Número 56 - Edição Quinzenal - Dezembro de 2002


NOSSA MENSAGEM

Flávia Kahale

 

QUANDO DECOREI TODAS AS RESPOSTAS... 

Américo Marques Ferreira

 



BUMERAN DESTACA:

Panamco adota Bumeran Talent Database para automatizar 
tarefas de recursos humanos


Clique aqui para entender...





DESTAQUE


E-LEARNING: CURSOS JÁ DISPONÍVEIS

Clique aqui para ler.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE 
PARA EXECUTIVOS E GESTORES

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VARIEDADES 


TREINAMENTO IN COMPANY - 2003

Clique aqui para conhecer as novidades.



TREINAMENTO EM JANEIRO E FEVEREIRO:
DESCONTOS

aqui para mais informações

 


Expediente:
Publisher: Costacurta Junqueira
Jornalista: Cristina Spera
Equipe Insight :
Angélica Stein
Flávia Kahale
Maria Teresa 



TESTE

 



SOU COMPETENTE PARA RETER TALENTOS?

L.A.Costacurta Junqueira



ESPECIAL

 



O PAPEL DA LIDERANÇA NO DESENVOLVIMENTO DA PROATIVIDADE DA EQUIPE

Denize Dutra

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 EDITORIAL


ESTOU POSITIVISTA, QUASE OTIMISTA

Vários motivos me levam a desenhar um cenário de médio prazo para o Brasil dotado de características muito positivas, mesmo considerando a possibilidade de um ano de 2003 com ajustes mais duros:

*
Lula presidente hoje representa uma situação política de segurança  infinitamente melhor do que em 1989 - é sempre bom lembrar que naquela época afirmava-se que a resposta de um golpe militar seria inevitável.

* Mesmo em 1994 , e até em 1998 , não havia um clima tão propício à vitória de uma oposição trabalhista.

* Em uma visão de curto prazo, dentro do próprio ano de 2002, viu-se uma reviravolta na definição do que era o Efeito-Lula: do pior dos infernos, que nos levaria à "argentinização", seu conceito evoluiu pelo menos para equilíbrio e sensatez.

* No limite, Horst Kohler , superintendente do FMI, o chama de Líder do Século XXI; sem dúvida, tanto na campanha presidencial como depois da eleição, a equipe do novo governo tem demonstrado, em inúmeras e importantes ocasiões, um altíssimo nível de capacitação.

* Viabilizada e apoiada por FHC, vivemos uma fase de transição democrática que ficará marcada para sempre na história brasileira;

* O Brasil é hoje, sem dúvida alguma, uma nação respeitada no mundo, pela pujança de sua economia, pelo potencial de seu mercado e pela consolidação de suas estruturas democráticas.

* Por isto mesmo, líderes de importantes paises colocam o Brasil como um "patrimônio" a ser defendido de ataques especulativos destrutivos; as defesas em massa ocorridas em 1999 e 2002 são provas contundentes desta posição; no ambiente interno, criou-se um movimento de mobilização positiva que pode acarretar um excepcional vetor de motivação para a população brasileira; fica difícil acreditar em tanta gente que votou na situação aceitar  e apoiar o vencedor da oposição.

* No nosso mundo das empresas, a escolha de um vice-presidente empresário é muito mais do que emblemático; ela significa a crença de Lula no capitalismo social e na empresa-cidadã.

* Finalmente, sua proposta de justiça social, de acabar com a fome, está longe dos propósitos radicais de esquerda de alguns anos atrás; ela faz parte intrínseca dos valores de uma parte consistente das elites intelectual e empresarial do país.

O que desejo para meus parceiros em 2003?  

Que no próximo dezembro, ao reler este editorial, eu possa balançar positivamente a cabeça e, com um leve sorriso de satisfação, pensar: "puxa, eu estava certo !"

Começamos nosso último INSIGHT de 2002 com Nossa Mensagem,  texto da Flávia Kahale, Diretora de pesquisa do MVC.

Ainda neste número, o artigo Justamente Quando Decorei Todas as Respostas da Vida Mudaram Todas as Perguntas escrito por Américo Marques Ferreira. Seu tema, mudança, retrata o que todos nos esperamos para 2003, em nossas organizações e em nossa vida pessoal.

