Edição Nº 78 - Fevereiro de 2005

       
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 Editorial  A voz do Consultor
 Falando de Mudanças    Caro é o que não tem valor

O que há de novo quando falamos de mudança? Quais as contribuições de Kotter e Gardner? Já passamos pela fase de grandes mudanças? 




Marco Aurélio Ferreira Vianna 

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José Luiz Meinberg

 

   
 Gestão Comercial  Para o Presidente (Espanhol)
Pecados Capitais na Venda Consultiva    ¿Señor Presidente: La culpa es suya?

Afinal por que venda consultiva? O que ela representa em termos de mudança? O que impede as empresas de praticá-la.

J.B.Vilhena

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Los Presidentes son personas solitarias, cuyo contexto del puesto dificulta el feedback, el mirar en el espejo.

L.A. Costacurta Junqueira

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 Performance  Novidades
  Implementação   Melhores livros de 2004
 

Negociou o pedido? Fechou o acordo? Concluiu o negócio? Parabéns! Mas, e a implementação do acordo, foi negociada? Sem implementação não há sucesso prático no que foi acordado!


José Luiz Meinberg

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Melhores livros de 2004 na opinião da revista Estratégia e Negócios. Veja detalhes em cada link.





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 Gestão  Internacionalização
  Onde estão os talentos?    Venda seu produto no mercado Externo 
 

Afinal, se o Brasil quer (e precisa) crescer pelo menos 5% ao ano, vamos precisar, cada vez mais, de gente capaz para produzir e gerir este crescimento. Como encontrar novos Talentos?


Mauro Ribeiro
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Qual o passo a passo para a entrada no mercado global? Porque muitos desistem? Vale para empresas de que porte?



Carlos Alvim
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 Teste  Teste (Espanhol)
  Liderança e Mudança    ¿Presidente: UD. concreta?
 

Liderança e Mudança são temas interligados no universo gerencial. Como essas duas competências "funcionam" em sua empresa? Quais os pontos fortes e fracos desse casamento? Leio o Editorial. As respostas podem estar no teste, a seguir.

Marco Aurélio Ferreira Vianna
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Para finalizar el articulo, nada mejor que proponer un auto análisis de la actuación del presidente, partieno de una perspectiva más global


L. A. Costacurta Junqueira
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Expediente
  Publisher: Costacurta Junqueira Jornalista Responsável: Cristina Spera
  Equipe Insight: Maria Teresa; Leandro Santana
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EDITORIAL  

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MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

Presidente do MVC

 

 

FALANDO DE MUDANÇA

 

Dois livros lançados nos últimos anos nos instigam a pensar ainda mais profundamente no tema Mudança. "O Coração da Mudança" de John Kotter e "Mentes que Mudam" de Howard Gardner são leituras indispensáveis para quem está interessado no tema, ou seja, todo o Universo empresarial. A análise cuidadosa que fiz de seus conteúdos foi acoplada ao método que venho usando (e aperfeiçoando sempre) em trabalhos de consultoria. Menciono a seguir alguns pontos devem ser destacados.

 

Sem dúvida, na obra de Kotter o próprio nome e subtítulo ("transformando empresas com a força das emoções") já nos mostra uma verdadeira ruptura de paradigmas, principalmente considerando a nacionalidade americana e formação acadêmica do autor. A mudança deixa de ser tão somente, um processo racional, um projeto cartesiano, para incorporar a alma, o sentimento de seus agentes de implantação. Sua incisiva proposta consiste na evolução do sistema "Analisar – Pensar – Mudar" para o "Ver – Sentir – Mudar", o que representa em si uma verdadeira reorientação para a Essência Humana mais pura.

 

Neste ponto, o pensamento de Gardner complementa a mesma premissa conceitual e reforça a necessidade do Líder da Mudança ter uma excepcional capacidade de comunicação. Um de seus atributos de sucesso – que ele chama de Ressonância – propõe literalmente: "A razão e a pesquisa (outros atributos) apelam para os aspectos cognitivos da mente humana; a ressonância denota o componente afetivo". É incrível, mas dois dos maiores pensadores do mundo, pertencentes aos quadros mais nobres de Harvard, propõem a efetividade da mudança sobre os pilares da afetividade e da emoção, lembrando que o grau do Humano nas empresas, tão abandonado durante tanto tempo, deve prevalecer sobre a razão pura (nada contra Kant e suas idéias). Kotter é ainda mais enfático quando conclui: "Idéias carregadas de emoções mudam comportamentos antigos e reforçam novos comportamentos". Para mim, pessoalmente, esta reflexão ganha importância maior. Há muito tempo eu defendo a idéia que a empresa é uma dádiva divina porque ela nos dá a oportunidade de melhorar o mundo dentro do nosso tamanho e limite de capacitação. Sim, porque, a empresa é a integração de Seres Humanos que somam suas qualificações e eliminam mutuamente suas missões, para agregar valor ao Universo e à Humanidade.

 

Isto tudo me inspirou para transcrever na forma de um teste (simples e objetivo) o método de Gestão da Mudança que uso em nossos clientes, e que está apresentado neste número do Insight.

 

Boa leitura

 


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PECADOS CAPITAIS QUE IMPEDEM AS EMPRESAS DE PRATICAR A VENDA CONSULTIVA

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J.B. VILHENA

Vice Presidente do MVC

 

 

PECADOS CAPITAIS QUE IMPEDEM AS EMPRESAS DE PRATICAR A VENDA CONSULTIVA

 

 

Como a maioria de nós já sabe, a venda consultiva, representa uma evolução lógica da clássica abordagem da venda por análise de necessidades. Nesta nova dimensão o vendedor assume uma postura ativa na relação comercial. Também sabemos que não basta apenas analisar as necessidades expressas pelo cliente, porque este, muitas vezes, não sabe exatamente qual a melhor solução para seu problema. O papel de consultor que investiga e diagnostica a necessidade cabe ao vendedor, que deve conhecer a empresa e o mercado de cada cliente tão bem, ou melhor, que o próprio.

 

As empresas que atuam com base na venda consultiva não vendem soluções que sejam simplesmente melhores que as ofertas dos concorrentes. Vendem A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS atuais e futuros do cliente.

 

Do vendedor é exigido que seja altamente qualificado, tenha grandes conhecimentos gerais e de produto, capacidade de dialogar e questionar o cliente em busca das reais necessidades e domine ferramentas que lhe permitam obter pleno conhecimento da situação do cliente. Posicionando-se como parceiro, o vendedor busca desenvolver com o cliente uma relação de grande confiança. O objetivo de todo esse esforço é fidelizar o cliente.

 

Embora a maioria dos gestores de área comercial já saiba disso, ainda se cometem inúmeros "pecados" na hora de praticar o conceito de vendas consultivas. Vejamos alguns deles:

 

a) Venda consultiva é apenas um nome novo.

 

É um erro pensar que basta mudar a nomenclatura para que as empresas passem a praticar a venda consultiva. É como pensar que mudar o nome da doença cura o paciente. Como dissemos anteriormente, praticar a venda consultiva é estar comprometido com a solução dos problemas de compra do cliente e não apenas com os problemas – ou necessidades – de venda do fabricante.

 

A prática da venda consultiva pressupõe uma mudança de mentalidade e conseqüente requalificação de objetivos.

 

b) Venda consultiva pode ser praticada por qualquer    vendedor.

 

Outro erro. O profissional que pratica a venda consultiva precisa ter duas características: conhecer o negócio do cliente tão bem ou melhor que ele e demonstrar capacidade de articular uma solução para problemas do cliente que, muitas vezes, exige parcerias e associações até mesmo com os concorrentes.

 

Logo se trata de um profissional com competências diferenciadas em relação àquelas que são exigidas dos vendedores que se limitam a ouvir o problema do cliente e procurar no portfólio da empresa um produto que possa ser endereçado a essa necessidade.

 

c) Pode-se recrutar e selecionar vendedores para praticar a venda consultiva da mesma forma que selecionamos tiradores de pedido

 

No século XXI não basta contratarmos vendedores experientes. É preciso que as equipes sejam formadas por profissionais de vendas e não apenas por pessoas que se formaram na base da "tarimba" do dia-a-dia. Ser profissional de vendas capaz de praticar a venda consultiva significa ter domínio pleno sobre pelo menos três dimensões: o conhecimento do negócio, o domínio das técnicas profissionais de vendas (muito diferentes da idéia de empurrar goela abaixo do cliente nossas ofertas) e inteligência emocional desenvolvida. O vendedor "experiente" raramente domina com plenitude essas três funções. O vendedor profissional está capacitado para exercê-las em conjunto.

 

d) Qualquer vendedor experiente pode praticar a venda consultiva.

 

Para recrutar e selecionar os melhores vendedores é preciso definir com clareza o perfil de competências que estamos buscando. De que adianta contratar um expert em negociação se nosso produto oferece muito pouca flexibilidade na hora da compra? De que adianta o vendedor ter um perfil técnico altamente desenvolvido se nossa venda depende basicamente do relacionamento que conseguimos desenvolver com o cliente?

 

e) Devemos sempre valorizar a "prata da casa" na hora de contratar os vendedores.

 

Valorizar a "prata da casa" é desejável porém não essencial. Se tivermos dentro de casa pessoas com o perfil de competências que precisamos, vamos valorizá-las. Caso contrário, é melhor contratar no mercado.

 

f) Basta motivar que nossos vendedores passarão a fazer vendas consultivas.

 

Na realidade nós não motivamos as pessoas. Motivação é a decisão de agir (ação) em função de motivos que estimulam a uns e não a outros. Em outras palavras, o que o gestor comercial pode fazer é dar os motivos para que sua equipe aja. Vejamos um exemplo prático: se minha equipe é preponderantemente formada por pessoas de perfil altamente competitivo, criar algum tipo de concurso pode ser um bom motivo para que as pessoas se esforcem mais. Se o perfil básico da equipe é fortemente voltado para o domínio de questões de natureza técnica, é possível que a oferta de um curso específico da área motive o vendedor a vender mais.

 

Em suma, temos de compreender a gênese da equipe para poder escolher diversas ofertas (motivos) que podem despertar nas pessoas o desejo de fazer (ação). Motivar a fazer vendas consultivas é levar o profissional de vendas a se apaixonar por aquilo que faz e compreender que os resultados de seu trabalho dependem do domínio de uma técnica e não apenas de tarimba e boa vontade.

 

g) O treinamento para a prática das vendas consultivas é exatamente igual a outros treinamentos de vendas.

 

Os treinamentos que enfatizam a venda consultiva têm uma dinâmica toda especial e devem ser ministrados por profissionais que efetivamente dominem esse campo de atuação mercadológica. Há muitas empresas que apenas mudaram o título de seus velhos treinamentos de vendas e agora os chamam de vendas consultivas. É preciso ficar atento para não acabar comprando "gato por lebre".

 

A sua empresa comete algum desses pecados? Em caso positivo não hesite em entrar em contato conosco e verificar como o MVC pode ajudá-lo a entrar imediatamente no século XXI.

 

 

Material retirado do POCKET MBA DESENVOLVIMENTO DE GESTORES E PROFISSIONAIS DE VENDAS (link)

 

 


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¿SEÑOR PRESIDENTE: LA CULPA ES SUYA?

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L.A. COSTACURTA JUNQUEIRA

Vice Presidente del MVC

 

 

¿SEÑOR PRESIDENTE: LA CULPA ES SUYA?

