Nº 74 - Setembro de 2004

       
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 Editorial  Questionamento
 RH! Socorro! Precisamos de você    O Estilo Pinóquio

O que RH pode (e deve) fazer para reverter esta onda de pessimismo que permeia nossas vidas? Por que o mundo não está PIOR, mas sim DIFERENTE? 

Marco Aurélio Ferreira Vianna 

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  Você acredita em tudo o que ouve? Quais as mentiras mais comuns? Como incentivar os outros a falar as "verdades"?




Luiz Augusto Costacurta Junqueira

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 Insight  Novidade
Planejamento Estratégico de Vendas   Relatórios Vapt Vupt (Flash Report)

Por que um planejamento estratégico de vendas? Que ferramentas utilizar? Que resultados podem ser obtidos? 


João Baptista Vilhena

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Você sabe realmente preparar relatórios? Leia o texto abaixo e receba um feedback do autor.




José Paulo Moreira de Oliveira
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 Mudança  Comportamento
  Lembrei os melhores argumentos e eles não funcionaram!   Tamanho não é documento!
 

Vale a pena usar estilos e argumentos do passado? Em vendas, qual o caminho a trilhar? Que erros evitar?


José Luiz Meinberg

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Como adotar um comportamento empreendedor? Qual o lado comportamental do empreendedorismo? Quais as 10 características do comportamento empreendedor?

Denize Dutra
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 Habilidades  Teste
  NEGOCIAÇÃO - Ação para o negócio    Seu Site funciona? 
 

Como aplicar os conceitos de negociação às nossas relações do dia-a-dia? Por que negação do ócio? Quais as lições para o cotidiano?


Francisco Bittencourt
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Qual a qualidade do site de sua organização? Ele cumpre seus objetivos? Ele consegue "segurar " seu usuário?.


Cláudio Guarnieri
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 Estratégia  Teste
  Executar o planejado. Eis o desafio!    Como está seu planejamento? 
 

Planejar é definir a estratégia certa, mas também os caminhos para implementar essa estratégia. Leia o artigo e faça o teste.


Alexandre Freire
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Veja como sua empresa se posiciona em termos do que foi abordado no artigo.



Alexandre Freire
Veja Mais

       
Expediente
  Publisher: Costacurta Junqueira Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa; Leandro Santana
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EDITORIAL  

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MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

Presidente do MVC

 

 

RH! SOCORRO! PRECISAMOS DE VOCÊ

 

Estamos vivendo hoje no Brasil uma delicada situação que merece prioridade na agenda de RH. E mais que isto: urgência absoluta. Lembrando o velho método GUT, do Kepner-Tregoe, o tema é Grave, Urgente e representa uma Tendência. A situação atual do país está levando as pessoas a uma Crise de Esperança, como há muito tempo não se via. Não cabe neste texto discutir se isto é sinistrose eleitoreira, ou não. Vale a percepção do fato por parte dos indivíduos. A brilhante Lya Luft afirma que vivemos um momento no qual estamos no meio da crueldade, da hipocrisia, da violência, de acusações abjetas, de calúnias vis, corrupção escandalosa, de mentiras secretas e venenosas. Sergio Abranches o renomado sociólogo afirma que estamos no caminho de retorno ao velho nacionalismo autárquico, do intervencionismo, do despotismo. A Revista Veja chega a avaliar, em seu Editorial, que vivemos em um Asilo de Idéias, ou em um Parque dos Dinossauros da Inteligência.

        

No mundo real das empresas percebemos através de uma análise mais cuidadosa que as pessoas estão efetivamente inseguras. O jovem não tem garantia de ocupação e trabalho, muito menos de um emprego. O jovem empregado não tem garantia alguma de seu futuro. Homens e mulheres de meia idade sentem-se como velhos aos quarenta anos, um produto descartável, um fora do prazo de validade, como ouvi tantas vezes. Senhores e senhoras de cinqüenta anos estão perplexos diante do avanço da medicina que lhes estende a vida até aos noventa anos. "O que fazer com tanta vida pela frente?"  perguntam-me nas conversas pós-palestras.

        

É neste momento que RH tem de assumir seu papel. Antes e acima de tudo de Super RH. Suas funções de ensinar, conscientizar, motivar, instigar, consolar, ser amigo e  compreensivo. Ter de entrar em campo, acima de tudo com dois grandes objetivos: mostrar em profundidade a época que estamos vivendo  e que flexibilidades e aptidões são necessárias para este novo momento.

 

É absolutamente prioritário demonstrar que O MUNDO NÃO ESTÁ PIOR, ESTÁ DIFERENTE. Por isto é preciso antenar e buscar oportunidades. É necessário retirar qualquer ranço de revolta e criar uma mentalidade favorável à adaptação quem sabe, às vezes, até dura, difícil, complexa. É indispensável elevar a vida a um status mais nobre, incutindo nas pessoas o pensamento: "A mudança e os novos desafios não podem levar embora a minha felicidade". É preciso mostrar que o diferente traz novas oportunidades. É preciso ouvir de novo Lya Luft, agora com sua receita: "Em certos momentos o que nos salva não é o amor, mas o humor". É preciso estar com boa auto-estima, melhorando a autoconfiança. Precisamos estar preparados para o novo. Precisamos estar motivados, sempre lembrando, com motivos para a ação. Seres Humanos precisam, como nunca, dos Recursos Humanos. E, se quiserem, de uma boa palestra motivacional.

 

Boa leitura

 


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O ESTILO PINÓQUIO

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LUIZ AUGUSTO COSTACURTA JUNQUEIRA

VP do MVC

 

 

O ESTILO PINÓQUIO

 

 

Executivos normalmente se caracterizam por pessoas que vivem cobrando resultados, demandando respostas rápidas, comportamentos assertivos; enfim sempre estão buscando a versão mais próxima e urgente da "verdade" definitiva.

E a verdade é que acabam ouvindo mais mentiras, ou meias verdades; e o que é pior: terminam por aceitar ou considerar como razoável o que ouvem.

O propósito desse artigo é listar algumas das mentiras mais comuns, apresentando alguns comportamentos/sugestões que possam assegurar que o que é dito esteja mais perto do verdadeiro que do falso.

 

MENTIRAS MAIS COMUNS

Estamos anos luz adiante da concorrência!!!

Não devemos mudar o que está dando certo, fizemos um benchmarking e está tudo bem!!!

Vou entregar este planejamento amanhã!!!

Seu estilo participativo é que faz esta empresa crescer!!!

Pode tirar férias tranqüilas que a empresa não vai parar!!!

Volto daqui a 15 minutos!!!

Não sei porque isso não dá certo, estava igual ao do ano anterior!!!