Denize Dutra, em O Papel da Liderança no Desenvolvimento da Proatividade da Equipe, nos aponta caminhos para os lideres responderem às necessidades de seus liderados.

No teste do mês o leitor poderá fazer uma auto-análise de sua competência na área de retenção de talentos.

Boa leitura!

 

Se você não recebeu nossas versões anteriores, clique aqui para visualizá-las agora.


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 NOSSA MENSAGEM (Flávia Kahale)

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NOSSA MENSAGEM
Flávia Kahale
Diretora do MVC

Neste ano de 2002,

...o que você fez de diferente?

...o que aprendeu?

...o que desaprendeu?

...o que deixou para depois?

...o que gostaria de ter feito e não fez? Por quê?

...o que não gostaria de ter feito e fez? Por quê?

...quantos sonhos realizou?

...quantos sonhos construiu?

...quantos sonhos deixou morrer?

...quem partiu?

...quem ficou?

...quantos amigos conquistou?

...quantos amigos reviu?

...o que foi bom para você?

...o que não foi bom ?

...Valeu?

Nós do  MVC não queremos ouvir suas respostas.

Queremos apenas que você, ao terminar de respondê-las, se sinta com o coração repleto de felicidade com suas reflexões e desafiado a entrar em 2003 com...

....Lições a aprender

....Lições a desaprender

....Coisas a fazer

....Coisas a não fazer

....Sonhos a realizar

....Sonhos a construir

....Desafios a superar

....Saudades de quem partiu

....Amigos a conquistar

....Amigos a rever

....Pessoas novas em sua vida

....Coragem para deixar o que não foi bom ir embora, deixando o que é bom entrar em sua vida

Enfim,

Com Vida,

Para viver intensamente a sua Vida, para que ela sempre faça sentido e, mais uma vez, você possa dizer: Valeu!

 
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 JUSTAMENTE QUANDO DECOREI TODAS AS RESPOSTAS...

(Américo Marques Ferreira)

 

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JUSTAMENTE QUANDO DECOREI TODAS AS RESPOSTAS DA VIDA, MUDARAM AS PERGUNTAS...

Américo Marques Ferreira 
Consultor do MVC


O grande desafio que paira sobre as organizações.  no limiar do século XXI.  é a busca da sobrevivência adaptativa num cenário cada vez mais incerto e turbulento. Nessas circunstâncias, basear o processo decisório apenas no lastro de experiências acumuladas ao longo dos anos é tão absurdo e arriscado quanto dirigir por uma estrada olhando somente pelo retrovisor.

A busca de novos mercados, a introdução de novas tecnologias têm trazido uma vertiginosa sensação de que, subitamente, tudo o que sabemos pode ser reduzido a nada. É preciso questionar tudo, revendo essas verdades. E a cada mudança de premissas, o conhecimento prévio, a experiência acumulada deixam de configurar vantagem competitiva. Todos ficam igualados no nível de conhecimento zero.

O que há em comum entre todos esses termos e conceitos? Para qual direção convergem as tendências identificáveis por trás deles? Competitividade, velocidade das mudanças e complexidade crescentes.

O perfil do profissional e da organização adaptados para atuar nesse ambiente não podem mais basear-se tanto na "bagagem" de conhecimentos e experiências. Cada vez mais coloca-se a necessidade de ter habilidades e postura para aprender a partir dos fatos e rever modelos de ação. Mas não se trata apenas de assumir novos paradigmas. Trata-se de abandonar modelos que supõem condições ambientais de longa duração por outros capazes de lidar com a contínua instabilidade.

A concepção de learning organizations, expressão que pode ser traduzida como "organizações de aprendizagem", é uma síntese das respostas apresentadas pelas organizações de vanguarda aos desafios ambientais. Pode ser entendida como uma expressão concreta dos paradigmas emergentes, que objetivam ser adequados a uma condição de permanente mudança. Uma learning organization não propõe a seus integrantes modelos fixos para a ação, baseados em estruturas e sistemas rígidos, mas estimula e sustenta uma atitude de aprendizagem contínua, de constante reinvenção das práticas organizacionais, considerando a evolução das condições ambientais.