 

 

  • INTRODUCCIÓN

Para empezar, a usted, lector, ¿le pareció el título provocativo? Algunos gurus del management suelen decir que el "Choque" o "Mayor grado de objetividad" son los precursores de cualquier proceso de cambio. Aunque este artículo ha sido escrito teniendo como foco la figura del principal ejecutivo de cada organización, atrevámonos a decir que su contenido ciertamente "golpea" a ejecutivos de todos los niveles.

Los presidentes son personas solitarias, cuyo contexto del puesto dificulta el feedback, el mirar en el espejo, llevando, as veces, a un sentido de omnipotencia. Acá nuestro propósito es el de tomar el lugar de los demás compañeros de la empresa, contribuyendo con observaciones que puedan hacer del presidente alguien aún más competente.

El lector podrá constatar que los presidentes se equivocan por acción u omisión, por soledad o exceso en la búsqueda de visibilidad, por omnisciencia o timidez; en cualquiera de esas visiones los "Pecados" existen y van a ser planteados a lo largo de nuestro texto.

  • CULPAS Y PECADOS

Vamos a empezar por la enumeración de las culpas y pecados, y entonces, partir de un detalle de cada uno:

  • ¿EDUCA A SU HIJO PARA SER PRESIDENTE O BURÓCRATA?

  • ¿UD. ES DEL PARTIDO DEL "YO" O DEL "NOSOTROS"?

  • EL ESTILO PINOCHIO: ¿INCENTIVANDO MENTIRAS O VERDADES?

  • HAGA LO QUE DIGO, PERO NO HAGA LO QUE HAGO: EL EJEMPLO

  • ¿UD. ES UN GERENTE DE OPORTUNIDADES?

  • ¿CÓMO SE PUEDE CONVENCER AL PRESIDENTE?

  • ¿LA DELEGACIÓN ES PARTE DE SU CREDO?

  • NEGOCIACIÓN: ¿ERRORES PELIGROSOS?

  • ¿POR QUE EL PRESIDENTE NO DUERME A LA NOCHE?

  • ¿PRESIDENTE: UD. CONCRETA?

  • ¿EDUCA A SU HIJO PARA SER PRESIDENTE O BURÓCRATA?

Los presidentes también son padres; además de desarrollaren subordinados necesitan también educar a sus hijos, dedicando a esa "actividad" una parte significativa de su tiempo.

 

Presidentes y padres, de una manera general, suelen desear que sus hijos crezcan y se desarrollen a su imagen y semejanza. Es natural que ocurra eso y que un Presidente desee que su hijo también sea un ejecutivo.

 

Usted Presidente, ejecutivo/padre ¿ya se dio cuenta que puede estar educando sus hijos para que sean simples burócratas?

 

¿Somos padres permisivos o estamos siempre cuestionando la manera como suelen darse las cosas en casa? ¿Demandamos de nuestros hijos ideas nuevas, maneras alternativas para resolver viejos problemas? ¿Hay una preocupación genuina que nuestros hijos sean competentes para hacer cosas que los otros no son capaces? Más tarde, como ejecutivos, ellos podrán ser simples mantenedores del "status quo", o personas que se sientan responsables por cambiar situaciones, aprovechar oportunidades, "alterar el curso de las cosas". En la peor hipótesis, pueden transformarse en simples burócratas.

 

¿Cuál el comportamiento que nosotros, Presidentes, padres, adoptamos cuando nuestro hijo se equivoca? ¿Inmediatamente castigarlo o intentar descubrir las causas del error para evitar una repetición del problema; incluso para descubrir que el error ocurrió porque no les damos suficiente información acerca de lo que debería ser hecho o acerca de los limites involucrados?

 

Por ejemplo, cuando nosotros, padres, vamos al cine, nuestra actitud es bombardear al hijo de recomendaciones o recurrir a su sentido común diciendo: "Hijo, la casa es tuya, cuídala; cualquier duda, resuelve como te parezca mejor y cuéntanos cuando volvamos".

 

Imaginemos, ahora, cuanto tiempo dedicamos diariamente a educar a nuestros hijos: ¿30, 60, 80 minutos por día? ¿Ellos efectivamente ven a los padres como un recurso? ¿ Cómo a alguien disponible para ayudarlos? ¿Nuestra presencia a su lado, como padres, permite una evaluación en tiempo real de lo que pasa efectivamente? ¿Como ellos se están desarrollando? ¿ Es eso lo que ellos van a hacer con sus subordinados cuando sean gerentes/ejecutivos, en el futuro?

 

¿Cuándo nuestro hijo nos hace un pedido lo atendemos rápidamente? ¿Tratamos a nuestro hijo tan bien o mejor de como tratamos a nuestros clientes (o a nuestros subordinados) en el trabajo? La dimensión de la rapidez en las respuestas crea en los hijos la sensación de importancia, disponibilidad para la solución de problemas, etc.

 

¿En casa damos órdenes o pedimos para que las cosas sean hechas "por favor"? ¿Solo nuestra opinión es valida o escuchamos a los hijos antes de decidir? ¿Somos los primeros o los últimos en dar una opinión? ¿Compartimos con nuestros hijos informaciones relevantes para sus vidas? ¿Compartimos nuestras experiencias? El proceso educacional puede crear hijos autócratas o con estilo participativo de decisión. Eso depende de nosotros, padres, presidentes.

 

Resumiendo lo que discutimos hasta acá, pongo frente a frente algunos comportamientos a incentivar y otros a evitar en el proceso educacional. Los primeros son características de ejecutivos y emprendedores eficientes, tanto en la ejecución de tareas como en la gestión de seres humanos; los otros comportamientos generalmente traen mas ineficiencia y desintegración. La misma relación puede ser aplicada a nuestros hijos.

 

* COMPORTAMIENTOS

 

INCENTIVAR

EVITAR

ELOGIOS

CRÍTICA

ASUMIR RIESGOS

SEGURIDAD MÁXIMA / MANUTENCIÓN / TRADICIÓN

PEDIR AYUDA

NO NECESITAR DE NADIE

COOPERACIÓN

COMPETICIÓN DESENFRENADA

AFECTIVIDAD + RACIONALIDAD

RACIONALIDAD

CONFIANZA

DESCONFIANZA

PENSAMIENTO EN EL FUTURO

PENSAMIENTO EN EL PASADO O PRESENTE

 

No es necesario concordar con lo que hablamos. Pedimos apenas que cada uno de ustedes se pregunte si está en el mejor camino y lo que, eventualmente, podría y debería ser cambiado.

 

  • ¿UD. ES DEL PARTIDO DEL "YO" O DEL "NOSOTROS"?

Los presidentes tienen muy claro que el downsizing, la terceirización, los grandes gurus, los consultores, o sea, todos los "entendidos" en el área del management, nos conducen a la era del grupal, del trabajo en equipo, de la sinergia etc. Eso en detrimento de un proceso de individualización que, por mucho tiempo, parecía ser una de las esencias del capitalismo (especialmente en el modelo americano).

 

Cuanto más observamos la vida empresarial, encontramos una discrepancia entre el discurso (equipo) y la acción (cada uno por si).

 

A nuestro ver, eso se da porque el sistema organizacional/educacional y los estilos gerenciales inducen a la individualidad, trayendo el efecto de una realimentación circular, uno alimentando al otro, continuamente. El presidente es, seguro, uno de los responsables por ese "GAP".

 

Vamos a analizar algunos indicadores de esa discrepancia, considerando los diversos segmentos de la vida empresarial, incluso personal, en algunos casos.

 

Sistema de reconocimiento: Es muy común que un presidente solicite un trabajo a un grupo de personas. Los resultados son excepcionales, más en vez de elogiar al grupo, individualiza el reconocimiento.

 

Sistema de evaluación del desempeño/competencias: Si el sistema vigente en la empresa premia únicamente los "hechos" individuales, despreciando la calidad de una actuación grupal, ¿por qué el empleado/ejecutivo va a querer trabajar en equipo?

 

Monopolización de informaciones: Para muchos ejecutivos la información es poder y algo para su uso exclusivo. La era del conocimiento implica una rapidez en compartir ese conocimiento; y una de sus consecuencias es la apertura colectiva de corazones y mentes que induce al trabajo en equipo, ayuda mutua, motivación para la cooperación.

 

Contactos externos/internos: El ejecutivo que cree en el trabajo en equipo distribuye, equilibradamente, entre sus subordinados, la responsabilidad por los contactos con clientes internos/externos/provedores/comunidad/imprenta etc. La idea es que el autor sea también el divulgador del trabajo, información etc. Sí, pueden haber filtros y controles por parte del ejecutivo, incluso demandando su presencia. Lo que no es muy ético es uno hacer y otro recibir el mérito. Es un caso típico de apropiación indebida de la propiedad intelectual.

 

Símbolos: Hay algunos símbolos que hacen parte del comportamiento del presidente y que demuestran el culto a la individualidad: sentarse siempre a la cabecera de la mesa; tener siempre la primera (y última) palabra; delegar, pero controlar siempre; hablar en un tono de voz mas alto; interrumpir a los colaboradores. Casi siempre esas demostraciones de superioridad, culto a la jerarquía, inhiben el trabajo en equipo.

 

Sistema interno de reconocimiento: La mayoría de los ejecutivos empezó su trayectoria en puestos de naturaleza técnica, cuando el reconocimiento por un buen trabajo dependía de la eficacia individual ("poner la mano en la masa"). En la posición gerencial es fundamental alterar ese referencial de reconocimiento, pues la competencia del ejecutivo va a ser medida por la capacidad de hacer que el grupo actúe armoniosa y sinergicamente en búsqueda de resultados.

 

Verdad/Amor o Verdad/Desamor: La motivación para haber el feedback es imprescindible para el trabajo en equipo; fundamental para que la otra parte entienda ese feedback como un acto de contribución para la mejora del desempeño (verdad/amor) y no como una manera de herir/desminuir/destruir (verdad/desamor). Privacidad, equilibrio entre elogios y críticas, momento adecuado, son características de un feedback constructivo.

 

Oír: El ejecutivo que consigue oír todo lo que su equipo desea decir antes de hablar, estará demostrando empatia y reconociendo la importancia de la contribución de sus subordinados, pares, incluso evitando orientar contribuciones para un determinado sentido (normalmente a aquello que representa su opinión).

 

Hechos o opiniones: El trabajo grupal siempre va a ser más eficaz si el presidente y su equipo observaren primero los hechos y después las opiniones. Los primeros aproximan las personas (son poco susceptibles a divergencias); a la vez, las opiniones separan las personas. Una relación que empieza con la exposición de hechos, ayuda a construir una base sólida para la aceptación de opiniones divergentes.

 

Concordancias y Discordancias: Todo trabajo en equipo incorpora concordancias y discordancias. El presidente experimentado (y grupal) trata siempre de empezar los trabajos por las concordancias, facilitando la creación de un clima de cooperación en el ámbito del grupo.

 

Conocimiento Personal del Equipo: Cuanto mayor sea el conocimiento del presidente, de las características comportamentales de los miembros de su grupo, mayor será su eficacia como potencializador de los resultados del equipo. Tan importante como un buen argumento son las distintas maneras de presentarlo a personas con características distintas.

 

¿"Yo" o "Nosotros"? ¡La elección va a ser siempre suya, lector! Es importante acordarse de que la peor postura es tender a un estilo "Termino Medio".

 

Sus subordinados, pares, clientes y proveedores necesitan saber, cuanto antes sea posible, en que "partido" juega, ya que la transparencia es el nombre del juego, cuando se trata de trabajar en equipo.

