutamento e seleção, a gerência de vendas deveria identificar as principais competências e características pessoais que o futuro vendedor precisa possuir. Essas características podem ser analisadas a partir de três principais dimensões:
- A execução da tarefa em si;
- Interdependência com outras tarefas;
- Interdependência com outras pessoas.

Outra questão importante é o grau de experiência em vendas que o candidato deve, ou não, possuir. A maioria das empresas,  quando anuncia uma oferta de emprego em vendas, exige que o vendedor tenha experiência na área. 

A princípio, possuir experiência pode ser algo bom, mas é preciso analisar se esta experiência mantém relação com o produto, mercado e tipo de clientes da empresa que oferta a vaga. O candidato pode possuir uma vasta experiência que não agregue valor ao novo empregador; pode também ter uma série de "vícios" de vendas. 

Outras empresas preferem candidatos sem ou com pouca experiência, optando por moldá-lo em sua nova atividade, adequando-o à cultura, estrutura e estratégia da empresa.

Como gerente, sempre senti falta de alguém com conhecimento específico para discutir essas questões comigo. O problema é que o Gestor da área comercial nunca tem tempo - e raramente tem competência - para fazer esse trabalho. Como a área de RH nem sempre está disponível para contribuir, vemos profissionais incompetentes sendo contratados e, em pouco tempo, sendo despedidos por serem ineficientes.

Um conjunto de técnicas deve ser utilizado a fim de identificar o candidato mais adequado ao cargo. Sabemos que existem inúmeras delas que reduzem em muito o risco de contratar a pessoa errada para uma função. Mas o problema é que o Gestor da Área Comercial raramente as domina e nem sempre conta com a ajuda de seu colega de RH para superar essa carência. É frustrante ver profissionais que não têm o menor preparo para conduzir esse trabalho tentando fazê-lo por não contar com o apoio e/ou orientação daqueles que dominam amplamente essas técnicas.

Remuneração de Vendedores

Como sabemos, talvez seja na questão da remuneração que ocorram as maiores divergências entre as expectativas dos colaboradores e as da empresa. Isto pode ser observado ao analisarmos o que colaboradores e a empresa tem a remuneração ideal. 

Do ponto de vista do vendedor, a remuneração ideal é aquela que: 
- mantém uma certa regularidade, dando-lhe segurança;
- apresenta a possibilidade de recompensa por desempenho acima da média;
- possibilita o reconhecimento do valor de sua experiência.

Do ponto de vista de RH, temos a impressão de que a remuneração ideal seria aquela com as seguintes características:
- de fácil controle;
- econômica; 
- simples. 

A remuneração de vendedores é feita, basicamente, por meio três tipos de planos: plano de salário, plano de comissão e plano combinado. Existem regras gerais que determinam a adequação do uso de cada um dos planos, conforme o quadro a seguir:

Tipo de Plano

Descrição

Quando usar

Plano de Salário Pagamento fixo, qualquer que seja a quantidade das vendas. Quando os vendedores fazem muito trabalho missionário.

Para empresas de bens duráveis, com vendas sazonais.
Plano de comissão Pagamento baseado apenas no que é vendido. Quando é necessário encontrar um plano fácil de administrar e relacionado diretamente com o desempenho.
Plano combinado Pagamento baseado em salário mais comissão. Quando algum grau de segurança e um grande potencial de ganhos são considerados desejáveis.

Em grande medida, a definição de qual sistema utilizar deve basear-se também em dois níveis de controle: o nível de controle da empresa sobre o trabalho do vendedor e o nível de controle do vendedor sobre os resultados de seu trabalho. A tabela a seguir analisa a relação entre esses níveis de controle e o sistema de remuneração mais adequado:

Remuneração

Controle Vendedor/ Trabalho

Controle Empresa Vendedor

Mista Alto Alto
Salário Baixo Alto
Comissões Alto Baixo
Mista Baixo Baixo

Mas como garantir, sem a ajuda da área competente para fazê-lo, que estamos adotando a melhor política de remuneração para nossas equipes? Como fugir da tentação de remunerar a equipe de vendas apenas pagando um percentual sobre as vendas, se não dominamos outras técnicas?

Avaliação de Desempenho e Treinamento de Vendedores 

A avaliação dos vendedores deve ser feita por diversos motivos. Entre outros, podemos destacar: 
- para recompensar aqueles que apresentam desempenho superior;
- para reorientar aqueles que apresentam desempenho insatisfatório;
- para identificar outras necessidades, como treinamento, por exemplo.

