Número 55 - Edição Quinzenal -  Novembro de  2002


EXCESSO DE TRABALHO, ÓCIO E AUTORIZAÇÃO SOCIAL

Fernando Henrique da Silveira Neto

 



A ARTE DE VENDER 
É INOVAR

Cláudio Goldberg

 


BUMERAN DESTACA:


Lembretes importantes sobre o


Bumeran Talent Database


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DESTAQUE


E- LEARNING:
Seis cursos disponíveis 
a partir de dezembro


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Evento Gratuito
MUDANÇA:

QUANDO DECOREI TODAS AS RESPOSTAS 
MUDARAM AS PERGUNTAS
Américo Marques Ferreira

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TREINAMENTO EM JANEIRO E FEVEREIRO:
GANHO DUPLO

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Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa 



 

TESTE

 



Você é assertivo?

Denize Dutra



 

NOVIDADE

 



PROGRAMAS
 DE 
EDUCAÇÃO
 PERMANENTE



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 EDITORIAL


DÉCADA 00: DIFERENTE DE 90

Todos os profundos movimentos de mudança ocorridos na década de 90 nos levaram a pensar que estava se formando um metaparadigma de âmbito mundial com grande consistência e, portanto, com perspectiva de longo prazo.

Este metaparadigma estaria baseado em três conceitos, um para cada estrato do ambiente do mundo dos negócios:
1. No contexto macroeconômico, o modelo liberal baseado nas diretrizes do Consenso de Washington, determinaria as "regras maiores" de funcionamento da nova globalização. 
2. No Brasil, o cenário da social-democracia teria continuísmo no panorama político. 
3. Na ambiência específica das organizações, o Modelo da Competitividade garantiria os vencedores pela meritocracia própria do livre mercado. 

Doce ilusão! 


Estamos agora, de novo, diante de mudanças com fundamentos muito diferentes daqueles com os quais começávamos a nos habituar. 

Em suma, a década 00 terá características muito diversas da década de 90. Certamente, o modelo neoliberal vai ser profundamente repensado, acarretando, como é natural, um novo período de volatilidade e choques dos diversos atores.

No Brasil, passaremos a viver sob premissas mais consolidadas de justiça social e de diminuição de desigualdades humanas, em um cenário cujo desenho e implantação ainda desconhecemos.


Finalmente, nas empresas os Modelos de Negócio continuarão a ser reavaliados. Não adianta pensar que o sucesso e o lucro podem se basear somente em fragmentados programas de qualidade, competitividade, produtividade, engenharia, diversificação, Nova Economia. 

Os casos da Globopar, da Varig, da Andersen, da própria Soletur são emblemáticos e devem nos levar a profundas reflexões.

Uma só coisa fica ainda mais forte, o Capital Intelectual. Por um só motivo: haja sabedoria para lidar com tanta coisa nova.

Leia nesta edição:


No artigo Excesso de Trabalho, Ócio e Autorização Social, Fernando Henrique da Silveira Neto analisa a ditadura colocada por algumas organizações que valorizam o dia de 14 horas em detrimento da qualidade de vida de seus colaboradores.

Cláudio Goldberg, em A Arte de Vender É Inovar, nos apresenta algumas alternativas para que uma empresa possa ter uma postura permanente de inovação em sua área comercial.

No teste do mês, O Quanto Você é Assertivo?, Denize Dutra, ajuda o leitor em seu posicionamento a respeito dessa importante dimensão comportamental, tão demandada pelas empresas nos dias de hoje.

Boa leitura!

 

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 EXCESSO DE TRABALHO, ÓCIO E AUTORIZAÇÃO SOCIAL  

(Fernando Henrique da Silveira Neto)


 

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EXCESSO DE TRABALHO, ÓCIO E AUTORIZAÇÃO SOCIAL
Fernando Henrique da Silveira Neto

Consultor do MVC

"Não lhes deixa um momento de descanso para se ocuparem de outra coisa além de suas propriedades privadas; (...) cada um está disposto a aprender qualquer técnica, a praticar qualquer atividade que lhe dê lucro e não lhe importa o resto". (Platão, referindo-se a alguns ricos que trabalhavam por cobiça e seu amor às riquezas).

Todo mundo sabe o que é excesso de trabalho. Mas quando se fala em ócio, a ignorância (ignorar ou desconhecer alguma coisa, não ter conhecimento dela) é grande. 

Antes de mais nada, o que significa ócio? O dicionário do Aurélio diz que é descanso do trabalho, folga, repouso, tempo que se passa desocupado, vagar, quietação, lazer. Cita falta de trabalho; desocupação, inação, preguiça, indolência, moleza. E aponta também o trabalho mental ou ocupação suave, agradável.