  • EL ESTILO PINOCHIO: ¿INCENTIVANDO MENTIRAS O VERDADES?

Los presidentes normalmente son personas que están siempre exigiendo resultados, demandando respuestas rápidas, comportamientos asertivos; en fin, están siempre buscando la versión más próxima y urgente de la "verdad" definitiva.

 

Y la verdad es que terminan por escuchar más mentiras, o medias verdades. Y, lo que es peor: terminan por aceptar o considerar como razonables las que escuchan.

 

Deseamos acá listar algunas de las mentiras más comunes y presentar algunos comportamientos/sugestiones que puedan asegurar, al presidente, que lo dicho este más cerca de lo verdadero que de lo falso.

 

* MENTIRAS MÁS COMUNES – (Escuchadas por el presidente)

¡¡¡Estamos a años luz delante de la competencia!!!

¡¡¡No tenemos que cambiar lo que va funcionando bien, hicimos un benchmarking y va todo bien!!!

¡¡¡Voy a entregar esta planificación mañana!!!

¡¡¡Su estilo participativo es lo que hace esta empresa crecer!!!

¡¡¡Puedes sacar vacaciones tranquilas que la empresa no va a parar!!!

¡¡¡Vuelvo dentro de 15 minutos!!!

¡¡¡No entiendo porque eso no va, estaba igual al lo del año pasado!!

¡¡¡Acá en la empresa todos son tratados igualmente!!!

¡¡¡El mercado practica eso hace muchos años!!!

Pasando de las mentiras para la búsqueda de la verdad, vamos ahora a algunas maneras de incentivar, en los subordinados, pares, clientes, comportamientos más auténticos.

 

* INCENTIVANDO LA VERDAD

Aunque sea un tema que comporta un abordaje bastante hondo, hay algunos comportamientos que "ayudan" a los otros a ser más auténticos en su relación. Sin cualquier dogmatismo, siguen algunas sugestiones:

  • Intente identificar lo que hay por detrás de las mentiras:

Falta de creencia en usted mismo/empresa

Falta de motivación

Incompetencia, etc.

  • Procure solicitar a los otros lo que, para usted, lo que fuera posible y razonable de hacer (en términos de plazos, competencias, costos etc.)

  • Pida verbalmente, pero confirme el pedido por escrito antes del plazo de cierre

  • Tenga siempre un testigo cuando lo pida y el mismo (si es posible) cuando lo reciba (en casos especiales, por supuesto)

  • No ataque verbalmente a quien le dijo una mentira; use el silencio para desconcertarlo o hacerlo "ver la realidad"

  • Pida poner la mentira "por escrito" y enviarla por mail luego, después de la entrevista

  • Repita la mentira con sus propias palabras alegando que quiere ver si entendió bien lo que el otro dijo

  • Piense en el juego de póquer y aprenda a identificar los gestos y comportamientos que muestren que el otro no esta diciendo la verdad

  • No alardee la mentira, déjela quedarse entre cuatro paredes, tórnela reversible para la otra persona (facilite el volver atrás)

  • Recuerde al otro que todos tienen el derecho de decir una mentira (o una media verdad); el problema es la segunda vez, la tercera...

  • Cuestione todo lo que le sea dicho, esto llevará al interlocutor a respétalo más.

Es importante recordar que la mentira tiene piernas cortas, no sobrevive; cuando antes es desenmascarada, más pequeños van a ser los desgastes en las relaciones con terceros, o bien como para los resultados de su empresa.

Para finalizar, de usted el ejemplo: diga siempre la verdad, a pesar de que sea dura.

 

  • HAGA LO QUE DIGO, PERO NO HAGA LO QUE HAGO: EL EJEMPLO

De buenas intenciones el infierno está lleno.

El discurso es muy bueno, pero las acciones...

La teoría en la practica es otra.

 

Las tres frases tienen algo en común: el hecho de que los presidentes exigen de sus subordinados resultados, comportamientos, habilidades que ellos mismos no practican o no consiguen obtener.

 

Esto es particularmente grave ya que uno de los más eficaces procesos educacionales y/o de cambio es el ejemplo. Si no hay ejemplo, no hay cambio y se establece el caos, la manutención del status quo, que, ciertamente, no es la mejor alternativa.

 

Vamos entonces a listar algunos de esos resultados, comportamientos, habilidades, demandados por los presidentes, pero no practicados por ellos mismos (y as veces penalizados cuando son practicados por los subordinados).

  • "Nosotros acá vivimos en una democracia, todos pueden decir lo que piensan, incluso puntos de vista contrarios a los míos".

  • "Acá la gestión del tiempo es sagrada; reuniones convocadas para las 14 horas, empiezan a las 14 horas".

  • "Equivocarse es parte del proceso de aprendizaje; acá todos pueden equivocarse".

  • "En la duda equivóquese por acción y jamás por omisión".

  • "En nuestra empresa el cliente es el rey; lo que él diga o quiera debe sobreponerse a todo lo que está escrito o dicho en la empresa".

  • "Acá impera el proceso decisorio participativo, todos van a ser escuchados".

  • "En nuestra empresa no gustamos del trabajo rutinario; lo que vale acá es ser creativo".

  • "Nuestro sistema de remuneración permite que usted, mí subordinado, gane más que yo: basta producir más resultados".

  • "Todo lo que yo diga es negociable; siéntase libre para cuestionarlo".

  • "En esta empresa usted va a tener todas las oportunidades de desarrollarse: acá los recursos humanos son nuestro principal activo".

Ciertamente algunas de esas frases son familiares para usted.

Recordamos que ellas encierran suposiciones peligrosas: son ideas en las cuales los presidentes creen, predican, pero que no retratan su manera más frecuente de comportarse.

 

Crean expectativas que no van a ser atendidas, reducen la motivación y retardan el proceso de cambio.

 

El tema es escapar de ellas si, nosotros presidentes, no deseamos, realmente, empezar por nuestro ejemplo.

  • ¿UD. ES UN GERENTE DE OPORTUNIDADES?

Cuento o no, escuché, a muchos años, lo siguiente: "Una gran empresa había empezado a construir un edificio de departamentos en la cabecera de un aeropuerto. Desde el principio, las ventas se mostraron extremamente difíciles ya que la polución sonora ultrapasaba los 130 decibeles (esto ocurrió antes del establecimiento de límites de horario de aterrizaje y decolaje en los aeropuertos). Pasados 4 meses de la inauguración, ningún departamento había sido vendido, a pesar de las condiciones financieras extremamente favorables, de la calidad del inmueble, de las áreas comunes etc. El Presidente de la constructora reunió sus expertos de marketing y ventas para estudiar alternativas de comercialización: mil ideas surgieron, pero ninguna que pareciera resolver el problema. En el medio de la reunión, entró LUCIA, subordinada que servia un café maravilloso, y que escuchando parte de la conversación, sugirió ("chismosa que era"): ¿Por que ustedes no venden el edificio a personas que poseen deficiencia auditiva? A ellos el ruido no importa para nada."

 

Dice la "leyenda" que aprobada la nueva estrategia de comercialización, el edificio fue completamente vendido en dos meses y los sordos vivieron felices para siempre.

 

Este pequeño texto presenta refuerzos importantes para los presidentes y empresas que adoptan, por la dimensión de la oportunidad, el "hacer la hora" y no el "esperar que se de".

 

* ALTERNATIVAS

Veamos entonces cuales serían las alternativas para una postura más adecuada:

  • Jerarquía y generación de oportunidad no tienen una relación directa: a veces los empleados más sencillos tienen grandes ideas. Lo importante es que ellos puedan decir lo que piensan.

  • Quien tiene miedo de equivocarse termina por bloquear el proceso de generación de oportunidades: ¿que podría perder "nuestra funcionaria" con su sugerencia? ¡¡¡Nada!!! Lo mismo tal vez no se aplica a los ejecutivos de marketing, ventas, y incluso al propio presidente.

  • Cada uno de nosotros tiene un momento o un "sistema" ideal para generar oportunidades:

Solo o en grupo

En el principio o a fin del día

Verbalmente o por escrito

En el ambiente de trabajo o en casa

Respetar esas idiosincrasias es, entonces, fundamental.

  • Escuchar, sin interrupciones/evaluaciones, es tal vez la habilidad más importante para el Presidente que desea oxigenar a la empresa con ideas nuevas.

  • Crear en la organización un sistema que incentive y recompense el canje/flujo del conocimiento y no su individualización, es también una estrategia importante.

  • Para los fanáticos de la gestión del tiempo es siempre bueno recordar que la interrupción puede representar una oportunidad. En estos casos suele ser necesario "filtrar" las interrupciones, separando la paja del trigo.

  • Las oportunidades son más fácilmente identificadas cuando "pensamos" el por qué "hacemos" algo (Planeamiento). Como somos, de manera general, orientados a hacer, como primera opción (porque es más tangible), tal vez fuera el caso de intentar invertir esa tendencia.

  • Las objeciones y los cuestionamientos son una gran fuente de oportunidades; es necesario "tratar bien" a quien tiene esa característica de comportamiento.

  • Todos en la empresa necesitan "trabajar" para el área de investigación, innovación, desarrollo; en nuestra historia, incluso la funcionaria hacía eso.

  • Es necesario que haya un sistema de "recompensa" para los generadores de oportunidades. No estamos hablando necesariamente de dinero, pero de algo que refleje el valor que la organización da a las nuevas ideas.

Y ahora, Sr. Presidente: ¿Hacerlo ya o esperar que se de?

  • ¿CÓMO SE PUEDE CONVENCER AL PRESIDENTE?

Las ideas acá expuestas se dirigen al presidente (que siempre tiene que dejar claro cuales son los argumentos que más lo sensibilizan), y especialmente a sus subordinados (cuales y cómo utilizar los argumentos más adecuados).

 

Para empezar, es bueno siempre recordar que los presidentes están siempre con la mente orientada hacia resultados, deseablemente tangibles/cuantificables. Busque empezar cualquier contacto por los resultados deseados, solo entonces hable del proceso que va a ser utilizado para alcanzarlos.

 

Como el lenguaje del Presidente es el numérico, busque poner números en todos sus argumentos; números son un lenguaje universal, igualmente entendido.

 

Los presidentes son bastante sensibles a acciones, experiencias de la concurrencia, ejemplos de benchmarking, solicitaciones/declaraciones de clientes/provedores/autoridades gubernamentales; ponga esas informaciones como "relleno" en sus argumentos.

 

Nunca empiece una entrevista o cita sin hacer la clásica pregunta: ¿"cuánto tiempo tengo"? ¿Cuál es su expectativa de término? Busque quedar siempre dentro de los limites pre establecidos; si alguien rompe esos limites, que sea el Presidente.

 

Primero de todo, trate de recordar las características comportamentales del Presidente y utilícelas en su presentación:

 

¿A él le gusta lo visual o lo auditivo?

¿Contactos rápidos o retrasados?

¿Noticias o ideas ya probadas, seguras, o prefiere arriesgar?

¿Tiende más a la relación o a los resultados?

¿Prefiere una presentación informal o le encanta un PowerPoint, un texto detallado?

Mencionamos que los hechos son esenciales. Queremos recordar que opiniones son, potencialmente, peligrosas, especialmente cuando anteceden a los hechos (por naturaleza polémicos, dividen el "público"). Los hechos, como son neutros y no llevan a la toma de posiciones, deben ser aprovechados hasta agotarlos; después de esa etapa deben venir las opiniones.