Aqui na empresa todos são tratados igualmente!!!

O mercado pratica isso há muitos anos!!!

 

Passando das mentiras para a busca da verdade, vamos a algumas formas de incentivar nos subordinados, pares, clientes, comportamentos mais verazes.

 

INCENTIVANDO A VERDADE

Embora seja um tema que comporta uma abordagem bastante profunda, há alguns comportamentos que "ajudam" os outros a serem mais verazes no seu relacionamento. Sem qualquer dogmatismo, seguem algumas sugestões:

  • Tente identificar o que há por trás das mentiras:

Falta de crença em você/empresa;

Falta de motivação;

Incompetência;

Etc.

  • Procure solicitar aos outros fazer o que para você seria possível e razoável (em termos de prazos, competências, custos etc).

  • Peça verbalmente, mas confirme o pedido por escrito antes do prazo se encerrar.

  • Tenha sempre uma testemunha quando pedir e a mesma (se possível) quando receber (em casos especiais, é claro).

  • Não agrida verbalmente quem lhe disse uma mentira; use o silêncio para desconcertá-lo ou fazê-lo cair na real.

  • Peça para colocar a mentira "por escrito" e enviá-la pelo e-mail logo após a entrevista.

  • Repita a mentira com suas próprias palavras sob a alegação que quer ver se entendeu bem o que o outro disse.

  • Pense no jogo de pôquer e aprenda a identificar gestos e comportamentos que mostram que o outro não está dizendo a verdade.

  • Não alardeie a mentira, deixe-a ficar entre quatro paredes, torne-a reversível para a outra pessoa (facilite o voltar atrás).

  • Lembre ao outro que todos têm o direito a dizer uma mentira (ou uma meia verdade), o problema está na segunda vez, na terceira...

  • Questione tudo o que lhe disserem, isto levará o interlocutor a respeitá-lo mais.

As idéias que colocamos são bastante simples; temos certeza de que sua experiência certamente já terá lhe ensinado algo semelhante (ou até mais completo). Talvez apenas sua colocação de forma mais estruturada ajude na administração do problema.

 

É importante lembrar que a mentira tem pernas curtas, não sobrevive; quando mais cedo ela for desmascarada, menores serão os desgastes nas relações com terceiros e para os resultados de sua empresa.

 

Para terminar, dê o exemplo: diga sempre a verdade, mesmo que seja dura.

 

 

MATERIAL RETIRADO DO PROGRAMA COACHING: UMA FERRAMENTA ESSENCIAL PARA LIDERANÇA.

 

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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE VENDAS

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JOÃO BAPTISTA VILHENA

VP do MVC

 

 

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE VENDAS

 

 

Nos últimos meses tenho recebido freqüentes solicitações de programas de treinamento na área de Planejamento Estratégico de Vendas. Como sei que essa é uma área crítica para as organizações - e reconheço que a bibliografia sobre o tema específico é bastante escassa - pretendo dividir com você leitor alguns aprendizados que venho acumulando neste tipo de trabalho. Visando facilitar nossa conversa, vamos seguir um roteiro das questões mais comuns para as empresas que estão preocupadas em investir nessa área.

  1. por que fazer um Planejamento Estratégico de Vendas?

  2.  

    Pode parecer incrível, mas muitas empresas vêem a área de vendas apenas sob o aspecto operacional. Para essas empresas, o papel de vendas é vender o que a empresa tem para oferecer, bastando para isso "ir a campo e oferecer".

     

    Apenas as empresas que já amadureceram e compreenderam que o mercado não reage de forma condicionada aos apelos da área comercial é que valorizam o planejamento das vendas – e não o planejamento do trabalho a ser executado pelo vendedor – como algo verdadeiramente estratégico.

     

  3. quem deve ser o responsável pelo Planejamento Estratégico de Vendas?

  4.  

    A responsabilidade final é do principal gestor da área comercial, mas ele não tem condições de exercê-la sozinho. Esse executivo é quem vai garantir que as estratégias que serão empregadas pela área comercial não afrontarão, em momento algum, os postulados da estratégia competitiva da organização (se sua empresa se posiciona no mercado com líder em custos, você não pode propor uma estratégia comercial que vá agravar os custos internos significativamente). O respeito à Missão e Visão é essencial para garantir a exeqüibilidade do plano.

     

    Outra questão fundamental é que todos os membros da área comercial, bem como seus principais fornecedores internos devam ser convidados a participar do processo de Planejamento Estratégico de Vendas, pois precisarão conhecer e se comprometer com as estratégias. Caso esse comprometimento não seja obtido, o trabalho terá sido em vão.

     

  5. que ferramentas são utilizadas no Planejamento Estratégico de Vendas?

  6.  

    Como todo o trabalho de planejamento, utilizam-se ferramentas analíticas e de diagnóstico para mapear a situação atual. Em seguida, revisitam-se o Plano Estratégico Corporativo e o Plano de Marketing para garantir a correta compreensão de quais deverão ser os principais objetivos a serem perseguidos no Planejamento Estratégico de Vendas. A partir daí, discutem-se as diferentes estratégias que permitiriam atingir esses objetivos. Basicamente avalia-se: a atual metodologia de vendas, a estrutura da força de vendas, os principais canais de distribuição que estão sendo utilizados, a política de preços, as formas de remuneração da força de vendas e uma série de outras questões que são relevantes para a performance da área comercial.

     

  7. como controlar os resultados?

  8.  

    Existem vários instrumentos de controle, como gráficos, histogramas e outros. Eu prefiro utilizar um modelo adaptado do Balance Score Card, no qual os objetivos são definidos em torno de 4 grandes áreas: financeira, clientes, processos internos e aprendizagem. A maior vantagem do BSC é que se pode chegar a um cartão de controle individual, que será utilizado por cada participante da equipe para saber, de forma rápida e simples, que tipo de contribuição está dando para o atingimento dos objetivos com os quais se comprometeu.

     

  9. que resultados são obtidos de um trabalho como esse?

  10.  

    Embora varie de caso para caso, costuma-se conseguir uma empresa mais confiante nos seus próprios objetivos, com pessoas comprometidas com o sucesso do negócio como um todo e, conseqüentemente, mais confiantes e estimuladas a dar a sua contribuição para que esse sucesso realmente ocorra.

     

  11. o investimento nesse tipo de trabalho é significativo?

 

Não existe almoço de graça. Quando uma empresa desenvolve um processo sistematizado de planejamento acaba tendo que fazer alguns investimentos. Contudo, segundo clientes que resolveram investir em Planejamento Estratégico de Vendas, o retorno sobre o investimento é significativo e o payback é muito curto.