No livro O Futuro do Trabalho - Fadiga e ócio na sociedade pós-industrial, Domenico De Masi lembra que antes da indústria, os operários e os escravos se limitavam a trabalhar não mais de quatro ou cinco horas por dia. Os camponeses ficavam inativos muitos meses por ano. Um número enorme de festas, pagãs de início e depois cristãs, preenchiam o resto do tempo.

A revolução industrial forçou a migração para as cidades em busca de emprego, pois as indústrias eram rudimentares e absorviam muita mão-de-obra. E para produzir mais, os operários enfrentavam jornadas estressantes de 12 a 15 horas diárias.

Com o advento de técnicas científicas de gestão e de produtividade na primeira metade do século XX a produção aumentou, a oferta foi diversificada e melhorou a qualidade dos produtos. E na segunda metade daquele século, a eletrônica e a informática se incumbiram de fazer tudo isso de forma mais limpa, mais rápida, mais barata e miniaturizada e, principalmente, com muito menos gente trabalhando. Ou seja, com desemprego.

E De Masi acrescenta que a fantasia dos governantes e dos experts está se entregando às tentativas mais fantásticas de reverter esse desemprego crescente, sem grandes resultados no entanto. Quando tiverem experimentado todas elas, quando o furor dos desempregados obrigá-los a se tornarem inteligentes, finalmente tomarão o único caminho eficaz, baseado no replanejamento de existência e no abandono do trabalho como única razão da vida e única fonte de poder aquisitivo.

Mas a virtude do trabalho em excesso é louvada em muitas empresas. Elas incentivam seus empregados a trabalharem até 14 horas por dia, como se estivessem em pleno século XIX, no início da era industrial. A Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad - 1999) do IBGE mostra que dos quase 70 milhões de brasileiros ocupados, 27 milhões trabalham além da jornada normal, e pesquisa recente do Seade-Dieese mostra que 40,3% dos trabalhadores fizeram horas extras em março de 2001. E artigo de capa da Exame (13/12/2000), intitulado Hipercompetição no Trabalho: Funciona?, mostra o significado do trabalho como único objetivo na vida de muitas pessoas, como escreveu Platão. A reportagem trata de uma grande empresa brasileira e seus executivos, que dão adeus à família, lazer e vida pessoal e são capazes de quase tudo em troca de bônus milionários, segundo a revista.

Nem assim essas são pessoas realizadas e alegres. 

Numa pesquisa sobre nível de satisfação e sintomas de problemas físicos e psicológicos realizada em 24 países, com 700 gestores, os brasileiros aparecem entre as piores posições. Eles sofrem muita pressão e sentem pouca satisfação com o trabalho, diz Cary Cooper, professor do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Manchester, Inglaterra. Queixando-se de depressão, ansiedade, nervosismo e falta de alegria, os profissionais brasileiros apareceram em 17º lugar no ranking de saúde mental. No ranking de saúde física, em que as perguntas eram sobre sentir insônia, dores de estômago ou outros sintomas de esgotamento, o país ficou em 18º lugar.

Autores e consultores de gestão escrevem e falam sobre o assunto porque o tema está na moda, mas nem todos estudam o assunto em profundidade, e não acreditam em diminuição da carga de trabalho no futuro, um futuro em que haverá menos empregos como os entendemos hoje. Falam de tempo e ócio a partir de suas experiências pessoais em gabinetes, mas demonstram pouco contato com o chão de fábrica ou os escritórios onde de fato os empregados trabalham, e onde a empresa produz e acontece.

Horas extras de alguns significam o desemprego de muitos. 

O economista Márcio Pochmann, da Unicamp, estima que 4,9 milhões de postos de trabalho poderiam ser criados se a jornada de 44 horas semanais fosse cumprida, e que muitos trabalhadores usam as duas horas extras permitidas por dia útil e as oito de sábado e de domingo como forma de complementar renda. Numa fascinante entrevista no portal Terra à jornalista Lilian Wite Fibe, a profª. Liliana Segnini da Unicamp, especialista em Sociologia do Trabalho, disse que um dos principais motivos que leva as pessoas a trabalharem cada vez mais, comprometendo sua qualidade de vida, é a pedagogia do medo. Liliana falou do uso dessa pedagogia hoje nas relações de trabalho, que faz com que as pessoas busquem o máximo de produtividade em uma lógica de competição que destrói vínculos de solidariedade com o colega. Então, o salve-se quem puder significa: eu vou competir com você, minha colega de trabalho, nós duas vamos competir com o departamento do lado, o departamento do lado vai competir com outro. A intensificação, e o que é pior, a legitimação de que a qualificação mais valorizada hoje é a capacidade de dar respostas rápidas num contexto de intensa competição, que reflete na qualidade de vida.