 

La objetividad en demasía puede ser una desventaja, especialmente si el presidente es del tipo que le encanta un rompe-hielo, un chiste, etc., recuérdese de eso; a veces suele ser necesario hacer unos "rodeos" de recalentamiento, antes de entrar en el tema principal.

 

¡Los presidentes son muy sensibles a opiniones/citaciones de otros Presidentes! Si encuentra algunas de ellas que corroboren su punto de vista, ya tiene medio camino andado.

 

Recuerde siempre que usted puede convencer/influenciar a alguien utilizando varias alternativas:

 

Usted tiene una excelente idea/producto (foco en el producto)

Usted es muy hábil en la argumentación (foco en el proceso)

Usted es bueno en empatía, sabe customizar la relación (foco en el estilo)

El ideal es buscar integrar las tres dimensiones, identificando siempre a aquella que más sensibiliza a su interlocutor.

 

Otro aspecto importante es recordarnos que a los Presidentes les gusta actuar como... Presidentes; muchas veces eso significa hablar más (o primero); o sea, tal vez sea importante que usted escuche primero, para que vea donde esta pisando.

 

A los presidentes les encantan las soluciones, detestan los problemas; aún más, "detestan" que alguien les traiga problemas para que ellos resuelvan. Llévele siempre alternativas, otras perspectivas.

 

Una buena idea, una excelente sugerencia necesita ser acompañada de los costos involucrados en su implantación; y además, de la relación costo/beneficio.

 

¿No consiguió convencer a su presidente? ¡Con estas sugerencias todo será más fácil en el próximo contacto!

  • ¿LA DELEGACIÓN ES PARTE DE SU CREDO?

En la era de la productividad total algunos presidentes se "olvidan" que uno de los más poderosos instrumentos para la mejora de la performance gerencial es la delegación, especialmente por lo que representa en términos de empowerment y motivación de los subordinados.

 

Conceptualmente delegación es la transferencia de autoridad y responsabilidad para la ejecución de una tarea que, en el entender del delegante, va a ser más propiamente ejecutada por el delegado (el concepto es antiguo, el problema reside tal vez en su operabilidad).

 

El propio concepto de delegación merece algunos comentarios:

  • Delegación es esencialmente el resultado de un análisis comparativo, solo se puede y se debe delegar a partir de una visión del conjunto.

  • Se delega para multiplicar el poder y no para perder el poder

  • Se delega lo urgente para quedarse con lo importante; lo programable, para retener lo no programable; lo rutinario, para quedarse con lo que requiere innovación, creatividad.

  • Delegar lo que no es de nuestro agrado puede ser peligrosísimo, cuando esas tareas podrían ser importantes, innovadoras.

* ¿POR QUE DELEGAR?

Las razones para la delegación no se relacionan solamente con los temas de mejora de performance o administración del tiempo, sino también con el empowerment, motivación, entrenamiento y calidad de atención a los clientes etc.

 

Se delega para:

- Aumentar el compartimiento del conocimiento

- Desarrollar aptitudes específicas de los subordinados

- Entrenar subordinados

- Motivar subordinados

- Aumentar el grado de iniciativa/energización de los subordinados

- Incrementar la calidad de lo que se tiene que hacer

- Aumentar la creatividad y la innovación a partir de las contribuciones de los subordinados

- Tener tiempo para la ejecución de la actividad más importante

 

* CAUSAS MÁS COMUNES DE LA NO-DELEGACIÓN

 

Causadas por las Gerencias:

- Falta de visión sistémica del trabajo. Delegar es comparar lo más importante con lo menos importante, por lo tanto es necesario que uno tenga adelante suyo un registro de las actividades desarrolladas a lo largo del día y/o semana.

 

- Miedo de perder poder. El presidente es evaluado por la cantidad/calidad del trabajo de sus subordinados, por su capacidad de coordinación y no por su habilidad en la ejecución directa de determinadas tareas. Es siempre bueno recordar que los ejecutivos imprescindibles no son promovidos.

 

- Miedo de equivocarse. Equivocarse en la elección de personas o en la selección de tareas que serán atribuidas a una determinada persona. Admita la posibilidad de que usted también se equivocó en el pasado, que otras personas pueden incluso ejecutar aquella tarea más eficientemente que usted mismo. Admita, por último, que el equivoco es inherente al proceso de aprendizaje.

 

Causadas por los Subordinados:

- No pedir delegación, no tomar la iniciativa de emprender la ejecución de tareas nuevas.

- Delegar hacia arriba, devolviendo a la gerencia la decisión, evitando asumir riesgos.

- Incapacidad (técnica, psicológica etc.), no tener habilidad, o competencia para la ejecución de la tarea solicitada; preferir la seguridad de la rutina en vez de la ambigüedad/incertidumbre generadas por la ejecución de nuevas tareas.

 

* ERRORES EN LA DELEGACIÓN

 

- Delegar que hacer, pero también decir como debe ser hecha la tarea, impidiendo al subordinado de elegir sus propios caminos, muchas veces más adecuados que los anteriormente usados.

- Delegar responsabilidad (que), pero no la autoridad correspondiente. Se admite la delegación gradual de la autoridad, pero siempre existiendo un mínimo de autoridad.

- Indefinición de los limites en cuanto a plazo, inicio y término de la tarea, grado de autoridad.

- Abdicación: No quiero ver más eso. El ejecutivo impide la colocación de dudas por parte del subordinado, aumentando la posibilidad de eventuales problemas en la fase inicial de la delegación.

- No definir previamente maneras de control. Es necesario caracterizar el control como una manera de ayuda, no como síntoma de desconfianza con relación al subordinado.

- Expectativas ideales/perfeccionismo. Esperar algo del subordinado, pero no aclarar eso con él; después exigir, como si todo fuera ya de su conocimiento.

- Esperar que el subordinado ejecute la tarea igual o mejor que la gerencia (en corto plazo).

 

* DELEGACIÓN EFICIENTE

- Haga que los subordinados sepan que usted verificará periódicamente el desarrollo de las tareas; defina los tipos de informes que desea, su periodicidad etc.

- Muestre interés en ayudar a los subordinados a solucionar problemas importantes para ellos (aunque, a veces, corrientes para usted, como gerente). Esté accesible para responder preguntas.

- Conceda margen para errores. No reprenda a nadie por reportar un error. Use el error como oportunidad para el entrenamiento, nunca olvide investigar las causas de lo sucedido.

- Determine plazos realistas, que podrían ser cumplidos por usted mismo si fuera a ejecutar la tarea.

- Comparta sus pensamientos y sus expectativas con los subordinados para que puedan tener una base inicial para la toma de decisiones.

- Defina hasta adonde va la autonomía de acción/decisión de cada subordinado para cada tarea.

- No estructure demasiado la tarea a ser desarrollada por los subordinados; deje margen para que ellos elijan sus propios caminos.

Por último, si usted, presidente, cree que ya delega suficientemente propóngase las siguientes cuestiones:

  • ¿Su substituto eventual, en su ausencia, resuelve apenas 10% de los problemas que aparecen?

  • ¿Cuando usted viaja o entra de vacaciones todo funciona más despacio, llegando incluso a parar?

  • ¿Recibe muchas llamadas en sus vacaciones (para resolver "Emergencias")?

  • ¿Cuando vuelve de vacaciones critica duramente el desempeño de quien lo substituyó, focalizando apenas los errores cometidos?

Si la respuesta es afirmativa para dos o más preguntas, usted debe cuestionarse si no estará delegando poco.

¡Probablemente sí lo estará!

  • NEGOCIACIÓN: ¿ERRORES PELIGROSOS?

Los presidentes están siempre negociando: clientes externos, internos, comunidad, políticos, etc. En el contexto organizacional esa competencia es una de las más demandadas.

Cuando se habla en competencia de negociación, todos tienen una receta lista para el éxito. Informado de los peligros que vienen detrás de esas recetas, hay una serie de errores/mitos, que vale la pena desmitificar.

Errores/mitos provienen de visiones distorsionadas o parciales del tema negociación, así como de la falta de competencia en el abordaje de un tema en el cual la llamada práctica o experiencia nos lleva al descuido con relación al conocimiento y utilización de la tecnología.

 

* LOS ERRORES Y LOS MITOS

Vamos a un análisis más detallado de lo que mencionamos.

"La mayor presión para hacer concesiones es siempre para mi lado".

Dos personas que se proponen negociar siempre van a tener presiones "escondidas"; una necesita comprar, la otra vender etc.; la cuantificación de esa necesidad es más difícil, pero ella siempre existe. Busque negociar como si las presiones fueran equilibradas, así usted hará concesiones más parsimoniosamente. Busque también identificar las efectivas necesidades del otro lado, así podrá tener una idea mejor de las presiones a las cuales él lo está sometido.

"El secreto de una negociación está en el mayor conocimiento posible de tácticas y estrategias".

Una negociación eficiente y eficaz requiere conocimiento acerca de las personas con quien se negocia, acerca del tema/negocio objeto de negociación, así como acerca de las técnicas de negociación (etapas, estrategias y tácticas, embrollos, concesiones etc.).

Tácticas y estrategias son únicamente un instrumento en el arsenal de la negociación; un instrumento peligroso ya que su uso repetido puede tornar al otro negociador extremamente defensivo.

"Una buena metodología viene siempre acoplada a un determinado tipo de negociación (o negocio)".

Es exactamente lo contrario; una buena metodología siempre servirá para cualquier tipo de negociación y para todo y cualquier tipo de negocio. Es por eso que, en principio, no somos muy favorables a seminarios de negociación en compras, ventas, con bancos etc... Lo que debe cambiar es el tipo de negocio y no la metodología para negociar; ¡una buena metodología se aplica a las negociaciones de cualquier área o segmento!

"Es imposible que dos partes salgan ganando en una misma negociación".

Esta es uno de los más grandes mitos que encontramos. En primer lugar recordemos que hay varias monedas involucradas en una negociación, tales como dinero, status, consideración, prestigio etc.; uno puede no ganar tanto dinero como la otra parte, pero el prestigio, status, también cuentan para el grado de satisfacción. El gana-gana también está extremamente relacionado con la preocupación, con los objetivos y necesidades del otro lado durante la negociación; quien tiene este genuino tipo de preocupación y transmite esto a la otra parte, ciertamente contribuirá para una solución de ganancia común. Hay un momento en la negociación en que uno de los lados puede perder; esa perdida no proviene, necesariamente, de la incompetencia del negociador, pero sí del "perder" una batalla para ganar una guerra. Por último, es importante mencionar el ítem flexibilidad (disposición para cambiar) que mucho contribuye para la sinergia durante la negociación (2 + 2 = 5), cuando el resultado final es más grande que la suma de las parcelas de las contribuciones individuales; entonces el gana-gana queda más fácil.

"En negociación es más importante hablar que oír".

Desde nuestra infancia somos educados para hablar más que oír. El chico que habla se destaca más que aquel que es tímido y que no habla. En los programas de formación técnica y gerencial es lo mismo. Se enfatiza el hablar, como si, hablando mucho fuera posible convencer más rápidamente la otra parte, aún que sea por cansancio. En negociación escuchar es tan importante como hablar. Es escuchando que identificamos las necesidades y expectativas de la otra parte, es cuando se obtiene informaciones valiosas para establecer un puente entre su argumentación y sus necesidades y, también, la argumentación y la necesidad de la otra parte. Quien tiene paciencia para escuchar primero y hablar después, ciertamente tendrá chances de hacer una mejor negociación.

"Hay un estilo ideal para la negociación".