David Garvin questiona "como uma organização pode alcançar melhorias sem primeiro aprender algo novo? "Na ausência de aprendizagem, companhias e indivíduos simplesmente repetem velhas práticas. Mudanças permanecem cosméticas e as melhorias são ao mesmo tempo fortuitas e de curta duração". Muitas empresas de grande porte têm reconhecido a estreita relação entre seus objetivos estratégicos de melhoria da performance do negócio como um todo e a aprendizagem organizacional e, em razão disso, têm redirecionado seus esforços. De acordo com a definição de Garvin: "Uma learning organization é uma organização com habilidade para criar, adquirir e transferir conhecimentos, modificando seu comportamento de modo a refletir novos conhecimentos e percepções".

Peter Senge, um dos precursores desse conceito, apresenta, em seu livro A quinta disciplina, os cinco componentes básicos para o desenvolvimento de organizações realmente capazes de aprender:

Raciocínio Sistêmico   

Refere-se à capacidade de ter uma visão global dos fatos relevantes à vida das organizações, percebendo a inter-relação entre fenômenos que tendem a ser interpretados de forma isolada.

Domínio Pessoal

Enfoca o desenvolvimento dos valores espirituais realmente importantes para as pessoas, concentrando a energia para o alcance dos objetivos e cultivando a paciência necessária para atingi-los.

Modelos Mentais

São constituídos pelas convicções e idéias mais arraigadas, a partir das quais os indivíduos estabelecem sua visão pessoal do mundo; a falta de consciência acerca desses modelos faz com que aceitemos certas interpretações dos fatos como verdades inquestionáveis.

Objetivo Comum

Trata-se do estabelecimento de uma verdadeira mobilização das energias e vontades de um grupo em uma direção convergente, uma "imagem do futuro" compartilhada por todos.

Aprendizado em Grupo

É o processo de obtenção de sinergia pela integração da capacidade de aprendizagem dos indivíduos; sua base é a habilidade de, através do diálogo, raciocinar em grupo. Dado o atual grau de complexidade das organizações, o aprendizado relevante para o desempenho do negócio ocorre muito mais em grupo do que individualmente.

Essa é a natureza fundamentalmente original das learning organizations. Nelas o aprendizado é prioritariamente compreendido como um processo grupal. Por outro lado, seu conteúdo não está restrito ao âmbito cognitivo, sendo uma aprendizagem que afeta nossas convicções pessoais e nosso modo de ser.

A prática das organizações mostra-se fortemente contaminada pela idéia de copiar, indo da imitação de produtos, da adoção de modelos organizacionais concebidos fora da realidade específica de cada ambiente, de cada mercado, até a pura e simples reprodução de estratégias de empresas líderes de mercado. O mau entendimento ou o reducionismo do conceito de benchmarking veio a reforçar esse tipo de postura. "Follow the leader", diz o bordão! A imitação leva a resultados medíocres, quando não ao irremediável fracasso. Aprender a perceber o ambiente com os próprios sentidos, reinventando a cada momento a própria organização, os processos e os negócios é o caminho que tem realmente conduzido as empresas ao sucesso.

  A aprendizagem da organização pode ser vista como um ciclo. No desenvolvimento de suas atividades normais, suas rotinas e processos de negócio, cada organização, por meio dos indivíduos que a constituem, realiza ações que desencadeiam respostas do ambiente. Essas respostas sempre contêm informações que são processadas pelos indivíduos como um feedback de suas ações. Em ambientes relativamente estáveis, longos ciclos de feedbacks constantes reforçam a manutenção do comportamento, o que não gera aprendizagem. Nas condições ambientais atuais em que se realizam os negócios, com freqüência surgem sinais desfavoráveis em relação a ações que até um momento atrás mostravam-se adequadas. Quando isso ocorre, há uma reavaliação da ação em busca de um feedback positivo do ambiente. Entretanto, a simples mudança do comportamento pode não estar relacionada com a aprendizagem se não houver um a revisão dos modelos mentais que dão base para a ação. A ausência de uma aprendizagem profunda faz com que o conhecimento disponível ao efetivo melhoramento organizacional não seja consolidado, evaporando-se tão logo ocorram novas mudanças nas condições ambientais. A organização, bem como cada um de seus integrantes, tenderá a reacomodar-se na prática do comportamento anterior, que está efetivamente alinhado com seus modelos mentais.