E muitas vezes esse medo é estimulado por especialistas, como fez o conhecido Stephen Kanitz em seu infeliz artigo Férias? Nem pensar, publicado na revista Veja de 30/01/2002, que termina com a seguinte frase: Na próxima vez em que você tirar férias, lembre-se de que seu assistente está se esforçando ao máximo para ficar com seu emprego, para sempre. Férias, eu? Nem pensar. 

Cuidado! 

Entre as necessidades dos homens, a socióloga húngara Agnes Heller costuma falar das necessidades induzidas ou alienadas, como posse, dinheiro e acúmulo quantitativo e interminável, que não derivam da natureza íntima do homem, mas da sociedade competitiva. Cita também as necessidades existenciais, como alimento, repouso e reprodução, e as necessidades radicais, como amor, amizade, diversão, introspecção e convívio. E diz que as pessoas têm que escolher ou dividir-se entre estas necessidades, mas deixa claro que há personalidades que terminam por alienar-se, privilegiando a satisfação de suas necessidades induzidas.

Um exemplo dessas necessidades é a história de Robert Reich, ministro do Trabalho de Clinton de 93 a 97, famoso pela sua obsessão com o trabalho. Trabalhava quinze horas por dia, e não era raro trabalhar vinte. Até que um dia telefonou para um dos filhos para dizer que não poderia chegar em casa mais cedo conforme prometera. O filho concordou como sempre, mas pediu ao pai que o acordasse ao chegar em casa. "Eu vou chegar muito tarde. É alguma coisa importante?", perguntou. "Não. Eu queria apenas sua companhia. Saber que você está aqui em casa." Reich percebeu então que, em troca de poder e dinheiro, estava perdendo sua família e outros prazeres essenciais da vida. Pediu demissão. E seu livro The Future of Success, escrito nas horas de ócio que agora tem, é um depoimento importante sobre sua mudança pessoal.

Aliás, é curioso como se fala que o norte-americano de hoje está trabalhando mais. O fato é que a imensa maioria está trabalhando o mesmo que trabalhava há quarenta anos atrás, e para confirmar isso é bom consultar o livro Time for Life: The Surprising Ways Americans Use Their Time, em que John Robinson e Geofffrey Godbey estudam com seriedade os dados estatísticos do Bureau de Censo dos Estados Unidos e mostram suas conclusões. O renomado Robert Putnam, na introdução do livro, recomenda uma leitura do mesmo com cuidado científico.

Há uma outra corrente de pensamento, liderada por Juliet B. Schor, que em The Overworked American fala do americano moderno e sua sobrecarga de trabalho, citando outras fontes e estudos. Como ela, alguns autores apontam grande incerteza e mudanças profundas acontecendo nos próximos anos, e dizem que o ócio é simplesmente incompatível com este estado de coisas. Faz parte de suas crenças que é necessário trabalhar mais para enfrentar tais mudanças. Pessoalmente acho que ela não considera a imensa força de trabalho norte-americana, e toma como padrão o pessoal de Wall Street ou do Vale do Silício, esses sim verdadeiros ergomaníacos (workaholics).

Mas é o ócio significando trabalho mental, segundo o Aurélio, que será cada vez mais necessário para lidarmos com essas mudanças, e não o simples adicionar mais horas e ficar mais tempo no escritório, na fábrica, na loja ou onde quer que se trabalhe.

Tendências que moldarão o futuro apontam quase todas para menos horas de trabalho, e Faith Popcorn, chamada por muitos de a Nostradamus do marketing, fala em seu livro The Popcorn Report que, entre estas tendências, estão o Cocooning (encasulamento, ficar mais tempo em casa), o Cashing Out (sair fora, questionar a superexigência na carreira), o Down Aging (nostalgia da liberdade da infância) e o Being Alive (sobreviver, mudar de ritmo, reforçar qualidade de vida). E convém lembrar dos franceses, cuja carga horária determinada pelo governo agora é de 35 horas semanais e não mais 39 como anteriormente.

Mas por que pessoas ficam no trabalho depois do horário? Por que tantas horas além do expediente? 