Nuestra metodología de negociación trabaja con cuatro estilos básicos: El Catalizador (creativo, superficial, sensible a elogios), Apoyador (bueno de relación, teme a conflictos, se interesa por el bien-estar del grupo), Controlador (enfatiza la tarea, arroja a las personas a segundo plano, es muy objetivo) y Analítico (es detallista, estima la seguridad por encima de todo, siempre tiene todas las informaciones necesarias). La experiencia y las investigaciones comprueban que no hay un estilo ideal. Lo ideal seria tener en el equipo los 4 estilos representados y utilizarlos de acuerdo con las características de los otros negociadores y del propio momento de la negociación. Usar el Controlador cuando se quiere resultados rápidos y palpables; el Analítico cuando la seguridad es el mayor valor; el Catalizador cuando la negociación se detiene por falta de alternativas y el Apoyador cuando la relación humana necesita ser incrementada. En términos de distribución estadística es importante que una empresa tenga 25% de sus negociadores en cada estilo.

"Es importante conocer las flaquezas del otro negociador para poder usarlas durante la negociación".

Las investigaciones demuestran que cualquier argumentación basada en las flaquezas de la otra parte, tienden a tornar a esta otra parte más defensiva y menos propensa a negociar.

Se puede hasta conseguir una victoria en el corto plazo pero esto, a medio y largo plazo, podrá representar una victoria de costo mínimo alto. Otro aspecto que tenemos que recordar es el lado ético. No nos parece saludable desear conocer las flaquezas de la otra parte para usarlas en nuestro propio beneficio, especialmente si esa otra parte es alguien con quien negociamos permanentemente.

"La dimensión confianza no es importante en el proceso de negociación".

Confianza es algo que se adquiere o se pierde a partir del primer contacto en la negociación, incluso por teléfono. Varios son los elementos que pueden aumentar o eliminar la confianza:

- Credibilidad: cumplir lo que se promete, hacer lo que se dice.

- Coherencia: decir lo que se piensa y se siente sin intentar dorar la píldora.

- Receptividad: convivir con valores, sentimientos, prioridades distintas de las suyas, aceptar a las personas como son.

- Claridad: no esconder el juego, pasar a los otros las informaciones relevantes, aunque no confidenciales.

La ausencia de cualquiera de esos comportamientos ciertamente afectará la confianza del otro negociador en usted y vice versa.

Sin confianza difícilmente podrá haber negociación. Si usted tiene dudas, busque aplicar los conceptos anteriores en el ámbito de su relación conyugal.

"La mayor flexibilidad perjudica la negociación".

Flexibilidad puede ser definida como la capacidad que el negociador tiene para ver el cambio (o a cualquier nueva idea) como una oportunidad (y no como a una amenaza).

Negociadores flexibles están siempre abiertos a nuevas alternativas, mejores que aquellas ya pensadas; lo mismo aún si esas nuevas ideas vienen de la otra parte.

Negociadores flexibles siempre van a ser capaces de efectuar negociaciones más ricas.

Otra característica del negociador flexible es la capacidad de ponerse en el lugar del otro negociador y solo ahí entonces examinar la viabilidad de su propia argumentación.

En la era de la customización máxima, la importancia de la flexibilidad es cada vez más obvia.

  • ¿POR QUE EL PRESIDENTE NO DUERME A LA NOCHE?

Hace un año realizamos con 100 presidentes y directivos una encuesta con una única pregunta: "¿Qué está perturbando su sueño?". Presentamos, a continuación, los problemas y situaciones responsables por este insomnio. No todos los tópicos se aplican a todos los que contestaron, pero pueden representar algo para pensar "antes de dormir".

Siguen las principales respuestas a nuestra encuesta:

E-Commerce

La comercialización vía internet es una de las preocupaciones prioritarias de la mayor parte de las organizaciones; ¿cuánto y cómo invertir? ¿Qué vender? ¿Cómo entregar rápido? ¿Cómo obrar con una velocidad compatible con el proceso "just in time"?

Fidelidad

¿Cómo mantener/recompensar a los clientes actuales? ¿Cuál es el tratamiento diferenciado que les debo dar? ¿Cómo equilibrar el tratamiento a clientes actuales y pasados?

Cambios

¿Cómo mantener y acompañar el timing del cambio, sea tecnológico, en los procesos de gestión de personas, o en las demandas del mercado?

Desarrollo de nuevos liderazgos

El capital intelectual necesita ser cada vez más desarrollado y compartido: ¿cómo hacerlo, cómo medirlo, cómo retenerlo?

Desarrollo de Productos, Servicios Propios únicos, sin similares en el mercado

Reducción del Turnover

Reducción de los niveles de turnover, especialmente en los escalones más altos; retención de personal llave para la organización, vía educación, beneficios, oportunidades de auto realización, visión individual del futuro en la empresa (el costo directo del reclutamiento de un nuevo empleado en los EE.UU. oscila entre 7.500 y 15.000 dólares y las tasas anuales del turnover están en la línea del 20/22%).

Cuantificación

Cuantificar toda y cualquier propuesta; muchas veces las ideas, apenas en su dimensión cualitativa, más complican que ayudan.

Confianza

El desarrollo de una relación de confianza entre el Presidente y sus subordinados directos (cumplimiento de plazos, decir lo que se piensa y siente, compartir/difundir informaciones, aceptar diferencias individuales).

Motivación

Implantar un clima de motivación para cooperación, en oposición a motivación para competición; trabajo en equipo, evaluación por equipo.

Financiamiento

Búsqueda de fuentes de financiamiento con tasa de costo/beneficio significativa.

Prioridades

Tener un sueño tranquilo depende también (y mucho) del propio Presidente, en el momento que él toma algunas de esas actitudes básicas:

- Priorizar las actividades importantes, más que las urgentes.

- Invertir en un sucesor, con quien pueda "dividir el insomnio".

- Tener la delegación como una actividad permanente, incluso dejando apertura para incentivar a las sugestiones que vengan de los subordinados.

Liberar a los subordinados para hacer un coaching de abajo para arriba, teniendo a él, Presidente, como objeto.

Ciertamente hay otros problemas organizacionales y personales que impiden al Presidente tener un sueño tranquilo, desde la globalización hasta la "apnea". Cualquier solución siempre dependerá de una acción conjunta del Presidente con sus subordinados.

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"IMPLEMENCIAÇÃO"

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JOSÉ LUIZ MEINBERG

Diretor do MVC

 

 

"IMPLEMENCIAÇÃO"

 

 

Muito do que se tem falado em negociação tem como finalidade a obtenção de um acordo como objetivo final. As definições acadêmicas, por sua vez, também giram em torno deste acordo:

 

"Negociação é o processo de buscar aceitação de idéias, propósitos ou interesses visando o melhor resultado possível, de tal modo que as partes envolvidas terminem as negociações conscientes de que foram ouvidas, tiveram oportunidade de apresentar toda a sua argumentação e que o produto final seja maior que a soma das contribuições individuais".

Negociação é o processo de alcançar objetivos através de um acordo.

Negociação é um processo em que duas ou mais partes, com interesses comuns e antagônicos se reúnem para confrontar e discutir propostas explícitas com o objetivo de alcançarem um acordo.

 

Um dos livros clássicos em negociação, Como Chegar ao Sim, de Willian Yuri e outros traz como ponto focal do texto e título a meta final do processo da negociação: chegar ao sim no acordo.

 

Não fosse a indicação nas definições acima "visando o melhor resultado possível", ou mesmo "alcançar objetivos", poderíamos afirmar que não é dada a menor importância para o fundamental momento da pós-negociação: a fase da implementação. A ênfase está na negociação objetivando um acordo e não uma negociação visando implementação.

 

Muitos dos acordos efetuados debaixo de um grande clima de otimismo, vão por água abaixo durante a implementação, mesmo com todo o esforço e criatividade que os negociadores empreenderam para chegar ao acordo. O que falta é uma visão dos problemas na implementação do acordado e um estabelecimento de responsabilidades e limites desta implementação.

 

E para agravar ainda mais esta situação, a remuneração de muitos dos negociadores, vendedores de um modo geral, são realizadas com base no número de acordos assinados, pedidos, contratos, etc. São efetivamente negociadores de acordo. Poucos estão interessados na seqüência das atividades geradas a partir do pedido do cliente, por exemplo. Ou seja, sua obrigação encerrou quando entregou o contrato.

 

É também interessante notar que os participantes deste acordo nem sempre estão presentes quando da implementação. Esta, por sua vez, é realizada por terceiros, aqueles responsáveis por fazer o acordo frutificar que, distante dos termos e peculiaridades do que foi acordado, que muitas vezes não têm a intimidade dos negociadores iniciais, não sabem as razões do porquê as questões foram tratadas e acordadas como ele encontrou. A possibilidade de não ser adequadamente tratado o assunto é bastante presente por esta falha no processo de negociação.

 

As mudanças nas relações comerciais empreendidas a partir da presença cada vez maior de concorrentes, de produtos e serviços praticamente iguais, do aumento do poder do comprador, o seu melhor preparo e o foco dos fornecedores no cliente, tem obrigado a um acompanhamento do resultado do acordo na prática e não só como promessa. Uma mudança de atitude para negociação para ser implementada efetivamente.

 

O necessário foco para a fidelização dos clientes como forma de rentabilizar as operações dos fornecedores tem direcionado os negociadores comerciais a uma preocupação efetiva com os frutos do que foi negociado. Vender hoje implica num aumento da responsabilidade na direção da melhor implementação. Negociação então, nestes novos tempos, é mais ampla que chegar apenas a um acordo. É negociar a perfeita, correta e a melhor implementação. É a prática da "implemenciação" ! Ou seja, não só negociar o acordo como também negociar sua implementação.

 

O processo da implemenciação utiliza as mesmas bases do processo de negociação. Porém tem de ter uma atitude prática de mudança de mentalidade:

  • Desenvolva o hábito da visão de longo prazo – Tente imaginar qual o resultado que aquela implemenciação vai efetivamente gerar para o cliente. Por resultado entenda qual o efetivo benefício que o cliente conseguirá com o acordo: o que ele ganhou aceitando o que foi discutido. Verifique quais são as áreas vulneráveis do acordo, o que poderá dar errado, o que será mais fácil.

  • Desenvolva o hábito de preparar o outro lado – Encaminhe a negociação com mentalidade na implemenciação e não apenas no acordo. Não utilize artifícios e ofertas criativas para seduzir o outro lado a uma tomada de decisão muito rápida pela atratividade momentânea, pegando-o de surpresa. Acordos realizados sem a devida avaliação mútua podem gerar promessas que não possam ser cumpridas. Se qualquer um dos lados não venha a realizar o acordado os dois acabam perdendo.

  • Desenvolva o hábito do alinhamento interno (tanto do seu quanto do outro lado) - Ao longo do processo de implemenciação vá colocando as partes responsáveis por implementar o acordo a par do andamento das negociações. É provável existirem informações importantes a partir delas que possam minimizar riscos potenciais na implementação ou mesmo melhor resultados para as partes. Procure verificar e alinhar o nível desejado de expectativas e a relação desta expectativa com a real possibilidade de realização. Se houver áreas frágeis ou com potencial risco de gerar um problema futuro no relacionamento prepare-se antes e dê chance ao outro lado também estar preparado se o problema estiver lá.

  • Desenvolva o hábito de comunicação única e em tempo ótimo – Quanto mais complexo for o acordo mais áreas estarão envolvidas. Após o acordo de implemenciação procure deixar todos os responsáveis pela implementação a par do que foi levado em consideração para o acordo e as direções de realização, principalmente os termos que compõem este acordo, se houve algum tipo especial de concessão, e todos os detalhes possíveis e necessários de tal forma que não haja, por parte dos executores, interpretações diferentes das acordadas.