A avaliação do desempenho não deve, contudo, voltar-se apenas para o desempenho atual; é preciso levar em consideração também o potencial do vendedor. Será que os gestores da área comercial são verdadeiramente competentes para, sozinhos, definir o potencial de sua equipe? De que ferramentas dispõem para fazê-lo? Como operacionalizar essas ferramentas, fugindo da subjetividade dos gostos e preferências individuais?

Uma técnica de avaliação de desempenho que vem sendo utilizada pelas empresas e que apresenta alto grau de eficácia é o Feedback 360º. Ao contrário das tradicionais avaliações de desempenho, que se concentram apenas no feedback de cima para baixo, o feedback 360o graus utiliza informações provenientes de diferentes perspectivas do ambiente interno e externo da organização. 

A pergunta que faço é: os gestores das áreas comerciais estão preparados para dar e receber feedback? Quem os orienta sobre como proceder, quem verifica o uso apropriado ou não destes instrumentos?

Treinamento

Um dos motivos que levam as empresas a avaliar seus vendedores é identificar aqueles que necessitam de treinamento. Assim, voltaremos nossa atenção para este tópico.

Basicamente, o treinamento pode envolver quatro tipos fundamentais de mudanças de comportamento:
Transmissão de informações;
Desenvolvimento de habilidades;
Desenvolvimento ou modificação de atitudes;
Desenvolvimento de conceitos.

O gerente de vendas deve ver o processo de treinamento como um processo cíclico, que envolve quatro etapas:

1. Levantamento das necessidades de treinamento;

2. Programação do treinamento para atender às necessidades (definição dos objetivos, conteúdos, instrutores, etc.);

3. Implementação e execução dos programas de treinamento;

4. Avaliação dos resultados do treinamento.

Algum tempo após a quarta etapa, torna-se necessária uma nova avaliação dos vendedores, a fim de identificar se ainda existe aquela necessidade que motivou o programa de treinamento ou se surgiram novas necessidades.

É preciso salientar que o processo de treinamento dos colaboradores deve seguir certa diretriz. Quem orienta os Gestores das Áreas Comerciais quanto a essas diretrizes? Quem discute com eles a melhor forma de desenvolver novos comportamentos? Quem avalia a eficácia dos trabalhos feitos?

Motivação

A discussão sobre motivação mostra-se inacabada e inconclusa. Entretanto, podemos afirmar com certeza que os vendedores devem possuir alta motivação para o trabalho. 

O Gestor da Área Comercial deve atentar para os fatores externos e internos que criam motivação. 
A motivação externa advém, não exaustivamente, de:
Remuneração monetária;
Bonificações;
“Tapinhas nas costas”
(fatores externos não financeiros que podem motivar o vendedor, tais como: reconhecimento, confiança, participação, etc).

A motivação interna, por sua vez, advém, também não exaustivamente, de:
Sensação pessoal de realização;
Obtenção de prestígio;
Obtenção de status.

  Tendo em vista que as pessoas reagem de forma diferente aos vários  estímulos, o Gestor da Área Comercial deve conhecer bem seus colaboradores a fim de adequar os “pacotes motivacionais”. 

Finalmente, deve ser observado que há uma certa discrepância entre a visão da empresa e a visão dos colaboradores com relação ao processo motivacional.

Torna-se necessário, então, que a área de RH oriente o Gestor da Área Comercial sobre como trabalhar os pontos convergentes dessas visões.

Liderança

A pergunta que se levanta neste momento é: o vendedor precisa de um chefe ou de um líder? Embora possa parecer uma simples questão de sintaxe, este é um fator de grande importância para o sucesso de uma área comercial. 

A tarefa dos administradores de relacionamento – comumente chamados de vendedores - é árdua. Eles devem gerar relacionamento de longo prazo com os clientes, cumprindo suas promessas de vendas e garantindo sua plena satisfação. Para isso, eles precisam de apoio, motivação, treinamento, informação, senso de direção. Eles precisam de um líder. E não de um chefe.

O líder é capaz de aumentar a confiança que os colaboradores têm entre si mesmos e na empresas. É aberto a mudanças, sabe atuar sobre a cultura quando ela é obstáculo para mudanças inovadoras. Os líderes acreditam que mudança é evolução, trabalham positivamente as “confusões criativas”.