Outro aspecto a considerar no ciclo de aprendizagem da organização são as condições necessárias à consolidação do conhecimento. A revisão dos modelos mentais deve ser compartilhada pelo conjunto dos membros da organização. Nesse caso, o compartilhamento é resultado direto do aprendizado em grupo. Quando a revisão ocorre apenas em nível individual, conduz a uma aprendizagem fragmentada, perigosamente desarticuladora quando consideramos a organização em termos sistêmicos.

Aos pioneiros do terceiro milênio restará a alternativa de exercitar sua capacidade criativa "singrando mares nunca dantes navegados".

As empresas que souberem estimular um ambiente de permanente aprendizagem obterão vantagens competitivas frente aos seus concorrentes.       


OBS. Material retirado do programa Change Management / Mudança

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 BUMERAN DESTACA: PANAMCO ADOTA BTD 
 
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PANAMCO ADOTA Bumeran Talent Database PARA AUTOMATIZAR TAREFAS DE RH.

Segunda maior fabricante de Coca-Cola do mundo decide fechar contrato para aquisição de ferramenta tecnológica para recrutamento e seleção on-line.

Esta conquista foi o resultado da parceria da empresa com o CanalRh, (www.canalrh.com.br)  portal de relacionamento do Grupo VR, que oferece as melhores soluções para as atividades dos profissionais de Recursos Humanos.

Para ambos, conquistar um cliente do porte da Panamco tem um sabor especial. 

Apesar das dificuldades do mercado, as empresas continuam buscando soluções que as tornem mais competitivas. Esse é o caso da Panamco, segunda maior fabricante de Coca-Cola do mundo, que atua em sete países latinos e emprega cerca de 45 mil funcionários em sua estrutura mundial. No Brasil, ocupa o posto de maior fabricante de produtos da marca e emprega  4 mil funcionários.

Para automatizar seus processos de recrutamento e seleção no país, a empresa decidiu implantar o
Bumeran Talent Database facilitando a contratação de profissionais talentosos e comprometidos com a agilidade e o desenvolvido de uma grande empresa.

 “O
Bumeran Talent Database auxilia as empresas em um dos processos mais importantes que é o de recrutar  profissionais que responderão pela produtividade da companhia”, afirma Inés Rodriguez, Diretora da Bumeran.

A Panamco tem foco constante no cliente e o departamento de RH, assim,  tem papel fundamental no gerenciamento dos negócios da companhia e em suas metas. Por isso, o parâmetro utilizado para orientar a escolha da melhor solução de RH foi a busca de agilidade, eficácia e versatilidade aliadas à possibilidade de reduzir custos e diminuir o tempo gasto nos processos de contratação de pessoal qualificado.

“A conquista da Panamco veio fortalecer nossa parceria com o Grupo VR. Graças à solidez de ambas empresas estamos conseguindo trocar experiências e alcançar novos nichos de mercado, prospectando cada dia mais clientes”, acrescenta Rodriguez.

Para Panamco, o
Bumeran Talent Database facilitará o contato da empresa com os candidatos e o ganho de tempo nos processos de seleção de pessoal, que serão feitos automaticamente.

Com a implementação da ferramenta,  a empresa cria um canal de empregos personalizado que recebe os currículos via site institucional e cadastra as vagas disponíveis, para consulta dos profissionais interessados. A Panamco também pode acessar um painel de controle de onde gerencia on-line sua base de currículos e o processo de seleção, desde a recepção do CV até a negociação final com o candidato.

O sistema também permite:
*  compartilhar as informações dos candidatos entre os executivos envolvidos no processo;
* marcar entrevistas por e-mail;
* criar um ranking de acordo com o desempenho no processo seletivo; 
* confirmar resultados; e 
* emitir relatórios.


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  O PAPEL DA LIDERANÇA NO DESENVOLVIMENTO DA PROATIVIDADE (Denize Dutra)

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O PAPEL DA LIDERANÇA NO DESENVOLVIMENTO DA PROATIVIDADE DA EQUIPE
Denize Dutra - Consultora do MVC

DEEPAK CHOPRA, guru espiritual, diz que o “fundamental na verdadeira liderança é entender as necessidades das pessoas e saber responder a cada uma delas”. E, segundo ele, a capacidade de atender as necessidades dos outros pode ser aprendida e aprimorada.