  • Desenvolva o hábito de estabelecer metas mensuráveis – O processo de implemenciação é um processo com o mesmo foco da organização (a sua e a outra) e seus resultados. Assim como na organização "quem mede melhora", na implemenciação este deve ser uma atitude como regra. Não se trata apenas em sobrepor controles ou dados. Trata-se da atitude a ser estabelecida na reação às informações obtidas ao longo da implemenciação e no que elas podem contribuir na melhoria do processo. Ao final, estas metas devem ser comunicadas para ambas as partes e devem ser reconhecidas e valorizadas em relação ao sucesso provocado pela implemenciação.

Se a idéia geral é procurar estabelecer relações de longo prazo um processo de implemenciação deve ser levado em consideração: garantir através dele o valor do que foi acordado e não simplesmente obter uma transação momentânea.

 

O processo de implemenciação entre as partes vai sendo desenvolvido ao longo do tempo. É uma questão de mudança de paradigmas. Não é possível resultado pleno na primeira aplicação. É uma questão de treino, de repetição, de determinação. É acreditar que é o caminho correto para acordos duradouros e relações de longo prazo.

 

O resultado de uma implemenciação não pode, portanto, ser visto como um documento assinado, um pedido do cliente, etc. Tem de ter a direção do valor alcançada pelas partes a partir da ação conjunta e preestabelecida naquele momento. Um implemenciador não se prepara perguntando o que o outro lado aceitaria e sim como ele pode encaminhar o processo criando valor mútuo. Não se preocupa simplesmente com a assinatura de um documento e sim com todo o ciclo de implementação e geração de valor gerado a partir deste documento.

 

 

Material retirado do POCKET MBA MELHORIA DE PERFORMANCE DE EXECUTIVOS E GESTORES (link)

 

 

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OS MELHORES LIVROS EM CADA CATEGORIA SÃO:

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OS MELHORES LIVROS EM CADA CATEGORIA SÃO:

(veja detalhes em cada link)

Strategy: "Confronting Reality: Doing What Matters to Get Things Right," by Larry Bossidy and Ram Charan
http://www.strategy-business.com/article/5910898?gko=ccd54-1876-5910898

Management: "The Real Thing: Truth and Power at the Coca-Cola Company," by Constance L. Hays
http://www.strategy-business.com/article/5910959?gko=f1c3c-1876-5910959

IT & Innovation: "The Keystone Advantage: What the New Dynamics of Business Ecosystems Mean for Strategy, Innovation, and Sustainability," by Marco Iansiti and Roy Levien
http://www.strategy-business.com/article/5911123?gko=1ef56-1876-5911123

Leadership: "Authentic Leadership: Rediscovering the Secrets to Creating Lasting Value," by Bill George
http://www.strategy-business.com/article/5911186?gko=f5995-1876-5911186

Governance: "Back to the Drawing Board: Designing Corporate Boards for a Complex World," by Colin B. Carter and Jay W. Lorsch
http://www.strategy-business.com/article/5955702?gko=8b1ab-1876-5955702

Change Management: "Change Without Pain: How Managers Can Overcome Initiative Overload, Organizational Chaos, and Employee Burnout," by Eric Abrahamson
http://www.strategy-business.com/article/5955765?gko=580de-1876-5955765

The Bubble: "Rational Exuberance: Silencing the Enemies of Growth and Why the Future Is Better Than You Think," by Michael J. Mandel
http://www.strategy-business.com/article/5956580?gko=1a4c4-1876-5956580

Behavioral Economics: "The Company of Strangers: A Natural History of Economic Life," by Paul Seabright
http://www.strategy-business.com/article/5956751?gko=beb69-1876-5956751

The New Consumer: "The Substance of Style: How the Rise of Aesthetic Value Is Remaking Commerce, Culture, and Consciousness," by Virginia Postrel
http://www.strategy-business.com/article/5956839?gko=b99bb-1876-5956839 

 

 

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ONDE ESTÃO OS TALENTOS?

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MAURO RIBEIRO

Consultor Sênior Associado ao MVC

 

 

ONDE ESTÃO OS TALENTOS?

  • Hei moço! O Sr. gostaria de comprar os cajus mais gostosos desta praia?

  • E como você sabe que eles são os mais gostosos?

  • É que eu moro ali naquele sítio e a gente tem uns três pés de caju em casa, os vizinhos também têm em seus quintais, mas o pessoal daqui rouba somente os cajus do meu quintal. É por isto que eu acho que os meus cajus são os mais gostosos, senão o pessoal não roubava. O Sr. pode experimentar um se quiser, se gostar o Sr compra dois saquinhos. O que o Sr. acha da minha proposta?

 

Este diálogo aconteceu de verdade em uma praia do litoral sul de São Paulo, em uma manhã de verão. Eu estava sentado confortavelmente na areia da praia, quando vi um menino moreno aparentando uns dez anos de idade empurrando um carrinho de pedreiro todo enferrujado com o pneu murcho. Dentro do carrinho carregava alguns saquinhos de plástico com punhados de cajus. Aceitei a proposta e provei um. Confesso que a aparência das frutas era feia, mas o gosto era espetacular e acabei comprando dois sacos.

 

O Willian, este era o nome dele, vinha sorridente, olhando para o mar, para as pessoas jogando futebol, para a asa-delta voando no céu. A cada aglomerado familiar, ele parava e iniciava seu atualíssimo processo de vendas, afinal de contas, ele tinha uma boa abordagem, fazia perguntas planejadas e coerentes, tinha respostas para as dúvidas dos clientes, portanto conhecia o produto, tinha uma boa oferta e tinha todo o programa de vendas na ponta da língua, além de que era simpático, alegre, etc. Enfim, o Willian tinha o perfil do vendedor que todo gerente de vendas gostaria de ter em sua equipe!

 

Mas ele faz parte do enorme contingente de crianças que não terão oportunidade de desenvolver suas habilidades naturais, pois sendo um filho de pedreiro desempregado, morando em uma tapera, no fim do mundo, sem condições de educação, saúde, sem nada... Enfim mais um brasileiro do popular grupo SF ou dos "Sem Futuro".

 

Com certeza o país perderá um potencial profissional da área comercial ou até, quem sabe, um profissional da área de marketing ou da publicidade. Imagino a quantidade de talentos que o país perde por não ter um estratégico modelo de desenvolvimento de talentos como, analogamente, toda empresa inteligente tem.

 

Estatisticamente, dos 68 milhões de jovens com idade entre 5 e 24 anos (IBGE-Censo 2000), cerca de 4 milhões (6% da população segundo a curva de Gauss) são gênios em alguma das 11 inteligências já catalogadas, conhecidas e provadas (conceito de Howard Gardner e demais seguidores). Ou seja, 4 milhões de gênios estão perdidos no meio desta multidão onde, com certeza, a maioria não foi identificada pelos técnicos do setor educacional.

 

E não o foram porque o pessoal da educação – sabendo ou não – não utiliza esta ferramenta fantástica de identificação dos talentos.

 

Tenho certeza que todos os executivos de nível médio para alto e demais pessoas informadas conhecem o segundo camelô de maior sucesso no Brasil (o primeiro é o Sr. Silvio Santos do SBT). Pois é David Mendonça, que ensina marketing para "doutores" no assunto, em suas palestras pelo Brasil afora.

 

Um caso de talento que a força de vontade e as durezas da vida promoveram ao estrelato. Importante: David Mendonça não tem o segundo grau completo. Os talentos ele sempre teve. Estavam latentes. Faltavam serem descobertos. Mas ninguém descobriu e um brilhante profissional foi, por razões várias, morar debaixo de uma ponte.

 

Um dia, com um empréstimo de R$ 12,00 para comprar um remédio para a esposa, ele ousou, e usou o dinheiro para comprar balas e doces que foram vendidos por R$ 24,00. Comprou o remédio e reinvestiu o restante, pagou a dívida, e de lá para cá não parou mais. Já foi entrevistado pelo David Letterman (Late Show – CBS) e ficou por 21 minutos no ar, contra os 11 minutos do Mel Gibson no mesmo programa.

 

Onde estaria o David se nosso sistema educacional tivesse identificado este potencial e o tivesse desenvolvido desde os primórdios do ensino básico, com um curso de ensino médio completo, uma faculdade séria e formadora e uma oportunidade de trabalho que o desenvolvesse ao máximo? Talvez tivéssemos um eficaz Presidente de uma mega-empresa.

 

Nesta semana vi uma matéria na TV onde três catadores de lixo reciclável de Belo Horizonte estão realizando um filme. É isto mesmo. Estão escrevendo, produzindo e realizando um filme sobre as dificuldades da vida dos catadores de lixo de BH. Na matéria deu para notar que se tratavam de pessoas muito articuladas e persistentes. Na entrevista ficou evidente a diferença de fazer o que tem de ser feito, por exemplo, catar lixo e fazer o que se gosta de fazer, mas dentro da habilidade intrínseca de cada um. Os olhos dos três brilhavam quando falavam do filme, do script, das cenas, etc.

 

Segundo o conceito de múltiplas inteligências, todo mundo é um pouco "gênio" em pelo menos uma inteligência específica mas, por outro lado, este mesmo "gênio" poderá ser uma "anta" em outra área.

 

Este conceito explica porque encontramos engenheiros altamente capazes na habilidade de cálculos (inteligência lógica - matemática) e que, por sua vez, não têm nenhuma capacidade de escrever um relatório (inteligência lingüística literária) e pior, às vezes nenhuma capacidade em lidar com gente (inteligência emocional).

 

O que as autoridades políticas e tecnocratas da área da educação do nosso país estão fazendo com nossos talentos natos? Afinal mesmo no sertão mais pobre ou na favela, estatisticamente, existem talentos, que em sua maioria serão desprezados e morrerão com suas capacidades em forma de latência.

 

Segundo recentes estatísticas do IBGE - Censo Demográfico 2000 (www.ibge.gov.br) e do INEP - Censo Escolar 2003 (www.inep.gov.br), como também publicado em um estudo do Instituto Cidadania-2003 Projeto Juventude - publicado no site do INEP:

 

- 47,6% dos jovens entre 15 e 24 anos não estão matriculados em nenhuma escola.

 

- 83% dos jovens entre 15 e 17 anos estão matriculados, dos quais 52% estão no nível fundamental e 46% no nível médio.

 

- 50% dos jovens entre 17 e 19 anos estão matriculados, dos quais 13% na universidade, 56,8% no nível médio e 29,7% no nível do ensino fundamental.

 

Apesar das autoridades governamentais insistirem em dizer que 100% das crianças estão matriculadas nas escolas do ensino fundamental - o que é verdade - o mesmo não se pode dizer sobre a continuidade destes estudos, pois os jovens se distanciam cada vez mais dos bancos escolares no ensino médio e superior. Ao que parece o governo está publicitando a quantidade de alunos que entram e não a qualidade daqueles que saem das escolas brasileiras.

 

Dos bravos heróis que terminam o ensino médio, ao fazerem as provas do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), ou mesmo fazendo seu primeiro vestibular pleiteando uma vaga na faculdade, encontramos besteiras escabrosas escritas nas provas, tais como:

 

  • Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio.

  • Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor.

  • Péricles foi o principal ditador da democracia grega.

  • O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro d'água.

  • A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem que realizar em um metro da unidade de tempo, no sentido contrário.