No artigo O Campeão de Horas Extras, publicado na revista Você S.A. em outubro de 2000, analiso os reais motivos que as levam a tal. Eis alguns deles:
* Ausência de outros interesses na vida:
A falta de interesse por outra coisa que não seja o trabalho pode significar que estamos diante de um viciado. Em Diseasing of America: Addiction Treatment Out of Control o Dr. Stanton Peele mostra que, desde a adolescência,  jovens propensos a se tornarem viciados têm em comum a crença de que não há nada de interessante para fazer com o seu tempo. Uns optam por preencher o tempo com drogas, outros com o crime e muitos com o trabalho.
* Valorizar o fato de estar trabalhando (mostrar-se ativo) em vez de resultados obtidos:
Vale sempre lembrar aqui o que Nietzsche disse em Humano, demasiado humano (1886): se o ócio é realmente o começo de todos os vícios, então ao menos está bem próximo de todas as virtudes; o ocioso é sempre um homem melhor do que o ativo.
* Falta de respeito pelo outro;
* Desestruturação ou desorganização dos processos e métodos pessoais de trabalho;
* Medo de admitir que sua carga horária vai diminuir;
* Aplicar o velho truque de esticar o trabalho:

No clássico A Lei de Parkinson (1957), traduzido para o português pelo grande humorista Silveira Sampaio, C. Northcote Parkinson afirma na primeira frase do capítulo I que o trabalho aumenta a fim de preencher o tempo disponível para sua conclusão... Pouco mudou desde então para muitas pessoas.

O que está faltando é o que a profª. Liliana Segnini chamou de autorização social, ou seja, a quebra, em plena era pós-industrial, do mito do trabalho realizado sob premissas e condicionamentos da era industrial que ainda vigoram e são aceitos como modelo.

O mundo está mudando sim, mas cada vez mais produtos serão produzidos com menor necessidade de mão-de-obra direta e maior utilização de máquinas e computadores. Isto não é novidade, e já ocorreu em outros momentos da história. A invenção da prensa por Gutemberg desempregou os copistas que durante séculos reproduziram à mão textos e iluminuras. O uso do tear mecânico multiplicou a oferta de tecidos a preços acessíveis na Inglaterra, e gerou desemprego para milhares de pessoas que produziam com teares manuais. A Volkswagen produz no Paraná, em São José dos Pinhais, carros de muito melhor qualidade e de tecnologia avançada, empregando muito menos gente do que seus carros fabricados por processos convencionais em São Bernardo do Campo ou em Taubaté. Os Estados Unidos têm grandes excedentes agrícolas utilizando hoje menos de 3% da força de trabalho norte-americana, e esta proporção só tende a diminuir com o emprego de mais tecnologia.

Se existe gente trabalhando demais, e isso existe mesmo, é preciso verificar quem são e porque ainda o fazem. Algumas características parecem ser comuns a essas pessoas:
* são em sua maioria moradores de grandes cidades;
* trabalham em empresas onde a competição interna é grande e, para crescer, ou mesmo sobreviver, é preciso não só trabalhar muito como mostrar a todos que faz isso;
* acreditam que quanto mais trabalharem mais resultados produzirão;
* muitos dependem de seus empregos mais do que de seus talentos;
* outros são perfeccionistas ou inseguros, e demoram muito para dar por terminado qualquer trabalho que fazem, mesmo os mais simples;
* acreditam que fazem hora extra para proporcionar mais segurança e conforto para a família, família essa que se queixa de não poder vê-las, pois estão trabalhando muito além do que deveriam e quase não ficam em casa;
* não sabem dizer não para seus chefes, para seus pares, para seus subordinados (colaboradores, vá lá...) e até para si mesmos.

Bryan Robinson trata com seriedade o tema do ergomaníaco (workaholic) em seu livro Chained to the Desk, um guia para o viciado em trabalho, seus amigos, familiares e sócios. Consulte-o e acredite nessa doença. E a revista Veja de 23/03/2001 apresentou na coluna Saúde um texto intitulado Férias? Nem pensar, onde a síndrome do lazer é apresentada como a doença da obsessão pelo trabalho, que acomete as pessoas quando estão longe de seus afazeres profissionais. A síndrome ocorre durante as folgas, e assim seus portadores não tiram férias, ou o fazem por poucos dias, e nos fins de semana sentem-se nervosos e seu sistema imunológico enfraquece, tornando-as propensas a contrair doenças e viroses. 