Em qualquer grupo humano, os indivíduos se exprimem com base em dois temas básicos: - necessidades e respostas. Sempre necessitamos de algo, do mais primário e material, até o amor, auto-estima e significado espiritual para a nossa vida. Há sempre uma resposta ou “re-ação” para satisfazer estas necessidades, que envolvem, desde a disputa, até uma descoberta criativa ou inspiração divina.

“Juntar as necessidades às respostas é a coisa mais poderosa que um líder pode fazer”, segundo Deepak Chopra. Foi isto exatamente que fez Martin Luther King:  – deu resposta a uma necessidade do povo de auto-estima e significado – ele deu Visão de Futuro.

Para Chopra os princípios fundamentais de uma liderança são:

  1. Líderes e seguidores criam uns aos outros – formam uma aliança espiritual invisível. Os líderes existem para personificar os valores pelos quais os seguidores anseiam; e os seguidores existem para alimentar a visão que o líder tem dentro de si.
  2. O líder é a alma simbólica do grupo – Tudo que é dinâmico em nós, provém deste estado mais profundo do espírito. Assim como os indivíduos, os grupos crescem de dentro para fora.
  3. O resultado de qualquer situação é definido pela visão e pelas qualidades internas do grupo.
  4. As respostas compartilhadas entre líderes e seguidores são: luta/fuga, ego, direção interna, conhecimento ou intuição, criatividade, orientação elevada e unidade.
  5. Assim como existe uma hierarquia de necessidades internas, também existe uma de respostas internas, que evoluíram ao longo do tempo, que são crescentes dentro de nós, e que um líder precisa entender.
  6. Para cada necessidade, há uma resposta correta e a nossa alma sabe como satisfazer a cada uma delas com um mínimo de esforço.
  7. O líder terá êxito quando conseguir satisfazer a vida de seus seguidores, isto é, entender suas necessidades e dar as respostas compatíveis.
  8. Os grandes líderes são aqueles capazes de responder por meio dos níveis mais elevados do espírito.
  9. Os líderes se doam por estarem dispostos a não se livrarem de uma resposta, quando esta se fizer necessária.
  10.  A liderança é possível com uma simples atitude de ficar à vontade com a desordem, pois conseguem ver a ordem “espiritual” subjacente ao caos aparente de necessidades e respostas.

  A essência da liderança, para Chopra está em 7 letras:

L  = look and listenVer e ouvir com os sentidos e também com a alma.

E = empowermentAtribuir poder

A = awareness Ter consciência, conhecer a si mesmo e seus seguidores.

D = doingFazer, Agir com responsabilidade e coerência.

E = emotional  freedom and empathy Liberdade emocional e empatia para entender as necessidades profundas de seus seguidores.

R = responsability (asumir responsabilidade) –
Mostrar iniciativa, assumir riscos maduros, fazer o prometido, ter integridade e viver de acordo com os valores.

S = sinchronicity – Ter sincronismo – “é capacidade de criar uma boa sorte e de encontrar reservas de energia para que o líder vá além dos resultados previstos e atinja níveis mais elevados...é a capacidade de conectar qualquer necessidade a uma resposta da alma.”

O papel do líder é encontrar maneiras de envolver as pessoas que trabalham com ele, em tarefas que realmente importem para elas. As pessoas querem se sentir necessárias e importantes e ter seu talento reconhecido. Se no fim das contas, elas não se sentirem comprometidas com o que fazem, farão o mínimo necessário e não o suficiente para promover o crescimento delas mesmas, de seus colegas e da Companhia.

Outro aspecto importante na liderança, é promover uma mudança de atitude em relação à forma de encarar o erro e o fracasso. Segundo pesquisas publicadas na Revista Fortune, as pessoas bem sucedidas falharam em média 7 vezes, antes de se saírem bem. Precisamos aprender a lidar de forma positiva com o  nosso próprio fracasso, para depois aprendermos a lidar com os dos outros de forma natural, estimulando, em vez de punir.

Segundo John Maxwell, “o fracasso pode servir de trampolim para o sucesso”, mas para isto é preciso:

Reconhecer o valor do fracasso.
Não encarar o fracasso como algo pessoal, que só ocorre com você!  Permitir que a falha redirecione seu caminho. 
Manter seu senso de humor.  
Perguntar: POR QUÊ ? e não QUEM?
Aprender com o fracasso.  
Não permitir que o fracasso o abale.