Entendo que estas frases foram publicadas na Internet e, portanto são passíveis de uma "montagem" para torná-las mais hilárias mas, por outro lado, sabemos que os jovens ao entrarem nas universidades mal conhecem aritmética e menos ainda interpretação de texto.

 

Segundo os resultados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) de 1999, o Brasil ocupou pela segunda vez o desonroso último lugar entre 32 países (publicado pelo INEP em 2003) onde somente 1,8% dos alunos (sem atraso) com idade de 15 anos sabem ler e interpretar completamente um texto. Desculpem, mas tenho de ver o copo vazio (nem meio vazio), afinal 98,2% dos alunos não têm capacidade de ler e interpretar um texto devidamente.

 

Segundo o Prof. Cláudio de Moura Castro (Relatório PISA-2003 – publicado no site do INEP), este resultado é de âmbito nacional e inclui os alunos das melhores escolas particulares do país bem como os das escolas públicas. Na opinião do professor, o fato de uma família pagar uma escola de ensino fundamental e médio, não quer dizer que seus filhos serão melhores preparados que nas escolas públicas.

 

Gestores do setor da educação em nível superior da maioria das faculdades privadas relatam que têm de baixar o nível nos vestibulares, caso contrário ninguém conseguiria ser aprovado. Por conseqüência, acredito, têm de baixar o nível do curso, caso contrário ninguém conseguiria o diploma. E assim por diante, ano após ano, num círculo vicioso de incompetências, até chegar à conclusão do curso.

Como efeito encontramos profissionais devidamente graduados sem o mínimo conhecimento necessário para entrar no mercado de trabalho. Talvez seja esta uma das razões do porquê, e cada vez mais, das empresas estarem criando as suas universidades corporativas. Provavelmente porquê tem de desenvolver conhecimentos técnicos que as faculdades não conseguiram ministrar.

Por outro lado, o ensino médio também reclama que tem de baixar o nível justificando que os alunos oriundos do ensino fundamental chegam mal sabendo escrever seus próprios nomes e poucos, muito poucos, sabem realizar funções matemáticas que envolvam as quatro operações aritméticas.

 

Em algum momento este jogo de empurra-empurra tem de terminar. Afinal, continuando assim, colocaremos em perigo a segurança nacional, pois em um futuro próximo, teremos de importar tecnologia e profissionais, uma vez que, cada vez mais é escassa a quantidade de profissionais capaz de pesquisar e desenvolver inovações e gerenciar operações.

Esta conseqüência já pode ser notada e sentida nos dados sobre o número de novas patentes por países em relação ao número de habitantes (Human Development Report 2001 – UNDP. - United Nations Development Programme – http://hdr.undp.org/reports/global/2001/en/), onde o Brasil apresentou um indicador de apenas 2 patentes por cada milhão de habitantes, enquanto o Japão, Coréia e USA apresentaram 994, 779 e 289, respectivamente, patentes por cada milhão de habitantes, ou seja, o Brasil está muito longe da revolução tecnológica pela qual o mundo está passando.

 

E onde está a solução para este tremendo gap?

 

0) – O Brasil tem de tomar uma decisão estratégica e eleger a educação como sendo a mais importante saída para a maioria dos nossos problemas atuais, pois desde a profissionalização até a violência urbana têm suas raízes na educação.

 

1) – Entender e direcionar a escola fundamental e média como "empresas" formadoras de cidadãos, mas também de profissionais capazes de dirigir empresas e projetos. Fazê-las criar e implementar planos estratégicos onde a missão deveria ser formar gestores, diretores e presidentes de empresas sejam elas quais forem, serviços, indústria, terceiro setor, (micro, média ou grande empresa) etc, pois temos que profissionalizar a gestão deste país e deixar o amadorismo para os concorrentes.

 

2) – Baseado no princípio da participação dos fornecedores de matéria-prima como co-responsáveis pelos programas de qualidade das empresas:

  1. É de fundamental importância que os pais participem das atividades curriculares das escolas de ensino fundamental e médio, atuando efetivamente na discussão do aproveitamento, conteúdos e disciplina.

  2. É de fundamental importância de que este país entenda que o "cliente" não tem sempre razão e admitir que quando um aluno passa dos limites, tem de ser punido severamente chegando ao extremo da expulsão da escola.

  3. Temos de eliminar esta situação de que aluno, filho de pai rico, pode fazer o que quiser; depredar o patrimônio, desacatar professores e demais funcionários. Lugar de aluno indisciplinado é fora da escola que tem um programa sério de educação.

3) – Implementar um dos conceitos básico dos programas de qualidade: começar certo desde o princípio, desde o projeto. Desta forma, implementar um ensino básico de primeiríssima qualidade, onde o aluno ficaria o dia todo em processo de educação seja ela técnica, cívica, moral ou esportiva.

 

4) – Por meio da aplicação de conceitos modernos de recrutamento e seleção tão conhecidos e utilizados no meio empresarial: desenvolver programas para o ensino médio que procure, logo no início, identificar os talentos (múltiplas inteligências) e direcioná-los no sentido do seu desenvolvimento profissional, de tal forma que, para cada aluno, exista um plano individual de educação, treinamento e desenvolvimento, tanto preparando para cursos profissionalizantes como para a futura faculdade.

 

5) – Um ensino superior onde seja possível a entrada de todos que se candidatem a entrar neste ou naquele curso identificado no nível médio, mas que filtrasse a saída somente daqueles que efetivamente adquiram o conhecimento fundamental e concreto da área técnica escolhida.

 

6) – Criar e definir o perfil de competências do professor ideal em cada nível, classificar todos os profissionais na ativa em relação ao seu perfil individual e, passo seguinte, implementar um completo e sério programa de desenvolvimento dos professores. Tal e qual acontecem nas empresas orientadas ao resultado, quando um colaborador não tem o perfil de competências para desempenhar a função, ele tem de ser transferido ou até mesmo demitido.

 

No ensino médio, das escolas públicas e privadas, os professores raramente são treinados para a melhoria das suas atividades.

 

No ensino superior, algumas faculdades, no sentido de economizar alguns "centavos" chegam a contratar professores que nem têm curso superior e, pelo simples fato de terem alguma experiência profissional, são contratados. Nada contra a transferência de conhecimento adquirido através da experiência, mas "experiência" que dizer "passado" e precisamos de professores que desafiem o passado e levem aos alunos à possibilidade e à necessidade de criar um futuro. Na graduação, o conteúdo programático tem de estar na fronteira do conhecimento e, por esta razão, temos de ter professores altamente atualizados.

 

Concluo que nosso modelo de educação deveria considerar:

  • Uma orientação mais profissional, sem ser meramente profissionalizante;

  • As mudanças que estão acontecendo no mundo, tais como o futuro comércio mundial com a China dominando a tecnologia da informação, promovendo, em algum canto da formação, o ensino Mandarim que, sem nenhuma dúvida, em dez anos vai dominar o mundo na esfera comercial;

  • Uma orientação para a formação de cidadãos, como todas pensam que são e, ao mesmo tempo, formar profissionais preparados para dirigir este país em um mundo cada vez mais sem fronteiras e sem barreiras.

  • A enorme necessidade que o país tem de técnicos de nível médio formados e treinados para operar atividades corriqueiras do dia-a-dia, pois a maioria dos mecânicos, pedreiros, consertadores de eletrodomésticos, garçons, e demais profissões altamente importantes e necessárias, são realizadas por pessoas que, em grande parte, perderam o emprego e tiveram de arrumar um "bico" e lá ficaram, desenvolvendo um trabalho amador e de baixa qualidade.

Afinal, se o Brasil quer (e precisa) crescer pelo menos 5% ao ano, vamos precisar, cada vez mais, de gente capaz para produzir e gerir este crescimento.

 

Que venham as mudanças!

 

 

MATERIAL RETIRADO DO POCKET MBA - COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM NEGOCIAÇÃO

 

 

 

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VENDA SEU PRODUTO NO MERCADO EXTERNO: DRIBLANDO OBSTÁCULOS IMAGINÁRIOS...

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CARLOS ALVIM

Consultor Sênior do MVC

 

 

VENDA SEU PRODUTO NO MERCADO EXTERNO: DRIBLANDO OBSTÁCULOS IMAGINÁRIOS...

 

 

As vantagens da atividade exportadora são óbvias e o desejo de conquistar o mercado externo está presente nos projetos da maioria dos empresários da indústria. Faturar em moeda forte e estável, aumentar o faturamento e os lucros, diversificar os riscos da carteira de clientes, fortalecer a marca, estabelecer novos patamares de qualidade e competitividade... Não é preciso realçar os benefícios de estar presente no mercado global. A primeira vez apresenta sempre um grau maior de dificuldade, geralmente acrescido pela lente da nossa inexperiência. É interessante descrever a seqüência de etapas de uma primeira prospecção, considerando um candidato a exportador iniciante e completamente "leigo" no assunto.

 

No entanto, o caminho para a conquista de um mercado externo parece, muitas vezes, árduo e repleto de dificuldades, apenas acessível às grandes empresas com tradição nesse tipo de prática comercial. Existe um "passo a passo", a ser seguido pelos iniciantes no comércio exterior, capaz de desmistificar as dificuldades, poupando tempo e recursos. Dificuldades existem, como em qualquer empreendimento que se configure lucrativo, são facilmente vencidas com um bom planejamento que cumpra, pelo menos, as seguintes etapas.

 

A primeira coisa a ser feita é a definição do mercado. Para que país se pretende exportar? Características do mercado são levadas em conta nessa etapa, tais como ritmo de crescimento, poder aquisitivo da população, grau de exigência de qualidade, presença de concorrentes. A pesquisa sobre o mercado, nessa etapa, pode ser feita através de consulados, embaixadas e buscas na internet.

 

Uma vez escolhido o país prospectivo, com base nesses critérios, passamos a um detalhamento das características do produto que o tornarão adequado a esse mercado A primeira coisa a ser verificada é a composição de preço, caso o produto seja exportado exatamente como ele é comercializado no mercado interno.

 

Fatores de custo como seguro, frete, impostos e taxas devem ser verificados para que se saiba por qual preço o produto poderá ser posto no país considerado. Nesse ponto é importante a verificação da existência de eventuais barreiras não tarifárias à importação, tais como exigências tecnológicas, de qualidade, fito-sanitárias, de legislação ambiental e outras.

 

A partir daí, verifica-se quais as alterações necessárias para adaptar o produto aos hábitos de consumo do mercado visado. Embalagens, especificações técnicas, benefícios. Verificar os investimentos necessários no parque fabril e, se for o caso, recalcular os preços, as quantidades disponibilizáveis para esse mercado e os prazos de entrega.

 

Nessa etapa deve acontecer uma viagem de prospecção ao país visado, para conhecimento de canais de distribuição e formas de comercialização, para aquisição de produtos concorrentes comercializados localmente e seu estudo cuidadoso. Para essa viagem uma agenda de contatos deverá ser preparada previamente, com apoio da embaixada brasileira, da embaixada ou consulado do país no Brasil e/ou de uma câmara de comércio, se existente. Essa agenda deverá ser cumprida à risca e os mesmos cuidados que se toma na eleição de um parceiro comercial interno e, com mais razão ainda, devem ser tomados em uma praça estrangeira.

 

A prospecção deverá ser cuidadosa e o levantamento dos dados cadastrais, com referências comerciais e de crédito deve obedecer a critérios que a empresa candidata à exportadora julgar necessários para eleição de um comprador. É bom lembrar que esse comprador será nosso canal de distribuição naquela praça e que nossa empresa/produtos serão vistos acoplados ao nome e reputação dos parceiros escolhidos.