 

Espero que, como eu, você perceba que já não é mais possível ficar improvisando na área comercial. Não dá mais para acreditar em vendedores natos, clientes ingênuos ou concorrência inerte. Se praticamente todas as áreas críticas da organização estão se esforçando para planejar estrategicamente sua atuação, por que a área de vendas continua sendo vista apenas como um conjunto de músculos sem a necessidade de ter cérebro?

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA DESENVOLVIMENTO DE GESTORES E PROFISSIONAIS DE VENDAS.

 

 

 

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RELATÓRIO VAPT VUPT (FLASH REPORT)

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JOSÉ PAULO MOREIRA DE OLIVEIRA

Consultor do MVC

 

 

RELATÓRIOS VAPT VUPT (FLASH REPORT)

 

 

Em que pé andam as negociações para a fusão de sua Empresa X com a Empresa Y? Como foram as vendas do holding no último trimestre e quais as perspectivas para o próximo ano? Quantos contratos foram fechados e quantos cancelamentos ocorreram? Quais as chances reais de os contratos X,Y e Z serem renovados?

 

Dados como esses constituem base de memória para a tomada de decisões. Exatamente por isso, Flash Reports são textos curtos e extremamente objetivos. Tudo o que o leitor não quer – e não pode – é perder tempo.

Fuja, portanto, dos abomináveis tendo em vista que, ou considerando que, aos quais, invariavelmente, se segue muita delonga e conversa inútil.

 

Se o leitor deseja saber qual o grau de receptividade do público a novos serviços disponibilizados pela Companhia, diga isso a ele no início de seu texto. Nos parágrafos seguintes, fundamente sua opinião da forma mais objetiva possível. Apresente dados e informações pertinentes, acrescente alguns depoimentos, construa gráficos estatísticos e, ainda, recomende ações a serem executadas.

 

Dependendo do nível de informação relativamente ao assunto a ser tratado, um breve histórico contextualizará o leitor de forma a fazê-lo entender melhor a natureza do problema.

 

O passo-a-passo do Flash Report

  1. Utilização da estrutura De: / Para:

  2. Solicitação do Cliente interno

  3. Resposta ao solicitante

  4. Fundamentação da resposta

  5. Recomendações

Notas

  • Há determinadas circunstâncias em que o redator pode consultar ou simplesmente encaminhar o problema para outras áreas. Em ambas as situações, o solicitante deve ser informado das ações em curso para atender satisfatoriamente seu pedido de informações.

  • Caso seja necessário contextualizar o leitor sobre antecedentes relevantes, envie essas informações sob a forma de arquivo anexado. Dê ao leitor a chance de decidir se é ou não oportuno consultar esse histórico.

 

RELATÓRIO VAPT VUPT - ATIVIDADE PRÁTICA

 

O juiz da Comarca de Libertyville acatou denúncia do Comitê de defesa da moralidade, questionando a má qualidade da programação veiculada pela rádio local.

Em seu despacho, sua excelência intima os responsáveis a comparecerem em audiência, para justificarem a procedência ou não das denúncias feitas contra a emissora.

 

Alegam os reclamantes que:

  • a rádio reserva pouco espaço à difusão de noticiário local;

  • não há nenhuma programação destinada à terceira idade;

  • a programação musical da emissora privilegia conjuntos de heavy metal;

  • as gírias e a irreverência dos locutores constituem péssimo exemplo de conduta para a juventude.

O Jurídico da Empresa solicitou então a você, diretor de Programação da Rádio, a redação de um texto com as informações necessárias para refutar os argumentos do Comitê.

 

Lembre-se que as informações prestadas constituirão a base de defesa da Organização que você representa.

 

Seu texto deve ter, no máximo, duas páginas, e a utilização de ilustrações é recomendável.

 

Recebendo Feedback do Autor 

(e-mail: costacurta@institutomvc.com.br )

 

Os cinco primeiros trabalhos enviados serão comentados pelo autor; cada um dos cinco leitores ganhará um exemplar do livro Como Escrever Melhor.

 

Textos enviados com até 03 dias do recebimento do Insight também farão jus a um feedback do autor.

 

 

EXTRAÍDO DO LIVRO COMO ESCREVER TEXTOS TÉCNICOS, DE AUTORIA DO CONSULTOR, A SER PUBLICADO PELA EDITORA THOMPSON LEARNING, COM LANÇAMENTO PREVISTO PARA SETEMBRO DE 2004.

 

 

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LEMBREI OS MELHORES ARGUMENTOS E ELES NÃO FUNCIONARAM!

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JOSÉ LUIZ MEINBERG

Diretor Comercial e Consultor do MVC

 

 

LEMBREI OS MELHORES ARGUMENTOS E ELES NÃO FUNCIONARAM!

 

 

Muitos vendedores frente aos clientes se sentem como "tivessem sido pegos com as calças na mão". Participam de programas de treinamento em torno de argumentos e forma de abordagem que no passado vinham dando certo. Treinam a abordagem e argumentação segundo a experiência dos que vinham obtendo bons resultados. Desenham cenários do que vão encontrar no cliente e quando chegam lá, na primeira objeção, parece que o "mundo vem abaixo": Não sabem como responder!

 

Na verdade a velocidade da atualização dos argumentos a serem utililizados precisa ser hoje muito maior do que era no passado. Se um vendedor adotar aquela famosa postura do "deixa comigo", com certeza estará com um repertório de respostas fora da realidade, divorciado das necessidades dos clientes.

 

Também os cenários utilizados nos treinamentos tradicionais são cenários que geralmente não refletem a dinâmica situação em que os clientes se encontram no seu dia-a-dia. Não teatralizam a evolução das possíveis objeções dos clientes, as dúvidas que os usuários dos produtos ou serviços vão encontrando quando confrontam estas ofertas com a sua realidade.

 

O que parece é que estamos definitivamente passando por uma nova fase, onde vendedores e seus gestores precisam efetivamente estar focados em aprender o novo. Não é possível mais acreditar que um vendedor nasce sabendo como sair de cada uma das muitas situações que vão sendo encontradas no dia-a-dia. Aprender a vender é um constante processo evolutivo de capacitação e reciclagem que deve ser iniciado sempre pela humilde constatação de que não se sabe tudo.

 

A partir desta constatação, pelo próprio vendedor, tudo fica mais fácil para aprender: já existe o diagnóstico, a predisposição e a boa vontade. O segundo passo neste processo evolutivo vem pela situação em que o vendedor consciente da sua não capacitação vai procurar os melhores elementos para sua evolução. Ótimo! Saberá agir de forma mais organizada, tendo certeza de que cada atividade possui uma razão para ser aplicada. É a mesma situação de quando aprendemos a dirigir um automóvel. Sabíamos, passo a passo tudo que era necessário executar. E o fazíamos de forma até um pouco "dura" e lenta. Mas tínhamos a perfeita consciência do que estávamos fazendo.