Mas voltemos a raciocinar com De Masi: um homem de 20 anos de idade tem hoje, diante de si, pelo menos 60 anos de vida, ou 525 mil horas. Se até os 60 anos trabalhar 8 horas por dia durante 365 dias, menos férias, sábados e domingos, terá trabalhado 2 mil horas por ano, ou 80 mil horas nos quarenta anos de trabalho restantes. Assim, trabalhará apenas 15% do seu tempo.

Se lembrarmos que há pouco mais de um século, em plena era industrial, a expectativa média de vida do homem beirava os 40 anos e o trabalho infantil era prática comum, trabalhando desde os 8 anos, cerca de 12 horas por dia inclusive fins de semana, o homem trabalhava 140 mil horas, isto é, aproximadamente 50% de sua vida. Será mesmo que estamos e vamos continuar a trabalhar mais?

Em In Praise of Idleness (1935), publicado recentemente no Brasil pela Editora Sextante (O Elogio ao Ócio), o filósofo Bertrand Russell diz que o caminho para a felicidade e a prosperidade se baseia na diminuição organizada do trabalho. E também que os modernos métodos de produção nos deram a possibilidade de ter facilidades e segurança para todos, mas que em vez disso, escolhemos o excesso de trabalho para alguns e a miséria para outros. 

Até aqui continuamos a ser tão vigorosos quanto éramos antes do advento das máquinas; nisto temos sido tolos, mas não há razão para que continuemos tolos assim indefinidamente.

Por fim, é sempre bom lembrar o economista John Maynard Keynes, quando perguntava se cada um de nós já estava pronto para se encontrar com seu verdadeiro e constante problema, que é como empregar o tempo livre que a ciência e o conjunto de interesses terão ganho para que você viva bem, agradavelmente e com sabedoria. Keynes escreveu isso em 1930 para seus netos, como uma visão e antecipação do futuro.

E esse tempo vislumbrado por ele não está mais por vir, ele já está começando.

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 A ARTE DE VENDER É INOVAR (Cláudio Goldberg)
 
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A ARTE DE VENDER É INOVAR
Cláudio Goldberg 
Consultor do MVC

Tomar decisões sobre inovações significa assumir riscos e todo executivo ou gerente de vendas sabe desta realidade . Por que as boas empresas olham e incentivam esta cultura?

Num mundo em que a velocidade das transformações é cada vez maior, empresas que não forem inovadoras, ou melhor, regularmente inovadoras, tendem a perder participação de mercado e conseqüentemente sua liderança . Sabemos que o objetivo de toda e qualquer empresa é conquistar novos clientes, reter e manter seus melhores e potenciais clientes e obter lucro.

Agora faça um pequeno exercício: Como sua empresa e seus concorrentes perseguiam estas metas ? 

Se a sua resposta foi aumentar a prosperidade pela  perseguição da melhora da eficiência, cortando custos e praticando processos administrativos de reengenharia, just in time, entre outras,  você tem um problema pode ter certeza . 

Embora estes objetivos não se tenham  modificado ao longo do tempo, a forma como eles ocorrem efetivamente está alterada. No cenário competitivo atual, não se consegue gerar mais lucro sem criar novas receitas, e para isso faz-se necessário inovar. 

Quando pensamos na arte e significado da inovação, podemos afirmar que não se limita ao produto pois ela pode surgir no processo, na gestão, na abordagem ao mercado. E é sobre esta última que gostaríamos de tecer comentários . 

Um dos pilares da inovação é a orientação e perfil de uma equipe de vendas talhada para perseguir de forma consistente estes objetivos . Estes vendedores não se preocupam apenas com a obtenção de pedidos e ou contratos de um determinado período , eles estão efetivamente pensando sobre qual produto venderá para o cliente nos próximos cinco anos , porque , se não pensar assim , ele enfrentará graves dificuldades quando chegar a época .

Para isso é preciso que além do perfil técnico forte , da experiência e conhecimento do mercado , se processe uma mudança de mentalidade na forma de se relacionar . Será mandatário que eles se embrenhem nos corredores de seus clientes , obtendo informações com todas as áreas e departamentos ,sejam de engenharia , marketing , finanças , logística e etc. resultado destes contatos e observações é que serão os insumos da inovação . Somente Por meio deste processo e metodologia de vendas é que as empresas poderão estar introduzindo novos produtos que solucionem as necessidades e desejos de nossos clientes . 