Usar o fracasso como medida de seu crescimento pessoal.

O erro deve ser encarado com naturalidade, especialmente pelos sentimentos negativos que ele suscita. No entanto, nossa cultura valoriza muito mais os ERROS do que os ACERTOS, ainda que estes sejam estatisticamente muito mais freqüentes do que os erros. Como diz Enio Rezende, “não temos o hábito de falar – acertar é humano, porque acertar é mais comum do que errar, mas falamos que errar é humano”.

Nossas instituições – família, escola, empresas – reforçam a cultura do erro e da punição. Costumamos criticar muito mais do que elogiar, reclamamos da falta de reconhecimento, mas somos os primeiros a chamar a atenção para os erros no lugar de valorizar os acertos, as conquistas. Ainda nos preocupamos em identificar e responsabilizar os culpados, mais do que analisar as causas dos erros e envolver a todos em ações corretivas e preventivas, preparando melhor aqueles que erraram, para não errarem outra vez.

Todas as organizações acreditam ser indispensável que todos os seus colaboradores estejam comprometidos com seus processos de melhoria contínua, se quiserem sobreviver e obter sucesso num mercado altamente competitivo. Sabemos que, para isto, é preciso ter lideranças que energizem  as pessoas através de um senso de urgência na transmissão de objetivos desafiantes e usem o máximo do potencial das pessoas. Isto é, uma empresa energiza as pessoas, quando permite que elas assumam responsabilidades e façam uso do que sabem e têm condições para aprender.

O empowerment é facilitado pela combinação de alguns fatores, tais como, valores e atitudes da liderança e estrutura funcional, treinamento e sistema de recompensa.

Em relação a valores e atitudes do líder, Tom Peters diz que “os maiores líderes não são aqueles que têm seguidores, mas os que procuram formar mais líderes, para que possam transmitir-lhes o poder de descobrir e criar seus próprios destinos”. Segundo ele, a principal tarefa do líder é “transformar-se em fonte de energia que impulsiona os outros. Mas, às vezes, um líder não tem energia...e eu digo: faça de conta que tem esta energia! Finja! Se você dá o pontapé inicial no ciclo energético, a natureza faz o resto e a energia começa a fluir.”

Peter Senge, o guru da “learning organizacion” , em entrevista a revista HSM disse que uma das lições mais simples e básicas para  os líderes: descobrir para onde a energia quer fluir e trabalhar com isso. Às vezes, há uma parte dentro de nós tentando corrigir as pessoas que estão erradas, em vez de construir algo que está tentando acontecer...É preciso trabalhar com quem está realmente interessado”.


OBS. Material Retirado do Programa Executivo Século XXI

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  DESTAQUE
 
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E-LEARNING: SEIS CURSOS DISPONÍVEIS

Já estão disponíveis os seguintes cursos de 

LIDERANÇA
MARCO AURÉLIO VIANNA


VENDAS CONSULTIVAS
JOÃO BAPTISTA VILHENA E JOSÉ LUIZ MEINBERG


RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
DENIZE DUTRA


COACHING
SÉRGIO HILLESHEIM

COMUNICAÇÃO
EUNICE MENDES


INVESTIMENTO:
Um curso
R$ 18.000,00 / Curso

Seis cursos
R$ 14.700,00 cada curso

Os valores acima serão pagos até 5 DDL, (cinco dias da data líquida) mediante apresentação de Nota Fiscal/Fatura;

Quaisquer atrasos sofrerão multa de 10% e reajuste pró-rata pelo IGP-M/FGV;.

Todos os débitos serão colocados em cobrança bancária.

O MVC/MENTOR disponibilizarão licenças  por tempo ilimitado para os cursos escolhidos na lista anterior. 

Notas:
1) Custos não incluídos: ISS, customização/personalização, interface com sistema de gerenciamento na Intranet das empresas, tutoria via WEB, atividades presenciais, cópias de CD ROM.

2) Também não estão incluídas quaisquer outras alterações/ocorrências que envolvam custos não previstos na proposta.

3) O valor do homem-hora da MENTOR Tecnologia para implementação de eventuais adaptações/customizações no programa, a partir das definições de conteúdo fornecida pela empresa-cliente, é de R$ 150,00. Este valor será reajustado pelo IGP-M/FGV, se o valor deste índice for superior a 10% contados a partir  da data de assinatura/aceite desta proposta.