 

A situação atual, vender pela forma mais fácil e automatizada, vem pela fase seguinte deste processo evolutivo. Pela repetição dos mesmos argumentos nas diversas situações que vamos encontrando, temos a natural tendência em nos acostumar com o que falamos. Gradativamente vamos automatizando o que é dito e muitas vezes "cortamos" parte dos argumentos por não julgarmos tão importantes assim. E o pior, pouco pensando no que falamos e o que falamos em nossos argumentos. É puro ato reflexo. É como no automóvel, ao dirigir: com toda nossa experiência, deixamos de pensar o que estamos fazendo. Afinal fazemos tão bem que até por um ato automatizado de estacionar o nosso carro numa vaga, pouco lembramos no dia seguinte como fizemos isto. Tudo porque foi automatizado. Ou então quando estamos dirigindo a uma velocidade alta, conversando com outra pessoa ao lado, sequer prestamos atenção no que está ocorrendo. Afinal estamos "acostumados" a dirigir e saberemos agir a cada situação imprevista que porventura possa surgir. Algumas vítimas de acidentes automobilísticos não pensam mais desta maneira.

 

Não queremos aqui fazer qualquer tipo de campanha para inibir acidentes de trânsito, precisamos é alertar vendedores para possíveis "acidentes de abordagem nas vendas" e como estar prevenidos. Precisamos também alertar os gestores de vendas que cada vez que eles "empurram" suas equipes para uma venda obtida pelo maior número de visitação, a chamada técnica sob pressão, eles estão levando seus vendedores a diminuir o tamanho do esforço da abordagem para privilegiar, como resultado, um maior número de visitas.

 

Para estes dois (vendedores e gestores) e para aqueles que agem na base do "deixa comigo que eu sei", recomendamos duas possíveis situações:

  1. Um passo atrás na evolução de capacitação e reciclagem voltando ao estágio que sabe porque sabe, ou seja na fase em que cada argumento utilizado tem razão consciente e hora adequada para ser aplicado, tornando a argumentação menos automatizada e mais consciente;

  2. Voltar ao início do processo e declarar que não sabe nada e começar tudo de novo, experimentando a evolução como se fosse um principiante. Retomar o ciclo a partir da ignorância, passando pela aprendizagem e chegando ao domínio, tomando o cuidado para não ir de novo ao estágio do hábito.

Mesmo que isto represente "diminuir a velocidade" das abordagens de vendas é necessário o vendedor ter plena consciência do que está operando, uma mudança na forma atual de agir. Cabe então aos gestores de vendas ajudar estes profissionais a passar da zona de desconforto onde estão acostumados para a esta nova zona, um pouco mais desconfortável. É mostrar aos vendedores os benefícios da mudança na forma de vender, muito mais pausada, mais pensada, mais focada em cada cliente; uma metodologia para quem deseja andar pela tão falada venda consultiva. Cabe aos gestores diminuir sua velocidade de cobrança numérica e caminhar na direção da cobrança qualitativa de cada visita.

 

A estes líderes de equipe de vendas, por outro lado, cabe também trabalhar pela mudança dos modelos mentais de suas equipes. Esta história de "empowerment" deve ficar clara que uma operação, tanto do gestor indicando o "faça o que for preciso fazer", a partir de uma diretriz e o vendedor agindo isoladamente e seguro no campo, procurando adaptar as ofertas aos seus clientes sem um depender da autorização do outro. Já foi o tempo em que o vínculo entre eles era estabelecido pela relação do tipo: "me dá a sua fidelidade que garanto a sua aposentadoria". O que se quer hoje é diferente: "me dá a sua produtividade que eu garanto a sua empregabilidade". É uma via de duas mãos, onde o vendedor apresentará resultados e os gestores (as empresas) investirão seu tempo no desenvolvimento de seus empregados.

 

É preciso acreditar que os melhores argumentos de vendas, as melhores respostas às objeções dos clientes, aquelas que funcionam, são desenvolvidos muito antes de cada venda. Começam pelos gestores incentivando e criando condições para a atualização de suas equipes, passa pelos vendedores acreditando que o bom argumento de ontem não será bom necessariamente hoje e muito menos amanhã, que todo dia uma nova situação poderá ser encontrada na frente do cliente. Para tanto precisará, sempre, mas sempre mesmo, estar atualizado com os últimos assuntos que envolvam o negócio do cliente e estar atento às tendências no mundo que os cercam, discutindo e tirando as melhores conclusões. E, finalmente, estar ciente que as melhores respostas às objeções de seus clientes não pode ser feita por um simples ato reflexo e sim reflexo de um maior e constante preparo.

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA DESENVOLVIMENTO DE EXECUTIVOS E GESTORES COMERCIAIS.

 

 

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TAMANHO NÃO É DOCUMENTO!

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DENIZE DUTRA

Consultora do MVC

 

 

"TAMANHO NÃO É DOCUMENTO!"

 

 

Diz o ditado popular que "tamanho não é documento!" E, também, dizem as pesquisas, que as Empresas Familiares correspondem a 80% do universo empresarial mundial e geram metade de sua riqueza, sendo as responsáveis por 50% do PIB Mundial (dados publicados na Revista HSM Management - dezembro 2003).

 

Grandes corporações como a FORD, FIAT, Wal-Mart, Grupo Pão de Açúcar, Gerdau e outras nasceram do pequeno negócio de uma família, cujos membros, hoje, continuam no controle acionário, apesar de sua vultosa expansão. Dentre as 200 maiores Empresas Brasileiras, 40% são empresas familiares e que, um dia, começaram pequenas.

 

Outro estudo mostra que, de cada 100 empresas familiares, apenas 30 sobrevivem até a segunda geração; 15 até a terceira e apenas 4 resistem até a quarta geração. Estes números evidenciam o grande desafio de continuidade deste tipo de organização. Sabe-se também que, a cada três empresas criadas, duas fecham precocemente, sendo que, muitas antes mesmo de completarem um ano de existência.

 

Numa visão mais sócio-econômica, cada vez mais, evidenciamos a necessidade de gerar alternativas de desenvolvimento, que fomentem a economia e o crescimento social das comunidades. Segundo pesquisa da London Business School, o Brasil é o quinto país mais empreendedor do mundo (dentro dos 29 analisados) e o brasileiro tem um alto grau de ousadia, aceita correr riscos e tem proatividade para criar novas empresas.