Assim sendo podemos deduzir que a habilidade de ouvir o mercado é a real vantagem competitiva, o Santo Graal das empresas pois permite o desenvolvimento da capacidade de questionar premissas ,fundamental para o descobrimento de novos mercados Formar uma equipe de vendas com estas características não é coisa rápida , demanda muito tempo e treinamento ,isto é , a necessidade de desenvolver um estilo próprio de vender .É preciso criar uma cultura de pensamento de longo prazo para que se possa adquirir a competência de enxergar mais longe ,e Por isso mesmo , desenvolver habilidades e características de relacionamento , que os ajudarão a conseguir mais facilmente a transformar as informações em idéias e estas em riqueza e lucros para as empresas .

Vale notar  que será preciso investir recursos e tempo na adoção desta filosofia, porque esse processo de transformação exige recursos ininterruptos e demora alguns anos para que os resultados comecem a aparecer. No entanto, pode estar certo de que vale a pena.


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 DICAS SOBRE O BUMERAN TALENT DATABASE
 


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DICAS SOBRE O BUMERAN TALENT DATABASE

O BTD (Bumeran Talent Database) é uma solução desenvolvida pela Bumeran para que as empresas possam otimizar seus processos de recrutamento de
talentos.

* 50 empresas (Argentina, Brasil, Chile, Espanha, México e Venezuela) já possuem o BTD.

* O BTD economiza até 25% do orçamento.

* O BTD economiza até 66% do tempo despendido com Recrutamento e Seleção de pessoal. 

* O processo tradicional costuma levar 90 dias, já o processo da Bumeran leva apenas 30 dias.

Agora, leia a opinião de Leandro Figueira Neto, Gerente de RH da PST Eletrônica, sobre o BTD:

"Nos dias de hoje, muito se fala que a atração de novos talentos para a organização é de fundamental importância para o sucesso dos negócios. Com certeza, as práticas de recursos humanos, as possibilidades de desenvolvimento de carreira, a imagem das organizações e um pacote atrativo de benefícios são importantíssimos para que isto ocorra.

"No caso da PST,  uma empresa de alta tecnologia, também compartilhamos desta idéia, mas precisávamos ter uma maior visibilidade das nossas oportunidades e com isto atrair novos  talentos de uma forma rápida, ágil e barata de recrutar e selecionar estes profissionais. E não é só isto: também queremos tratar com respeito os candidatos que estão participando de algum processo de seleção ou que desejam apenas se cadastrar em nosso banco de dados para concorrer oportunidades futuras.

"Escolhemos a Bumeran por acreditar que ela atende todas as nossas demandas e que esta parceria nos permitirá ter  maior velocidade nos nossos processos de seleção".



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  EDUCAÇÃO PERMANENTE
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PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA
EXECUTIVOS E GESTORES


Nos últimos dois anos tem aumentado a demanda por eventos de média duração (40 a 200 horas), distribuída essa duração em módulos de 8 a 24 horas cada e intervalos de 60 / 90 dias entre esses módulos.
Atendendo a essa demanda do mercado, o MVC desenvolveu os seguintes programas:

Desenvolvimento de Gestores e Profissionais de Vendas 
(16 módulos) 

Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita 
(4 módulos) 

Desenvolvimento de Competências para o Executivo/Gerente  no Século XXI 
(17 módulos) 

Desenvolvimento de Competências para o Supervisor Século XXI 
(17 módulos) 

Desenvolvimento de Competências para o Trainee Século XXI 
(17 módulos) 

Programa de Formação e Desenvolvimento de Negociadores 
(4 módulos) 

Programa de Melhoria de Performance Gerencial 
(9 Módulos) 

Teremos prazer em remeter o detalhamento do programa de seu interesse.

11 3171-1645 costacurta@terra.com.br 

21 2518-2321 mvcmt@uninet.com.br


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  DESTAQUE
 
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E-LEARNING

A partir de 2 dezembro, estarão disponíveis os seguintes cursos de e-learning:

LIDERANÇA
MARCO AURÉLIO VIANNA


VENDAS CONSULTIVAS
JOÃO BAPTISTA VILHENA E JOSÉ LUIZ MEINBERG


RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
DENIZE DUTRA


COACHING
SÉRGIO HILHESHEIM

PENSAMENTO ESTRATÉGICO
MARCO AURÉLIO VIANNA


COMUNICAÇÃO
EUNICE MENDES


INVESTIMENTO:
Um curso
R$ 18.000,00 / Curso

Seis cursos
R$ 14.700,00 cada curso

Os valores acima serão pagos até 5 DDL, (cinco dias da data líquida) mediante apresentação de Nota Fiscal/Fatura;

Quaisquer atrasos sofrerão multa de 10% e reajuste pró-rata pelo IGP-M/FGV;.

Todos os débitos serão colocados em cobrança bancária.