Quem se responsabiliza por transformar gerentes comerciais em líderes. Quem discute com eles seus erros e acertos e os reorientam?

Poderia preencher páginas e páginas falando dessas questões que afligem não apenas a mim, mas a todos os meus colegas que tem sobre si a responsabilidade de trazer para a organização os resultados dos quais todos dependem. Mas não quero ser por demais cansativo.

Telefone: 11 3171-1645 / 3285-2438
costacurta@terra.com.br
www.institutomvc.com.br


Voltar

 




 

 


 OS MITOS DE UM CLIMA ORGANIZACIONAL (Flávia Kahale)
 
Voltar

MITOS DO CLIMA ORGANIZACIONAL
Flávia Kahale 
Diretora de Pesquisa do MVC

A julgar pela maioria das notícias veiculadas nas seções sobre gerenciamento de RH dos jornais, parece não restar mais dúvidas quanto à importância do alinhamento da cultura de uma organização à estratégia que ela deseja implementar.

De fato, são inúmeras as declarações de empresários, de seus principais executivos e de  profissionais de RH em prol de ações para valorização de seus colaboradores.  Cada vez mais, eles passam a ser vistos como a base de sustentação da vantagem competitiva das empresas.  A julgar também pelo número de solicitações de pesquisa de clima que tenho recebido, é evidente haver uma crescente preocupação dos executivos em eliminar o hiato entre a realidade das relações humanas no ambiente interno de suas organizações (o clima) e a cultura que consideram ideal para elas no futuro.

Contudo, minha experiência prática mostra claramente a distância entre o desejado e o realizado.  Esta dicotomia, que se evidencia por divergências entre o discurso e a ação no dia-a-dia das empresas, decorre da não erradicação de paradigmas antigos que, ainda em vigor na mente da maioria dos colaboradores, constituem-se em sérios obstáculos à implementação das transformações desejadas.  

Três deles, que considero os mitos básicos da era da "obediência irrestrita às ordens dos superiores" e ainda presentes na maioria das empresas, devem ser objeto de tratamento especial e permanente por parte dos profissionais de RH.

A estes líderes, minha recomendação tem sido simples e objetiva.  Primeiro, tomar consciência da existência desses mitos que, nem sempre evidentes, agem quando menos se espera; segundo, evitar ao máximo analisá-los de forma individual como se não fizessem parte de um todo.  

Acredito que uma breve descrição de cada um dará a todos nós uma base para começar a compreender o que efetivamente ocorre no ambiente da organização.  Vamos a eles:

1. Mito do "achismo" - problemas no relacionamento entre colaboradores e a empresa costumam ser tratados de forma tópica e superficial pelas lideranças.  Pressionadas por necessidades de curto prazo, decidem por soluções baseadas em crenças ("achismos") simplificadas de como se processam as relações humanas. Os resultados são recursos e energia despendidos em direções que muitas vezes ampliam ainda mais o problema original;

2. Mito do "salário baixo" - embora subproduto do "achismo", a aceitação abrangente e sem contestação da questão salarial como origem de todos os males, própria do paradigma patrão-empregado, faz-se presente em várias empresas que pesquisei.  Nestas, o imobilismo de parte de suas lideranças tem sido justificado pela crença de que o clima "é ruim porque a empresa paga mal e/ou porque a política de benefícios é pobre e não motiva o empregado". Ainda que, em alguns casos,  possa ser verdade, se esta fosse a principal causa dos problemas das organizações, as questões internas da maioria poderiam ser solucionadas facilmente por meio de aumentos salariais. Por outro lado, empresas que pagassem reconhecidamente acima do mercado jamais teriam problemas de clima.

3. Mito da "terceirização da culpa" - Tenho percebido com freqüência que as pessoas costumam em geral atribuir aos demais companheiros a responsabilidade por ambientes organizacionais deteriorados. Este processo é conseqüência direta de outro também presente na maioria das empresas: a baixa percepção existente entre os colaboradores de que, individualmente, são também responsáveis pela construção manutenções de um ambiente positivo no trabalho.  Você, por exemplo, já parou para avaliar o quanto tem contribuído para melhorar o clima de seu grupo de trabalho ou de sua empresa como um todo?  E o quanto também se sente responsável por ele?  Parecem perguntas tolas mas, em meus trabalhos de pesquisa, o que sobressai é o espanto que produzem nos pesquisados: defrontados por estas questões, a maioria confessa jamais ter pensado em agir desta forma.   Para quê, se a culpa é sempre dos demais companheiros?