 

Numa perspectiva histórica dos estudos sobre a função empresarial, até chegar ao conceito de empreendedorismo, cabe ressaltar o importante papel desempenhado, desde 1980, pela GTZ, Instituição Alemã de Cooperação Técnica, que iniciou um trabalho de fomento à função empresarial, através de uma metodologia absolutamente inovadora para os conceitos da época, numa experiência iniciada no NEPAL, e que foi, posteriormente, consolidada em outros países da Ásia, Europa Oriental, África e América Latina. Esta metodologia hoje, conhecida por CEFE – Competências Econômicas para Formação de Empreendedores, baseia-se no seguinte tripé: nos conceitos/características do Empreendedor; nos conceitos de Andragogia; e na utilização de jogos de negócios, como recurso para desenvolver empreendedores e melhorar a atuação empresarial, através da auto-análise guiada, do estímulo ao comportamento empreendedor e do fortalecimento de competências profissionais.

 

Dentre as muitas definições e conceitos encontrados sobre o que é ser empreendedor, escolhi uma que é simples, mas enfatiza, na minha percepção, a diferença mais expressiva entre os que são ou não são empreendedores: "Empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões" (Filion - 1991).

 

Acredito, como cita Fernando Dolabela (2000, p. 28) que "o empreendedor é um Ser Social, produto do meio em que vive (época e lugar)... e que o perfil do empreendedor (...) pode variar de um lugar para o outro". Apesar das dificuldades para se estabelecer um perfil psicológico, absolutamente científico, do empreendedor, devido às diferenças expressivas de amostragens, foram identificadas algumas características mais comumente encontradas nos empreendedores, que possibilitam identificar pessoas com este potencial, e que devem ser desenvolvidas e aperfeiçoadas, de forma a garantir maiores chances de sucesso. Filion identificou mais de 250 características do comportamento empreendedor, no entanto as 10 mais comuns são aqui apresentadas de forma bem sucinta:

  1. Exigência de qualidade e eficiência.

  2. Busca de informação.

  3. Planejamento e monitoramento sistemático.

  4. Independência e autoconfiança.

  5. Estabelecimento de metas.

  6. Busca de oportunidades e iniciativa.

  7. Assumir riscos calculados.

  8. Comprometimento.

  9. Persuasão e rede de contatos.

  10. Persistência.

O expressivo aumento dos estudos, que utilizam a psicologia para entender o comportamento empreendedor, a crescente importância que estes aspectos vêm tomando para explicar o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos, bem como, a clara necessidade de se buscar modelos que possibilitem o desenvolvimento desses comportamentos, demonstram a alta relevância que este tema passou a ter.

 

Um destes estudos e pesquisas foram feitos por Daniel Goleman analisando os principais componentes da Inteligência Emocional (autoconhecimento, autocontrole, automotivação, empatia e relacionamento interpessoal), como fatores determinantes do sucesso dos profissionais, que nos possibilita também uma melhor compreensão do comportamento empreendedor.

 

Admitir que o comportamento empreendedor pode ser desenvolvido e não é algo geneticamente determinado, implica dar ao ambiente organizacional uma grande importância como um dos determinantes desse comportamento. Dessa forma, este ambiente deve possibilitar o surgimento e a estimulação de comportamentos empreendedores, o que exigirá uma cultura organizacional de aprendizagem, de abertura a mudanças, de aceitação do erro como natural e como parte do processo de aprendizagem, de incentivo ao risco, à criatividade, à inovação, ao conflito de idéias, enfim, às diversidades. Pesquisas têm comprovado que "os empresários de sucesso são influenciados por empreendedores do seu círculo de relações (família, amigos) ou por líderes, ou por figuras importantes, tomados como modelo". (Dolabela - 2000)

 

Toda organização é a expressão dos propósitos de seus fundadores, que determinam, também, a forma como são aglutinadas as contribuições individuais de cada um dos participantes do sistema. Tais contribuições individuais são determinadas, em grande parte, pelas características de personalidade de cada pessoa, pela cultura da organização e também pela rede de relacionamentos sociais, ou seja, pelos papéis representados nas diferentes situações. De certa forma, isto explica a importância das características individuais dos empreendedores no processo decisório desse sistema complexo e de seus possíveis impactos sobre os resultados do negócio e sua continuidade, permitindo que, na maioria dos casos, a história da empresa se confunda com a história de seu Fundador.

 

Fica a reflexão para nós, Profissionais da Gestão de Pessoas, sobre nosso importante papel junto a essas Empresas, que muitas vezes, não têm ainda nomes importantes para dar "status" ao curriculum vitae, mas que podem ser Grandes, em experiência, em contribuições e em potencial para desenvolver.

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA EXECUTIVO E GESTOR SÉCULO XXI

 

 

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NEGOCIAÇÃO - AÇÃO PARA O NEGÓCIO

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FRANCISCO BITTENCOURT

Consultor do MVC

 

 

NEGOCIAÇÃO – Ação para o Negócio

 

 

"Compreensão tolerante frente aos sentimentos - compreender não significa aprovar - surdez total com relação às opiniões e abertura diante dos fatos, essas são três das condições necessárias ao desempenho do negociador"

(Louis Laurent)

 

Quando abordamos o tema negociação, o que em geral nos vem à mente é a negociação comercial, onde trocas, concessões e barganhas se sucedem, com o objetivo de fechar um negócio, obter uma vantagem, enfim, alcançar um resultado se não desejado, pelo menos esperado.

 

Pouco se prioriza, no aspecto formal da negociação aquela dita interna, vivenciada no dia-a-dia dos indivíduos, onde a abertura de uma porta, seguida de um agradecimento é uma forma discreta e velada de negociação, onde a cessão de um espaço físico na rua, no elevador, no corredor, no transporte coletivo, acompanhada de um singelo "obrigado" encerra uma negociação sutil, quase imperceptível, mas, de qualquer forma importante no relacionamento interpessoal.

 

Quanto haveria de ganho na qualidade das relações se as pessoas, ao refletirem sobre suas atitudes, seu comportamento, fossem capazes de analisar o impacto de suas ações individuais sobre o resultado dos negócios, e do contexto onde atuam? Qual seria o novo cenário das relações interpessoais, mormente nas organizações, se conseguíssemos transportar para a relação de todos os dias, os ensinamentos que nos são dados a conhecer em nossa formação como negociadores?

 

A negociação é um instrumento eficaz na obtenção de resultados, é considerada uma ferramenta fundamental no exercício da liderança, opera como um complemento indispensável na consecução do comprometimento.

 

Ação para negócio, negação do ócio, enfim, justificativas etimológicas existem em quantidade suficiente para a identificação deste instrumento de ação organizacional como essencial para o mundo contemporâneo.