 

Uma boa empresa de despachos aduaneiros deve ser contatada desde essa etapa para dar apoio logístico (inclusive documental) ao envio de amostras, procedimentos para pedidos, faturamentos eventuais de remessas experimentais. O conhecimento e a experiência do despachante, interessado na conquista de mais um cliente, fazem-no um poderoso aliado nessa etapa e na seqüência de sucesso das exportações.

 

O apoio de um banco atuante no comércio exterior (a maioria dos grandes bancos brasileiros tem departamentos especializados nesse tipo de atividade) deve ser buscado para solução dos aspectos ligados às formas de pagamento, cartas de crédito e fechamento de câmbio. Para o banco, todo candidato a exportador é um bom cliente potencial que ele tem interesse em apoiar, aliás, os bancos com agências nas praças que nos interessam são uma boa fonte de sugestões para contatos comerciais.

 

Uma vez estabelecido o parceiro (ou parceiros) lá fora, resta um trabalho de manutenção e controle, buscando a preservação do cliente conquistado através de um relacionamento sólido e transparente, onde a exatidão e o acordo entre o ofertado e o vendido devem ser observados com muito mais rigor que em nosso mercado interno.

 

Pretendemos abordar, de forma mais detalhada, cada uma dessas etapas em próximos artigos.

 

Material retirado do POCKET MBA COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM NEGOCIAÇÃO (Internacional) (link)

 

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TESTE- LIDERANÇA E MUDANÇA

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MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

Presidente do MVC

 

 

LIDERANÇA E MUDANÇA

 

Sua empresa e sua equipe estão preparadas para a mudança? Quais os aspectos dominantes nessa relação?

Responda ao teste, sempre considerando a situação real (e não aquela desejada).

 

1) Com relação ao Líder Principal, qual situação é mais compatível com sua realidade?

  1. Está obcecado em implantar a mudança, de forma urgente e profunda; está comprometido de corpo e alma.

  2. Quer a mudança, mas politicamente não se envolve por completo.

  3. Quer a mudança simplesmente para sair do buraco.

  4. Líder, que Líder?

2) Com relação à consistência, necessidade e coerência da Mudança, como estamos?

  1. a)    De modo efetivo há uma consistente Idéia-Força por trás da mudança; sua necessidade é sustentada por poderosos argumentos.

  2. b)    Não chega a ser uma Idéia-Força, mas há bons argumentos para sua defesa.

  3. c)    A mudança tem consistência na cabeça de poucos.

  4. d)    Ninguém sabe porquê tem de mudar.

3) O Líder é um formador de Líderes, visando aumentar o comando do processo?

  1. Despojamento e generosidade não faltam a este líder; temos um verdadeiro bloco de "generais da mudança".

  2. Se não líderes, temos bons GAM´S "Grupos de Apoio e Amigos da Mudança".

  3. A mudança não tem processo e nem está estruturada.

  4. Tá louco? O Líder não quer nem sombra a seu lado.

4) Com relação à capacidade de comunicação do Líder:

  1. É brilhante na força de persuasão, na demonstração da necessidade e nas representações de seu discurso.

  2. Não é um orador nota dez, mas consegue argumentar bem.

  3. Fala bem, mas não convence.

  4. Um mudo faria melhor.

5) Com relação às metas e objetivos...

 

  1. Todos têm uma visão clara e detalhada das diversas etapas futuras.

  2. Não é um modelo excelente, mas sabemos alguns pontos onde queremos chegar.

  3. Temos uma noção muito superficial para onde vamos.

  4. Meta e objetivo de quê? Onde?

6) Transparência e verdade são Valores e Princípios obedecidos?

  1. Totalmente. Não há nada escondido; benefícios e custos/investimentos são claramente expostos, discutidos e explicados.

  2. Os pontos principais são abertos, mas há muitas dúvidas e buracos negros.

  3. O vidro da transparência está muito fosco.

  4. A manga do Líder tem mais cartas que o cassino do Conrad.

 

7) Com  relação ao processo de comunicação para toda a empresa/área...

 

  1. Uma obra-prima do endomarketing; estamos envolvidos em uma atmosfera real de mudança.

  2. São usados alguns instrumentos de comunicação.

  3. Pouca gente é envolvida no clima da mudança.

  4. Nem parece que estamos no meio de processo de mudança.

8) As resistências internas estão devidamente avaliadas com estratégias de solução adequada?

 

  1. Há consciência absoluta sobre os focos de resistência com excelentes planos táticos para eliminar estes obstáculos.

  2. Vai ser difícil, mas vencerá o novo.

  3. Será uma batalha com muito sangue.

  4. Ninguém vai conseguir domar o Dinossauro das Resistências.

9) As competências necessárias às novas necessidades da mudança estão devidamente avaliadas?

  1. As competências, habilidades e conhecimento para a nova situação já estão sob domínio de nossa equipe.

  2. Será uma grande mudança no Perfil das competências, mas uma boa parte delas será dominada.

  3. É tudo muito diferente; vai ser muito difícil.

  4. Não temos competência nem para o momento atual; a mudança é um sonho maluco.

10) Com relação aos Padrões de Motivação, os membros da equipe têm "motivos para ação" suficientes para instigá-los a pagar o preço da mudança?

  1. A "cenoura dourada" está bem desenhada e todos sabem o que vão ganhar – o quanto é muito estimulante.

  2. Digamos que há uma idéia sobre como vamos ser beneficiados.

  3. Há promessas que podem ou não se concretizar.

  4. A cenoura está mais que podre; nesta omelete nós vamos entrar com a perna.

11) O passo a passo do processo de mudança permite o que se pode denominar "vitórias de curto prazo" e suas devidas "comemorações"?

  1. O Projeto está preparado para o reconhecimento e a celebração, nos diversos pontos de conquista.

  2. Há palavras ainda dúbias sobre o tema.

  3. Promessas, somente vãs promessas.

  4. Ganhar é obrigação; as conquistas são parte do dever.

12) Havendo problemas na implantação, como é normal em qualquer processo de mudança, como agirá o Líder?

 

a)    Com absoluta firmeza; sua obstinação é implantar o planejado.

b)    Com altos e baixos.

c)    O Líder reage negativamente ao que não dá certo; sua tendência é desistir.

d)    Vai chorar escondido no banheiro.

13) Que parte de si as pessoas estão colocando na mudança?

  1. O coração, o corpo e alma.

  2. A mente e o corpo.

  3. O corpo.

  4. Os pés, para fugir mais rápido.

 

14) Em termos gerais como você pode definir o processo de Mudança?

  1. Uma grande lenda, um sonho comum que vai realizar muita gente.

  2. Um Projeto bem estruturado.

  3. Um Plano sem pé nem cabeça.

  4. Mais uma loucura do Líder.

 

Avaliação

 

Contagem dos Pontos:

 

Dê as seguintes notas para cada resposta:

 

a)    10

b)     5

c)     2

d)     0

 

Resultados

 

De 116 a 140 pontos:

Escreva um livro sobre sua experiência. Vai ser best-seller.

 

De 71 a 115:

Corrija seus pontos fracos, melhores as lacunas; você tem grande chance de ainda construir uma mudança bem-sucedida.

 

De 41 a 70:

Tá difícil. Reveja tudo. Contrate consultores. Tenha uma conversa séria com seu líder. Pare, se for o caso.

 

De 0 a 40:

Eu tenho uma mudança a lhe propor: mude de empresa, mude de cidade. Com este perfil nem por milagre você chega lá.

 

 

MATERIAL RETIRADO DOS PROGRAMAS DE LIDERANÇA CONDUZIDOS POR MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

 

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¿PRESIDENTE: UD. CONCRETA?

 

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L. a. cOSTACURTA Junqueira

VP do MVC

¿PRESIDENTE: UD. CONCRETA?

En tiempos de crisis y escasez de recursos, una de las principales competencias buscadas por el mercado es la del "Hacer Ocurrir": la búsqueda de aquellos ejecutivos que son siempre los requeridos cuando se necesita socorrer a las empresas/organizaciones que están en terapia intensiva y necesitan de personas con gran capacidad de resolución.

Como presidente ¿cuál es su posicionamiento frente a esa competencia? Conteste las cuestiones a seguir, considerando siempre sus acciones, comportamientos reales, nunca los ideales.

 

 

* UNA AUTO EVALUACIÓN

 

Para cada cuestión utilice las siguientes alternativas de respuesta

SIEMPRE

CASI SIEMPRE

A VECES

NUNCA

¿Tengo la costumbre de pensar en los problemas antes que ellos se den?
¿Soy un cumplidor de plazos?
¿Las personas se acuerdan de mí en las situaciones difíciles?
¿Los productos que entrego no necesitan ser revisados?
¿Antes de hacer algo cuestiono lo que debe ser hecho?
¿Para mí el planeamiento viene antes de la ejecución?
¿Consigo equilibrar el "saber" con el "hacer"?
¿Siento felicidad cuando logro resultados al coordinar el trabajo de otras personas?
¿Tengo conciencia del período del día en el cual soy más eficaz y optimizo ese momento?
¿Aplico el Principio de Pareto, concentro mi trabajo en el 20% de las acciones que producen el 80% de los resultados?
¿Todo el trabajo que inicio lo llevo hasta el fin?
¿Me gusta desarrollar personas/ hacer coaching?
¿ Al tomar decisiones escucho las otras personas?
¿Empiezo mis días por las actividades más importantes?
¿Consigo aislarme cuando tengo que pensar/innovar?
¿Digo si y no cuando requiere la situación?
¿La rutina es algo incómodo para mí?
¿Tengo disposición física constante para el trabajo?
¿La jerarquía no es la base de mi relación?
¿Derivo felicidad con el éxito de mis subordinados, pares?

TOTALES

 

 

 

* INTERPRETACIÓN

  • Sume los totales de cada respuesta.
  • Multiplique por 4 el total de respuestas Siempre.
  • Multiplique por 3 el total de respuestas Casi Siempre.
  • Multiplique por 2 el total de respuestas A veces.
  • Multiplique por 1 el total de respuestas Nunca.
  • Sume los cuatro totales.

80 a 65 -

¡Usted realmente concreta! Tiene gran valor en el mercado. Atención para los puntos de mejora concentrados en las respuestas a veces/nunca.

64 a 50 -

Usted está casi allí, ¡pero aún tiene que mejorar! Concéntrese en las respuestas a veces y nunca, ya que ahí están sus oportunidades de progreso.

49 a 35 -

Su camino es largo; hay mucho para hacer, ¡no se desanime! Analice las preguntas a las cuales respondió a veces y nunca, ya que ahí están sus oportunidades de mejora.

34 a 20 -

Su caso es casi perdido. En los tiempos actuales usted tendrá que reposicionarse completamente. Preste extrema atención a las respuestas a veces y nunca, ya que ahí puede estar la salida.

Ojalá podamos haber contribuido en la presentación de un check-up de su actuación como Presidente.

Para nosotros está claro que muchas situaciones pueden parecer obvias y hasta primarias. Adelante de esa situación hay, por lo menos dos alternativas:

A – Preguntarse si conoce el tema, pero también si opera ese conocimiento.

B – Concluir que nada se aplica à su realidad. La decisión es (y siempre será) suya.

¡¡¡Suerte!!!

Material del POCKET MBA GESTION DE PERSONAS Y NEGOCIOS (link)

 

 

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