Ainda que estes mitos aparentemente tratem do óbvio, o fato é que os desajustes nas relações humanas, especialmente nas empresas, costumam ser abordados de forma empírica e pouco profissional por suas lideranças.   E é natural que seja assim.  Afinal, anos incontáveis de gerenciamento tecnocrático relegaram a um segundo plano a essência do ser humano.  Só recentemente, a partir do final do século passado, é que as organizações começaram a se dar conta da importância do desenvolvimento de uma cultura interna em total alinhamento com a estratégia desejada.   

Daí a ênfase que costumo atribuir à erradicação desses mitos de nossas mentes como premissa básica de uma análise criteriosa e isenta das relações entre as lideranças e os colaboradores de uma empresa.   

Só então gozaremos de isenção suficiente para atuar sobre as diversas variáveis que compõem o clima desta organização: comunicação, integração, valorização / reconhecimento, expectativa de crescimento e desenvolvimento, autonomia / participação / sentimento de utilidade, liderança, satisfação pessoal com o trabalho que realiza, visão organizacional, remuneração / benefícios, imagem, crenças e valores da empresa, condições de trabalho (físicas ou processos), são apenas alguns dos fatores que tornam a interação humana uma questão complexa, a ser abordada com profissionalismo por todos aqueles que desejem o sucesso da organização em que trabalham.  

OBS. Material decorrente da experiência do MVC na realização de pesquisas de Clima Organizacional.

Voltar

 
 





 JAMEF E PELEGRINO: EMPRESAS DE SERVIÇO IMPLEMENTAM BTD
 


Voltar

JAMEF E PELEGRINO: EMPRESAS DE SERVIÇO IMPLEMENTAM BTD
Bumeran Brasil

A contratação de soluções tecnológicas BUMERAN pela JAMEF e pela PELEGRINO demonstra que o recrutamento on-line já está sendo aceito em todos os segmentos da atividade econômica. 

A JAMEF Transportes, uma das maiores empresas transportadoras da América Latina, adquiriu buscas ilimitadas e mini-site, “um bom começo para futuros negócios”, diz o executivo de contas da Bumeran, Herbert Tempel.

Para a gerente de RH da JAMEF, Sônia Maria Abbud, o investimento justifica-se pela melhoria que traz ao processo de recrutamento. “Os filtros facilitam muito o trabalho de encontrar o profissional adequado ao perfil da vaga”, diz ela.

E com tantas opções do mercado, por que a preferência por Bumeran? “Porque as demais empresas não podem nos oferecer os filtros com a precisão da Bumeran. Realmente, em poucos minutos, temos em mãos os currículos que mais nos interessam”.

Mônica Nepomuceno, gerente de conta da VR, teve atuação decisiva para o fechamento do negócio com a JAMEF.

A Pelegrino é uma assessoria voltada para recrutar profissionais farmacêuticos, para atuarem no varejo ou na indústria. Trata-se de uma empresa nova e pioneira em seu segmento que tem por objetivo valorizar o profissional de Farmácia. “Estamos convencendo os empregadores de que contratar talentos com vocação traz bons resultados para a empresa e para a comunidade, que passa a ser mais bem atendida”, diz Osmar Pelegrino, fundador e diretor da Pelegrino. “Por isso, o recrutamento on-line da Bumeran veio sob medida para as nossas necessidades”, finaliza. A empresa adquiriu o BTD 1.0 e o negócio foi fechado pelo executivo de conta Cristiano Nogueira.


Voltar

 
 




  NOVIDADE

Voltar

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE MVC

Nos últimos dois anos, tem aumentado a demanda por eventos de média duração (40 a 200 horas), distribuída essa duração em módulos de 8 a 24 horas cada e intervalos de 60 / 90 dias entre esses módulos. 

Atendendo a essa demanda do mercado, o MVC desenvolveu os seguintes programas:

Desenvolvimento de Gestores e Profissionais de Vendas             
(16 módulos)
 

Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita                  
(4 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o Executivo / Gestor do Século XXI                                                   
(17 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o   Supervisor Século XXI     
(17 módulos)
 

Desenvolvimento de Competências para o  Trainee Século XXI   
(17 módulos)
 

Teremos prazer em remeter o detalhamento do programa de seu interesse.