 

Na chegada do verão, todo o merchandising é voltado para o cuidado com o corpo, os exercícios aeróbicos, o esforço físico compensador, o consumo de alimentos leves e refrescantes, a boa forma como dogma.

 

Qual a dificuldade, então, para que, na busca de resultados, não se enfoque a necessidade indispensável de transformar cada cabeça pensante da organização, em um negociador permanente capaz de exercitar, de forma cadenciada como numa caminhada saudável, os diversos passos e etapas de um processo negocial clássico?

 

Desenvolver, internamente, nas organizações o senso negocial, tal e qual desenvolvemos o senso de urgência, o senso cliente, o senso de qualidade, para o traçado de um perfil civilizado, onde os indivíduos, seguros de seus objetivos não despenderão energia com atitudes desgastantes e improdutivas.

 

Deixar bem claro que a necessidade de estabelecer um objetivo para cada ação individual ou coletiva, definir uma prioridade a ser alcançada e, a partir de então, criar formas de ação onde a troca de informações, as concessões de posições e espaços se faça de forma saudável, gerando crescimento de indivíduos e consolidando o perfil de eficácia da organização.

 

A organização não subsiste hoje somente com seu enfoque econômico, de controles numéricos bem estruturados. A organização hoje, neste universo contemporâneo e globalizado, é uma instituição de caráter social, onde além dos resultados que o mercado indica, leva ao crescimento dos indivíduos, num processo de aprendizado constante e permanente.

 

Indivíduos desenvolvidos, conscientes de seu papel (não somente cientes, mas conscientes) estão aptos a gerar resultados efetivos, mais sólidos, coerentes, já que o resultado foi alcançado de maneira planejada, estruturada, não contaminada pela improvisação irresponsável, ou pela impulsividade não planejada.

A partir de cada atitude a ser tomada, de um comportamento a ser assumido, identifiquem-se as necessidades, expectativas e objetivos próprios e daqueles parceiros na ação, percebam-se as linhas de trocas e concessões, onde avançar e onde recuar, identificando os porquês dessas posições, o resultado tenderá a uma solidez indiscutível.

 

Desenhar os mecanismos de poder a ser acionado, como trabalhar esse poder, de forma a torná-lo um mecanismo de co-responsabilidade e não uma demonstração de força ou "status", reconhecer sua própria capacidade pessoal decisória, trabalhando lógica, emoção, senso de oportunidade ou sua sensibilidade com competência levará ao crescimento, não só de quem provocou essa mudança, mas de todos aqueles impactados por essa forma de agir.

 

Ao invés de transformar o convívio entre líderes e liderados em momentos de unanimidade doce e complacente, ou mesmo de imposições homogeneizadoras, e até dependendo do caso, de cenas de terror explícito, porque não transformar esses momentos de busca de resultados compartilhados, mesmo que efêmeros, diáfanos, em momentos de crescimento e aprendizado?

 

A negociação, uma prerrogativa do homem, o que lhe passa um atestado de superioridade em relação às demais espécies da humanidade, tem o dom de "se o resultado a ser obtido não puder ser alcançado, ao menos melhore de qualidade a relação entre as pessoas" (afirmativa de Roger Fisher). Ou seja, nada se perde na negociação: se não se ganha o resultado esperado, se ganha na qualidade do relacionamento e do envolvimento entre as partes.

Rever os processos decisórios internos; identificar onde está havendo o uso exacerbado do autoritarismo das lideranças e transformá-lo em processos negociais múltiplos; perceber onde há omissão pelo descaso, incrementar o envolvimento negocial co-responsabilizado.

 

Nos processos de administração participativa percebe-se que sua sobrevivência somente se concretiza se as unidades de negócio subsistirem em um sistema de interdependência, onde o mecanismo lubrificador das ações é a negociação.

 

Os indivíduos somente se comprometem se há mecanismos de busca de resultados individuais, associados a outros estratégicos, se previamente negociou-se esses objetivos, e onde o desempenho e o nível quali-quantitativo de alcance desses objetivos, delineou-se previamente em um momento onde líderes e liderados sentaram-se frente a frente para compartilhar uma escolha de critérios de acompanhamento, avaliação e revisão de posturas.

 

Dessa forma os sistemas não só funcionam de forma eficaz, mas oferecem um ambiente real, não necessariamente perfumado de forma doce e geradora de mal-estar, mas um ambiente onde o odor da ação eficaz, provoca sensações agradáveis e desafiadoras naqueles que estão participando do contexto, contribuindo, e pesando suas ações e medindo o impacto que provocam.

Isto é negociar internamente, e como conseqüência, a geração de uma contaminação da qualidade negocial em qualquer estágio externo a organização. Crescem os indivíduos, cresce a organização.

 

Vale lançar um desafio: Qual será a nossa capacidade real de negociar internamente, na organização, na família, na roda de amigos, na rua, no esporte...?

 

 

MATERIAL RETIRADO DO PRONEG – FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NEGOCIADORES.

 

 

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TESTE: SEU SITE FUNCIONA?

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CLÁUDIO GUARNIERI

Diretor da Mentor Interativa

 

 

SEU SITE FUNCIONA?

 

Teste rápido de Usabilidade e Comunicação Web

 

 

Não é mais segredo para ninguém: ter um site de sua empresa na Web já se tornou obrigatório. Mas ter um site não basta. Este site deve agregar algum valor para o seu negócio, nem que seja disponibilizando informações básicas sobre a sua empresa. É a imagem de sua empresa na grande rede mundial (a famosa Internet); é um meio barato para criar oportunidades, divulgar seus produtos e serviços, relacionar-se com clientes e futuros clientes. Mas não se engane: a concorrência é brutal. Imagine uma televisão onde o controle remoto é o mouse e existem milhares de canais – ao alcance de alguns cliques. Reter o usuário e causar boa impressão em poucos segundos é o que ganha o jogo na Web.

 

Será que seu site funciona? Quantas oportunidades foram perdidas por algum detalhe que ele relegou? Será que ele depõe a favor ou contra a imagem da sua empresa? Existe alguma coisa que te incomoda nele e que você não sabe dizer o que é? Valeu a pena os Reais colocados nas mãos do Webdesigner ou do primo da mulher de teu sócio?

 

Este teste pretende ajudá-lo a identificar se a sua empresa conta com um bom Site. Ele não encerra o assunto, mas com certeza vai fazê-lo refletir: já que eu tenho um site, porque não torná-lo melhor e mais eficaz? - você, com certeza, terá muito a ganhar.

 

O Teste

 

Para realizar este teste, você vai precisar de apenas duas coisas: estar com o seu site aberto para navegar por ele e, às vezes, se colocar no papel de um usuário médio – alguém que não conhece sua empresa e que veio parar em seu site através de um mecanismo de busca qualquer.