O MVC/MENTOR disponibilizarão licenças  por tempo ilimitado para os cursos escolhidos na lista anterior. 

Notas:
1) Custos não incluídos: ISS, customização/personalização, interface com sistema de gerenciamento na Intranet das empresas, tutoria via WEB, atividades presenciais, cópias de CD ROM.

2) Também não estão incluídas quaisquer outras alterações/ocorrências que envolvam custos não previstos nesta proposta.

3) O valor do homem-hora da MENTOR Tecnologia para implementação de eventuais adaptações/customizações no programa, a partir das definições de conteúdo fornecida pela empresa-cliente, é de R$ 150,00.

INFORMAÇÕES: 
Tel: 12 3941-5828
beth.braga@mentortec.com.br
doris.miller@mentortec.com.br

E-LEARNING EM ESPANHOL

A partir de março de 2003, todos os cursos de E-learning estarão também disponíveis em espanhol.

INFORMAÇÕES:
Marcelo.fernandes@mentortec.com.br

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 VARIEDADES


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PALESTRAS PARA SEU FIM DE ANO?


TEMOS 100 OPÇÕES PARA SUA EMPRESA

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TREINAMENTO EM JANEIRO E FEVEREIRO - GANHO DUPLO

Todo negócio tem temporadas de alta e de baixa. 

Na área de Educação Corporativa essa realidade também está presente, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro. 

A partir do conceito de Yield Management, aplicado pelas companhias aéreas para atribuir diferentes preços às poltronas do avião, resolvermos criar algo específico para serviços de Treinamento, Palestras, Consultoria e Pesquisa, prestados pelo INSTITUTO MVC. 

A idéia de incentivar a realização de eventos nos meses de janeiro e fevereiro já tem dado certo em anos anteriores, especialmente em 2002; em 2003 vamos continuar conjugando descontos oferecidos com antecedência na contratação de serviços.

Serviços Contratados com:
60 ou mais dias de antecedência 15% de desconto 
45 dias de antecedência 10% de desconto 
30 dias de antecedência 5% de desconto 

Ao confirmar o evento, o cliente deverá pagar um sinal MÍNIMO de 10% do valor total contratado; o restante, apenas sete dias após a atividade. (desenvolvida em janeiro ou fevereiro) 

Ainda não está convencido? 
Você acha que as férias em janeiro e fevereiro muitas vezes apresentam dificuldade na formação de grupos para palestras e treinamento? 
Por que não optar pela abordagem individualizada (Coaching)? 

Para quem oferecer treinamento em janeiro/fevereiro ? 
- Pessoas que, pela posição na empresa, necessitam de maior privacidade no treinamento / consultoria. 
- Assuntos que interessam a apenas 2 / 3 pessoas; 
- Público cuja atividade só permite que seja treinado em meses de "baixa";
- Assuntos que envolvem conteúdo sigiloso; 
- Inexistência do "Conflito" Treinamento / Trabalho; 
- Secretárias / Assessores e Assistentes cujos superiores estejam em férias.

O ORÇAMENTO DE 2002 ESTÁ COM SOBRAS? 
APROVEITE ESSA OPORTUNIDADE PARA FAZER SEU DINHEIRO RENDER MAIS EM 2003, PAGANDO EM 2002 COM DESCONTO!


INFORMAÇÕES:
São Paulo:

E-mail: costacurta@terra.com.br
Telefone: 11 3171-1645
com Costacurta ou Angélica


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EVENTO GRATUITO:QUANDO DECOREI TODAS  AS RESPOSTAS DA VIDA MUDARAM TODAS AS PERGUNTAS
 


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MUDANÇA: 
QUANDO DECOREI TODAS  AS RESPOSTAS MUDARAM AS PERGUNTAS!

Américo Marques Ferreira

Workshop gratuito para público exclusivo:
Gerentes de RH e Treinamento
Diretores e Gerentes de Outras Áreas
Máximo de 2 pessoas por empresa

DIA 2 DE DEZEMBRO - TURMA EXTRA
das 9h às 12h30

LOCAL

Centro de Convenções Pompéia 
Av. Pompéia 888 - 2º andar
Vila Pompéia
São Paulo - SP 
Estacionamento no local, por conta do participante.

JUSTIFICATIVA
O cenário de mudanças aceleradas requer das empresas e, por decorrência, de seus profissionais, uma elevada prontidão para a adaptação às novas realidades: mercados globalizados, concorrência acirrada, clientes cada vez mais exigentes, neutralização rápida de diferenciais competitivos baseados em produtos, tecnologias e processos; a Internet e seus correlatos revolucionando a comunicação, tanto em velocidade como em conectividade etc.
Neste contexto as empresas têm buscado alternativas para otimizar seus processos de trabalho, adotando práticas que garantam a conquista e manutenção da lealdade de seus clientes.