INFORMAÇÕES: 
Tel: 12 3941-5828
beth.braga@mentortec.com.br
doris.Miller@mentortec.com.br

E-LEARNING EM ESPANHOL

A partir de março de 2003, todos os cursos de E-learning estarão também disponíveis em espanhol.

INFORMAÇÕES:
Marcelo.fernandes@mentortec.com.br

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 TREINAMENTO EM JANEIRO E FEVEREIRO


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TREINAMENTO EM JANEIRO E FEVEREIRO - DESCONTOS

Todo negócio tem temporadas de alta e de baixa. 

Na área de Educação Corporativa essa realidade também está presente, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro. 

A partir do conceito de Yield Management, aplicado pelas companhias aéreas para atribuir diferentes preços às poltronas do avião, resolvermos criar algo específico para serviços de Treinamento, Palestras, Consultoria e Pesquisa, prestados pelo MVC nos meses de janeiro e fevereiro de 2003.
Em 2003 vamos continuar conjugando descontos oferecidos com antecedência na contratação de serviços.

Serviços Contratados com:
50 ou mais dias de antecedência - 15% de desconto 
35 dias de antecedência -  10% de desconto 
20 dias de antecedência -  5% de desconto 

Ao confirmar o evento, o cliente deverá pagar um sinal MÍNIMO de 10% do valor total contratado; o restante, apenas sete dias após a atividade. (desenvolvida em janeiro ou fevereiro). 

Para quem oferecer treinamento em janeiro/fevereiro ? 
- Pessoas que, pela posição na empresa, necessitam de maior privacidade no treinamento / consultoria. 
- Assuntos que interessam a apenas 2 / 3 pessoas; 
- Público cuja atividade só permite que seja treinado em meses de "baixa";
- Assuntos que envolvem conteúdo sigiloso; 
- Inexistência do "Conflito" Treinamento / Trabalho; 
- Secretárias / Assessores e Assistentes cujos superiores estejam em férias.

Se está com sobras orçamentárias de 2002, venha conversar conosco. Seu orçamento pode ser otimizado em 2003.

CONTATE O MVC AGORA!

E-mail: costacurta@terra.com.br
Telefone: 11 3171-1645
com Costacurta ou Angélica


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  PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA EXECUTIVOS E GESTORES 

 

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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA EXECUTIVOS E GESTORES

Nos últimos dois anos têm aumentado a demanda por eventos de média duração (40 a 200 horas), distribuída essa duração em módulos de 8 a 24 horas cada e intervalos de 60 / 90 dias entre esses módulos.

Atendendo a essa demanda do mercado, o MVC desenvolveu os seguintes programas

Desenvolvimento de Gestores e Profissionais de Vendas 
(16 módulos)

Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita 
(4 módulos)

Desenvolvimento de Competências para o Executivo / Gerente Século XXI                    
(17 módulos)


Desenvolvimento de Competências para o Supervisor Século XXI                   
(17 módulos)


Desenvolvimento de Competências para o Trainee Século XXI
(17 módulos)


Programa  de Formação e Desenvolvimento de Negociadores                 
(4 módulos)


Programa de Melhoria de Performance Gerencial         
(9 Módulos)


Teremos prazer em remeter o detalhamento do programa de seu interesse.

11  3171-1645           costacurta@terra.com.br  

21  2518-2321               mvcmt@uninet.com.br

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  TREINAMENTO IN COMPANY PARA 2003 - NOVIDADES 
 

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NOVIDADES PARA O TREINAMENTO IN COMPANY 2003 

Título Horas Consultor

Como vender se o cliente está fugindo de nós?