 

Primeira Parte – Eu e Meu Site

 

Primeiro vamos saber como anda a sua relação com o Site de sua empresa.

 

Você costuma entrar no Site de sua empresa?

  1. ( ) Sim. Quase sempre. – 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Sim. De vez em quando. – 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Muito pouco. – 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Nem me lembro da última vez que acessei. – 4 pontos

 

Você costuma convidar pessoas para que acessem o Site?

  1. ( ) Sim. Sempre que falo da minha empresa, no final acabo pedindo para que entrem no Site. – 1 ponto

  2.  

  3. ( ) As vezes me lembro dele e indico para que alguém o visite para saber mais sobre a minha empresa. – 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Raramente o indico para alguém. – 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Puxa, nunca me lembro que existe um Site da minha empresa... – 4 pontos

 

Escolha a palavra mais adequada para a sua percepção do Site da sua empresa

  1. ( ) Vendedor – 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Bonito – 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Tímido – 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Distante – 4 pontos

 

Parte 2 – A Porta de Entrada é Tudo

 

Vamos fazer um exercício teatral. Coloque-se no papel de alguém que não conhece a sua empresa, mas quer conhecer e quem sabe tornar-se um cliente.

 

Digite o endereço do seu site no browser e aperte enter. Comece a cantar – mentalmente – "Atirei o pau no gato" até a página aparecer toda em seu monitor.

  1. ( ) A página carregou inteira antes ou no final da música. 1 ponto

  2.  

  3. ( ) A página carregou inteira quando eu já cantava pela segunda vez. 2 pontos

  4.  

  5. ( ) A página carregou lá pela terceira ou quarta vez. 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Nossa, demorou bastante. Bati em vários gatos! 4 pontos

 

Olhando a página principal (a primeira página que aparece para você) do Site você...

  1. ( ) Entende logo de cara o que a empresa faz. 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Entende o que a empresa faz, mas demorou um pouquinho para entender. 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Não fica muito claro o que a empresa faz. 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Não tem a menor idéia do que ela faz e vai navegar pelo Site para tentar saber. 4 pontos

 

A proposta de navegação está clara?

  1. ( ) Sim. Sei exatamente onde clicar para ter informações específicas sobre a empresa. 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Sim. Mas tive que parar para pensar um pouco onde clicar. 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Mais ou menos. Demorei um pouco para decidir para onde ir. 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Não. Nem achei o link para contato ou quem somos. 4 pontos

O conteúdo da página principal é...

  1. ( ) Claro e objetivo, dá vontade de seguir navegando pelo restante do Site. 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Interessante, mas não muito objetivo. 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Muita imagem, pouca informação. 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Nossa, que confusão! 4 pontos

 

Sobre a oferta de produtos e serviços....

  1. ( ) Está bem destacada e instigante. 1 ponto

  2.  

  3. ( ) Não está muito destacada, mas está bem presente na página principal. 2 pontos

  4.  

  5. ( ) Destaca muito pouco. 3 pontos

  6.  

  7. ( ) Não fala nada de serviços e produtos na página principal. 4 pontos

Parte 3 – Checklist

 

Vamos fazer um pente fino em seu Site. Respire fundo. Preparado? Mãos no mouse e vamos lá!

 

O Logotipo da empresa está bem visível e sempre no mesmo local (canto superior esquerdo é recomendado) durante a navegação?

 

( ) SIM – 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

O Menu de navegação é fácil de manusear?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Os títulos do menu de navegação são auto-explicativos?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

 

Clicando no logo da empresa voltamos à página principal?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

 

Existe Mapa do Site?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Existe um slogan ou assinatura tornando claro o negócio da empresa?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Existe um link claro para contato?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

O usuário tem acesso fácil ao endereço e telefone para contato?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Existe um link "Quem Somos", "Sobre a Empresa" ou similar?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Existem links para produtos e serviços?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

As categorias de Produtos e Serviços são claras e bem organizadas?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Quando acessamos o endereço do site existe alguma página de abertura antes da página principal (animada, ou não animada)?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

Existe pop-up assim que entramos no site (aquela janelinha que pula, assim que entramos)?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

O site utiliza algum recurso sonoro (música)?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

O site está livre de rolagem horizontal?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

O site está livre de imagens quebradas (aquele quadrado com um "x" vermelho dentro de um quadradinho)?

 

( ) SIM 0 ponto

 

( ) NÃO 1 ponto

 

TOTAL DE PONTOS OBTIDOS:

 

 

 

INTERPRETAÇÃO

 

8 a 16 pontos

 

Parabéns. Tudo indica que você possui um bom site. Caso ele ainda não esteja dando os resultados esperados, que tal você investir um pouco na sua divulgação. Existem empresas especializadas na divulgação de websites.

 

17 a 32 pontos

 

Seu site não é ruim, mas com certeza pode ser melhorado e se tornar um bom site. Alguns aspectos importantes estão sendo relegados e isso pode fazer com que a imagem de sua empresa na WEB fique um pouco prejudicada.

 

33 a 48 pontos

 

Alerta vermelho. Seu site está marcando um gol contra. Busque um bom profissional e o reformule o mais rápido possível ou reze para ninguém entrar nele. Isso pode ser ainda mais doloroso se os sites da concorrência forem minimamente mais eficazes.

 

 

MATERIAL ORIGINADO DOS 11 CURSOS E-LEARNING DA PARCERIA MENTOR/MVC.

 

Para maiores informações entre em contato com: cacau.guarnieri@mentortec.com.br

 

 

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EXECUTAR O PLANEJADO. EIS O DESAFIO!

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ALEXANDRE fREIRE

Consultor do MVC

 

 

EXECUTAR O PLANEJADO. EIS O DESAFIO!

 

 

Normalmente, falamos em planejamento estratégico, administração estratégica, Balanced Score Card e tudo que possamos utilizar que nos ajude a criar a estratégia certa.

 

A questão é: não basta ter a estratégia certa. A menos que as grandes idéias sejam traduzidas em passos concretos de ação, a estratégia será inútil.

Quando olhamos para o ano que passou, e identificamos os maus resultados, as pessoas tendem a culpar a estratégia.

 

Cuidado! O problema pode estar na execução. Para fazer acontecer, significa, antes de tudo, atentar para alguns pontos:

  1. Buscar comprometimento interno;

  2. Ter as pessoas certas nos lugares certos;

  3. Recompensar quem faz;

  4. Ter disciplina.

Primeiro ponto - Para fazer acontecer, o plano estratégico da empresa deve ser elaborado e pertencer àqueles que vão executá-lo, isto é, o pessoal de linha. Afinal, eles estão na ponta, conhecem o ambiente e as habilidades da empresa. Eles estão no centro das operações e do mercado.