OBJETIVOS
Ensejar a reflexão crítica sobre experiências de mudanças que impactam as organizações e, em decorrência, agilizar a velocidade de resposta, tanto individual como coletiva.
Fornecer e vivenciar modelos e instrumentos que favoreçam a condução de processos de mudança bem sucedidos, considerando os objetivos individuais e organizacionais.


CONTEÚDO
Autodiagnóstico sobre seu Perfil como Agente de Mudanças 

Macrotendências para um Mundo em Constante Mudança 
As mudanças no mundo e seus impactos
As mudanças de paradigmas nas organizações
Ambiente de predisposição à mudança (interpretação do perfil obtido na pesquisa do trabalho prévio)

O Impacto da Cultura Organizacional no Processo de Mudança 
Uma abordagem antropológica para cultura organizacional.
Os ingredientes culturais: símbolos, heróis, rituais, valores.
O modelo de 4 dimensões de Geert Hofstede para identificar perfis culturais 
Distância do poder
Individualismo x coletivismo
Fuga da incerteza
Masculinidade x feminilidade

Pesquisa sobre cultura organizacional (interpretação do perfil obtido no trabalho prévio)

Fatores Comportamentais que Afetam a Mudança 
Posturas que as pessoas adotam diante da mudança: proatividade, reatividade, coatividade, inatividade.
Curva de aceitação da mudança: negação, rejeição, exploração e comprometimento.
Posicionamentos recomendados aos líderes para obter adesão e comprometimento em seus projetos de mudança.

Dinâmica: Balanço de Competências Frente às Mudanças do Século XXI 

Um Plano de Ação 

METODOLOGIA
Trabalho Prévio - pesquisa sobre Ambiente de Predisposição à Mudança e Pesquisa sobre Cultura Organizacional, com interpretação do perfil obtido.
Exposição oral dialogada com apoio de slides.
Dinâmica sobre balanço de Competências dos participantes frente ao cenário de mudanças do século XXI.

O trabalho prévio terá suas respostas tratadas confidencialmente e deverá ser devolvido (cópia) ao MVC até 29 de novembro, impreterivelmente.
O não recebimento do trabalho prévio, pelo MVC implicará o cancelamento automático da inscrição do participante.

O Workshop terá o uso da tecnologia Telemeeting para pesquisas em tempo real 

CONDIÇÕES PARA PARTICIPAR
Evento Gratuito para:
Participantes enquadrados no público-alvo e que devolverem os trabalhos prévios até 29/11.


PARCEIROS
CENTRO DE CONVENÇÕES POMPÉIA 
TELEMEETING

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Maria Teresa
(21) 2518-2321 / (21) 2518-2403 

E-mails:
mvcmt@uninet.com.br
mteresar@terra.com.br

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 TESTE : VOCÊ É ASSERTIVO? (Denize Dutra)
 

 

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VOCÊ É ASSERTIVO?
Denize Dutra
Consultora  do MVC

Neste teste para medir sua assertividade, fazemos um cruzamento entre 4 tipos de comportamento e as notas que você se atribui quando precisa adotar um destes comportamentos. Funciona desta maneira::

Nos quadradinhos cinza, em cada pergunta, dê uma nota a você mesmo, de 0 a 5, onde:
0 = Nunca ou Muito Diferente de Mim; e 
5 = Sempre ou Examente Como Eu

As notas de 1 a 4 correspondem às variações:  Moderamente (1), Às Vezes (2), Freqüentemente (3) e Muito Freqüentemente (4).

Leia com atenção, atribua uma nota a si mesmo com toda a honestidade e, depois, some os pontos. Para verificar a interpretação do resultado, vá até o fim do teste.

    A B C D
1 Quando enfrento alguém sobre determinado problema, sinto-me bastante constrangido.        
2 Permaneço calmo e confiante ao defrontar-me com sarcasmo, escárnio ou críticas ofensivas.        
3 Perco a calma facilmente.        
4 Procuro resolver os problemas diretamente, sem culpar ou julgar os outros.        
5 Acho certo pedir o que desejo ou expor meus sentimentos.        
6 Sinto-me à vontade quanto ao grau de contato visual que estabeleço com outras pessoas e creio que elas também sentem o mesmo.        
7 Sinto-me facilmente constrangido pelo ridículo ou sarcasmo.