8 horas

João Baptista Vilhena

Como avaliar com justiça o desempenho de seus colaboradores? 8 horas João Alfredo Biscaia
Quebrando os Paradigmas da Comunicação Escrita 8 horas José Paulo Moreira de Oliveira
Convivendo Melhor Consigo e com os Outros: A Base da Liderança para Resultados 8  horas

Denize Dutra / Américo Marques Ferreira

 

Gente que Entende de Gente da Certo Eternamente – Team Building 16 hora Sérgio W. Hillesheim/ Américo Marques Ferreira
Como Conquistar seu Espaço sem Perder a Cooperação dos Outros 8 horas Denize Dutra
Mudança: Quando Decorei Todas as Respostas da Vida, Mudaram Todas as Perguntas – Change Management 16 horas Américo Marques Ferreira
Coaching: O Binômio Produto e Processo – Conhecimento e Metodologia 8 horas Sérgio W. Hillesheim

Diferenciais Competitivos para RH

8 horas João Alfredo Biscaia / Francisco Bittencourt

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 TESTE : SERÁ QUE SOU COMPETENTE PARA RETER TALENTOS?

(L.A. Costacurta Junqueira)

 

 

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SERÁ  QUE SOU COMPETENTE PARA RETER TALENTOS? 
L.A. Costacurta Junqueira
Vice-presidente  do MVC

Beverley Kaye e Sharon Jordan – Evans escreveram um dos maiores best sellers na área de RH: “Love ‘ Em or Lose ’ Em” o que numa tradução livre poderia ser Retendo ou Perdendo.

O teste do mês nos ajuda a identificar comportamentos que podem contribuir para manter ou perder colaboradores.

 

A idéia é que o leitor leia as afirmações a seguir, considerando o contexto do trabalho e suas interações com seus colaboradores, atribuindo graus de 0 a 5;  zero significando que nunca age dessa maneira e cinco que sempre age dessa maneira. Procure responder o que realmente acontece, e não o que gostaria que acontecesse.

1 _______Eu intimido.
2    _______Eu faço as pessoas parecerem menores.
3    _______Sou arrogante.
4    _______Não elogio as pessoas.
5    _______Bato portas e na mesa quando estou zangado.

6    _______Sou rude.

7    _______Só administro para cima, nunca para baixo.

8    _______Só me preocupo com o micro / coisas pequenas.

9    _______Só me preocupo com as pessoas hierarquicamente superiores.
10 
  _______ Só dou feedback negativo.
11  
_______ Eu grito com as pessoas.
12  _______  Eu minto.
13 
_______  Não respeito às regras.
14 
  _______ Eu me sinto bem fazendo as pessoas sofrerem.
15 
_______  Eu me sinto superior / melhor do que os outros
16  _______  Mostro desrespeito .

17  _______  Sou machista.
18 _______Sou racista
.
19 ______Escondo informações críticas.
20_______Uso humor inadequadamente
.
21_______Eu me exaspero em reuniões
.
22 _______Começo cada frase na primeira pessoa
.

23  _______Roubo idéias dos outros .

24  _______Bloqueio progressos funcionais dos outros .
25_______Desconfio de todos
.
26  _______Mostro favoritismo
.
27   _______Embaraço e humilho os outros .
28   _______Eu crítico os outros em caráter pessoal .
29   _______Uso sarcasmo em demasia
.
30  _______Ignoro ou discrimino certas pessoas
.
31  ______Estabeleço metas e prazos impossíveis.                              

32 ______Eu enfraqueço a autoridade dos outros.
33 ______Eu demonstro falta de cuidado com as pessoas
.
34  ______Eu traio a confiança dos outros
.
35 ______Eu faço fofocas e espalho boatos .
36  ______Eu ajo como se os outros fossem estúpidos .
37  ______Eu uso medo como elemento motivador
.
38  ______Eu sou vingativo


ANÁLISE DE RESULTADOS

0-19
Embora  possa ter um dia ruim de vez em quando, você certamente merece uma ótima “nota”  em retenção de pessoas. Preste atenção especial àqueles comportamentos em que obteve grau maior do que 3 e peça regularmente feedback a seus colaboradores.

20- 56

Em algumas situações você pisa na bola em sua competência retenção de pessoas.

Comprometa-se a trabalhar em 5 comportamentos da lista (com grau maior do que 3). Assim você poderá manter seus melhores talentos e progredir continuamente.

 

 

+ 57

Você está correndo altíssimo risco de perder seus melhores talentos, se não todos eles.

Busque feedback de outras pessoas e considere pedir a ajuda de um coach.

 

Por:

L A Costacurta Junqueirea , adaptado do Livro Love EM or Loose EM: Getting Good People to Stay, Beverly Kaye, Sharon Jardan-Evans.  

 

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