Um bom processo de planejamento é uma das melhores formas de ensinar seu pessoal sobre executar e de comprometê-los com a execução.

 

Segundo ponto - Para fazer acontecer, precisa de pessoas certas nos lugares certos. O erro principal é cometido quando nos cercamos de pessoas chamadas "gente boa", aquelas que sempre concordam conosco, pensam exatamente como nós e seguem nosso modelo de agir corretamente.

As pessoas certas são aquelas que desafiam, de maneira positiva, os processos, o "modus operandis" e são melhores que nós mesmos em determinadas áreas. Os lugares certos, serão determinados pela sua capacidade de desvendar as competências e atitudes de cada pessoa em relação às necessidades de cada estratégia a ser executada.

 

Terceiro ponto - Recompensar quem faz. Parece óbvio, mas não é. Muitos de nós não distinguimos entre aqueles que atingem resultados dos que não atingem, ou seja, os que fazem acontecer e os que não fazem. Falta firmeza emocional de nossa parte para recompensar somente os primeiros.

Mantemos os que são apenas razoáveis, recompensando todos da mesma forma. Assim, não criamos uma cultura de execução.

 

Último ponto - Ter disciplina. Disciplina para levar adiante o que foi decidido no plano, ser realista com todos, mesmo que isto doa, terminar aquilo que se iniciou, e rediscutir aquilo que possa ter mudado por forças externas à empresa. Quantas empresas literalmente "engavetam" os planos estratégicos ao menor sinal de mudanças no ambiente externo ou interno da empresa. Falta rigor, coragem e convicção a elas!

 

Enfim, fazer acontecer, é parte da estratégia, não uma função isolada da gestão de empresas. Faça a seguinte pergunta a você mesmo? Na minha empresa, o problema está na estratégia ou na execução? O MVC poderia ajudá-lo a resolver este impasse? Pense nisto...

 

 

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Como está seu planejamento?

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Alexandre FREIRE

Consultor do MVC

 

 

Como está seu planejamento?

Vamos ver agora como sua empresa se posiciona em termos do que foi abordado no texto anterior.

Responda às questões abaixo pensando na situação atual de sua organização, veja a interpretação ao final.

 

 

 

Nunca

Às

Vezes

Quase

Sempre

Sempre

1

A participação dos colaboradores é enfatizada no processo de planejamento da empresa;

 

 

 

 

2

Há o desdobramento das estratégias em planos de ação para cada área organizacional da empresa;

 

 

 

 

3

Há o desdobramento das estratégias em planos de ação para cada colaborador da empresa;

 

 

 

 

4

Os indicadores de desempenho estratégico, tático e operacional são acompanhados pela liderança da empresa;

 

 

 

 

5

A direção da empresa disponibiliza os recursos necessários à execução dos planos de ação;

 

 

 

 

6

A direção da empresa se envolve diretamente na solução dos problemas para garantir o cumprimento das metas estabelecidas;

 

 

 

 

7

Os colaboradores da empresa participam amplamente nas reuniões e discussões;

 

 

 

 

8

A direção da empresa faz reuniões de "follow-up" da implementação das estratégias e dos planos;

 

 

 

 

9

As informações geradas são acompanhadas com dados históricos para a análise do desempenho da empresa;

 

 

 

 

10

Os colaboradores da empresa possuem as informações que precisam para trabalhar individualmente e em grupo;

 

 

 

 

11

Há uma definição clara de todas as funções, perfis, atribuições, responsabilidades e autoridades dos colaboradores da empresa;

 

 

 

 

12

Os processos de seleção e contratação identificam claramente os requisitos para o bom desempenho;

 

 

 

 

13

A empresa estabelece uma perspectiva profissional para os seus colaboradores, deixando isto claro desde a admissão;

 

 

 

 

14

A empresa aplica, na prática, sistemas definidos de incentivo, bonificação, premiação e reconhecimento profissional para todos os funcionários que alcançam metas;

 

 

 

 

15

Existe um plano de capacitação e desenvolvimento de colaboradores alinhado com a estratégia da empresa;

 

 

 

 

16

O mecanismo de comunicação interna da empresa enfatiza o contato direto entre a liderança e os colaboradores;

 

 

 

 

17

Os membros da equipe gerencial estão sempre prontos a apoiar e explorar diferenças de idéias e abordagens;

 

 

 

 

18

A liderança estimula que seus colaboradores da empresa sejam os responsáveis pelo planejamento e autodesenvolvimento de suas competências essenciais;

 

 

 

 

19

A empresa estimula e recompensa o comportamento empreendedor de seus colaboradores;

 

 

 

 

20

A empresa tem sistema de incentivos baseado em recompensas coletivas;

 

 

 

 

21

Os processos da empresa são claramente definidos;

 

 

 

 

22

A empresa tem poucos níveis hierárquicos;

 

 

 

 

23

Os membros da equipe desafiam os processos, questionando de forma positiva;

 

 

 

 

24

A empresa descentraliza o poder decisorial para quem está mais próximo dos clientes;

 

 

 

 

25

As metas pré-definidas para a satisfação e fidelidade de clientes são alcançadas;

 

 

 

 

26

As metas pré-definidas para a participação da empresa no mercado são alcançadas;

 

 

 

 

27

As metas pré-definidas para o desempenho financeiro da empresa são alcançadas;

 

 

 

 

28

Os colaboradores da empresa avaliam o progresso em direção aos objetivos-chave;

 

 

 

 

29

Os membros da equipe estão interessados em idéias que funcionem, e não em quem sugere estas idéias;

 

 

 

 

30

Os membros da equipe trabalham em conjunto para alcançarem objetivos comuns concentrando-se em resultados;

 

 

 

 

31

A empresa desenvolve práticas de comprometimento de todos os seus colaboradores com relação ao senso de propósito da empresa;

 

 

 

 

32

A empresa inicia programas e projetos que são implantados em sua totalidade;

 

 

 

 

33

A empresa "engaveta" planos antes ou durante o processo de implantação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

PONTUAÇÃO

Some os totais de cada resposta.

Multiplique por 4 o total de respostas Sempre.

Multiplique por 3 o total de respostas Quase Sempre.

Multiplique por 2 o total de respostas

Às vezes.

Multiplique por 1 o total de respostas Nunca.

 

Some os quatro totais.

 

INTERPRETAÇÃO

100 A 132

Sua empresa faz acontecer!!!

 

65 a 99

Sua empresa está em "cima do muro" em termos de execução!!!

 

0 a 64

Sua empresa finge que está executando!!!

 

 

 

 

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