11  3171-1645 costacurta@institutomvc.com.br 
21  2518-2321       mvcmt@uninet.com.br 

Voltar

 




  DESTAQUE
  Voltar

E-LEARNING
Custo baixo/benefício compensador

1) Você gostaria de comprar um programa de e-learning  de uso ilimitado para toda a sua empresa, por R$ 4 mil/ curso? (custo de um curso baseado na compra de 10 cursos).

2) Está ficando interessado? Veja os temas e consultores que selecionamos:

 

Negociação, Foco em Resultados (João Baptista Vilhena);

Liderança no Século XXI (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Coaching, Mentoring: Desenvolvendo Habilidades nos Executivos (Sérgio W. Hillesheim);

Pensamento Estratégico - já disponível (Marco Aurélio Ferreira Vianna);

Os Paradoxos da Coopetição ou Gente que Entende de Gente Dá Lucro Eternamente (Trabalho Em Equipe) (Américo Marques Ferreira);

Business Plan: Planejamento e Estruturação Econômica, Financeira, Estratégica e Mercadológica de um Novo Negócio ou Projeto (Francisco Cavalcante);

A Comunicação como Diferencial Pessoal e Organizacional (Eunice Mendes);

Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Emocional, Bases do Sucesso Organizacional (Denize Dutra);

Gestão da Mudança na Era da Informação (Américo Marques Ferreira);

Excesso de Trabalho, Qualidade de Vida e Autorização Social (Planejamento, Organização do Trabalho e Gestão do Tempo) (Fernando Henrique da Silveira Neto);

Vendas Consultivas (João Baptista Vilhena e José Luiz Meinberg)

O preço unitário de R$ 4 mil é válido para a compra de um pacote mínimo de 10 cursos/tutoriais, a serem entregues no prazo máximo de 8 meses, a contar de 1/8/2002. Preço válido apenas para as dez primeiras empresas.  Restam apenas 2 vagas.

3) Versões Disponíveis: CD ROM e INTRANET

4) Como adquirir os programas?


MVC
Costacurta:
Tel: 11 3171-1645
E-mail: costacurta@terra.com.br
MENTOR:
Marcelo Fernandes:
Tel: 12 3941-5828
E-mail: marcelo.fernandes@mentortec.com.br

Forma de pagamento para a compra de 10 cursos:

Investimento Total: R$ 40 mil

1a. Parcela 
R$ 16 mil
na aceitação da proposta
2a. Parcela
R$ 16 mil
na entrega dos 5 primeiros cursos/tutoriais
3a. Parcela
R$ 8  mil
na entrega dos 5 cursos/tutoriais restantes

Custos não incluídos: ISS , customização,  contextualização, presencial, interface com sistema de gerenciamento e cópias de CD ROM.

5) Direitos de Uso:
O MVC/MENTOR disponibilizará licenças ilimitadas, por tempo ilimitado, dos 10 cursos/tutoriais escolhidos dentre aqueles constantes do item 2.

Para maiores informações, acesse www.institutomvc.com.br e assista ao demo com os detalhes sobre o assunto.

Voltar

     



 PALESTRAS IN COMPANY  PARA O FIM DO ANO


Voltar

QUEBRANDO OS PARADIGMAS DA COMUNICAÇÃO ESCRITA
José Paulo Moreira de Oliveira

(Autor do livro "Como Escrever Melhor" - 5ª Edição - e consultor do  MVC)


Aprenda a escrever textos "vendedores", gramaticalmente corretos, que encantam e convencem o leitor. 

PROGRAMA:
Aprendendo a falar com o cliente 
Levando o cliente à ação 
A Comunicação na era da Informação  
Comunicações criativas e vendedoras  
Cuidando da vitrine  
Um plano de ação

INFORMAÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

Voltar


Voltar

EDUCAÇÃO CORPORATIVA: ESTRATÉGIAS QUE NÃO RESISTEM ÀS PALAVRAS! 
(Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço)
LA Costacurta Junqueira
(Vice-presidente do MVC)
 

OBJETIVOS:
Demonstrar o gap existente nas empresas entre as estratégias de RH e sua operacionalização pelos diversos níveis organizacionais;

Identificar essas discrepâncias através de frases/ações/opções que contradizem estratégias aparentemente aceitas e implantadas em toda a empresa.

TÓPICOS:
Alguns paradigmas a questionar  
O downsizing de RH / Treinamento  
Será que há realmente culpados?  
Quem delega para quem?  
20 frases que definem estratégias  
O que se espera de um RH / Treinamento nota 10

INFORMAÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321


voltar


voltar

COMO CONQUISTAR SEU ESPAÇO 
(SEM PERDER A COOPERAÇÃO DOS OUTROS)
Denize Dutra
(Consultora do MVC)

OBJETIVOS:
Sensibilizar (domínio afetivo) e conscientizar (domínio cognitivo) o participante para a importância de desenvolver um comportamento assertivo para a conquista de seu espaço pessoal e profissional, sem com isto, perder a cooperação das pessoas, através de um processo de influência pessoal, tornando-se assim, um ser humano mais inteligente emocionalmente.

TÓPICOS  :
Como conquistar seu espaço através da assertividade;  
Conceito de assertividade;  
Vantagens das pessoas assertivas (pessoais e para a empresa);  
Assertividade e sua relação com outras competências emocionais; 
Os quatro tipos de comportamento;  
Vantagens x inconvenientes de cada tipo de comportamento; 
Como desenvolver um comportamento assertivo;  
Técnicas de assertividade; 
Como manter a cooperação dos outros através da influência;  
Conceito de influência; 
Técnicas para influenciar pessoas e obter a cooperação;  
U
m plano de ação

INFORMAÇÕES

São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

Voltar


Voltar  

  COMUNICAÇÃO, MARKETING PESSOAL E IMAGEM INSTITUCIONAL
Eunice Mendes
(Consultora do MVC)

JUSTIFICATIVA:
Não basta ser competente, é preciso parecer competente.  
O pior ou o melhor desempenho de uma profissional está também ligado à habilidade de relacionar-se com pessoas e vender idéias. Comunicar-se e argumentar bem, rapidamente, de forma estruturada, utilizando um tom de voz adequado, demonstrando segurança, entusiasmo e assertividade possibilitarão maior clareza na emissão e transmissão das mensagens e, conseqüentemente, estimularão a produtividade pessoal e organizacional.

Esta palestra, criada pelo Instituto MVC, aborda o processo de comunicação de uma forma integrada, explorando as causas das inibições e do medo, os procedimentos necessários para minimizá-las, o desenvolvimento do marketing pessoal e um plano de ação utilizando recursos técnicos, que favoreça apresentações e comportamentos mais eficazes e "vendedores", independentemente do tipo de público a atingir. (clientes internos, externos,  etc).

OBJETIVO:
Promover a autopercepção e o desenvolvimento de métodos e técnicas de comunicação para falar em público com segurança, desinibição, clareza, fluência, objetividade e rapidez, com ênfase especial no marketing pessoal e imagem institucional.

TÓPICOS:
Comunicação, comportamento humano, liderança, marketing pessoal e sua implicações para os negócios da Organização.
Comunicação interpessoal: inibições; barreiras; canais adequados; competência interpessoal e produtividade.
 
Técnicas de comunicação: 
Como administrar o medo e as inibições nas comunicações com o público; 
Como fortalecer a auto-imagem e a auto-estima;
Como aprimorar a comunicação verbal e a linguagem corporal;
Como estruturar, apresentar e vender suas idéias e/ou serviços da   empresa; 
Como argumentar bem utilizando a criatividade;
Como estabelecer interação e sintonia com a platéia/público alvo; 
 
Como projetar bem a imagem pessoal e profissional
Marketing pessoal, profissional e o processo de comunicação
Conhecimentos, habilidades e atitudes necessários à comunicação e marketing pessoal eficaz
Plano de Ação 

INFORMAÇÕES
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

Voltar  

 

 




  EVENTO GRATUITO: COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?

Voltar

COMO VENDER SE O CLIENTE ESTÁ FUGINDO DE NÓS?
(Diagnóstico e soluções para a área comercial)
João Baptista Vilhena


Evento gratuito para público exclusivo

DIA 15 DE OUTUBRO
das 9h às 12h30 - turma extra

ÚLTIMA OPORTUNIDADE!

O CONTEXTO

As empresas brasileiras estavam acostumadas a operar em mercados protegidos. Agora  precisam reaprender a se relacionar com seus clientes .

Mais do que nunca, as organizações precisam romper com a antiga lógica de vendas - girar o estoque custe o que custar - e abraçar a nova lógica de mercado - satisfazer o cliente custe o que custar;

O conceito de market-share vem sendo substituído pelo conceito de client-share;

É preciso saber investir em relacionamentos duradouros para evitar perder dinheiro em ações de efeito duvidoso.

As empresas que vão sobreviver no futuro não serão as mais bem preparadas tecnologicamente e sim as mais rápidas e mais bem adaptadas ao novo mercado que se forma.

OBJETIVOS DO PROGRAMA
Analisar as razões que levam os clientes a parar de fazer negócios com determinadas empresas.

Analisar principais dicotomias existentes entre empresas que operavam em mercados protegidos e as que passaram a operar em mercados de livre concorrência.

Posicionar a área comercial das organizações como um agente impulsionador de mudanças;

Discutir, analisar e compreender o papel da área comercial como agente de mudanças, apresentando-a como um instrumento gerencial comprometido  com as ações internas e externas bem como com os custos e receitas;

         Provar que as organizações que ainda orientam suas ações em função de  necessidades de curto prazo e que não se preocupam em estabelecer um relacionamento estreito e duradouro com seus clientes estão condenadas a desaparecer em pouco tempo.

O PROGRAMA

Unidade I
Porque os clientes estão fugindo de algumas empresas.
Vender para dentro é mais difícil do que vender para o mercado.
O conceito de alinhamento estratégico em vendas.
Os princípios da venda consultiva

Unidade II
Vivemos a era do consumidor nunca satisfeito.
O desafio de construir relacionamentos duradouros.
A arte de transformar os clientes em vendedores ativos da empresa.
A importância da parceria com os clientes.
Principais aspectos do Marketing de Relacionamento.

Unidade III
Mitologia pessoal - reconstrução de paradigmas.
Visão Holística e seu efeito no mundo ocidental.
O que é emoção? Como utilizar a emoção para lidar com um ambiente em constante mudança.
Estimulação de uma postura criativa necessária para o trabalho em vendas.
A importância da automotivação e da autodisciplina.

Unidade IV
O dilema da esfinge do mercado: decifra-se ou te devoro.
Como aproveitar oportunidades de vendas em mercados em constante mutação.
Aprendendo a usar novas ferramentas de vendas.


Unidade V
Integração RH/Área Comercial.
Diagnóstico e Plano de Ação para Área Comercial.

METODOLOGIA
Todo o Workshop será conduzido objetivando oferecer aos participantes instrumentos para diagnose da área comercial, bem como alternativas de soluções para os problemas detetados (Plano de Ação).

Cada participante deverá responder previamente o questionário “Um Check-up da Área de Vendas” - recebido quando da confirmação da inscrição.  O questionário terá suas respostas tratadas confidencialmente e deverá ser devolvido (cópia) ao MVC até 10 de outubro.

O não recebimento do questionário pelo MVC implicará o cancelamento da inscrição do participante.

O Workshop terá o uso da tecnologia Telemeeting para pesquisas em tempo real.  

DATA
15 de outubro de 2002

HORÁRIO
9h às 12h30 (evento extra)

PÚBLICO-ALVO EXCLUSIVO / TURMA EXTRA
Área de RH
Consultores Internos SENIORES que atendem a Área Comercial.
Executivos

Área Comercial
Gestores de Venda
Pessoal de Apoio a Vendas
Executivos


OBS. A empresa poderá inscrever um participante de cada uma das áreas acima.

CUSTO
Evento Gratuito para:
Participantes enquadrados no público-alvo;
Participantes que devolverem questionário até 10 de outubro

LOCAL
Centro de Convenções Pompéia - Av.Pompéia 888 São Paulo/SP
www.ccsc.com.br

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
São Paulo - E-mail: costacurta@terra.com.br; telefone: 11 3171-1645
(com Angélica)

Rio de Janeiro - E-mail: mvcmt@uninet.com.br ; telefone: 21 2518-2321

(com Maria Teresa)

PRÓXIMO WORKSHOP GRATUITO
MUDANÇA
(“Quando Decorei Todas as Respostas Mudaram às Perguntas”)

Dia 2 de dezembro – São Paulo
com
Américo Marques Ferreira

Voltar

 






 TESTE : COMO ANDA SUA PRÓ-ATIVIDADE? (Denize Dutra)

Voltar

COMO ANDA SUA PRÓ-ATIVIDADE?
Denize Dutra
Consultora do MVC

Leia com atenção cada uma das afirmativas e atribua pontos de acordo com a seguinte escala:
Sempre = 5
Quase Sempre = 4
Às vezes = 3
Raramente = 2
Jamais = 1


Seja sincero!   
 
SOU UMA PESSOA QUE...  

1 - ...age prontamente sem depender de instruções alheias.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente

e. [    ]       Jamais

2 – ...enfrenta obstáculos, agindo com determinação e persistência para superá-los.

a. [    ]      Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

  3 - ... que atua rapidamente e com firmeza durante uma crise, sem esperar que ela se resolva por si só, ou que outros a resolvam, pois sabe que as mudanças começam por você.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

  4 – ...quando percebe um problema, já visualiza a solução e  identifica oportunidades, que não são óbvias para as demais pessoas, agindo de forma eficaz para aproveitá-las em benefício do negócio.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

5 – ...prevê mudanças de cenários e ajusta positivamente os planos de trabalho de sua área, considerando várias etapas à frente.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

 
6 – ...possui espírito crítico e questionador e aponta desvios das ações relacionados à  visão de futuro da empresa.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

7 –  quando tem alguma dificuldade com outra pessoa, toma a iniciativa de conversar diretamente com ela e resolver logo a situação.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

8 – ... promove um clima grupal de abertura e confiança com a equipe.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

 9 – ... incentiva a participação e a inovação, valorizando o aprendizado por meio do erro, em vez da punição do culpado.

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

10 – ...por atitudes e exemplos pessoais, valoriza e incentiva a iniciativa e pró-atividade da equipe, fortalecendo as pessoas (empowerment).

a. [    ]       Sempre 

b. [    ]      Quase Sempre 

c. [    ]       Às Vezes 

d. [    ]        Raramente 

e. [    ]       Jamais

  
ANÁLISE DE RESULTADOS:

  41 a 50 pontos: 
Sua PRÓ-ATIVIDADE é bastante alta. Você é uma pessoa PROATIVA e estimula este comportamento nos outros, através de seu exemplo pessoal e criando um ambiente favorável à iniciativa de sua equipe. 

31 a 40 pontos:
Sua PRÓ-ATIVIDADE é  desenvolvida , mas você precisa estimular este comportamento nas pessoas, através de exemplos pessoais e da criação de um ambiente de abertura e confiança para sua equipe.  

21 a 30 pontos
Sua PRÓ-ATIVIDADE é mediana. Você precisa desenvolvê-la um pouco mais, procurando melhorar naqueles aspectos em que sente mais dificuldade, ou seja, aquele comportamento em que você adota: às vezes, raramente ou nunca, conforme suas respostas no teste . Converse um pouco mais consigo mesmo, e esteja aberto a receber mais feedback das pessoas.

10 pontos ou menos
Sua PRÓ-ATIVIDADE é bastante baixa e, possivelmente, isto esteja se refletindo em sua forma de liderar. Para ter uma liderança eficaz, você precisará desenvolver esta competência. Tomar consciência desta necessidade é o primeiro passo; o segundo é desenvolver um plano de ação, procurando superar seus próprios limites e aprender com todas as experiências positivas e negativas, suas ou de terceiros. Seja mais observador do comportamento dos outros, especialmente daqueles que você considera muito bons nesta competência. Procure desenvolver habilidades e atitudes que contribuam para a pró-atividade: auto-estima, autoconfiança, assertividade, capacidade de decisão, coragem para correr riscos. 

O autodiagóstico é baseado na sua autopercepção. No entanto, as pessoas que convivem com você podem ter uma percepção diferente da sua sobre como você manifesta esta competência. Por isso, peça a algumas delas que lidam como você no dia-a-dia para responderem este teste, analisando o seu comportamento e, depois, compare com o seu resultado. 

Analise as diferenças,  troque idéias com estas pessoas e veja exatamente quais são os pontos que você pode aprimorar. 

Pense de que forma estes aspectos podem estar impactando positiva ou negativamente o seu desempenho profissional e o seu sucesso pessoal!

OBS. Material retirado do programa de Educação Permanente "Desenvolvimento das Competências do Executivo Século XXI" (17 Módulos)

Voltar


Quer assinar o INSIGHT/ MVC / BUMERAN / TERRA? É gratuito, envie um e-mail para Assinar